155 Fáceis de Cuidar Difíceis | Guia 2026 - Página 2
Encontre 155 fáceis de cuidar de cuidado difícil. Guia completo para seu jardim.
155 Fáceis de Cuidar de nível difícil
Mostrando 37-72 de 155
Sumaúma
Ceiba pentandra
A Sumaúma (Ceiba pentandra) é uma das maiores árvores da floresta amazônica, podendo ultrapassar 60 metros de altura e viver por mais de 300 anos. Reconhecida pelo tronco espinhoso na juventude e pelas enormes sapopemas (raízes tabulares) que sustentam sua copa em formato de guarda-chuva acima do dossel florestal, é chamada de "Rainha da Floresta" e ocupa lugar central na cosmologia de diversos povos amazônicos. Suas flores brancas e rosadas desabrocham quando a árvore está sem folhas, atraindo morcegos polinizadores durante a noite, e seus frutos liberam a fibra macia e impermeável conhecida como paina ou kapok, historicamente usada para encher colchões, travesseiros e coletes salva-vidas.
Árvore-do-suicídio
Cerbera odollam
A Cerbera odollam, também conhecida como árvore-do-suicídio ou pong-pong, é uma árvore perene da família Apocynaceae, nativa das zonas costeiras pantanosas e manguezais do sul da Índia, Madagascar e Sudeste Asiático. Pode atingir de 10 a 12 metros de altura, com folhas brilhantes e flores brancas perfumadas com centro amarelo. Os frutos, verdes e depois vermelhos quando maduros, contêm uma única semente extremamente tóxica rica em glicosídeos cardíacos (cerberina), capaz de interromper os batimentos cardíacos mesmo em quantidades mínimas: daí o trágico apelido pelo qual é conhecida na Índia.
Taça-verde
Chlorociboria aeruginascens
Chlorociboria aeruginascens, conhecido como taça-verde, é um fungo sapróbio famoso por sua capacidade de tingir a madeira que decompõe em um tom profundo de azul-esverdeado. Os corpos de frutificação são pequenos, geralmente com apenas 2 a 5 mm de largura, e possuem um formato característico de taça ou funil. Eles geralmente crescem em madeira úmida e sem casca de árvores folhosas, especialmente carvalho e faia. A cor verde na madeira deve-se ao pigmento xilindeína, e essa madeira colorida tem sido procurada há séculos para uso em marcenaria decorativa, como a marchetaria.
Cicuta-aquática
Cicuta
Cicuta é um pequeno gênero com cerca de quatro espécies de plantas herbáceas perenes (por vezes bienais) da família Apiaceae (mesma família da cenoura), nativas de brejos, margens de riachos, valas e áreas alagadas de regiões temperadas da América do Norte e Europa. Formam caules ocos, robustos e ramificados de até 2,5 m de altura, com inflorescências em umbela de pequenas flores brancas no verão. A raiz tuberosa e compartimentada exsuda, quando cortada, uma seiva oleosa amarelada com cheiro semelhante ao de pastinaca crua. A Cicuta é considerada uma das plantas mais agudamente tóxicas nativas da América do Norte e Europa: todas as partes contêm cicutoxina, um convulsivante violento mais concentrado nas raízes no início da primavera. Este gênero é uma espécie silvestre de áreas alagadas, não uma planta ornamental cultivada ou de interior, e está documentado aqui estritamente para fins de identificação e segurança.
Clathrus crispatus
Clathrus crispatus
Clathrus crispatus é um fungo saprófito da família Phallaceae, conhecido por seu corpo de frutificação em forma de gaiola ou rede esférica de cor avermelhada ou rosada. Ele emerge de uma estrutura em forma de ovo e, quando maduro, exala um odor fétido de carne em decomposição para atrair moscas, que auxiliam na dispersão de seus esporos contidos em uma substância viscosa chamada gleba.
Cacto-mamilo-de-thornber
Cochemiea thornberi
O Cochemiea thornberi, também conhecido como Cacto-mamilo-de-Thornber, é um cacto pequeno e fascinante nativo do Deserto de Sonora, no México e no estado do Arizona (EUA). Com caules cilíndricos que formam touceiras densas, produz flores delicadas brancas a rosadas com listras lavanda, tornando-o uma joia ornamental para colecionadores de cactos.
