Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3765 plantas encontradas
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Papiro
Cyperus papyrus
O Cyperus papyrus, conhecido como papiro, é uma planta aquática imponente originária das margens do Rio Nilo, no nordeste de África. Com hastes triangulares eretas que podem ultrapassar 4 metros de altura, coroadas por tufos de folhas finas e filamentosas em forma de sol, é uma das plantas mais icónicas da história humana — foi o suporte da escrita no Antigo Egito. Ideal para lagoas, jardins aquáticos e vasos com água, o papiro é uma planta de crescimento rápido e porte espetacular.
Tiririca
Cyperus rotundus
Cyperus rotundus, a tiririca, é uma ciperácea perene de rápido alastramento, com folhas brilhantes semelhantes a relva e caules triangulares encimados por espigas florais castanho-avermelhadas. Cresce a partir de cadeias de pequenos tubérculos subterrâneos, o que a torna uma das ervas daninhas mais persistentes do mundo, mas também a fonte do tubérculo aromático usado na medicina tradicional.
Lírio-de-scarborough
Cyrtanthus elatus
O Cyrtanthus elatus, conhecido popularmente como lírio-de-scarborough, é um bulbo perene da família Amaryllidaceae, nativo das encostas costeiras montanhosas do Cabo, no sul da África do Sul (entre Mossel Bay e Humansdorp). Produz hastes florais eretas de até 65 cm com até nove flores em formato de trombeta, em tons de vermelho-escarlate, rosa ou, raramente, branco, que desabrocham do final da primavera ao outono. Cultivado como planta ornamental em vasos há quase 250 anos, ganhou seu nome popular após naturalizar-se nos penhascos costeiros de Scarborough, na Inglaterra, no século XIX.
Samambaia-azevinho
Cyrtomium falcatum
Cyrtomium falcatum e uma samambaia perene elegante, nativa do Leste Asiatico, valorizada por suas frondes brilhantes, verde-escuras e coriáceas que lembram folhas de azevinho. Forma touceiras densas em formato de vaso e e uma das samambaias mais adaptáveis e resistentes tanto para cultivo interno quanto externo. Suas pinas em forma de foice conferem uma aparência arquitetônica marcante.
Orquídea-chifre-de-boi
Cyrtopodium
Cyrtopodium é um gênero de orquídeas terrestres, epífitas ou rupícolas nativas das Américas tropicais e subtropicais, do sul da Flórida até a Argentina, com boa representatividade no Brasil. Reconhecido por seus grandes pseudobulbos fusiformes e enrugados, semelhantes a charutos ou chifres, o gênero produz altas hastes florais cobertas por dezenas de flores amarelas com manchas marrons. As folhas plicadas caem antes da floração, num ciclo marcado por um período de crescimento vigoroso seguido de dormência.
Giesta
Cytisus scoparius
A giesta (Cytisus scoparius) é um arbusto decíduo da família das leguminosas (Fabaceae), que cresce entre 50 e 250 cm de altura. Seus ramos verdes, finos e de cinco ângulos realizam fotossíntese mesmo no inverno; suas folhas pequenas caem rapidamente, sendo as superiores simples e as inferiores trifolioladas. Entre maio e junho, surgem suas flores vibrantes, amarelo-ouro e em formato de borboleta, formando inflorescências densas e perfumadas nos ramos. Os frutos, vagens achatadas que se desenvolvem a partir das flores, tornam-se pretos ao amadurecer. É uma planta nativa da Europa Ocidental e Central, que prefere locais ensolarados com solos secos, arenosos e ácidos, como encostas e dunas de areia. Devido à sua rusticidade e crescimento rápido, naturalizou-se em muitos lugares, tornando-se invasiva em certas regiões.
Kahikatea
Dacrycarpus dacrydioides
A kahikatea (Dacrycarpus dacrydioides) é a árvore nativa mais alta da Nova Zelândia e uma das linhagens de coníferas mais antigas do mundo, remontando às florestas de Gondwana. Trata-se de um podocarpo perenifólio de crescimento lento que domina naturalmente florestas pantanosas e várzeas, formando uma copa cônica e esguia sobre um tronco alto, muitas vezes com sapopemas, que pode ultrapassar 50 m na natureza. Ao contrário das angiospermas, ela se reproduz por meio de pequenos cones em vez de flores verdadeiras; o cone feminino amadurece em um receptáculo vermelho, intumescido e suculento (koroi), historicamente um alimento apreciado pelos Māori. Em cultivo, é uma árvore ornamental ou de abrigo impressionante para jardins grandes e permanentemente úmidos, parques e projetos de restauração de zonas úmidas, mas não é adequada para terrenos pequenos, vasos ou solos secos.
