Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3797 plantas encontradas
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Cactus Queixo
Gymnocalycium anisitsii
O Gymnocalycium anisitsii, popularmente conhecido como Cacto Queixo, é um pequeno cactus globular originário do Brasil meridional, Paraguai e Bolívia. Apresenta corpo verde-acinzentado com 8 a 11 costelas proeminentes, espinhos amarelados ou acastanhados e flores brancas a rosadas em forma de funil. É uma espécie de fácil cultivo, ideal para iniciantes e colecionadores.
Cactus Queixo-Anão
Gymnocalycium baldianum
O Gymnocalycium baldianum, conhecido como cactus queixo-anão, é uma espécie globular compacta originária das províncias de Catamarca e Salta, na Argentina. Destaca-se por suas flores de coloração vermelha-carmim a rosa-lilás que surgem facilmente mesmo em exemplares jovens, tornando-o um dos cactos mais floríferos para cultivo doméstico.
Cacto-lua
Gymnocalycium mihanovichii
O Gymnocalycium mihanovichii é um pequeno cacto globular nativo do Paraguai e Argentina. É conhecido por suas variedades de cores brilhantes (vermelho, laranja, amarelo, rosa) que carecem de clorofila e devem ser enxertadas em outro cacto para sobreviver. As formas verdes naturais podem crescer sozinhas e produzem belas flores na primavera e verão.
Cacto-queixo-de-pflanz
Gymnocalycium pflanzii
O Gymnocalycium pflanzii é um cacto globular originário da Bolívia e do Paraguai, pertencente à família Cactaceae. Cresce lentamente, atingindo cerca de 15 cm de diâmetro, e produz flores decorativas nas cores rosa, branco e laranja durante a primavera e o verão. É uma espécie extremamente resistente à seca e adaptada a ambientes áridos.
Cogumelos Gymnopus
Gymnopus
Gymnopus é um gênero de cogumelos lamelares que anteriormente pertencia à família Marasmiaceae e agora é frequentemente classificado nas Omphalotaceae. Estes cogumelos são caracterizados por seus caules geralmente resistentes e impressões de esporos claros. Eles crescem saprobicamente em serapilheira, madeira em decomposição ou húmus, desempenhando um papel crucial no ecossistema florestal como decompositores de matéria orgânica.
Samambaia-arbórea-asiática
Gymnosphaera podophylla
Gymnosphaera podophylla, também conhecida pelos sinônimos Alsophila podophylla e Cyathea podophylla, é uma samambaia arborescente nativa do Sudeste Asiático, sul da China, Taiwan, Japão e Ilhas Ryukyu. Cresce no sub-bosque de florestas sombreadas, ao longo de riachos e ravinas entre 600 e 1000 m de altitude. Este exemplar de porte médio desenvolve um tronco característico ornamentado com bases escuras e brilhantes das frondes antigas, podendo atingir até 1,8 m de altura.
Veludo-roxo
Gynura aurantiaca
A Gynura aurantiaca é uma planta tropical deslumbrante, nativa de Java e Sumatra, conhecida por sua folhagem aveludada coberta de pelos roxos que brilham à luz. Membro da família Asteraceae, esta perene de crescimento rápido é excelente como planta de interior e fica especialmente bonita em vasos suspensos, onde seus caules pendentes podem cair graciosamente. Embora produza pequenas flores alaranjadas no outono e inverno, muitos cultivadores as removem devido ao seu odor desagradável.
Mosquitinho
Gypsophila
Gypsophila, conhecida popularmente como mosquitinho, e um genero de plantas com flores pequenas e delicadas, brancas ou rosa-claras, da familia Caryophyllaceae. Muito usada como flor de enchimento em buques e arranjos, forma touceiras arredondadas e leves, tolerantes a seca depois de estabelecidas.
Gipsófila
Gypsophila paniculata
A Gypsophila paniculata, popularmente conhecida como Véu-de-noiva ou Gipsófila, é uma planta perene florida nativa da Europa e Ásia. Produz nuvens de minúsculas flores brancas ou rosa-claro em hastes delicadas e aéreas, sendo um elemento clássico em arranjos florais e jardins campestres. Desenvolve-se bem ao pleno sol com solo bem drenado e levemente alcalino, sendo notavelmente tolerante à seca após estabelecida.
Rabo-de-raposa
Haageocereus pseudomelanostele
Cacto colunar arbustivo, perene, nativo das colinas costeiras e matagais secos do oeste do Peru (Áncash, Lima e Ica), entre 300 e 2000 metros de altitude. Forma grupos de caules eretos, muito ramificados desde a base, com até 70 cm de altura e 8 cm de diâmetro. As aréolas possuem lã branca, um espinho central forte de até 5 cm, numerosos espinhos radiais amarelados e cerdas brancas. Suas flores brancas, roxas por fora e com garganta esverdeada a avermelhada, medem cerca de 10 cm. Os frutos são ovoides, vermelhos, de até 6 cm, e às vezes são consumidos crus.
