1988 Plantas Fáceis | Guia 2026 - Página 43
Descubra 1988 plantas fáceis para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
1988 Plantas Fáceis
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Polipódio
Polypodium vulgare
O Polypodium vulgare, ou polipódio, é uma pequena samambaia (feto) perene nativa das florestas, afloramentos rochosos e muros de pedra da Europa e do norte da África. Seu rizoma horizontal e rastejante sustenta frondes coriáceas e profundamente lobadas que permanecem verdes durante todo o inverno, enquanto grupos de esporos dourado-alaranjados (soros) surgem na face inferior das folhas maduras do meio do verão ao outono. Notavelmente tolerante à sombra e a períodos secos, cresce tanto sobre rochas e muros quanto de forma epífita em troncos cobertos de musgo, sendo uma das samambaias mais fáceis de naturalizar em jardins de clima temperado.
Samambaia-de-natal
Polystichum acrostichoides
Polystichum acrostichoides, conhecida como Samambaia-de-natal, é uma samambaia perene robusta nativa do leste da América do Norte. Suas frondes coriáceas e lanceoladas permanecem verdes durante o inverno, tornando-a uma planta marcante na época natalina. Ela prospera em ambientes sombreados e é apreciada pela sua baixa manutenção e interesse visual durante todo o ano.
Samambaia-espada-ocidental
Polystichum munitum
A Polystichum munitum, conhecida como samambaia-espada-ocidental, é uma samambaia perene de grande porte nativa das florestas temperadas do Pacífico Norte-americano. Suas frondes verde-escuras e brilhantes crescem em arco a partir de uma coroa central densa, podendo atingir até 180 cm de comprimento. É uma das samambaias mais abundantes e resistentes das florestas do noroeste do Pacífico, sendo muito valorizada em jardins sombreados e paisagismo naturalístico.
Choupo
Populus
Populus é um grande género com 25 a 57 espécies de árvores caducifólias da família Salicaceae, conhecidas como choupos, álamos e cottonwoods. Nativas do hemisfério norte, na América do Norte, Europa e Ásia, estas árvores de crescimento rápido podem atingir entre 15 e 50 m de altura, sendo reconhecidas pelas suas folhas trêmulas, amentos polinizados pelo vento no início da primavera e dispersão algodonosa das sementes. Prosperam a pleno sol, em solos húmidos e bem drenados, sendo valorizadas pela madeira, fitorremediação, quebra-ventos e plantação ornamental.
Choupo-bálsamo
Populus balsamifera
O Choupo-bálsamo (Populus balsamifera) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido nativa do norte da América do Norte. Destaca-se pelos seus botões resinosos aromáticos no início da primavera, que exalam um perfume balsâmico característico. Pode atingir até 30 metros de altura e é muito valorizada em projetos de restauração ripária e como planta de sombra.
Choupo-negro
Populus nigra
Populus nigra, conhecido como Choupo-negro ou Álamo-negro, é uma grande árvore caducifólia nativa da Europa e da Ásia Ocidental. Reconhecida pelo seu crescimento rápido, casca escura e profundamente sulcada, e pelas folhas triangulares que tremulam ao vento, esta árvore é uma das mais icónicas da paisagem europeia. O Choupo-lombardo (P. nigra 'Italica') é um cultivar colunar muito utilizado como cortina de abrigo e elemento de paisagismo.
Choupo-tremedor
Populus tremula
O choupo-tremedor (Populus tremula) é uma árvore decídua de crescimento rápido, nativa da Europa e de partes da Ásia, conhecida pelas folhas arredondadas e verde-prateadas que tremem e sussurram com a mais leve brisa, graças aos pecíolos achatados. Pode atingir até 25 metros de altura, com casca lisa cinza-esverdeada que escurece e racha com a idade. Na primavera, antes de as folhas brotarem, surgem longos amentilhos acinzentados, e no outono a folhagem torna-se dourada. Espalha-se facilmente por rebentos de raiz, formando muitas vezes bosques clonais densos, e é um habitat importante para insetos, aves e líquenes.
