Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3765 plantas encontradas
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Colar-de-rubi
Crassothonna capensis
Crassothonna capensis, popularmente conhecida como Colar-de-rubi, é uma suculenta pendente de crescimento rápido, nativa do matagal semiárido de Karoo e das planícies rochosas da Província do Cabo Oriental, na África do Sul. Ela cresce rente ao solo com caules finos de cor púrpura-avermelhada que sustentam folhas suculentas verde-azuladas, dispostas em espiral e em formato de dedos, que adquirem tons vívidos de rubi ou bordô sob sol intenso ou estresse hídrico. Pequenas e alegres flores amarelas, semelhantes a margaridas, surgem em hastes delgadas e alongadas, podendo aparecer da primavera ao outono. Prospera em cestos suspensos, jardins de pedras e arranjos de xeriscapismo, sendo uma planta ornamental versátil e marcante.
Crássula (gênero)
Crassula
O gênero Crassula reúne mais de 200 espécies de suculentas da família Crassulaceae, nativas principalmente do sul da África. As mais conhecidas incluem a C. ovata (planta-jade), a C. perforata e a C. capitella. São plantas resistentes, de crescimento lento, ideais para ambientes internos e zonas quentes.
Jade-azul
Crassula arborescens
A Crassula arborescens, conhecida popularmente como jade-azul ou jade-prateada, é uma suculenta arbustiva originária do Cabo Ocidental da África do Sul. Suas folhas arredondadas de coloração cinza-azulada com bordas avermelhadas conferem um visual único e sofisticado. Cresce lentamente, podendo atingir até 120 cm de altura, e produz pequenas flores brancas ou rosadas em estrela durante a primavera e o inverno. É uma planta extremamente resistente, perfeita para iniciantes e experientes.
Crassula Fogueira
Crassula capitella
A Crassula capitella, conhecida popularmente como Crassula Fogueira ou Chamas Vermelhas, é uma suculenta rasteira da família Crassulaceae, nativa da África do Sul. Forma densas rosetas de folhas carnudas em formato de hélice que são verde-claras na base e adquirem tons vibrantes de laranja, vermelho e escarlate quando expostas ao sol pleno ou a temperaturas mais frias. Essa transformação de cor dramática a torna uma das suculentas mais ornamentais para vasos e bordaduras de jardim. No verão, produz pequenos cachos de flores brancas em forma de estrela que atraem abelhas e borboletas.
Crassula erosula
Crassula erosula
A Crassula erosula é uma pequena suculenta da família das crássulas (Crassulaceae). Hoje os botânicos a tratam como subespécie, Crassula subacaulis subsp. erosula, e o nome antigo Crassula erosula ficou como sinônimo. Na natureza cresce em encostas de cascalho, no meio de arbustos, no sudoeste da Namíbia e nas montanhas costeiras da África do Sul, do rio Orange até perto de Clanwilliam, no Cabo Ocidental. Forma poucos ramos eretos, de até uns 30 cm, saindo quase todos da base, com folhas oblongas, lisas ou levemente peludas, do verde ao avermelhado. Na primavera lança hastes compridas, de até 40 cm, com cachos de florzinhas creme a amareladas. O nome também é muito usado em viveiros para a cultivar de folhas vermelhas 'Campfire', que fica laranja-avermelhada no sol forte; a origem dela é discutida e muitas vezes é vendida como Crassula capitella 'Campfire'.
Crassula rastejante
Crassula expansa subsp. fragilis
A Crassula expansa subsp. fragilis é uma suculenta delicada e rastejante, nativa das encostas rochosas e ricas em húmus da África Austral (África do Sul, Moçambique, Zâmbia, Zimbábue, Essuatíni, Angola) e de Madagáscar, onde cresce à sombra parcial entre 50 e 1800 m de altitude. Forma tapetes baixos de caules finos avermelhados-amarronzados cobertos por minúsculas folhas carnudas verde-claras, que podem ficar avermelhadas sob sol intenso. Na natureza, floresce entre novembro e janeiro, após as chuvas, produzindo pequenas flores tubulares brancas, por vezes salpicadas de vermelho, reunidas em grupos terminais. Os caules frágeis enraízam com extrema facilidade ao simples contato com o solo, daí o nome comum.