Flor-de-sangue
Haemanthus
Haemanthus é um gênero de plantas bulbosas perenes nativas do sul da África, valorizado pelas inflorescências densas em formato de pincel e pelas folhas grossas e espatuladas. Também chamada de Flor-de-sangue, por causa das flores vermelho-vivas de espécies como a H. coccineus, ou Lírio-pincel, pelos tufos brancos mais suaves da popular H. albiflos, a planta armazena água e nutrientes em um grande bulbo carnudo que permite sobreviver a longos períodos secos de dormência. Dependendo da espécie, a folhagem pode ser perene ou totalmente caduca, secando após a floração antes de rebrotar com as chuvas. Por causa desse ciclo de dormência, os cuidados devem seguir o ritmo natural da planta em vez de um calendário fixo.
Pincel-de-pintor
Haemanthus albiflos
O Haemanthus albiflos, conhecido como pincel-de-pintor, é um bolboso perene originário da África do Sul. Produz flores brancas únicas em forma de pincel, com estames proeminentes cobertos de pólen amarelo, florescendo no outono e inverno. É uma planta de interior resistente, tolerante à sombra e de fácil cultivo.
Pau-brasil-mexicano
Haematoxylum brasiletto
O pau-brasil-mexicano (Haematoxylum brasiletto) é uma árvore de pequeno porte ou arbusto espinhoso, nativo do México, América Central e norte da Colômbia, pertencente à família Fabaceae. Cresce entre 2 e 15 metros de altura, com tronco tortuoso e sulcado e cerne de coloração vermelho-intensa, historicamente usado na extração de corante têxtil (hematoxilina). Suas folhas são pinadas, com folíolos em formato de coração, e os galhos apresentam espinhos rígidos de até 2 cm. Produz pequenos cachos de flores amarelas perfumadas, seguidos por vagens de sementes cor de cobre. É extremamente resistente à seca e ao calor, prosperando em solos rochosos e alcalinos de florestas tropicais decíduas e matas espinhosas.
Grama-de-hakone
Hakonechloa macra
A grama-de-hakone (Hakonechloa macra) é a única espécie do gênero Hakonechloa, uma gramínea perene formadora de touceiras nativa das regiões montanhosas da ilha japonesa de Honshu, onde cresce em rochas úmidas e encostas estabilizadas em desfiladeiros florestais entre 500 e 1500 m de altitude. Forma touceiras densas com rizomas curtos e rastejantes e colmos finos e arqueados que ultrapassam 50 cm de comprimento. As folhas lanceoladas estreitas crescem até cerca de 25 cm e, do verão ao outono, são complementadas por inflorescências em panículas verde-amareladas discretas. Graças ao seu crescimento elegante em cascata, é uma das gramíneas ornamentais mais populares para jardins de sombra.
Hamamélis
Hamamelis virginiana
Hamamelis virginiana, conhecida como hamamélis, é um grande arbusto decíduo ou pequena árvore (4,5-9 m) nativa do leste da América do Norte. Destaca-se por sua floração tardia: do final do outono ao inverno, surgem flores amarelas brilhantes, finas e filamentosas, muitas vezes enquanto as últimas folhas ainda estão caindo. A espécie é mundialmente famosa como a fonte do clássico extrato de cuidados com a pele "witch hazel", extraído da casca e dos galhos, utilizado há séculos por povos indígenas norte-americanos e, posteriormente, pela indústria farmacêutica por suas propriedades adstringentes e anti-inflamatórias.
Hamelia
Hamelia patens
Hamelia patens, comumente conhecida como arbusto-de-fogo ou arbusto-escarlate, é um arbusto perene de crescimento rápido nativo dos subtropicais americanos. É muito valorizada por suas flores vibrantes, tubulares e vermelho-alaranjadas que florescem quase o ano todo em climas quentes, servindo como uma fonte primária de néctar para beija-flores e borboletas. A folhagem frequentemente adquire uma bela cor bronze-avermelhada no outono.
Ipê
Handroanthus
Handroanthus é um gênero de árvores neotropicais da família Bignoniaceae, nativas do Brasil e de outras regiões tropicais e subtropicais das Américas. Este perfil cobre o gênero como um todo, reunindo espécies emblemáticas como o Ipê-amarelo (Handroanthus albus e H. chrysotrichus) e o Ipê-roxo (H. impetiginosus). Conhecidas popularmente como Ipês, essas árvores caducifólias produzem uma das cenas mais espetaculares da flora brasileira: flores em profusão cobrindo os galhos completamente desfolhados, geralmente entre o fim do inverno e a primavera.