Panasco
Dactylis glomerata
O panasco (Dactylis glomerata) é uma graminea perene, formadora de touceiras, nativa da Europa, norte da Africa e Asia temperada, hoje naturalizada em quase todo o mundo. E uma das principais gramineas forrageiras usadas em pastagens e producao de feno, valorizada por tolerar bem tanto a seca quanto a sombra parcial, ao contrario da maioria das gramineas de pasto.
Orquídea-pintada-da-charneca
Dactylorhiza maculata
A Dactylorhiza maculata, conhecida como orquídea-pintada-da-charneca, é uma orquídea terrestre perene nativa de Europa. Cresce em charnecas, prados húmidos e turfeiras, produzindo espigas densas de flores rosa a púrpura com manchas características nas pétalas. As suas folhas apresentam manchas escuras típicas do género.
Dália
Dahlia
A Dália é um gênero de plantas herbáceas perenes tuberosas, nativas do México e da América Central, pertencente à família Asteraceae. Com mais de 42 espécies e milhares de cultivares, as dálias são famosas por suas flores exuberantes em uma vasta gama de cores, tamanhos e formas, que vão de pompons pequenos a flores gigantes tipo "prato de jantar". Florescem do verão ao outono, tornando-se um destaque indispensável nos jardins de todo o mundo.
Dália-escarlate
Dahlia coccinea
A Dahlia coccinea, conhecida como dália-escarlate, é uma perene tuberosa nativa das regiões montanhosas do México e da América Central. Valorizada por suas flores simples e vibrantes em tons de vermelho, laranja e amarelo com centro dourado, é considerada uma das espécies selvagens que deram origem aos híbridos modernos de dália e é celebrada como símbolo da herança botânica mexicana.
Dália
Dahlia hortensis
A dália-de-jardim é uma perene tuberosa de floração vibrante, nativa do México e da América Central, apreciada por suas flores vistosas e multipétalas que surgem em quase todas as cores, exceto o azul verdadeiro. Cultivada a partir de tubérculos subterrâneos, produz folhagem verde exuberante (por vezes com tons de mogno escuro) e recompensa os jardineiros com flores abundantes no fim do verão e outono, até a primeira geada forte.
Dália-imperial
Dahlia imperialis
A Dahlia imperialis, conhecida como dália-imperial ou dália-árvore, é uma espécie imponente originária do México e América Central. Pode atingir até 6 metros de altura, com caules ocos semelhantes a bambu, folhas compostas e flores pendentes em tons de rosa, lilás ou branco com centro amarelo. Floresce no outono e inverno, tornando-se uma das plantas mais espetaculares do jardim quando poucos outros vegetais florescem.
Dália
Dahlia pinnata
A Dahlia pinnata, conhecida popularmente como dália, é uma planta herbácea perene e tuberosa originária do México, onde é a flor nacional. Pertencente à família Asteraceae, é célebre pelas suas flores grandes e exuberantes numa vasta paleta de cores, incluindo vermelho, rosa, laranja, amarelo, branco, roxo e lavanda. Floresce do meio do verão até as primeiras geadas do outono, tornando-se uma das plantas ornamentais mais apreciadas em jardins de todo o mundo.
Erva-da-urze
Danthonia decumbens
Danthonia decumbens, conhecida como erva-da-urze, é uma gramínea perene de porte baixo nativa das urzes e pastagens ácidas da Europa. Forma tufos densos e compactos de folhas estreitas de cor verde-brilhante, com um hábito decumbente característico — os caules crescem prostrados e as pontas voltam-se para cima. No verão, produz pequenas paniculas de espiguetas verde-prateadas a arroxeadas, muitas das quais se autopolicizam ainda fechadas. É uma especialista de solos pobres em nutrientes e ácidos, considerada indicadora de habitats de pastagem antiga e não perturbada.