Planta Minhoca
Crassula marnieriana
A Crassula marnieriana, conhecida como Planta Minhoca ou Colar de Jade, é uma suculenta compacta nativa da África do Sul. Forma hastes semelhantes a cordas com folhas carnosas e arredondadas empilhadas em pares opostos, criando uma aparência única. Na primavera, produz delicados cachos de flores estreladas brancas a rosa pálido.
Crássula
Crassula multicava
A Crássula (Crassula multicava), também chamada de flor-mosquito ou dragão-roxo, é uma suculenta rasteira nativa das províncias do Cabo, na África do Sul. Suas folhas brilhantes e arredondadas têm pequenas perfurações, e no inverno a planta produz hastes finas com flores estreladas brancas que nascem de botões rosados. É extremamente fácil de cultivar, tolerando solo pobre e seca muito melhor do que excesso de água.
Crássula-musgo
Crassula muscosa
A Crassula muscosa, conhecida como crássula-musgo ou planta-corrente, é uma suculenta originária da África do Sul e Namíbia. Suas folhas minúsculas e densamente sobrepostas formam cadeias que lembram zíperes ou correntes de relógio, conferindo um visual único e delicado. É uma planta de crescimento lento, ideal para vasos e terrários.
Planta-Jade
Crassula ovata
A Planta-Jade (Crassula ovata) é uma suculenta muito apreciada, nativa da África do Sul e Moçambique, conhecida por suas folhas grossas, carnudas e ovais que lembram pedras de jade. Esta planta de fácil cuidado pode viver por décadas, potencialmente atingindo 70-100 anos, e cresce como um arbusto atraente ou pequena árvore. Seu crescimento compacto e aparência marcante a tornaram uma das plantas de interior mais populares do mundo.
Jade Gollum
Crassula ovata 'Gollum'
Cultivar de Crassula ovata com folhas cilíndricas e tubulares, com ponta em forma de funil, que lembram dedos. Forma um arbusto suculento e ramificado, de crescimento lento.
Jade Hobbit
Crassula ovata 'Hobbit'
A Jade Hobbit é uma cultivar de Crassula ovata caracterizada por folhas tubulares em formato de dedo ou trombeta, ao contrário das folhas ovais típicas da jade comum. Suculenta perene originária da África do Sul (espécie-mãe), é muito popular como planta de interior por sua rusticidade e crescimento lento e compacto. As pontas das folhas ganham tom avermelhado quando expostas a bastante luz solar.
Crássula-coração
Crassula pellucida
Crassula pellucida é uma suculenta rasteira de crescimento baixo, nativa de florestas rochosas e sombreadas do leste e sul da África. Suas folhinhas pequenas, arredondadas a levemente acoradas, formam um tapete denso e variam do verde-claro ao rosa-avermelhado conforme a luz; a variedade variegada Calico Kitten (subsp. marginalis) é apreciada pela folhagem marmorizada em tons de creme, rosa e roxo. Na primavera e no verão produz pequenos cachos de flores brancas a rosa-claras em forma de estrela.
Planta-hélice
Crassula perfoliata
A Crassula perfoliata é uma suculenta arbustiva sul-africana mais conhecida pela sua variedade ornamental falcata (var. minor), a planta-hélice, famosa pelas folhas grossas, cinza-esverdeadas e em formato de foice, dispostas em fileiras opostas bem organizadas. No verão produz densos cachos arredondados de pequenas flores vermelho-escarlate erguidas bem acima da folhagem, um contraste marcante com a cor discreta das folhas. Nativa das encostas rochosas e ensolaradas do Cabo Oriental e Ocidental (África do Sul), é uma planta resistente e tolerante à seca, ideal para quem costuma esquecer de regar.
Suculenta Concertina
Crassula perforata
Crassula perforata é uma suculenta sul-africana da família Crassulaceae, conhecida por suas folhas triangulares empilhadas ao longo de hastes pendentes. As folhas são verde-acinzentadas com bordas rosa que se intensificam sob luz intensa. Cresce ereta quando jovem e torna-se pendente com o tempo, atingindo até 60 cm. É uma planta de fácil cuidado que prospera com luz intensa e solo bem drenado, produzindo pequenas flores estreladas brancas a rosa claro na primavera.