Ipê-amarelo-da-serra
Handroanthus albus
O ipê-amarelo-da-serra (Handroanthus albus), da família Bignoniaceae, é uma árvore decídua nativa do Cerrado brasileiro, do Sul e Sudeste do Brasil, além do Paraguai, Argentina e Bolívia. Pode atingir de 20 a 30 metros de altura, com tronco de 40 a 60 cm de diâmetro. O epíteto 'albus' não se refere à cor das flores - que são amarelas - mas sim à pubescência esbranquiçada presente nos ramos novos e no verso das folhas. A floração ocorre no final do inverno e início da primavera (agosto-setembro), antes do surgimento das folhas novas, cobrindo a copa de flores amarelas em forma de trombeta.
Ipê-amarelo-cascudo
Handroanthus chrysotrichus
O ipê-amarelo-cascudo (Handroanthus chrysotrichus) é uma árvore nativa do Brasil, da família Bignoniaceae, conhecida pelo nome "cascudo" devido à casca áspera e escamosa do tronco. De porte pequeno a médio (podendo chegar a 10 m), perde totalmente as folhas no inverno para florescer em massa entre junho e setembro, cobrindo-se de flores tubulares amarelo-douradas com estrias avermelhadas na garganta. É uma das árvores mais plantadas em ruas, praças e jardins brasileiros, muito valorizada por atrair polinizadores como abelhas e beija-flores.
Ipê-roxo
Handroanthus heptaphyllus
O ipê-roxo (Handroanthus heptaphyllus) é uma das árvores mais emblemáticas do Brasil, famosa por suas flores lilás-rosadas que florescem antes do surgimento das folhas, entre julho e setembro. Nativo da Mata Atlântica e do Cerrado, pode atingir até 20 metros de altura e é amplamente utilizado em arborização urbana e paisagismo.
Ipê-roxo
Handroanthus impetiginosus
O ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus) é uma árvore decídua nativa da América do Sul, famosa por suas flores rosa-arroxeadas vibrantes que cobrem os galhos nus no fim do inverno e início da primavera. Pode atingir até 20 m de altura e é amplamente usada em paisagismo urbano. Sua casca interna, conhecida como pau d'arco, é tradicionalmente usada em chás medicinais.
Ipê-amarelo
Handroanthus serratifolius
O Handroanthus serratifolius, o ipê-amarelo, é uma árvore caduca nativa das florestas e cerrados da América do Sul, especialmente do Brasil. Na primavera perde as folhas e se cobre inteiramente de flores amarelo-douradas, um dos espetáculos mais marcantes da flora brasileira.
Políporo-canela
Hapalopilus rutilans
O Hapalopilus rutilans, conhecido popularmente como políporo-canela, é uma espécie única de fungo que possui um corpo de frutificação característico em tons de laranja-canela. Sua principal particularidade é a reação química imediata ao entrar em contato com substâncias alcalinas (como a amônia), tornando-se violeta vibrante. Vive principalmente em troncos de árvores caducifólias mortas, decompondo a madeira de forma saprotrófica. Atenção: é gravemente tóxico, contendo ácido polipórico, que causa danos neurológicos e renais.
Hardenbergia
Hardenbergia violacea
A Hardenbergia violacea é uma trepadeira lenhosa e perene nativa do leste e sul da Austrália, valorizada por seus cachos em cascata de flores roxas a violetas em formato de ervilha que surgem do final do inverno até a primavera. Suas folhas coriáceas verde-escuras em forma de lança permanecem atraentes o ano todo. Vigorosa, mas bem comportada, pode ser conduzida em treliças e cercas, usada como cobertura de solo ou cultivada em grandes vasos.
Cacto de Páscoa
Hatiora gaertneri
O Cacto de Páscoa (Hatiora gaertneri) é um cacto epifítico nativo das florestas subtropicais do sul do Brasil, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao contrário dos cactos desérticos, este cresce nas árvores e rochas úmidas da Mata Atlântica, preferindo ambientes com sombra filtrada e alta umidade. Seus belos flores vermelhas, rosas ou laranjas surgem na primavera, geralmente por volta da Semana Santa, daí o seu nome popular. É uma planta muito apreciada como ornamental de interior.
Cacto-osso
Hatiora salicornioides
Hatiora salicornioides, comumente conhecida como Cacto-osso, é um cacto epífito único nativo das florestas tropicais brasileiras. Caracteriza-se por seus caules incomuns e muito ramificados, compostos por pequenos segmentos em forma de garrafa que se assemelham a pequenos ossos ou articulações. Ao contrário dos cactos de deserto, não possui espinhos e produz flores delicadas em forma de sino, amarelas ou alaranjadas, nas pontas de seus ramos durante o final do inverno e início da primavera.