Dáfne
Daphne
Dáfne é um gênero de 70 a 95 espécies de arbustos perenes, semiperenes e caducifólios da família Thymelaeaceae, nativos da Europa, Ásia e norte da África. Valorizada pelas flores intensamente perfumadas que costumam abrir no fim do inverno ou início da primavera, a dáfne é um arbusto compacto e de crescimento lento, popular em jardins de pedras e canteiros mistos. Todas as partes da planta são altamente tóxicas se ingeridas, por isso deve ficar longe de crianças e animais de estimação.
Dafne-de-inverno
Daphne odora
A dafne-de-inverno é um arbusto perene de crescimento lento e compacto, valorizado por suas flores intensamente perfumadas, de cor púrpura-avermelhada (brancas por dentro), que surgem em densos aglomerados terminais durante o final do inverno e início da primavera. Nativa da China e do Japão, possui folhas verde-escuras brilhantes e coriáceas, formando uma moita arredondada de aproximadamente 1,2 m de altura e largura. É um arbusto clássico para jardins protegidos e pátios, valorizado mais pelo seu perfume do que pela aparência, mas todas as partes da planta são venenosas se ingeridas.
Ruibarbo-indiano
Darmera peltata
O ruibarbo-indiano (Darmera peltata) é uma planta perene robusta que forma touceiras, pertencente à família das saxifragáceas, nativa das margens de riachos no norte da Califórnia e sul do Oregon. Na primavera, hastes altas e sem folhas sustentam aglomerados em forma de cúpula com flores estreladas que variam do rosa pálido ao branco, surgindo antes da folhagem. As folhas arredondadas, brilhantes e em formato de guarda-chuva expandem-se então até cerca de 45 cm de diâmetro e tornam-se vermelhas no outono. Espalha-se lentamente através de rizomas rastejantes, atingindo de 1 a 1,5 m de altura. Resistente em grande parte da Europa, possui o Prêmio de Mérito de Jardim da RHS e é ideal para margens de lagos, jardins pantanosos e bordas úmidas.
Potentila
Dasiphora fruticosa
A Potentila (Dasiphora fruticosa, syn. Potentilla fruticosa) é um arbusto decíduo da família Rosaceae, nativo de regiões frias e subárticas do hemisfério norte, onde frequentemente cresce em altitudes elevadas. Atinge uma altura de aproximadamente 0,5 a 1,2 m, possui folhas pequenas e pinadas de cor verde-acinzentada a verde-escura e floresce da primavera até as primeiras geadas com pequenas flores em formato de taça. É extremamente resistente ao gelo e à seca, sendo considerada uma das plantas ornamentais mais fáceis de cuidar em jardins e parques.
Dasilirio
Dasylirion longissimum
Dasylirion longissimum, conhecido comumente como dasilirio ou sotol, é uma planta perene xerófita da família Asparagaceae, originária do deserto de Chihuahua e de zonas áridas do nordeste do México (Tamaulipas, San Luis Potosí e Nuevo León). Forma uma roseta densa e simétrica de folhas cilíndricas, finas, flexíveis e de cor verde-azulado, com mais de um metro de comprimento, que nasce de um tronco grosso e lenhoso. É de crescimento muito lento — pode levar mais de uma década para desenvolver um tronco visível — e extremamente tolerante à seca e a geadas moderadas (até cerca de -9 °C). No verão, produz longas espigas florais com pequenas flores de cor creme ou branco, que depois formam vistosos cachos de sementes avermelhadas. É cultivada principalmente como planta ornamental arquitetônica em jardins xerófilos, jardins de pedras e composições de baixa manutenção.
Zabumba
Datura ferox
Datura ferox, conhecida como zabumba, trombeteira ou figueira-do-inferno, é uma erva anual de crescimento rápido da família das solanáceas, nativa das Américas e hoje naturalizada como planta invasora agressiva em regiões quentes de todo o mundo. É facilmente reconhecida por suas flores em forma de trombeta, brancas ou branco-amareladas, e por suas cápsulas de sementes ovaladas cobertas de 40 a 60 espinhos robustos de até 1,5 cm -- origem do epíteto latino "ferox" (feroz). ATENÇÃO: TODAS AS PARTES DESTA PLANTA SÃO SEVERAMENTE TÓXICAS. A Datura ferox contém concentrações extremamente altas de alcaloides tropânicos, especialmente escopolamina, além de hiosciamina e atropina. A ingestão de pequenas quantidades de folhas, sementes ou flores pode causar alucinações, delírio, taquicardia, convulsões, coma e morte em humanos, gatos, cães e animais de criação. Esta espécie nunca deve ser cultivada onde crianças ou animais de estimação tenham acesso, e nenhuma parte dela deve ser ingerida, preparada em chá ou fumada.
