283 Suculentas Fáceis | Guia 2026 - Página 6
Encontre 283 suculentas de cuidado fácil. Guia completo para seu jardim.
283 Suculentas de nível fácil
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Figo-da-índia
Opuntia orbiculata
Opuntia orbiculata é um cacto do tipo palma, pertencente à família Cactaceae, nativo de regiões áridas e semiáridas das Américas. Forma touceiras arbustivas com artículos (raquetes) achatados e suculentos, cobertos por gloquídeos — pequenos espinhos finos e farpados que se soltam facilmente ao toque. É uma planta rústica, de crescimento em segmentos empilhados, que floresce no fim da primavera e início do verão com flores grandes e vistosas, seguidas por frutos comestíveis (as "tunas").
Palma-cega
Opuntia rufida
Opuntia rufida e um cacto arbustivo e muito ramificado, nativo do deserto de Chihuahua, na regiao de Big Bend, no Texas, e do norte do Mexico. Seus artículos (pencas) achatados e verde-azulados nao possuem espinhos grandes, mas sao densamente cobertos por glóquidios avermelhados que lhe dao o aspecto acanelado e o nome popular, ja que animais que esbarram nos glóquidios podem ficar cegos. No verao produz flores amarelas que passam a tons de damasco ou vermelho, seguidas de frutos avermelhados comestíveis.
Figo-da-índia-aveludado
Opuntia tomentosa
Opuntia tomentosa, o figo-da-índia-aveludado, é um cacto que forma um pequeno tronco lenhoso e pode se tornar arbóreo, nativo das terras altas semiáridas do centro do México. Suas raquetes (segmentos aplanados) são verdes e cobertas por uma fina penugem aveludada, que dá origem ao nome 'tomentosa'. Pode atingir de 3 a 6 m, ocasionalmente até 8 m na natureza. Na primavera e no verão produz flores amarelas a alaranjadas, às vezes com tons avermelhados, seguidas de frutos doces e comestíveis, vermelho-arroxeados, chamados 'tunas'. Extremamente tolerante à seca depois de estabelecida, prefere sol pleno e solo arenoso bem drenado, sendo cultivada tanto como ornamental quanto por suas raquetes e frutos comestíveis.
Figueira-da-índia
Opuntia tuna
A Opuntia tuna, popularmente conhecida como figueira-da-índia ou tuna, é um cacto colunar nativo do Caribe e da América tropical. Seus cladódios achatados (palmas) são cobertos de espinhos e gloquídios, e produz flores vistosas em tons de amarelo e laranja durante a primavera e o verão, seguidas de frutos comestíveis avermelhados.
Cacto-velho-dos-Andes
Oreocereus celsianus
Cacto colunar de crescimento lento, nativo dos Andes da Bolívia, Peru e Argentina, onde cresce entre 2.900 e 3.600 metros de altitude. Seus caules eretos e ramificados na base — cobertos por uma densa lã branca e espinhos longos e amarelados — podem atingir até 3 metros de altura na natureza, embora em cultivo raramente ultrapassem 1 metro. A "barba" branca que reveste o topo dos caules protege a planta da radiação solar intensa e das grandes amplitudes térmicas de seu habitat de altitude, e é o que lhe rende os nomes populares. Na primavera, produz flores tubulares rosa-arroxeadas, geralmente polinizadas por beija-flores, seguidas por pequenos frutos globosos.
Orostachys
Orostachys malacophylla
Orostachys malacophylla é uma suculenta monocárpica resistente da família Crassulaceae (a mesma família do sedum). A planta forma rosetas densas de folhas carnosas, de cor verde-azulada a verde, com um diâmetro de 4 a 15 cm, e se espalha por meio de estolões, formando tapetes densos de rosetas. No outono, as rosetas maduras desenvolvem uma inflorescência cônica de até cerca de 20 cm com flores brancas a esverdeadas e estames amarelos — após o que a roseta que floresceu morre, enquanto os inúmeros brotos laterais garantem a sobrevivência da colônia. A espécie é muito resistente (zonas USDA 3a-8b) e suporta geadas intensas, não sendo considerada tóxica para humanos ou animais de estimação.