Crássula-rupestre
Crassula rupestris
A Crassula rupestris é uma suculenta empilhada nativa da África do Sul, com folhas triangulares carnosas dispostas em caules rasteiros. Seu padrão geométrico, semelhante a contas de um rosário, confere-lhe os seus nomes populares. Na primavera e no verão produz pequenas flores em estrela, de tons rosa a branco.
Pinheiro-em-miniatura
Crassula tetragona
A Crassula tetragona é uma suculenta arbustiva originária da África do Sul, conhecida por suas folhas estreitas e pontiagudas em forma de agulha, que lembram um pequeno pinheiro. Muito usada em técnicas de bonsai e em jardins de pedras, cresce lentamente formando caules lenhosos e ramificados. No fim da primavera e início do verão pode produzir pequenas flores brancas a creme em forma de estrela.
Espinheiro-branco
Crataegus
O espinheiro-branco (Crataegus) e um grande genero de arbustos espinhosos e arvores pequenas da familia das rosaceas, nativo principalmente do Hemisferio Norte. Valorizado por seus cachos de flores brancas ou rosas na primavera, folhas serrilhadas brilhantes e frutos vermelhos no outono, e uma planta resistente e versatil, usada como arvore ornamental, cerca viva e habitat para a fauna.
Pilriteiro
Crataegus laevigata
O pilriteiro (Crataegus laevigata) é uma árvore ou arbusto caducifólio e espinhoso, nativo das florestas da Europa. É valorizado por suas flores brancas perfumadas na primavera, seus cachos de frutos vermelhos no outono e sua longa história no folclore europeu, onde é conhecido simplesmente como "a árvore de maio". Cresce entre 3 e 8 metros de altura e largura, tolera solos pobres e argilosos, e é muito usado em cercas-vivas e como árvore ornamental.
Pilriteiro
Crataegus monogyna
Crataegus monogyna, conhecido como pilriteiro, e um arbusto grande ou pequena arvore caduca e espinhosa, nativa da Europa, Norte de Africa e Asia Ocidental. Valorizado pelas suas flores brancas na primavera, frutos vermelhos no outono e crescimento denso e espinhoso, e amplamente usado em sebes e como planta de apoio a fauna selvagem.
Espinheiro-pontilhado
Crataegus punctata
O espinheiro-pontilhado (Crataegus punctata) é uma árvore decídua da família Rosaceae, nativa do leste da América do Norte. Cresce até 9 metros de altura com uma copa densa e arredondada e espinhos característicos de até 7 cm de comprimento. No final da primavera, desenvolve flores brancas em densos cachos, e no outono, produz abundantes frutos vermelhos (pequenas maçãs) com pontinhos brancos, pelos quais a espécie recebeu seu nome. É particularmente valiosa para a vida selvagem — os frutos atraem aves migratórias.
Trapiá
Crateva tapia
O trapiá (Crateva tapia) é uma árvore nativa das Américas, ocorrendo do México até o sul do Brasil, onde é comum na Caatinga, no Cerrado, no Pantanal e em matas ciliares da Amazônia. Pode atingir de 4 a 15 m de altura, com copa arredondada e ampla, tronco tortuoso de casca acinzentada que exala odor de alho quando cortada. As folhas são trifolioladas e a árvore floresce entre agosto e novembro, cobrindo-se de flores brancas com longos estames avermelhados que atraem abelhas, borboletas, mariposas e morcegos. Os frutos, do tipo baga globosa, amadurecem entre fevereiro e abril e possuem polpa comestível de sabor adocicado.