Estramônio
Datura stramonium
O Estramônio (Datura stramonium) é uma planta herbácea anual da família Solanaceae, nativa das Américas e atualmente naturalizada em todo o mundo. Produz flores em trombeta brancas ou lilases extremamente perfumadas e cápsulas espinhosas características. É uma planta de grande apelo ornamental, mas extremamente tóxica — todas as suas partes contêm alcaloides tropaânicos (atropina, escopolamina e hiosciamina) que podem causar alucinações, delirium e morte. Seu cultivo requer responsabilidade e deve ser feito longe do alcance de crianças e animais.
Cenoura-brava
Daucus
Daucus é um gênero de plantas com flores da família Apiaceae, mais conhecido pela Daucus carota (cenoura-brava), a ancestral da cenoura cultivada. Nativa de regiões temperadas da Europa, norte da África e Ásia, a cenoura-brava produz umbelas de flores brancas delicadas e rendadas, além de uma raiz principal delgada e pálida. Ela prospera em prados, beiras de estradas e terrenos perturbados, tendo se naturalizado em grande parte da América do Norte e Austrália.
Cenoura
Daucus carota
Daucus carota, comumente conhecida como cenoura, é uma planta herbácea bienal. Enquanto a forma selvagem é frequentemente chamada de cenoura-brava, a subespécie domesticada é uma das hortaliças de raiz mais importantes do mundo. Apresenta folhagem finamente dividida, semelhante a samambaias, e produz uma raiz tuberosa grande e carnuda que é tipicamente alaranjada, embora existam variedades roxas, amarelas e brancas. Em seu segundo ano, produz um aglomerado de pequenas flores brancas em formato de guarda-chuva.
Cenoura
Daucus carota subsp. sativus
A cenoura (Daucus carota subsp. sativus) é uma raiz comestível cultivada globalmente, descendente da cenoura selvagem euroasiática. Pertence à família Apiaceae e é reconhecida pela raiz alaranjada rica em betacaroteno.
Pé-de-coelho
Davallia canariensis
A Davallia canariensis, conhecida popularmente como pé-de-coelho, é uma samambaia epífita fascinante originária das Ilhas Canárias e da Península Ibérica. Seu traço mais marcante são os rizomas peludos e avermelhados que crescem para fora do vaso, lembrando as patas de um coelho. Suas frondes triangulares e finamente recortadas criam uma cascata verde exuberante, tornando-a ideal para vasos suspensos e arranjos decorativos.
Samambaia-pata-de-coelho
Davallia fejeensis
Uma samambaia epífita encantadora originária das ilhas Fiji, a Samambaia-pata-de-coelho é apreciada por suas frondes delicadas e rendadas e seus rizomas peludos e rastejantes que se espalham pelas bordas dos vasos. Esses rizomas macios e cobertos de escamas marrons lembram a pata de um coelho, dando à planta seu nome popular. Ela prospera em luz indireta brilhante e aprecia umidade constante, sendo uma excelente opção para vasos suspensos ou suportes elevados.
Samambaia-pé-de-coelho-branca
Davallia griffithiana
A Davallia griffithiana é uma samambaia epífita originária da China e do Sudeste Asiático, famosa pelos seus rizomas longos cobertos de escamas brancas e peludas que se assemelham a patas de coelho. As suas frondes delicadas, recortadas e verde-brilhantes criam um efeito visual encantador em vasos suspensos ou sobre superfícies elevadas. É uma planta não tóxica e ideal para ambientes interiores com boa humidade.
Cacto-rabo-de-cachorro
Deamia testudo
O Deamia testudo, conhecido como cacto-rabo-de-cachorro, é um cacto epífito e escalador nativo das florestas tropicais da América Central e do norte da América do Sul, do México à Colômbia e Venezuela. Cresce fixando-se em troncos de árvores e rochas por meio de raízes aéreas, exibindo caules angulares e achatados que lembram o casco de uma tartaruga. No verão e início do outono produz grandes flores brancas, perfumadas e de abertura noturna, seguidas por frutos esféricos espinhosos.