Cacto-pente-indígena
Pachycereus pecten-aboriginum
O Pachycereus pecten-aboriginum é um cacto colunar gigante nativo do México, podendo atingir até 20 metros de altura. Com hastes robustas repletas de espinhos brancos a cinzentos e flores brancas noturnas, é uma das espécies mais imponentes da família Cactaceae. Seus frutos dourados espinhosos foram amplamente utilizados por povos indígenas como alimento e para fabricar escovas de cabelo.
Cardão gigante mexicano
Pachycereus pringlei
O Pachycereus pringlei, conhecido como cardão gigante mexicano ou cacto elefante, é o cactus mais alto do mundo e um símbolo icônico dos desertos de Baja California e Sonora, no noroeste do México. Pode atingir até 19,2 metros de altura, viver mais de 300 anos e pesar até 25 toneladas na maturidade. Seu imponente tronco columnar azul-esverdeado possui de 10 a 16 costelas repletas de espinhos castanhos, e os exemplares adultos produzem grandes flores brancas noturnas, seguidas de frutos espinhosos vermelhos que foram historicamente fonte de alimento fundamental para o povo indígena Seri.
Pedra-da-lua
Pachyphytum
Pachyphytum e um genero de suculentas da familia Crassulaceae, nativo do centro-leste do Mexico, com cerca de 25 a 27 especies. Popularmente chamadas de "pedra-da-lua", essas plantas formam rosetas compactas de folhas grossas, ovaladas e carnudas, cobertas por uma fina camada de farina (po ceroso) que confere tons azulados, esverdeados ou rosados. As informacoes de cultivo aqui apresentadas baseiam-se principalmente em Pachyphytum oviferum, a especie mais cultivada do genero.
Joia-pequena
Pachyphytum compactum
Suculenta originária do México (Hidalgo e Querétaro), com rosetas compactas de folhas carnudas, cilíndricas e cobertas por uma camada cerosa acinzentada. Forma touceiras ramificadas de até cerca de 15 cm e floresce no fim da primavera.
Pedra Lunar
Pachyphytum oviferum
O Pachyphytum oviferum, conhecido popularmente como Pedra Lunar, é uma suculenta originária das falésias rochosas de San Luis Potosí, no México. Suas folhas carnudas, arredondadas e cobertas por uma camada esbranquiçada (pruína) lembram pedras preciosas ou ovos delicados, tornando-a uma das suculentas mais encantadoras para colecionadores.
Parodia / Cacto-bola (gênero)
Parodia
A Parodia é um gênero de cactos globulares e colunares originários da América do Sul, especialmente Argentina, Bolívia, Brasil e Uruguai. São plantas compactas, muito populares em coleções de suculentas, com flores vibrantes em tons de amarelo, laranja e vermelho que surgem no topo da planta.
Cacto Bola Híbrido
Parodia × erubescens
O Parodia × erubescens é um cacto híbrido da família Cactaceae, originário da América do Sul. Apresenta forma globular compacta com espinhos dourados e flores amarelas brilhantes que desabrocham na primavera e verão. É uma planta extremamente resistente à seca, ideal para colecionadores de cactos e iniciantes no mundo das suculentas.
Cacto-bola-de-ouro
Parodia leninghausii
O Parodia leninghausii, popularmente conhecido como cacto-bola-de-ouro, é um cacto colunar nativo do Rio Grande do Sul, no sul do Brasil, onde cresce em afloramentos rochosos e paredões de pedra. Jovem, tem formato esférico e, com o tempo, torna-se colunar, podendo atingir até 1 metro de altura. É coberto por espinhos dourados finos e macios que lhe dão o aspecto brilhante que dá nome à espécie. Ao atingir a maturidade, produz flores amarelas no topo durante o verão.