Barba-de-falcão
Crepis
Crepis é um gênero com cerca de 200 espécies de ervas silvestres anuais, bienais e perenes da família Asteraceae, conhecidas popularmente como barba-de-falcão pelas flores amarelas parecidas com dente-de-leão e sementes com bico. Este é um perfil de cuidados em nível de gênero — cobre as condições de cultivo geralmente compartilhadas entre as espécies de Crepis, e não uma espécie específica, já que a altura e o porte variam entre elas. Nativo principalmente da Bacia do Mediterrâneo, Europa, Ásia e África, muitas espécies se naturalizaram pelo mundo em beiras de estrada, gramados e terrenos revolvidos, onde o néctar e as sementes alimentam abelhas e pássaros.
almeirão-do-campo
Crepis capillaris
O almeirão-do-campo (Crepis capillaris) é uma erva anual ou bienal da família Asteraceae, nativa da Europa e Ásia Ocidental e amplamente naturalizada em todo o mundo. Produz pequenas flores amarelas semelhantes a dentes-de-leão, agrupadas em capítulos, que florescem da primavera ao outono. É uma planta extremamente adaptável, encontrada em terrenos baldios, bermas de estradas, jardins e pastagens. As folhas jovens são comestíveis e já foram usadas em saladas na culinária mediterrânea tradicional.
Cuieira
Crescentia cujete
Crescentia cujete, a cuieira, é uma árvore perene tropical de pequeno a médio porte nativa do México, América Central e Caribe, atingindo até 9 m de altura com uma copa ampla e espalhada. É instantaneamente reconhecível por seu hábito cauliflor — grandes frutos esféricos de casca dura e flores amarelo-esverdeadas com listras roxas emergem diretamente do tronco e dos galhos mais velhos. Polinizada por morcegos e de floração noturna, ela prospera sob sol pleno e solos bem drenados nas zonas USDA 10b–12b. A cuieira tem sido inseparável da cultura humana por milênios: suas cascas de cabaça serviram como tigelas, recipientes de água, instrumentos musicais (maracás, chocalhos asson do vodu haitiano) e recipientes cerimoniais. Na medicina tradicional em toda a América Latina e no Caribe, preparações da casca, folhas e polpa do fruto são usadas para doenças respiratórias, hipertensão, cicatrização de feridas e como expectorantes.
Crinúm
Crinum
Crinum é um grande gênero com cerca de 180 espécies de plantas bulbosas da família Amaryllidaceae, nativas de regiões tropicais e subtropicais da África, Ásia e Américas. Conhecidas como lírios-crinúm, essas plantas robustas formam touceiras de folhas em forma de correia e produzem flores fragantes espetaculares em tons de branco e rosa, geralmente no verão. Espécies comuns incluem C. asiaticum (crinúm-gigante), C. moorei e o híbrido de jardim C. × powellii.
Lírio-de-são-josé
Crinum asiaticum
O Crinum asiaticum, conhecido como lírio-de-são-josé ou bolbo-venenoso, é uma planta bulbosa tropical da família Amaryllidaceae. Originárias das costas tropicais da Ásia, produz impressionantes umbelas de flores brancas perfumadas no topo de hastes altas. É amplamente cultivado em jardins tropicais e subtropicais pelo seu porte imponente e floração espetacular.
Lírio de Powell
Crinum x powellii
Crinum x powellii, popularmente conhecido como Lírio de Powell, é um híbrido bulboso resultante do cruzamento de duas espécies sul-africanas, Crinum bulbispermum e Crinum moorei. Produz folhas longas e lanceoladas e hastes florais altas com flores perfumadas em forma de trombeta, em tons de rosa a branco, no final do verão. Planta robusta e de longa vida, é ideal para jardins de estilo cottage, bordaduras e climas temperados quentes.
Funcho-do-mar
Crithmum maritimum
O funcho-do-mar (Crithmum maritimum) é uma planta perene suculenta da família Apiaceae, distribuída ao longo das costas rochosas e arenosas do Mediterrâneo, do Atlântico e do Mar Negro. Cresce espontaneamente em falésias e rochas fustigadas pelo vento salino, formando arbustos compactos e ramificados com folhas carnosas, glaucas e aromáticas de sabor intensamente sápido. No verão, produz umbelas de pequenas flores branco-amareladas, seguidas no outono por sementes aromáticas. Extremamente resistente à seca e à salinidade, é uma das poucas plantas hortícolas realmente halófitas.
