Asteraceae
Colar de Pérolas: Como Cuidar Corretamente
Senecio rowleyanus
Uma suculenta tolerante à seca que prospera com luz indireta brilhante e rega pouco frequente. Deixe o solo secar completamente entre as regas. Mantenha a umidade baixa (abaixo de 40%) e temperaturas entre 18-29°C. Evite borrifar pois pode causar doenças.
A cada 14 dias
Luz indireta
18° - 29°C
30% - 40%
Sobre a Colar de Pérolas
O Colar de Pérolas é uma suculenta pendente única, nativa da África do Sul, com hastes longas e finas adornadas com pequenas folhas esféricas em forma de contas que se assemelham a um colar de pérolas verdes. Essas folhas modificadas evoluíram para armazenar água, permitindo que a planta prospere em condições áridas. Pertence à família Asteraceae e é popular como planta pendente de interior.
Guia de Cuidados
Como Regar
Use o método de encharcar e secar - regue abundantemente quando o solo estiver completamente seco, depois espere até secar novamente. Regue semanalmente na primavera/verão, a cada 2-3 semanas no inverno. Excesso de água causa podridão das raízes.
Iluminação
Forneça luz indireta brilhante. Janelas voltadas para o sul ou oeste são ideais. Evite sol direto intenso do meio-dia que pode queimar as folhas. Use luzes de cultivo se a luz natural for insuficiente.
Solo Ideal
Use mistura bem drenada para cactos ou suculentas com perlita ou areia grossa extra. Uma proporção de 1:1 de mistura para cactos e perlita funciona bem. Escolha vasos rasos com furos de drenagem - vasos de argila são preferidos.
Vaso Recomendado
Use vasos rasos de argila ou terracota com furos de drenagem. A argila permite evaporação pelas laterais, prevenindo excesso de água. Cestos suspensos destacam o hábito pendente.
Calendário de Cuidados
Adubar
A cada 28 dias
Replantar
A cada 730 dias
Como Propagar
Estaquia de caule
O método de alporquia é mais eficaz - enrole as estacas sobre o solo
- 1 Corte uma haste saudável de 10-12 cm
- 2 Deixe a ponta cortada cicatrizar por 1-2 dias
- 3 Coloque a haste sobre solo úmido para suculentas
- 4 Enrole ou deite sobre a superfície do solo
- 5 Borrife levemente e aguarde as raízes (2-3 semanas)
Materiais necessários:
Propagação em água
Garanta boa luz durante o enraizamento
- 1 Faça estacas de 10-12 cm
- 2 Coloque na água com os nós submersos
- 3 Troque a água semanalmente
- 4 Aguarde até as raízes terem 2-3 cm
- 5 Transfira para o solo
Materiais necessários:
Características
Altura máxima
60cm
Largura
90cm
Crescimento
Rápido
Folhagem
Perene
Atenção: Planta Tóxica
Esta planta pode ser tóxica se ingerida. Mantenha fora do alcance de:
Usos da Planta
Ornamental
Ideal para decoração
Usos Medicinais
Usos Culinários
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Problemas Comuns
Podridao das Raizes
A podridao das raizes e uma doenca fungica grave que afeta o sistema radicular das plantas, causando sua decomposicao e morte. E causada principalmente por excesso de rega, drenagem inadequada ou fungos do solo como Pythium, Phytophthora, Rhizoctonia e Fusarium. A doenca prospera em condicoes encharcadas onde as raizes sao privadas de oxigenio, tornando-as suscetíveis a infeccao fungica.
Podridão da Coroa
A podridão da coroa é uma doença fúngica grave que ataca a coroa (base) da planta onde o caule encontra o solo. É causada por vários patógenos fúngicos incluindo Phytophthora, Fusarium e Rhizoctonia. A doença prospera em condições encharcadas e pode rapidamente se espalhar para matar toda a planta se não for tratada prontamente.
Podridão Radicular por Pythium
A podridão radicular por Pythium é uma doença fúngica grave causada por várias espécies de Pythium, incluindo P. aphanidermatum, P. ultimum e P. irregulare. Esses fungos aquáticos (water molds) estão presentes em praticamente todos os solos cultivados e atacam as raízes sob condições úmidas, causando uma podridão rápida e úmida que pode se estender até o caule. A doença é favorecida por má drenagem, excesso de irrigação e temperaturas específicas dependendo da espécie.
Podridão Radicular por Phytophthora
Doença causada por organismos semelhantes a fungos (oomicetos) que vivem no solo e podem sobreviver por anos. Afeta raízes, caule e coroa da planta, sendo especialmente grave em solos encharcados ou com má drenagem. É a segunda causa mais comum de apodrecimento radicular em árvores e arbustos.