Hera-alemã
Delairea odorata
Delairea odorata (sinônimo Senecio mikanioides), conhecida como hera-alemã ou hera-do-cabo, é uma planta trepadeira perene da família Asteraceae, nativa das regiões montanhosas úmidas da África do Sul. Possui caules flexíveis e volúveis que se agarram a suportes ou rastejam como cobertura de solo, com folhas brilhantes, levemente carnosas e com 5 a 7 lobos pontiagudos. No outono e inverno, produz pequenas inflorescências amarelas com aroma adocicado. É uma espécie de crescimento muito rápido, considerada invasora em muitas regiões de clima ameno, onde sufoca a vegetação nativa. Todas as partes da planta contêm alcaloides pirrolizidínicos tóxicos, perigosos para humanos, animais de estimação e gado.
Delonix regia
Delonix regia
O Flamboyant é considerado uma das árvores mais belas do mundo. Nativa de Madagascar, destaca-se por sua copa imensa em formato de guarda-chuva e sua floração exuberante em tons de vermelho e laranja. Suas folhas são finamente pinadas, conferindo uma textura leve à árvore mesmo quando não está florida.
Planta-de-gelo
Delosperma
Delosperma é um gênero de suculentas rasteiras e formadoras de tapete, originárias da África do Sul, conhecidas por suas flores vistosas em forma de margarida e por folhas com uma superfície brilhante que lembra cristais de gelo. Espécies rústicas como D. cooperi e D. nubigenum formam tapetes perenes densos que se desenvolvem bem a pleno sol e em solo pobre e bem drenado, sendo ótimas para jardins de pedras, taludes e paisagismo de baixo consumo de água.
Planta-de-gelo
Delosperma cooperi
A Delosperma cooperi, conhecida como planta-de-gelo, é uma suculenta rasteira e tapetante nativa das regiões áridas da África do Sul. Suas folhas carnosas e cilíndricas são cobertas por pequenas papilas brilhantes que lembram cristais de gelo, e do início do verão até o outono a folhagem quase desaparece sob uma manta de flores vistosas em tom magenta-rosa, parecidas com margaridas. Extremamente tolerante à seca e resistente ao frio até a zona USDA 6a, é uma cobertura de solo muito usada em jardins de pedras, taludes e xerojardinagem.
Planta Picles
Delosperma echinatum
Delosperma echinatum, comumente conhecida como Planta Picles, é uma suculenta arbustiva única nativa da África do Sul. Caracteriza-se por suas pequenas folhas verdes em formato de barril, cobertas por cerdas macias e brancas que lembram um porco-espinho ou um picles. Produz flores delicadas, semelhantes a margaridas, em tons de amarelo ou branco durante os meses mais quentes.
Esporeira
Delphinium ajacis
A esporeira (Delphinium ajacis, syn. Consolida ajacis) é uma planta anual com flores da família Ranunculaceae, nativa da região do Mediterrâneo e da Eurásia. Atinge até 130 cm de altura e forma caules eretos e delgados com folhas profundamente recortadas. Durante o verão, produz densas inflorescências em rácemo com flores em tons de azul, roxo, rosa e branco. É uma planta de jardim clássica, adequada para canteiros, bordaduras e para a produção de flores de corte. ATENÇÃO: Todas as partes da planta são venenosas — contêm alcaloides diterpênicos, incluindo a metillicaconitina, altamente tóxica, que é perigosa para humanos, gatos e cães.
Margarida-de-Finados
Dendranthema grandiflorum
A margarida-de-finados (Dendranthema grandiflorum, sinônimo de Chrysanthemum morifolium) é uma planta herbácea perene da família Asteraceae, nativa da China, onde é cultivada há mais de dois mil anos. É uma das flores ornamentais mais populares do mundo, apreciada por suas flores densas e coloridas que surgem no outono. No Brasil e em Portugal está fortemente associada ao Dia de Finados e ao culto aos mortos, sendo comum em cemitérios; já na cultura asiática representa longevidade e nobreza.
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