Coentrão boliviano
Porophyllum ruderale
O papaloquelite (Porophyllum ruderale) é uma erva anual de crescimento rápido da família das margaridas, nativa do México e da América do Sul, valorizada por suas folhas de sabor marcante que lembram uma mistura de rúcula, coentro e arruda. Forma touceiras esguias de até 1,5 m de altura, com folhas arredondadas verde-azuladas e pequenas flores tubulares arroxeadas no verão e outono.
Onze-horas
Portulaca
As onze-horas (gênero Portulaca) são plantas suculentas de grande resistência, originárias da América do Sul. Seu nome popular deriva do hábito de abrir as flores por volta das onze horas da manhã, em resposta à luz solar intensa. O gênero inclui espécies ornamentais como a P. grandiflora e espécies comestíveis como a P. oleracea, amplamente cultivadas em jardins tropicais e subtropicais.
Onze-horas
Portulaca grandiflora
A Portulaca grandiflora, popularmente conhecida como onze-horas, é uma suculenta anual originária da América do Sul (Argentina, Brasil e Uruguai). Produz flores vibrantes em tons de vermelho, rosa, laranja, amarelo, branco e roxo, que se abrem apenas sob a luz solar direta — geralmente por volta das onze horas da manhã, daí o seu nome popular. É uma planta rústica, ideal para jardins de baixa manutenção.
Beldroega
Portulaca oleracea
A beldroega (Portulaca oleracea) é uma suculenta comestível de crescimento rasteiro amplamente distribuída pelo mundo. Possui caules avermelhados e suculentos, folhas carnosas e pequenas flores amarelas que se abrem apenas nas manhãs ensolaradas. É uma planta extremamente resistente, tolerante à seca e capaz de crescer em solos pobres.
Amor-crescido
Portulaca pilosa
A Portulaca pilosa, conhecida no Brasil como amor-crescido ou onze-horas, é uma suculenta rasteira ornamental originária das Américas tropicais. Produz flores delicadas em tons de rosa, roxo, branco, vermelho, amarelo e laranja que abrem ao sol e fecham ao entardecer. É extremamente resistente ao calor e à seca, ideal para jardins ensolarados e canteiros secos.
Portulaca umbraticola
Portulaca umbraticola
A Portulaca umbraticola, conhecida popularmente como onze-horas de asa ou beldroega-ornamental, é uma suculenta rasteira de crescimento rápido. Suas folhas são carnudas e espatuladas, e suas flores vibrantes têm a característica única de se abrirem totalmente sob o sol forte e se fecharem à noite ou em dias nublados. É uma planta extremamente resiliente, ideal para jardins de baixa manutenção, bordaduras e vasos suspensos.
Arbusto-do-elefante
Portulacaria
Portulacaria e um pequeno genero de arbustos suculentos semilenhosos nativos da Africa do Sul, representado quase inteiramente pela especie mais cultivada, conhecida como espekboom ou arbusto-do-elefante. Apreciada por suas folhas espessas e brilhantes em tom verde-jade e caules castanho-avermelhados, forma um arbusto compacto e de facil manutencao que se desenvolve bem sob luz intensa e tolera longos periodos de seca. Popular como planta de interior, para bonsai e em paisagismo de baixo consumo de agua, tambem e conhecida em sua terra natal pela notavel capacidade de capturar carbono da atmosfera.
Arbusto-elefante
Portulacaria afra
A Portulacaria afra, comumente conhecida como Arbusto-elefante ou Spekboom, é um arbusto suculento nativo da África do Sul. Apresenta folhas pequenas, carnosas e verde-esmeralda em caules marrom-avermelhados atraentes. Em seu habitat natural, pode crescer como um grande arbusto ou pequena árvore, mas é frequentemente utilizada como bonsai ou planta de interior. É renomada por sua capacidade excepcional de sequestrar dióxido de carbono da atmosfera, tornando-a uma espécie ambientalmente significativa.