Mofo Cinzento (Botrytis)
O mofo cinzento, causado pelo fungo Botrytis cinerea, é uma das doenças fúngicas mais comuns em plantas. Afeta mais de 200 espécies de plantas, incluindo ornamentais, hortaliças, frutas e plantas de interior. A doença prospera em condições frias, úmidas e com pouca circulação de ar, causando manchas acinzentadas e podridão mole nos tecidos infectados.
Mofo Cinzento (Botrytis)
O mofo cinzento, causado pelo fungo Botrytis cinerea, é um patógeno necrotrófico generalizado que afeta mais de 1.400 espécies de plantas. Prospera em condições frias e úmidas e ataca tecidos vegetais enfraquecidos ou envelhecidos, causando podridão mole e crescimento característico de mofo cinzento.
Oídio (Míldio Pulverulento)
O oídio é uma doença fúngica comum causada por várias espécies de fungos, incluindo Erysiphe, Podosphaera, Oïdium e Leveillula. Afeta mais de 10.000 espécies de plantas em todo o mundo. A doença prospera em climas quentes e secos com alta umidade e aparece como um revestimento branco pulverulento distintivo nas superfícies das plantas.
Fumagina
A fumagina é uma doença fúngica que se desenvolve em superfícies cobertas por melada (honeydew), uma substância açucarada secretada por insetos sugadores como pulgões, cochonilhas e moscas-brancas. Embora não infecte diretamente o tecido vegetal, reduz a capacidade fotossintética ao bloquear a luz solar e prejudica a estética da planta.
Podridão Bacteriana Mole
A podridão bacteriana mole é uma doença destrutiva causada principalmente por bactérias dos gêneros Pectobacterium (anteriormente Erwinia) e Dickeya. Estas bactérias produzem enzimas que degradam as paredes celulares das plantas, causando decomposição rápida e malcheirosa dos tecidos. Afeta principalmente tecidos suculentos como tubérculos, frutos, caules e bulbos, sendo especialmente problemática em condições quentes e úmidas.
Cochonilhas Farinhentas
Cochonilhas farinhentas são pequenos insetos de corpo mole cobertos por uma substância branca, cerosa e semelhante a algodão. São pragas comuns de plantas domésticas e plantas ao ar livre em climas amenos. Esses insetos sugadores de seiva alimentam-se do tecido vegetal, causando danos, crescimento atrofiado e podem levar à morte da planta se não forem tratados. Produzem melada pegajosa que atrai fumagina.
Pulgões
Pulgões são pequenos insetos de corpo mole em forma de pera (1,5 a 3 mm de comprimento) que se alimentam sugando a seiva rica em nutrientes das plantas. Reproduzem-se rapidamente e podem enfraquecer as plantas rapidamente, causando crescimento distorcido e transmitindo vírus vegetais. Os pulgões vêm em várias cores incluindo verde, preto, vermelho, amarelo, marrom e cinza. Eles secretam melada, uma substância pegajosa que atrai formigas e favorece o crescimento de fumagina.
Ácaros-Aranha
Os ácaros-aranha são aracnídeos minúsculos (menos de 1 mm) relacionados às aranhas e carrapatos que se alimentam da seiva das plantas. Eles prosperam em condições quentes e secas e podem causar danos significativos a plantas ornamentais e vegetais. Durante infestações graves, as perdas de cultivo podem atingir 14% ou mais, pois essas pragas interrompem processos vitais das plantas, incluindo fotossíntese, absorção de dióxido de carbono e transpiração.
Cochonilhas
Cochonilhas são pequenas pragas sugadoras de seiva que aparecem como protuberâncias marrons semelhantes a conchas nos caules e folhas das plantas. Existem mais de 25 espécies, divididas em cochonilhas blindadas (duras) e não blindadas (moles). Elas se alimentam perfurando o tecido da planta e extraindo a seiva, o que enfraquece a planta e pode levar ao amarelecimento, crescimento atrofiado e até morte se não tratada. Também excretam melada, que atrai formigas e promove o crescimento de fumagina.
Mosquitos-dos-Fungos
Mosquitos-dos-fungos são pequenos insetos cinza a pretos semelhantes a mosquitos (3-4 mm de comprimento) comumente encontrados em plantas de interior. Os adultos são principalmente um incômodo, mas suas larvas se alimentam de raízes de plantas e matéria orgânica no solo, potencialmente causando danos sérios a plantas jovens ou vulneráveis. As larvas são brancas translúcidas com cabeças pretas distintivas e podem deixar rastros de limo na superfície do solo em infestações pesadas.