Coqueiro
Cocos nucifera
O coqueiro (Cocos nucifera) é uma palmeira tropical majestosa, símbolo da costa brasileira. Pode atingir até 30 metros de altura, produzindo frutos o ano todo em climas ideais. É uma das plantas mais versáteis do mundo, com usos que vão da alimentação à construção.
Cacto-cabeludo
Coleocephalocereus fluminensis
O Coleocephalocereus fluminensis é um cacto colunar endêmico dos inselbergs (morros de pedra) do sudeste do Brasil, especialmente no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Cresce sobre afloramentos rochosos expostos e forma agrupamentos densos com caules eretos cobertos de espinhos. Seu nome popular "cacto-cabeludo" vem do cefálio branco e lanoso que surge no topo das plantas adultas, de onde emergem flores brancas a amareladas à noite.
Buva
Conyza bonariensis
Conyza bonariensis e uma planta herbacea anual (ocasionalmente bienal) nativa da America do Sul, da familia Asteraceae. Caracteriza-se pelo crescimento ereto ramificado desde a base, altura de 20-100 cm, e folhagem cinzento-esverdeada coberta por cerdas rigidas. As flores sao pequenas, em capitulos, com flores do disco amarelas e bracteas cremosas. E uma das plantas invasoras mais problematicas em areas cultivadas, notavelmente resistente ao glifosato, afetando principalmente soja e milho.
Cookeina tricholoma
Cookeina tricholoma
Cookeina tricholoma é um fungo ascomiceto tropical conhecido por sua forma de taça vibrante e pelos marginais distintos. Encontrado em madeira em decomposição em florestas úmidas, apresenta cores que variam do rosa ao vermelho-alaranjado. Não é uma planta, mas um fungo saprófito essencial para a decomposição de matéria orgânica.
Cortinário-violeta
Cortinarius violaceus
Cortinarius violaceus, conhecido popularmente como Cortinário-violeta, é um cogumelo espetacular da família Cortinariaceae. Distingue-se por sua cor violeta escura, quase negra, e pela textura aveludada do chapéu e do estipe. É uma espécie micorrízica, formando simbioses complexas com árvores como folhosas (faias) ou coníferas.
Ctenanthe tricolor
Ctenanthe oppenheimiana
A Ctenanthe oppenheimiana, conhecida popularmente como Ctenanthe tricolor ou Nunca-nunca, é uma planta tropical nativa do Brasil, pertencente à família Marantaceae. Suas folhas longas e ornamentais apresentam padrões tricolores distintos — verde-escuro, verde-claro e branco-prateado na face superior, com reverso arroxeado —, tornando-a uma das plantas de interior mais elegantes. Ela exibe um fascinante movimento rítmico diário, dobrando as folhas para cima à noite e abrindo-as de manhã, comportamento típico das plantas-oração.
Cica-da-India
Cycas circinalis
Cycas circinalis, conhecida popularmente como Cica-da-India ou Sagu-rainha, é uma das plantas vivas mais antigas da Terra, com linhagem de mais de 280 milhões de anos. Originária do sudeste da Ásia tropical, essa majestosa cicadácea apresenta um tronco robusto encimado por uma coroa de longas frondes arqueadas de coloração verde intensa. É uma planta de crescimento lento e extremamente longeva, valorizada por sua aparência pré-histórica e uso ornamental em jardins tropicais.
Cimbídio-devoniano
Cymbidium devonianum
O Cimbídio-devoniano (Cymbidium devonianum) é uma orquídea epífita originária das encostas do Himalaia, encontrada no Nepal, nordeste da Índia, Butão e Mianmar. Destaca-se pelas suas hastes florais pendentes com 15 a 35 flores de coloração verde-amarelada com manchas púrpura, tornando-a uma das mais elegantes do gênero Cymbidium.
Orquídea-chifre-de-boi
Cyrtopodium
Cyrtopodium é um gênero de orquídeas terrestres, epífitas ou rupícolas nativas das Américas tropicais e subtropicais, do sul da Flórida até a Argentina, com boa representatividade no Brasil. Reconhecido por seus grandes pseudobulbos fusiformes e enrugados, semelhantes a charutos ou chifres, o gênero produz altas hastes florais cobertas por dezenas de flores amarelas com manchas marrons. As folhas plicadas caem antes da floração, num ciclo marcado por um período de crescimento vigoroso seguido de dormência.