Cacto Bola Azul
Parodia magnifica
A Parodia magnifica, conhecida popularmente como Cacto Bola Azul, e um cacto globoso nativo das pastagens e encostas rochosas do sul do Brasil e do Uruguai. Seu corpo verde-azulado, com costelas bem marcadas e espinhos dourados finos, costuma crescer em colonias. No verao, produz flores amarelas vibrantes que so se abrem sob luz solar direta, tornando-a uma planta gratificante e de baixa manutencao para qualquer peitoril ensolarado.
Ora-pro-nóbis
Pereskia aculeata
A Pereskia aculeata, popularmente conhecida como Ora-pro-nóbis, é uma cactácea trepadeira única que possui folhas verdadeiras e suculentas. Nativa do Brasil, é famosa por ser um superalimento, contendo altos níveis de proteína, ferro e fibras. Suas flores são brancas e perfumadas, atraindo polinizadores, e seus ramos possuem espinhos que a tornam excelente para cercas vivas.
Ora-pro-nóbis-de-flor-rosa
Pereskia grandifolia
A Pereskia grandifolia, popularmente chamada de ora-pro-nóbis-de-flor-rosa, é um cacto arbóreo nativo do leste e sul do Brasil, com folhas largas e não suculentas e caule espinhoso. Pode atingir de 3 a 6 metros de altura e produz vistosas flores rosa-choque entre outubro e março. É amplamente cultivada como planta alimentícia (PANC) por suas folhas ricas em proteína e como cerca-viva ornamental.
Petrosedum
Petrosedum
Petrosedum é um género de suculentas rústicas e tapetantes separadas do género Sedum, incluindo as populares espécies de telhado (como P. rupestre). Estas suculentas perenes formam tapetes baixos e alastrantes de folhagem acicular verde-azulada a dourada e erguem flores amarelas em forma de estrela em hastes curtas no verão.
Petrosedum-de-Forster
Petrosedum forsterianum
O Petrosedum forsterianum, também conhecido como Sedum-de-Forster, é uma suculenta perene rasteira nativa das falésias e rochedos do Atlântico europeu. Forma tapetes densos de folhagem azul-esverdeada e produz flores amarelas estreladas no verão.
Petrosedum rupestre
Petrosedum rupestre
O Petrosedum rupestre, anteriormente conhecido como Sedum rupestre, é uma suculenta perene rasteira nativa da Europa. Suas folhas são cilíndricas, pontiagudas e de uma tonalidade verde-azulada ou acinzentada, assemelhando-se a pequenos ramos de pinheiro. No verão, a planta produz hastes eretas que sustentam cachos densos de flores amarelas em forma de estrela, que são muito atrativas para polinizadores.
Sedum-pálido
Petrosedum sediforme
O Petrosedum sediforme (sin. Sedum sediforme) é uma suculenta perene mediterrânica da família Crassulaceae. Forma tapetes densos de rosetas compactas com folhas carnudas de coloração verde-azulada ou cinzenta, produzindo flores amarelo-cremosas no verão. Extremamente tolerante à seca, é ideal para jardins rochosos e xeriscape.
Cacto-macarrão-boliviano
Pfeiffera boliviana
A Pfeiffera boliviana (sinônimo Lepismium bolivianum) é um cacto epífito das florestas montanhosas da Bolívia e do noroeste da Argentina, onde cresce naturalmente pendurado em galhos de árvores e outras plantas sem ser parasita. A espécie possui caules verdes, achatados e em forma de fita com bordas onduladas que podem atingir até um metro de comprimento, o que a torna uma planta pendente muito apreciada em interiores. Durante a primavera e o verão, desenvolve pequenas flores em forma de funil ou roseta nas cores branco ou rosa, geralmente solitárias nas aréolas dos caules. Ao contrário dos cactos de deserto, esta espécie é adaptada a um clima florestal mais úmido e sombreado, prosperando melhor em luz filtrada com regas mais regulares.
Sedo-siberiano
Phedimus hybridus
Phedimus hybridus (anteriormente Sedum hybridum), conhecido popularmente como sedo-siberiano, é uma suculenta rasteira de crescimento baixo, nativa do leste e centro da Sibéria e da Ásia Central, hoje amplamente naturalizada no norte da Europa. Forma tapetes densos por meio de rizomas lenhosos e ramificados, com folhas carnosas e flores amarelas em forma de estrela reunidas em hastes curtas do final da primavera ao verão. Extremamente resistente ao frio e tolerante à seca, prospera em solos rochosos e bem drenados, sendo muito usada em jardins de pedras, telhados verdes e como cobertura de solo.