Haworthia (gênero)
Haworthia
Haworthia é um gênero de suculentas de folhas macias nativas do sul da África, especialmente da África do Sul. São plantas compactas e rosuladas, muito populares como plantas de interior por sua tolerância a ambientes com pouca luz e fácil manejo.
Haworthia-empilhada
Haworthia coarctata
A Haworthia coarctata é uma suculenta de crescimento lento que forma colunas eretas de folhas escuras, curvadas para dentro e muito juntas, salpicadas de tubérculos brancos. Sob luz intensa as torres permanecem compactas e ganham tons avermelhados. É uma planta de interior fácil e tolerante, que forma pequenas touceiras ao longo do tempo.
Haworthia de Cooper
Haworthia cooperi
A Haworthia cooperi é uma suculenta anã fascinante, nativa da Província do Cabo Oriental na África do Sul. Forma rosetas compactas de folhas carnudas com pontas translúcidas que parecem verdadeiras joias quando a luz as atravessa. Na natureza, cresce semi-enterrada no solo, expondo apenas as pontas transparentes das folhas para capturar a luz solar — uma notável adaptação às condições áridas.
Haworthia Janela-de-Catedral
Haworthia cymbiformis
Haworthia cymbiformis, conhecida como Haworthia Janela-de-Catedral, é uma pequena suculenta formadora de touceiras da família Asphodelaceae, nativa da região do Cabo Oriental, na África do Sul. Forma rosetas baixas de folhas grossas com pontas translúcidas que lembram pequenas janelas, permitindo que a luz penetre no tecido foliar para a fotossíntese mesmo quando parte da planta fica soterrada em fendas arenosas ou rochosas no habitat natural. Diferente de muitas suculentas, suas folhas são relativamente macias e flexíveis em vez de rígidas, dando à roseta uma aparência de almofada. Produz lentamente brotos (filhotes) ao redor da base, formando com o tempo touceiras densas. No final da primavera até o verão, hastes finas e firmes se erguem acima da folhagem, exibindo pequenas flores tubulares brancas a rosa-claras.
Suculenta-zebra
Haworthia fasciata
Haworthia fasciata, popularmente conhecida como Planta Zebra, é uma suculenta pequena e de crescimento lento, nativa da África do Sul. Apresenta folhas verde-escuras pontiagudas dispostas em roseta, decoradas com distintivas listras brancas horizontais (tubérculos) na superfície externa. Raramente ultrapassa 15 cm de altura, sendo perfeita para peitoris de janela e mesas. É uma excelente escolha para iniciantes devido à sua baixa necessidade de manutenção e resiliência.
Haworthia de Marum
Haworthia marumiana
A Haworthia marumiana é uma suculenta compacta e formadora de touceiras, nativa das regiões rochosas do Karoo, na África do Sul. Cresce em rosetas densas de folhas macias e translúcidas, adaptadas à sombra parcial entre as rochas. É uma das haworthias mais elegantes para cultivo em vasos.
Haworthia-maravilhosa
Haworthia mirabilis
A Haworthia mirabilis, conhecida como Haworthia-maravilhosa, é uma suculenta pequena e compacta originária do Cabo Ocidental da África do Sul. Suas folhas verdes possuem linhas longitudinais pálidas e pontas translúcidas que funcionam como "janelas", permitindo que a luz penetre até os tecidos fotossintéticos. É uma planta de crescimento lento, ideal para cultivo em ambientes internos.
Haworthia-retusa
Haworthia retusa
A Haworthia retusa é uma suculenta compacta originária do Cabo Ocidental, África do Sul. Forma rosetas em estrela com folhas triangulares e translúcidas nas pontas, criando efeito de janelas que filtram a luz solar. É uma das suculentas mais fáceis de cultivar em ambientes internos.
Haworthiopsis (gênero)
Haworthiopsis
Haworthiopsis é um gênero de suculentas pequenas e robustas, originário das regiões áridas da África do Sul. Suas folhas carnosas, frequentemente ornadas com listras ou tubérculos brancos, formam rosetas compactas e elegantes, ideais para cultivo em ambientes internos.
Planta-zebra
Haworthiopsis attenuata
A Haworthiopsis attenuata, popularmente conhecida como planta-zebra, é uma suculenta compacta originária da Província do Cabo Oriental, na África do Sul. Suas folhas carnosas em roseta exibem listras brancas transversais que lembram as listras de uma zebra, tornando-a uma das suculentas mais decorativas e reconhecíveis. É uma planta de crescimento lento, extremamente resistente e ideal para iniciantes.
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