Kahikatea
Dacrycarpus dacrydioides
A kahikatea (Dacrycarpus dacrydioides) é a árvore nativa mais alta da Nova Zelândia e uma das linhagens de coníferas mais antigas do mundo, remontando às florestas de Gondwana. Trata-se de um podocarpo perenifólio de crescimento lento que domina naturalmente florestas pantanosas e várzeas, formando uma copa cônica e esguia sobre um tronco alto, muitas vezes com sapopemas, que pode ultrapassar 50 m na natureza. Ao contrário das angiospermas, ela se reproduz por meio de pequenos cones em vez de flores verdadeiras; o cone feminino amadurece em um receptáculo vermelho, intumescido e suculento (koroi), historicamente um alimento apreciado pelos Māori. Em cultivo, é uma árvore ornamental ou de abrigo impressionante para jardins grandes e permanentemente úmidos, parques e projetos de restauração de zonas úmidas, mas não é adequada para terrenos pequenos, vasos ou solos secos.
Orquídea-pintada-da-charneca
Dactylorhiza maculata
A Dactylorhiza maculata, conhecida como orquídea-pintada-da-charneca, é uma orquídea terrestre perene nativa de Europa. Cresce em charnecas, prados húmidos e turfeiras, produzindo espigas densas de flores rosa a púrpura com manchas características nas pétalas. As suas folhas apresentam manchas escuras típicas do género.
Dendrobio
Dendrobium virotii
Dendrobium virotii é uma orquídea epífita rara e endêmica da Nova Caledônia, descrita por Guillaumin em 1941. De porte médio, cresce sobre troncos de árvores em florestas montanhosas e arbustos entre o nível do mar e 1.000 metros de altitude. Seus caules levemente em ziguezague carregam folhas elípticas e, no final da primavera, produzem inflorescências com 6 a 22 pequenas flores delicadas.
Dendrophorbium peregrinum
Dendrophorbium peregrinum
Dendrophorbium peregrinum e um arbusto da familia Asteraceae (tribo Senecioneae), nativo das florestas montanas subtropicais do noroeste da Argentina e da Bolivia, ocorrendo geralmente entre 1.300 e 2.800 m de altitude. Foi descrito originalmente por August Grisebach em 1879 como Senecio peregrinus e depois transferido para o genero Dendrophorbium por C. Jeffrey em 1992. Como outras especies do genero, tem porte arbustivo (arborescente), folhas grandes de margem serrilhada/dentada, e inflorescencias corimbiformes com numerosos capitulos radiados: floresculas liguladas brancas ao redor de um disco central de floresculas tubulares amarelo-claras. Nao deve ser confundida com a suculenta ornamental popularmente chamada "string of dolphins" (Curio/Senecio peregrinus), um hibrido de jardim completamente diferente que compartilha apenas um nome cientifico historico semelhante.
Dioneia
Dionaea muscipula
A Dioneia é uma das plantas carnívoras mais fascinantes do mundo, nativa dos pântanos subtropicais da Carolina do Norte e do Sul, nos Estados Unidos. Suas armadilhas articuladas se fecham quando os pelos sensitivos são estimulados por insetos desavisados, digerindo a presa em 4-10 dias. Apesar de sua aparência exótica, é uma planta compacta em roseta que raramente ultrapassa 30 cm de altura.
Palma-de-virgem
Dioon edule
O Dioon edule, popularmente conhecido como Palma-de-virgem, é uma cicadácea pré-histórica nativa do México. Esta planta assemelha-se a uma palmeira, mas é botanicamente mais próxima das coníferas. Possui folhas rígidas, pinadas e de um tom verde-azulado fosco que crescem em uma roseta simétrica a partir de um tronco central curto. É um 'fóssil vivo' extremamente longevo, podendo viver por centenas de anos, e é muito apreciado no paisagismo xerofítico por sua resistência e forma escultural.
Sapote Preto
Diospyros nigra
O sapote preto (Diospyros nigra) é uma árvore frutífera tropical nativa do México e da América Central, pertencente à família Ebenaceae. Conhecido popularmente como "fruta pudim de chocolate", seu fruto maduro possui uma polpa de cor marrom-escura muito peculiar, com sabor suave e adocicado que lembra chocolate. É uma árvore perene de crescimento lento que pode atingir até 25 metros em seu habitat natural, mas em cultivo é geralmente mantida entre 5 e 10 metros por meio de podas regulares.