Montbrétia
Crocosmia × crocosmiiflora
A Montbrétia (Crocosmia × crocosmiiflora) é uma planta perene bulbosa híbrida da família Iridaceae, resultante do cruzamento entre Crocosmia aurea e Crocosmia pottsii, realizado pelo horticultor francês Victor Lemoine em 1880. Produz flores tubulares vibrantes em tons de laranja-avermelhado ao longo de hastes arqueadas, florescendo do verão ao início do outono. As folhas são longas, verde-brilhantes e semelhantes a gramíneas. É amplamente cultivada em jardins de clima temperado e pode naturalizar-se com facilidade em solos bem drenados.
Montbrécia
Crocosmia crocosmiiflora
Crocosmia crocosmiiflora, popularmente conhecida como Montbrécia, é um perene vigoroso originário da África do Sul, pertencente à família Iridaceae. Produz elegantes hastes arqueadas com flores tubulares em tons de laranja, vermelho e amarelo durante o verão, tornando-se um destaque impressionante em canteiros e jardins. Sua folhagem em forma de espada permanece decorativa durante toda a estação de crescimento, e a planta se naturaliza facilmente, formando touceiras exuberantes ao longo do tempo.
Açafrão-verdadeiro
Crocus sativus
O açafrão-verdadeiro (Crocus sativus) é uma planta bulbosa (de cormo) da família Iridaceae, nativa da região do Mediterrâneo oriental e da Ásia Menor. Ao contrário da maioria dos crocos, que florescem na primavera, ele floresce no outono, produzindo flores lilás a roxas com três longos estigmas vermelhos — a especiaria açafrão, a mais cara do mundo por peso. É uma planta estéril (triploide), propagada exclusivamente por divisão de cormos, e cultivada há mais de 3.500 anos por seus estigmas aromáticos.
Crossandra
Crossandra infundibuliformis
Crossandra infundibuliformis, popularmente conhecida como Crossandra, é um arbusto tropical perene nativo da Índia e Sri Lanka. Pertence à família Acanthaceae e é valorizada por suas flores vibrantes em forma de leque que florescem quase o ano todo em condições quentes. A folhagem verde-escura e brilhante com margens onduladas oferece um cenário atraente para as espetaculares flores em tons de laranja, salmão, amarelo e rosa. Suas vagens de sementes famosamente "explodem" quando molhadas.
Cróton
Croton
Croton é um dos maiores gêneros de plantas da família Euphorbiaceae, com mais de 1.100 espécies distribuídas pelas regiões tropicais e subtropicais do mundo. Engloba desde ervas rasteiras a arbustos e árvores de grande porte, com enorme variedade de formas e habitats. Não deve ser confundido com o popular Croton-jardim (Codiaeum variegatum), que pertence a um gênero distinto apesar de compartilhar o nome popular. Muitas espécies de Croton possuem aplicações medicinais e econômicas relevantes — o látex e as sementes de algumas espécies são utilizados na medicina popular, embora devam ser manuseados com cautela devido à toxicidade.
Cróton
Croton variegatum
O Cróton (Codiaeum variegatum) é uma planta tropical deslumbrante nativa da Indonésia e Malásia, valorizada por suas folhas brilhantemente coloridas e coriáceas que exibem um caleidoscópio de tons vermelhos, laranja, amarelos, verdes e roxos. Este arbusto perene pertence à família Euphorbiaceae e pode crescer até 3 metros de altura em condições ideais. A folhagem vibrante o torna uma escolha popular para adicionar um toque de cor a espaços internos e jardins tropicais.
Ninho-de-pássaro-comum
Crucibulum laeve
Crucibulum laeve, comumente conhecido como fungo ninho-de-pássaro-comum, é uma espécie de fungo sapróbico que cresce em madeira em decomposição, cobertura morta e detritos vegetais. É caracterizado por seus pequenos corpos frutíferos em forma de taça que se assemelham a minúsculos ninhos de pássaros contendo 'ovos' (peridíolos). Esses peridíolos contêm os esporos e são espalhados para fora da taça por gotas de chuva. O exterior da taça é tipicamente amarelado a bronzeado e coberto por pelos finos quando jovem, enquanto o interior é liso e branco-acinzentado.
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