Potamogeton natans
Potamogeton natans
Potamogeton natans, conhecida como espiga-d'água, é uma planta aquática perene que produz folhas flutuantes ovais e coriáceas de cor verde-oliva. Suas folhas submersas são estreitas e translúcidas, muitas vezes desaparecendo à medida que a planta amadurece. É uma espécie fundamental para ecossistemas de água doce, fornecendo abrigo para peixes e oxigenando a água.
Morango-falso
Potentilla indica
Potentilla indica, comumente conhecida como morango-falso ou morango-da-índia, é uma planta herbácea perene que se assemelha muito aos morangos verdadeiros. Distingue-se pelas suas flores amarelas de cinco pétalas e frutos vermelhos e rugosos que apontam para cima. Embora o fruto seja comestível, é geralmente considerado insosso ou aguado. Espalha-se agressivamente através de estolões, tornando-se uma cobertura de solo altamente eficaz, embora por vezes invasiva.
Cinco-folhas Bela
Potentilla pulcherrima
Potentilla pulcherrima, conhecida como Cinco-folhas Bela, é uma planta perene nativa da América do Norte, pertencente à família das rosáceas (Rosaceae). Produz alegres flores amarelas de cinco pétalas da primavera ao outono e apresenta distintivas faces inferiores das folhas de cor prateada. Altamente resistente ao frio e à seca após o estabelecimento, prospera em prados rochosos, encostas alpinas e florestas abertas no Canadá e no oeste dos Estados Unidos.
Cinco-em-rama
Potentilla reptans
O cinco-em-rama (Potentilla reptans) é uma planta perene rasteira da família das rosáceas, nativa da Europa, oeste da Ásia e norte de África. Os seus caules estoloníferos enraízam a cada nó, formando tapetes densos de folhas palmadas com cinco folíolos e flores amarelas de cinco pétalas entre junho e setembro. Tanto serve como cobertura de solo ornamental como aparece espontaneamente em relvados.
Jiboia
Pothos
A jiboia é uma das plantas de interior mais populares e resistentes do mundo, valorizada por suas trepadeiras pendentes e folhas em formato de coração, frequentemente variegadas. No uso cotidiano, o nome "pothos" quase sempre se refere à Epipremnum aureum (jiboia-amarela), uma trepadeira tropical de crescimento rápido nativa das Ilhas Salomão. O nome persistiu devido a uma classificação antiga: a planta foi descrita pela primeira vez em 1880 como Pothos aureus e, mesmo após os botânicos a transferirem para o gênero Epipremnum em 1964, o nome comum permaneceu. Ela tolera pouca luz, regas irregulares e negligência geral melhor do que quase qualquer outra planta doméstica, tornando-se a favorita tanto para iniciantes quanto para escritórios.
Prímula
Primula
A Prímula é um gênero com cerca de 500 espécies de plantas floríferas perenes, pertencente à família Primulaceae. Conhecidas por florescerem no início da primavera, formam rosetas de folhas basais e produzem flores coloridas em tons de amarelo, vermelho, roxo, branco e rosa. São plantas que apreciam ambientes frescos e sombreados.
Prímula
Primula vulgaris
A prímula (Primula vulgaris) é uma planta herbácea perene nativa da Europa ocidental e meridional, formando roseta baixa de folhas rugosas verde-escuras e flores solitárias amarelo-pálidas com centro amarelo mais intenso, uma das primeiras a florescer no fim do inverno e início da primavera.
Prímula
Primula x polyantha
Primula x polyantha, popularmente conhecida como Prímula ou Polianta, é um híbrido europeu encantador originado do cruzamento natural entre Primula veris (chave-de-ouro) e Primula vulgaris (primavera-comum). Produz cachos de flores vibrantes na primavera, tornando-a uma das favoritas em canteiros, vasos e ambientes internos frescos. Cultivada há séculos, foi desenvolvida em uma extraordinária variedade de cores: vermelho, laranja, rosa, branco, creme, amarelo e roxo.