Orquídea Hiácinto
Dipodium squamatum
Dipodium squamatum é uma orquídea terrestre micoheterotrófica sem folhas, pertencente à família Orchidaceae. Espécie nativa da Austrália (Queensland, Nova Gales do Sul, Vitória e Austrália do Sul), Nova Caledônia e Vanuatu. É um membro raro do gênero Dipodium, caracterizado por sua completa falta de folhas fotossintetizantes e dependência de fungos simbióticos para nutrição. O caule floral é ereto, marrom-avermelhado, atingindo até 100 cm de altura, com 9 a 60 flores rosa a roxas, cada uma medindo aproximadamente 2,5 cm. Floresce durante o verão e outono.
Orquídea-árvore-verde
Drymoanthus adversus
A Drymoanthus adversus é uma pequena orquídea epífita endémica da Nova Zelândia, conhecida como orquídea-árvore-verde. Cresce fixada a troncos e galhos de árvores em florestas costeiras e montanas, formando tufos compactos de folhas carnudas e verdes, às vezes com manchas roxas. Floresce na primavera e início do verão com pequenas flores verde-esbranquiçadas pontilhadas de vermelho.
Durião
Durio zibethinus
Durio zibethinus, o durião, é uma árvore perene de grande porte nativa das florestas tropicais de Bornéu e Sumatra, atualmente cultivada em todo o Sudeste Asiático. Apelidada de "Rei das Frutas", produz um fruto grande, coberto de espinhos, com um aroma famosamente pungente e uma polpa rica e cremosa. A árvore pode atingir de 25 a 40 m de altura e necessita de uma década ou mais antes de sua primeira colheita. O durião é notoriamente vulnerável à Phytophthora palmivora, que causa cancro, podridão radicular e podridão dos frutos, tornando a drenagem e a higienização do pomar críticas. O folclore adverte contra o consumo de durião com álcool; estudos laboratoriais mostraram desde então que o extrato de durião inibe a aldeído desidrogenase, conferindo certa credibilidade à antiga crença.
Erva-d'água-de-oito-estames
Elatine hydropiper
Elatine hydropiper, conhecida como Erva-d'água-de-oito-estames, é uma pequena planta aquática tapetizante nativa da Europa e Ásia temperada. Forma um denso tapete verde-esmeralda no aquário, sendo muito valorizada como planta de primeiro plano no aquarismo plantado. Exige cuidados avançados: alta luminosidade, injeção de CO2 e parâmetros hídricos estáveis.
Wallaba
Eperua falcata
A Eperua falcata é uma árvore da floresta tropical pertencente à família Fabaceae (leguminosas), nativa do norte da América do Sul, principalmente nas Guianas (Guiana Francesa, Suriname, Guiana) e no norte do Brasil (Amapá). Pode atingir até 35 metros de altura, com casca marrom-acinzentada e folhas pinadas compostas por 2-4 pares de folíolos ovais, com cerca de 18 cm de comprimento. Suas flores em forma de sino, com pétalas vermelhas, que florescem em cachos pendentes, são particularmente decorativas, e suas vagens maduras, em forma de lâmina de espada e cor malva, ao se abrirem, podem lançar suas sementes a até 30 metros de distância. A árvore frequentemente forma povoamentos puros em areia de quartzo branca, em florestas tropicais ribeirinhas e pantanosas, até 700 metros acima do nível do mar. Sua madeira de cerne marrom-avermelhada é extremamente durável e, devido à sua resistência natural a fungos, é usada para estacas, telhas e postes telegráficos.
Heleborina-de-folhas-largas
Epipactis helleborine
Epipactis helleborine, conhecida como heleborina-de-folhas-largas, é uma orquídea terrestre nativa da Europa e Ásia. Cresce em ambientes florestais, dependendo de fungos micorrízicos para germinar e sobreviver. Seus caules altos sustentam folhas largas nervuradas e uma racemo pendente de flores verde-arroxeadas que florescem no verão.
