Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3765 plantas encontradas
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Estrela-de-belém
Ornithogalum umbellatum
A Estrela-de-belém (Ornithogalum umbellatum) é uma planta bulbosa perene de pequeno porte, nativa da Europa, região mediterrânica e sudoeste asiático. Produz flores brancas em forma de estrela com listras verdes no exterior das pétalas, florescendo na primavera em cachos umbelados. Entra em dormência no verão após a floração. ATENÇÃO: todos os órgãos da planta, especialmente os bolbos, são altamente tóxicos para humanos, gatos e cães devido aos glicosídeos cardíacos.
Erva-toira-da-hera
Orobanche hederae
A erva-toira-da-hera (Orobanche hederae) é uma planta totalmente parasita que não possui clorofila. Ela cresce exclusivamente nas raízes da hera (Hedera spp.), das quais extrai toda a água, nutrientes e carboidratos necessários. O caule varia de amarelado a roxo, atingindo até 60 cm de altura, e as flores são de cor creme com veios marrom-avermelhados. A planta floresce da primavera ao verão e produz uma enorme quantidade de sementes minúsculas. É nativa da Europa Central e do Norte, bem como de partes da Ásia.
Orostachys
Orostachys malacophylla
Orostachys malacophylla é uma suculenta monocárpica resistente da família Crassulaceae (a mesma família do sedum). A planta forma rosetas densas de folhas carnosas, de cor verde-azulada a verde, com um diâmetro de 4 a 15 cm, e se espalha por meio de estolões, formando tapetes densos de rosetas. No outono, as rosetas maduras desenvolvem uma inflorescência cônica de até cerca de 20 cm com flores brancas a esverdeadas e estames amarelos — após o que a roseta que floresceu morre, enquanto os inúmeros brotos laterais garantem a sobrevivência da colônia. A espécie é muito resistente (zonas USDA 3a-8b) e suporta geadas intensas, não sendo considerada tóxica para humanos ou animais de estimação.
Pirolo-pendente
Orthilia secunda
O pirolo-pendente (Orthilia secunda) é a única espécie do seu gênero, pertencente à família das Ericaceae, ocorrendo amplamente em florestas de coníferas e mistas do Hemisfério Norte, da Europa à Ásia e América do Norte. É uma planta rasteira de sub-bosque, perene e em forma de roseta, cujas folhas serrilhadas permanecem verdes durante todo o ano. Entre julho e agosto, produz uma haste floral curvada de 10 a 20 cm de altura, cujas pequenas flores em forma de sino, de cor branco-esverdeada, pendem unilateralmente de um lado do caule — característica que dá origem ao seu nome. O pirolo-pendente é um mico-heterotrófico parcial ou mixotrófico: obtém parte do seu carbono através de uma associação micorrízica com as raízes das árvores, o que a torna extremamente exigente e de crescimento lento para cultivo fora do seu habitat natural.
Arroz
Oryza sativa
O arroz (Oryza sativa) é uma gramínea anual da família Poaceae, originária da Ásia, onde é cultivada há milhares de anos como base alimentar de mais de metade da população mundial. A planta forma touceiras de colmos finos e folhas longas e estreitas, produzindo panículas com centenas de pequenas flores que dão origem aos grãos. É tradicionalmente cultivada em lavouras alagadas (várzeas), onde a lâmina de água controla ervas daninhas e mantém a umidade constante exigida pela espécie.
Oscularia
Oscularia deltoides
A Oscularia deltoides é uma suculenta rasteira da família Aizoaceae, nativa das zonas rochosas e áridas do Cabo Ocidental, na África do Sul. Forma tapetes densos de folhas triangulares (deltoides) de cor verde-azulado, frequentemente com matizes rosados, bordeadas por minúsculos dentes translúcidos que lhe conferem o aspecto de estarem cobertas por geada. Na primavera e no verão, produz uma floração abundante de flores semelhantes a margaridas, de cor rosa-magenta ou lavanda, levemente perfumadas, que se abrem durante o dia. Graças à sua extrema tolerância à seca e facilidade de cultivo, é muito apreciada como cobertura de solo, em jardins rochosos e em vasos.