Maria-fumaça
Procris repens
A Maria-fumaça (Procris repens, antes classificada como Pellionia repens ou Elatostema repens) é uma pequena trepadeira herbácea da família Urticaceae, nativa das florestas tropicais do sul da China ao Sudeste Asiático. Cresce rente ao solo, alcançando cerca de 15 cm de altura e espalhando-se por até 60 cm, com caules ziguezagueantes avermelhados. Suas folhas assimétricas e onduladas lembram a casca da melancia, com tons de verde-acinzentado, prata e bordas que variam do bronze ao roxo-acastanhado, escurecendo ainda mais com a idade da planta. É muito usada como planta de interior, em terrários, vasos suspensos e jardins verticais.
Erva-formigueira
Prunella vulgaris
A Prunella vulgaris, conhecida popularmente como erva-formigueira ou brunela-comum, é uma erva perene rasteira da família Lamiaceae, nativa da Europa, Ásia e América do Norte. Suas flores tubulares em tons de roxo, lilás, rosa e branco florescem do final da primavera até o outono, atraindo abelhas e borboletas. A planta forma tapetes densos de follhagem semipersistente e é amplamente reconhecida por suas propriedades medicinais e culinárias.
Ameixeira-de-jardim
Prunus cerasifera
A ameixeira-de-jardim (Prunus cerasifera) é uma árvore caduca ornamental da família Roseaceae, originária do Sudoeste Asiático e dos Bálcãs. Famosa pela sua floração espetacular no início da primavera, antes do aparecimento das folhas, produz uma profusão de pequenas flores brancas a rosa-pálido e perfumadas. Muitos cultivares populares apresentam uma folhagem roxa ou bronze marcante, tornando-a uma das árvores ornamentais mais apreciadas em jardins de clima temperado.
Abrunheiro-manso
Prunus insititia
O abrunheiro-manso (Prunus insititia) e uma pequena arvore ou arbusto deciduo da familia Rosaceae, nativo da Europa e do sudoeste da Asia. Produz flores brancas no inicio da primavera e frutos arredondados conhecidos como abrunhos, usados tradicionalmente em compotas, geleias e licores.
Louro-cerejo
Prunus laurocerasus
Prunus laurocerasus, vulgarmente conhecido como Louro-cerejo, é um arbusto perene vigoroso e grande ou uma pequena árvore. É amplamente apreciado pelo seu hábito de crescimento denso e folhas verde-escuras brilhantes e coriáceas, tornando-o uma escolha ideal para sebes de privacidade. Em meados da primavera, produz espigas eretas de pequenas flores brancas perfumadas que atraem polinizadores, seguidas por pequenos frutos semelhantes a cerejas que amadurecem para preto. É excepcionalmente resistente e pode tolerar poluição urbana significativa e sombra densa.
Loureiro-de-Portugal
Prunus lusitanica
O Loureiro-de-Portugal (Prunus lusitanica) é um arbusto ou pequena árvore perene nativa da Península Ibérica e das ilhas Macaronésia. Com folhagem verde-escura brilhante, flores brancas perfumadas em longos cachos e frutos roxo-escuros, é muito apreciado em jardins formais, sebes e topiária. Resistente e adaptável, tolera solos variados, sombra parcial e condições costeiras.
Cerejeira-de-Santa-Lúcia
Prunus mahaleb
A cerejeira-de-santa-lúcia (Prunus mahaleb) é uma árvore ou arbusto caducifólio da família Rosaceae, nativa da Europa central e meridional, norte da África e oeste da Ásia. Pode atingir de 2 a 10 m de altura, com casca acinzentada e lenticelas visíveis. Suas folhas pequenas e arredondadas, com bordas serrilhadas, acompanham flores brancas e perfumadas reunidas em rácimos, que aparecem na primavera. Os frutos são pequenas drupas que escurecem ao amadurecer, de sabor amargo e não comestíveis in natura — mas suas sementes, torradas e moídas, dão origem ao mahlab, especiaria muito usada em pães e doces do Mediterrâneo Oriental. É também amplamente utilizada como porta-enxerto para cerejeiras cultivadas, por sua rusticidade e tolerância a solos calcários e secos.