Sedum de Kamchatka
Phedimus kamtschaticus
O Phedimus kamtschaticus, popularmente conhecido como Sedum de Kamchatka ou pedra-viva russa, é uma suculenta rasteira perene da família Crassulaceae. Nativo das regiões rochosas do extremo leste da Rússia, norte da China, Japão e Coreia, este resistente cobertor vegetal produz pequenas flores estrela dourado-amarelas no verão, sobre um denso tapete de folhas carnudas verde-brilhante que adquirem tons alaranjados no outono. Sua extraordinária tolerância ao frio — suportando até -34°C — e ao calor fazem dele uma das plantas de cobertura de solo mais versáteis para jardins de clima temperado a frio.
Sedum Caucasiano
Phedimus spurius
O Phedimus spurius, conhecido como Sedum Caucasiano ou cobertura de duas fileiras, é uma suculenta rasteira perene da família Crassulaceae, originária do Cáucaso. É amplamente cultivada como cobertura de solo por sua resistência excepcional ao frio e à seca. Produz flores estreladadas em tons de rosa, vermelho e branco no verão, formando um tapete colorido e denso.
Pilosocereus (gênero)
Pilosocereus
Pilosocereus é um gênero de cactos colunares nativos do Brasil e do Caribe, conhecidos pela pelagem cerosa azulada ou esverdeada e pelos pelos brancos densos ao longo do caule. Muitas espécies atingem vários metros de altura e produzem flores noturnas.
Cacto Azul
Pilosocereus azureus
O Pilosocereus azureus, popularmente conhecido como cacto-azul, é um cacto colunar nativo do Brasil, encontrado principalmente em áreas de caatinga e cerrado rochoso. Sua característica mais marcante é a coloração azul-acinzentada do caule, resultado de uma camada de cera epicuticular que o protege da intensa radiação solar. Na natureza pode atingir até 10 metros de altura, formando touceiras ramificadas com espinhos dourados a amarelados. Produz flores brancas noturnas, polinizadas por morcegos e mariposas, entre a primavera e o verão.
Facheiro
Pilosocereus chrysostele
O Pilosocereus chrysostele é um cacto colunar nativo da Caatinga, no nordeste do Brasil (Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Cresce em touceiras que ramificam apenas na base, formando colunas eretas com epiderme verde-azulada e espinhos amarelo-pálidos. Na natureza pode atingir até 3 metros de altura. Suas flores surgem à noite de uma região lanosa lateral chamada cefálio e são polinizadas principalmente por morcegos.
Facheiro-azul
Pilosocereus pachycladus
O Pilosocereus pachycladus, popularmente conhecido como Facheiro-azul ou Mandacaru-azul, é um cacto colunar nativo do Brasil, especialmente da região da Caatinga. Sua característica mais marcante é a epiderme de um azul intenso e ceroso, que serve como proteção contra a radiação solar e a perda de água. Possui costelas bem definidas com aréolas que ostentam espinhos amarelados. Suas flores são grandes, brancas e abrem-se durante a noite, sendo polinizadas principalmente por morcegos.
Cacto Chichipe
Polaskia chichipe
Polaskia chichipe é um cacto colunar arborescente e ramificado, endêmico do Vale de Tehuacán-Cuicatlán, nos estados de Puebla e Oaxaca, México. Cresce entre 1.600 e 2.300 metros de altitude na vegetação espinhosa conhecida como "chichipera". Atinge 4 a 5 metros de altura com um tronco definido e numerosos ramos verde-glaucos com 9 a 12 costelas proeminentes, armados com espinhos curtos e acinzentados com pontas escuras. Suas flores são pequenas (2-3 cm), brancas ou verde-amareladas com uma faixa rosada central, com antese parcialmente noturna na primavera-verão. Os frutos, chamados chichitunas, são bagas globosas vermelhas e doces que amadurecem em meados do verão; são consumidos frescos e utilizados em geleias e sorvetes artesanais. A espécie possui uma longa história de domesticação e manejo humano nas comunidades indígenas do vale, sendo considerada um elemento cultural e alimentar fundamental.