Osmanto-perfumado
Osmanthus fragrans
Osmanthus fragrans, conhecido como osmanto-perfumado ou oliveira-doce, e um arbusto ou pequena arvore perene originario da China e de partes da Asia. Famoso por suas flores minusculas, brancas ou amarelas, de fragancia intensa e inebriante, e uma das plantas ornamentais mais celebradas da cultura chinesa. As flores sao usadas para aromatizar chas, vinhos e perfumes.
Osmanto-falso 'Goshiki'
Osmanthus heterophyllus 'Goshiki'
O Osmanthus heterophyllus 'Goshiki' é um arbusto perene da família Oleaceae, nativo do Japão e de Taiwan. A cultivar 'Goshiki' (literalmente "cinco cores" em japonês) destaca-se pela sua folhagem variegada: as folhas coriáceas e dentadas, semelhantes às do azevinho, emergem em tons de bronze-rosado e amadurecem para um verde salpicado de creme, amarelo e rosa. No outono, produz pequenas flores brancas, discretas mas muito perfumadas, muitas vezes escondidas entre as folhas. De crescimento lento e porte compacto, é apreciado como exemplar isolado, em cercas vivas informais ou em bordaduras mistas.
Margarida-africana
Osteospermum
Osteospermum, conhecida como margarida-africana ou margarida-do-cabo, é um gênero com cerca de 70 espécies de plantas floríferas parecidas com margaridas, nativas da África do Sul e região, pertencente à família Asteraceae (a mesma dos girassóis). Cultivada como subarbusto rasteiro ou perene herbácea, produz flores abundantes de cerca de 5 cm em branco, amarelo, laranja, vermelho, coral, rosa e roxo, muitas vezes com um centro escuro ou azul-iridescente marcante. Em climas quentes (zonas USDA 9-11) se comporta como perene tenra, florescendo quase o ano todo; em regiões mais frias é cultivada como anual de crescimento rápido ou hibernada em ambiente protegido. Valorizada pela tolerância ao calor e à seca depois de estabelecida, a margarida-africana é popular em bordaduras, vasos suspensos e como forração em canteiros ensolarados e bem drenados.
Bietou
Osteospermum moniliferum
O Bietou (Osteospermum moniliferum) é um arbusto perene de crescimento rápido da família Asteraceae, nativo das regiões costeiras da África Austral – estendendo-se da Península do Cabo, passando por KwaZulu-Natal, até Moçambique e Zimbábue. A planta atinge até 2 metros de altura e largura, formando uma estrutura compacta e arredondada com folhas verde-escuras levemente serrilhadas. Suas características inflorescências amarelas, com diâmetro de até 40 mm, florescem principalmente no final do outono e inverno, sendo altamente atraentes para abelhas e outros polinizadores. Após a floração, desenvolvem-se frutos semelhantes a bagas que amadurecem em esferas marrom-escuras ou pretas, muito apreciadas por pássaros. Graças à sua natureza semi-suculenta, a planta é extremamente resistente à seca, prosperando em solos arenosos bem drenados sob sol pleno. É de fácil cultivo, cresce rapidamente e possui uma longevidade de 8 a 12 anos.
Carpe-preto
Ostrya carpinifolia
O carpe-preto (Ostrya carpinifolia) é uma árvore decídua da família Betulaceae, nativa das regiões montanhosas e submontanas do sul da Europa, Balcãs e sudoeste da Ásia. Cresce espontaneamente desde o nível do mar até cerca de 1300 m, frequentemente em solos calcários e encostas áridas, onde atua como uma espécie pioneira capaz de colonizar solos pobres e degradados. Atinge tipicamente 15-20 metros de altura, com uma copa oval, casca castanho-avermelhada que se desprende em placas finas, folhas ovadas serrilhadas semelhantes às do carpe-branco, mas com nervuras mais marcadas, e frutos envoltos em brácteas membranosas reunidas em infrutescências que lembram os cones do lúpulo, de onde deriva o nome comum em inglês "hop-hornbeam".
Colar-de-rubi
Othonna capensis
A Othonna capensis, popularmente conhecida como Colar-de-rubi, é uma suculenta rasteira e pendente originária das regiões áridas do Cabo Oriental, na África do Sul. Suas folhas cilíndricas, em formato de dedo, são verde-acinzentadas e desenvolvem tons de rubi intenso nas pontas quando expostas a bastante sol e pouca água. No inverno e início da primavera, produz pequenas flores amarelas em forma de margarida sobre hastes finas e alongadas. Pertence à família Asteraceae e é muito usada em vasos suspensos, jardins de pedras e composições com outras suculentas.