Lisianto
Eustoma grandiflorum
O Lisianto (Eustoma grandiflorum) é uma planta com flores espetaculares, originária das planícies do sul dos Estados Unidos e do México. Suas flores se assemelham a rosas ou papoulas, surgindo em tons de branco, rosa, roxo, azul e bicolor. É uma das flores de corte mais valorizadas no mundo, amplamente usada em arranjos florais e casamentos. Embora seja desafiadora para cultivar, a recompensa visual é incomparável.
Eustoma russellianum
Eustoma russellianum
O Eustoma russellianum, popularmente conhecido como Lisianthus, é uma planta herbácea famosa por suas flores elegantes que se assemelham a rosas ou tulipas. Originária das pradarias dos Estados Unidos e México, esta espécie é altamente valorizada na floricultura como flor de corte devido à sua beleza sofisticada e longa durabilidade em vasos. Suas pétalas possuem uma textura acetinada e as cores variam de tons pastéis suaves a roxos profundos.
Palmito-juçara
Euterpe edulis
O Palmito-juçara (Euterpe edulis) é uma palmeira nativa da Mata Atlântica brasileira, ameaçada de extinção devido à extração ilegal de palmito. Seus frutos ricos em antioxidantes são utilizados como alternativa sustentável ao açaí amazônico, e a planta desempenha papel fundamental na restauração florestal e na alimentação de mais de 30 espécies de aves.
Violeta-persa
Exacum affine
Exacum affine, popularmente conhecida como Violeta-persa, é uma encantadora planta compacta com flores, nativa da ilha de Socotra, no Iêmen. Apreciada por sua profusão de pequenas flores azul-arroxeadas e perfumadas com centros amarelos brilhantes, pertence à família Gentianaceae. Embora frequentemente cultivada como planta anual de interior, é na verdade uma perene de vida curta em seu habitat subtropical nativo. Sua folhagem brilhante e arredondada e seu perfume adocicado a tornam uma companhia encantadora para ambientes internos durante a primavera e o verão.
Figueira-lira
Ficus lyrata
A Figueira-lira é uma planta tropical deslumbrante nativa das florestas tropicais da África Ocidental, valorizada por suas grandes folhas verdes brilhantes em formato de violino. Tornou-se uma das plantas de interior mais populares pela sua presença arquitetônica dramática. Na natureza, pode crescer até 12 metros, enquanto em ambientes internos atinge tipicamente 2-3 metros. Conhecida por ser um pouco exigente, recompensa o cuidado paciente com folhagem espetacular.
Garcinia
Garcinia
O gênero Garcinia compreende árvores e arbustos perenes tropicais, famosos mundialmente pelo Mangostão, considerado a 'rainha das frutas'. Suas folhas são verde-escuras, brilhantes e coriáceas. São plantas de crescimento lento que exigem paciência, mas recompensam com folhagem densa e frutos altamente nutritivos e medicinais.
Gardênia
Gardenia
Gardenia é um gênero de aproximadamente 140 espécies de arbustos e pequenas árvores perenes da família Rubiaceae, nativas de regiões tropicais e subtropicais da África, Ásia e Oceania. A espécie mais cultivada como planta ornamental é a Gardenia jasminoides (jasmim-do-cabo), reconhecida por suas flores brancas, cerosas e extremamente perfumadas, e por folhas verde-escuras brilhantes e persistentes. É uma planta clássica de jardins e vasos em climas amenos, mas tem fama de ser exigente quanto às condições de cultivo.
Gardenia
Gardenia jasminoides
A Gardenia jasminoides e um arbusto perene da familia do cafe (Rubiaceae), nativo do sul da China e do Japao. Famosa por suas flores brancas cerosas intensamente perfumadas e folhagem verde-escura brilhante, e cultivada ha seculos em jardins asiaticos. As flores duplas surgem do final da primavera ao verao, preenchendo o ar com uma das fragancias florais mais iconicas da horticultura. Embora exija cuidados rigorosos, a gardenia recompensa jardineiros dedicados com beleza e perfume incomparaveis.
Fáceis de Cuidar de Cuidado Difícil
Nossa seleção de 155 fáceis de cuidar de nível difícil combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado específicas. Para entusiastas que buscam um desafio.
Por que Escolher Fáceis de Cuidar Difícil?
Combinar a beleza das fáceis de cuidar com o nível de dificuldade difícil permite que você aproveite essa categoria enquanto desenvolve suas habilidades de jardinagem. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.