Rebútia
Rebutia canigueralii
A Rebutia canigueralii é um pequeno cacto globular originário das regiões montanhosas da Bolívia, onde cresce entre rochas e solos pedregosos em grandes altitudes. Forma colônias compactas de caules esféricos que raramente ultrapassam os 10 cm de altura, cobertos por espinhos radiais finos e esbranquiçados. Na primavera, produz inúmeras flores vistosas em tons de laranja, rosa ou vermelho com um centro contrastante, que se abrem ao redor da base do caule. É uma espécie de crescimento lento, muito apreciada por colecionadores devido ao seu tamanho reduzido, floração abundante e caráter resistente.
Cacto-coroa-vermelha
Rebutia minuscula
A Rebutia minuscula, conhecida como cacto-coroa-vermelha, é um pequeno cacto globular originário das regiões montanhosas da Argentina. Com apenas 8 cm de altura, surpreende pela exuberância de suas flores vermelhas, rosas e laranjas que brotam da base da planta na primavera e verão. É uma das plantas mais recomendadas para iniciantes no cultivo de cactos.
Cacto-macarrão / Rípsalis
Rhipsalis
O Rhipsalis é um gênero de cactos epífitos tropicais nativos das florestas úmidas da América Central e do Sul, com algumas espécies presentes na África e no Sri Lanka. Diferente dos cactos do deserto, o Rhipsalis cresce sobre árvores e rochas nas florestas tropicais, onde recebe luz filtrada, alta umidade e chuvas regulares. Seus caules pendentes, finos e articulados lembram macarrão ou fios de seda, daí o popular nome cacto-macarrão. Produz pequenas flores brancas ou creme no inverno e início da primavera, seguidas de frutinhos translúcidos parecidos com pérolas. É uma planta extraordinariamente longeva, podendo viver mais de 25 anos, e é considerada não tóxica para cães, gatos e humanos.
Cacto-macarrão
Rhipsalis baccifera
O Rhipsalis baccifera é um cacto epífito único originário da América Central e do Sul. Diferente dos cactos típicos do deserto, este cacto tropical cresce nas árvores das florestas úmidas, pendendo graciosamente com seus caules cilíndricos e ramificados que podem atingir até 4 metros de comprimento. É a única espécie de cacto encontrada naturalmente fora das Américas, estendendo-se até a África e Ásia.
Cacto-de-coral
Rhipsalis cereuscula
A Rhipsalis cereuscula, conhecida como cacto-de-coral ou cacto-de-arroz, e um cacto epifito nativo da Mata Atlantica brasileira. Possui caules finos e segmentados que se ramificam profusamente, formando pequenos segmentos cilindricos parecidos com graos de arroz ou coral, o que confere a planta um aspecto delicado e cascateante, ideal para vasos suspensos.
Cacto-noiva
Rhipsalis elliptica
Rhipsalis elliptica, conhecida popularmente como cacto-noiva, é um cacto epífito pendente nativo das florestas tropicais úmidas do Brasil. Diferente dos cactos de deserto, essa espécie cresce sem espinhos sobre árvores e rochas, formando hastes achatadas em formato de raquete (elípticas) que podem alcançar até 2 metros de comprimento. Os caules exibem um verde intenso, às vezes com tons arroxeados sob luz forte, e entre o fim do inverno e o início da primavera produz pequenas flores branco-cremosas a amarelo-claras ao longo das bordas dos segmentos.
Suculentas de Cuidado Fácil
Nossa seleção de 283 suculentas de nível fácil combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado reduzidas. Perfeitas para iniciantes que amam essa categoria.
Por que Escolher Suculentas Fácil?
Combinar a beleza das suculentas com o nível de dificuldade fácil permite que você aproveite essa categoria sem preocupações excessivas com manutenção. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.