Trevo-azedo
Oxalis
Oxalis é um grande gênero com cerca de 570 espécies de plantas herbáceas, conhecidas pelas folhas trifoliadas em formato de trevo e flores delicadas em tons de rosa, amarelo e branco. Muito popular como planta ornamental, especialmente O. triangularis (trevo-roxo) e O. articulata. Contém ácido oxálico, sendo levemente tóxica para humanos e animais de estimação.
Azedinha
Oxalis articulata
Oxalis articulata, comumente conhecida como Azedinha ou Trevo-rosa, é uma encantadora erva perene nativa da América do Sul. Apresenta folhas atraentes semelhantes a trevos, muitas vezes com um tom arroxeado, e produz abundantes cachos de pequenas e vibrantes flores cor-de-rosa. Estas flores florescem profusamente, criando uma exibição alegre. É uma escolha popular tanto para vasos internos quanto para canteiros de jardins externos, conhecida por seu cuidado relativamente fácil e crescimento vigoroso.
Azedinha-rasteira
Oxalis corniculata
A Oxalis corniculata, conhecida popularmente como azedinha-rasteira ou trevo-azedinho, é uma planta rasteira cosmopolita da família Oxalidaceae. Com flores amarelas delicadas e folhas trifoliadas em formato de coração, é amplamente encontrada em jardins, vasos e áreas urbanas. Embora considerada uma erva daninha em muitos contextos, possui usos culinários e ornamentais. Contém oxalato de cálcio solúvel, sendo levemente tóxica para gatos e cães em grandes quantidades.
Azedinha-de-jardim
Oxalis latifolia
A Oxalis latifolia, conhecida como azedinha-de-jardim, é uma planta perene bulbosa originária do México e América Central, naturalizada em diversas regiões do mundo. Produz folhas trifoliadas com folíolos em forma de cauda de peixe e flores rosa-lilás delicadas que desabrocham na primavera e no verão. É considerada uma erva daninha invasora em muitas regiões, mas também é cultivada como ornamental em vasos e jardins.
Azedinha-amarela
Oxalis pes-caprae
O Oxalis pes-caprae, conhecido popularmente como azedinha-amarela ou trevo-azedo, é uma planta bulbosa originária da África do Sul que produz flores amarelo-vivo do outono à primavera. Forma densas carpetes e é considerada invasora em Portugal, Austrália e Califórnia. As folhas trifoliadas têm sabor azedo devido ao ácido oxálico — tóxica para animais domésticos em grandes quantidades.
Falso-trevo
Oxalis regnellii
O Oxalis regnellii, popularmente conhecido como falso-trevo ou trevo-da-sorte, é uma planta perene originária da América do Sul — Brasil, Bolívia, Argentina e Paraguai. Pertencente à família Oxalidaceae, destaca-se pelas folhas trifoliadas em tons de verde ou roxo intenso e pelas delicadas flores brancas ou rosadas que surgem da primavera ao outono. Um fenômeno curioso é a sua nictinatia: as folhas se fecham à noite e se abrem ao amanhecer, respondendo à variação de luz por meio de pressão de turgor. A planta cresce a partir de córmos (bulbilhos), podendo entrar em dormência após floração intensa ou em altas temperaturas.
Azedinha-amarela
Oxalis stricta
A Azedinha-amarela (Oxalis stricta) é uma planta herbácea perene da família Oxalidaceae, nativa da América do Norte e Eurásia. Conhecida por suas flores amarelas delicadas e folhas trifoliadas em forma de coração, é uma planta extremamente adaptável que cresce em uma ampla variedade de habitats, desde jardins e gramados até bordas de florestas.
Trevo-da-sorte
Oxalis tetraphylla
O Trevo-da-sorte (Oxalis tetraphylla) é uma planta bulbosa perene nativa do México central, famosa pelas suas folhas quadrifoliadas com manchas vinho no centro que formam um padrão de cruz. Produz flores delicadas em tons de rosa e vermelho na primavera e verão, tornando-se dormente no inverno.