Cerejeira-negra
Prunus serotina
A Cerejeira-negra (Prunus serotina) é uma árvore decídua grande e de crescimento rápido, nativa da América do Norte, valorizada por suas flores perfumadas na primavera, frutos escuros comestíveis e madeira de lei cobiçada. Ela prospera em pleno sol em uma ampla faixa climática, do Canadá ao sul dos Estados Unidos.
Abrunheiro
Prunus spinosa
O abrunheiro (Prunus spinosa) é um arbusto caducifólio denso e espinhoso, nativo da Europa, do oeste da Ásia e do noroeste de África. É valorizado pelas nuvens de pequenas flores brancas que cobrem os ramos ainda nus no início da primavera, antes do aparecimento das folhas, e mais tarde produz os abrunhos, frutos azul-escuros e adstringentes usados no famoso licor de abrunho (sloe gin). O seu crescimento espinhoso e por rebentos torna-o uma escolha tradicional para sebes vivas e jardins para a vida selvagem.
Gipsófila-de-muro
Psammophiliella muralis
A gipsófila-de-muro (Psammophiliella muralis), anteriormente classificada como Gypsophila muralis, é uma erva anual da família das cariofiláceas (Caryophyllaceae). A espécie foi descrita já em 1753 por Carl von Linné e o nome muralis ("crescimento em muros") refere-se à sua preferência por locais de cultivo secos e abertos, como caminhos de cascalho, muros de pedra e solos arenosos. A planta forma uma touceira densa e arbustiva de caules finos e ramificados com folhas estreitas e lineares, atingindo geralmente 30-40 cm de altura. Do auge do verão ao outono, a touceira é coberta por uma nuvem de pequenas flores pentâmeras em tons de rosa, mais raramente brancas. A espécie é quase totalmente livre de pragas graves, mas em solos úmidos e mal drenados pode ser afetada pelo apodrecimento das raízes e pelo mofo cinzento.
Centáurea-rosa
Psephellus dealbatus
A Psephellus dealbatus (centáurea-rosa) é uma planta perene extremamente resistente ao frio, nativa das regiões montanhosas do Cáucaso, podendo ser cultivada das zonas USDA 3 a 9b. Caracteriza-se por suas folhas verde-acinzentadas profundamente recortadas, com o verso prateado e aveludado – o que confere uma aparência decorativa mesmo no inverno. No início do verão, produz flores espetaculares de pétalas franjadas em tons de rosa-lavanda, que são excelentes para atrair abelhas e borboletas. Desenvolve-se melhor em solos pobres e bem drenados; em solos ricos e úmidos, a planta tende a tombar e torna-se propensa ao apodrecimento do colo.
Corídalis-amarela
Pseudofumaria lutea
Pseudofumaria lutea, conhecida como corídalis-amarela, é uma perene compacta e touceirosa da família das papoulas (Papaveraceae). Nativa de fendas calcárias sombreadas dos Alpes da Itália e Suíça, naturalizou-se em muros antigos, calçadas e jardins de pedra por toda a Europa e América do Norte. Sua folhagem rendada, verde-azulada, forma touceiras compactas coroadas por cachos de flores amarelo-douradas de esporão curto, que florescem quase sem interrupção da primavera tardia até a primeira geada forte.
Bambu-flecha
Pseudosasa japonica
O Bambu-flecha (Pseudosasa japonica) é uma espécie de bambu temperado originária do Japão e da Coreia. Forma densas moitas de colmos eretos e elegantes cobertos por longas folhas verde-escuras brilhantes que podem atingir 30 cm de comprimento. É uma das espécies de bambu mais cultivadas em jardins temperados do mundo.
O que são Plantas Fáceis?
Plantas Fáceis são ideais para iniciantes ou pessoas com pouco tempo para cuidados. Essas espécies são tolerantes a erros de rega, variações de luz e não exigem atenção constante. Perfeitas para quem está começando no mundo das plantas.
Dicas para Cultivar Plantas Fáceis
Para ter sucesso com plantas fáceis, lembre-se: menos é mais. Evite regar em excesso, escolha um local com luz adequada e deixe o solo secar entre as regas. A maioria dessas plantas prefere ser "esquecida" de vez em quando.