Deficiência de Nitrogênio
A deficiência de nitrogênio ocorre quando as plantas não possuem nitrogênio suficiente, um macronutriente essencial necessário para a produção de clorofila e crescimento geral. Esta deficiência tipicamente se manifesta como amarelamento das folhas, começando com folhagem mais velha e progredindo para o crescimento mais novo se não for tratada.
Deficiência de Ferro
A deficiência de ferro, comumente conhecida como clorose férrica, é uma desordem nutricional onde as plantas não conseguem acessar ferro suficiente do solo. Embora o ferro seja tipicamente abundante no solo, várias condições do solo podem limitar a absorção pela planta, resultando no característico amarelecimento das folhas enquanto as nervuras permanecem verdes.
Deficiência de Potássio
A deficiência de potássio é um distúrbio nutricional que afeta a capacidade da planta de regular a abertura e fechamento dos estômatos, resultando em queimaduras características nas bordas das folhas. O potássio é um nutriente móvel, portanto os sintomas aparecem primeiro nas folhas mais antigas e inferiores.
Excesso de Água
O excesso de água ocorre quando as plantas recebem água demais, privando as raízes de oxigênio e causando apodrecimento das raízes. Este estresse ambiental é uma das causas mais comuns de morte de plantas de interior, pois o solo encharcado impede que as raízes respirem e funcionem adequadamente.
Falta de Água
A falta de água ou estresse hídrico é um distúrbio fisiológico que ocorre quando a quantidade de água que uma planta perde por transpiração excede a quantidade que suas raízes conseguem absorver do solo. Isso leva à desidratação celular e vários sintomas visíveis que podem comprometer a saúde e produtividade da planta.
Queimadura Solar (Escaldadura)
A queimadura solar ou escaldadura é uma condição ambiental que ocorre quando as plantas são expostas à luz solar intensa e direta além de seu nível de tolerância. Isso causa a degradação da clorofila nas folhas, resultando em folhagem descolorida, seca e danificada. O dano pode acontecer rapidamente, às vezes em apenas algumas horas de exposição.
Dano por Frio
O dano por frio, também conhecido como lesão por geada, ocorre quando as plantas são expostas a temperaturas de congelamento ou próximas ao congelamento. Este estresse ambiental pode causar danos celulares à medida que cristais de gelo se formam dentro dos tecidos vegetais, rompendo células e interrompendo as funções normais da planta. A lesão por resfriamento também pode ocorrer em espécies sensíveis em temperaturas entre 0-10°C, mesmo sem congelamento real.
Raízes Enraizadas
Raízes enraizadas, também chamado de vaso-preso, é uma condição ambiental comum que ocorre quando as raízes de uma planta cresceram demais para o seu recipiente. As raízes ficam tão densamente compactadas que circulam ao redor da massa radicular e não conseguem se expandir adequadamente. Isso restringe a capacidade da planta de absorver água e nutrientes, levando a crescimento atrofiado e saúde em declínio. Ao contrário de doenças, estar enraizado não é contagioso e é totalmente evitável através da gestão adequada de recipientes e replantio regular.
Má Circulação de Ar
A má circulação de ar é uma condição de estresse ambiental que ocorre quando as plantas carecem de fluxo de ar adequado ao redor de sua folhagem e caules. O ar estagnado cria um microambiente que promove acúmulo de umidade, esgota o CO2 disponível e enfraquece as defesas da planta contra doenças fúngicas e pragas. Isso é especialmente comum em plantas de interior densamente agrupadas ou colocadas em cantos com ventilação limitada.
Excesso de Fertilização
A queima por fertilizante é uma condição causada pela aplicação excessiva de adubo às plantas. Os sais presentes no fertilizante retiram a umidade dos tecidos vegetais, causando queimadura da folhagem, danos às raízes e estresse geral da planta. Esta condição ambiental não é contagiosa e pode ser revertida com tratamento adequado.
Acúmulo de Sais
O acúmulo de sais (também chamado de salinização ou depósitos de fertilizantes) é uma condição ambiental onde sais minerais se acumulam no solo ao longo do tempo, criando um ambiente tóxico para as raízes das plantas. O sinal mais visível é uma camada branca ou amarelada crostosa na superfície do solo ou ao redor das bordas do vaso.
Choque de Transplante
O choque de transplante é uma resposta de estresse que ocorre quando as plantas são movidas abruptamente de um ambiente para outro. Esta condição ambiental afeta plantas durante o replantio, mudança entre locais internos/externos, ou transplante de vasos de viveiro para jardins. Danos às raízes durante a mudança são a causa principal, tornando quase impossível evitar completamente algum grau de estresse.
Significado & Simbolismo
Simboliza singularidade e beleza não convencional devido à sua aparência distinta em forma de contas.