Trevo Roxo
Oxalis triangularis
O Trevo Roxo é uma planta ornamental encantadora, conhecida por suas folhas triangulares de cor púrpura intensa que se assemelham a asas de borboleta. Originária do Brasil e América do Sul, esta planta perene possui a fascinante capacidade de fechar suas folhas ao entardecer (nictinastia) e reabri-las pela manhã. Produz delicadas flores brancas a rosa pálido esporadicamente durante todo o ano.
Oxalis Bengala
Oxalis versicolor
Oxalis versicolor, conhecida popularmente como Oxalis Bengala, é uma encantadora perene bulbosa nativa da África do Sul. Famosa por suas flores brancas com bordas em vermelho carmesim que formam um padrão listrado quando fechadas, esta planta compacta cresce entre 10–15 cm de altura. Floresce no outono e inverno, entrando em dormência no verão, tornando-se uma joia sazonal perfeita para vasos e jardins de pedras.
Árvore do Dinheiro
Pachira aquatica
A Pachira aquatica é uma planta tropical nativa da América Central, conhecida por seu tronco trançado característico e folhas em forma de guarda-chuva. Popular no feng shui como símbolo de prosperidade e boa sorte.
Munguba-pequena
Pachira glabra
A Pachira glabra, conhecida como Munguba-pequena ou Castanha-do-Maranhão, é uma árvore tropical nativa do leste do Brasil, especialmente da Mata Atlântica. Distinta da Pachira aquatica, esta espécie é menor e de hastes mais flexíveis, tornando-se a preferida para o trançado decorativo vendido em jardins e lojas de plantas. Suas folhas digitadas verde-escuras e caule trançado característico tornaram-na um dos presentes mais populares do Feng Shui, simbolizando prosperidade e boa sorte.
Cacto-pente-indígena
Pachycereus pecten-aboriginum
O Pachycereus pecten-aboriginum é um cacto colunar gigante nativo do México, podendo atingir até 20 metros de altura. Com hastes robustas repletas de espinhos brancos a cinzentos e flores brancas noturnas, é uma das espécies mais imponentes da família Cactaceae. Seus frutos dourados espinhosos foram amplamente utilizados por povos indígenas como alimento e para fabricar escovas de cabelo.
Cardão gigante mexicano
Pachycereus pringlei
O Pachycereus pringlei, conhecido como cardão gigante mexicano ou cacto elefante, é o cactus mais alto do mundo e um símbolo icônico dos desertos de Baja California e Sonora, no noroeste do México. Pode atingir até 19,2 metros de altura, viver mais de 300 anos e pesar até 25 toneladas na maturidade. Seu imponente tronco columnar azul-esverdeado possui de 10 a 16 costelas repletas de espinhos castanhos, e os exemplares adultos produzem grandes flores brancas noturnas, seguidas de frutos espinhosos vermelhos que foram historicamente fonte de alimento fundamental para o povo indígena Seri.
Pedra-da-lua
Pachyphytum
Pachyphytum e um genero de suculentas da familia Crassulaceae, nativo do centro-leste do Mexico, com cerca de 25 a 27 especies. Popularmente chamadas de "pedra-da-lua", essas plantas formam rosetas compactas de folhas grossas, ovaladas e carnudas, cobertas por uma fina camada de farina (po ceroso) que confere tons azulados, esverdeados ou rosados. As informacoes de cultivo aqui apresentadas baseiam-se principalmente em Pachyphytum oviferum, a especie mais cultivada do genero.
Joia-pequena
Pachyphytum compactum
Suculenta originária do México (Hidalgo e Querétaro), com rosetas compactas de folhas carnudas, cilíndricas e cobertas por uma camada cerosa acinzentada. Forma touceiras ramificadas de até cerca de 15 cm e floresce no fim da primavera.
Pedra Lunar
Pachyphytum oviferum
O Pachyphytum oviferum, conhecido popularmente como Pedra Lunar, é uma suculenta originária das falésias rochosas de San Luis Potosí, no México. Suas folhas carnudas, arredondadas e cobertas por uma camada esbranquiçada (pruína) lembram pedras preciosas ou ovos delicados, tornando-a uma das suculentas mais encantadoras para colecionadores.
Palmeira de Madagascar
Pachypodium
O Pachypodium é um gênero de suculentas caudicifornes originárias principalmente de Madagascar, conhecidas pelo tronco espinhoso e carnudo que armazena água. As espécies mais populares, P. lamerei e P. geayi, são frequentemente chamadas de "palmeiras de Madagascar" devido ao seu visual exótico com um tufo de folhas no topo de um caule cilíndrico e espinhoso. Apesar do nome, não são palmeiras verdadeiras, mas sim pertencentes à família Apocynaceae.
Palmeira-de-madagascar-prateada
Pachypodium geayi
Pachypodium geayi, conhecida como palmeira-de-madagascar-prateada, é uma suculenta caudiciforme impressionante, nativa do sudoeste árido de Madagascar. Apesar da silhueta parecida com uma palmeira, pertence à família Apocynaceae e não tem parentesco com as palmeiras verdadeiras. Seu tronco espesso, espinhoso e cinza-prateado armazena água para longos períodos de seca, enquanto uma coroa de folhas estreitas, verde-acinzentadas, com uma nervura central rosada, completa a planta. Na natureza pode atingir de 5 a 8 m, mas em vaso permanece bem menor e cresce lentamente. Plantas maduras produzem flores brancas perfumadas com centro amarelo após uma década ou mais de crescimento.
Palmeira-de-madagascar
Pachypodium lamerei
O Pachypodium lamerei, popularmente conhecido como Palmeira-de-madagascar, é um suculento espinhoso originário de Madagascar. Apesar do nome, não é uma palmeira verdadeira — pertence à família Apocynaceae. Seu tronco (cáudice) espesso e repleto de espinhos suporta uma coroa de folhas longas e verdes no topo, lembrando uma palmeira em miniatura. Produz flores brancas perfumadas em espécimes maduros.
Lirio-kudu
Pachypodium saundersii
Pachypodium saundersii, conhecido como lirio-kudu, e um arbusto suculento caudiciforme nativo de habitats rochosos do lowveld na Africa do Sul, Essuatini, Mocambique e Zimbabue. Possui um caule espesso e intumescido, cinza-esverdeado, armado com espinhos pareados de ate 7 cm, folhas verde-escuras brilhantes e flores brancas com tons de rosa a roxo que florescem do final do verao ate o inverno. O caule suculento armazena agua, permitindo que a planta suporte longas estacoes secas em seu habitat nativo.
Paquisandra
Pachysandra terminalis
A Pachysandra terminalis (paquisandra) é uma planta perene de cobertura de solo, rasteira e perenifólia, pertencente à família Buxaceae e nativa das florestas do Japão. Forma densos tapetes de 15 a 30 cm de altura, com folhas coriáceas de cor verde-escura agrupadas nas extremidades dos caules — daí a origem do nome específico "terminalis". Espalha-se lentamente através de rizomas subterrâneos, formando um tapete contínuo em 2 a 3 anos. No início da primavera, produz pequenas e discretas flores brancas em inflorescências do tipo rácemo. É resistente ao frio (zonas USDA 4a a 9b) e destaca-se pela capacidade de crescer em sombra profunda, onde a maioria das outras plantas não prospera.
Camarão-amarelo
Pachystachys lutea
O Camarão-amarelo (Pachystachys lutea) é um arbusto tropical originário do Peru e da América do Sul, famoso pelas suas espigas eretas de brácteas douradas e flores brancas tubulares. Perene em climas tropicais e subtropicais, é muito cultivado como planta de interior ou jardim ornamental em todo o mundo.
Pachyvéria
Pachyveria
A Pachyvéria (× Pachyveria) é um gênero híbrido intergenérico resultante do cruzamento entre Pachyphytum e Echeveria, da família Crassulaceae. Forma rosetas compactas, em geral de 8 a 20 cm de diâmetro, com folhas grossas, carnudas e muitas vezes pontudas, em tons de azul empoado, verde-prateado, lilás ou rosa, cujas bordas ficam avermelhadas ou arroxeadas com sol forte e noites frescas. Na primavera e início do verão emite hastes arqueadas com pequenas flores em forma de sino, amarelas, laranja, rosa ou vermelhas. Entre as cultivares populares estão 'Glauca' (Diamante-pequeno), 'Blue Mist', 'Scheideckeri' e 'Powder Puff'.
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