Pragas da espirradeira: como identificar e tratar cada uma
Pulgão amarelo, cochonilha, ácaro e lagarta deixam sinais diferentes na espirradeira. Veja como reconhecer cada praga pelo que ela deixa na planta e como tratar sem se intoxicar com a seiva.
As pragas da espirradeira que mais aparecem são três: o pulgão-do-oleandro (amarelo-vivo, nas pontas dos ramos), a cochonilha e o ácaro. A camada preta que cobre as folhas, chamada fumagina, vem das pragas que soltam melada e não é um bicho a mais. Quase sempre dá para salvar a planta. Use luva desde o primeiro toque, porque a seiva da espirradeira é tóxica.
Resumo rápido:
Melada, o líquido grudento e açucarado que alguns insetos soltam, indica pulgão, cochonilha-farinhenta ou cochonilha-mole. Crosta branca seca e sem grude é a cochonilha-do-oleandro, que não solta melada.
O pulgão-do-oleandro mede de 1,5 a 2,6 mm, é amarelo com pernas pretas e sai com jato forte de água.
A lagarta-da-espirradeira (laranja com tufos pretos) e o cancro (verrugas pretas nos ramos) pedem corte do ramo. A sobra vai ensacada para o lixo comum e nunca é queimada.
Antes de mexer na espirradeira: luva, saco fechado e lixo comum
A espirradeira (Nerium oleander), também chamada de oleandro, é uma das plantas mais tóxicas do jardim. A NC State Extension classifica o veneno da planta como de alta gravidade e registra que a seiva causa dermatite de contato. Quase todo tratamento de praga envolve cortar ramo ou esfregar folha, e é nesse contato que a seiva chega à pele.
Luva e manga comprida para podar, raspar cochonilha ou arrancar folha.
Saco fechado no lixo comum para ramos, folhas e lagartas retiradas. Não deixe galho cortado ao alcance de cães, gatos ou cavalos.
Nunca queime a sobra da poda. A NC State avisa que a fumaça da queima faz mal.
Lave as mãos depois de descartar o material. A Universidade da Flórida (UF/IFAS) dá essa orientação na ficha da lagarta-da-espirradeira.
Para cães, gatos e cavalos, a ASPCA, a associação americana de proteção animal, lista a espirradeira como tóxica. Os sinais vão de salivação e diarreia a depressão e morte. Se o seu animal mastiga folhas, afaste-o da espirradeira e confira o que mais ele pode morder na lista de plantas tóxicas para pets.
Qual praga é: comece pelo sinal que você vê
Cada praga da espirradeira deixa uma marca própria. Olhe primeiro o verso das folhas e as pontas dos ramos novos, de preferência com uma lupa de 10 vezes de aumento. Depois procure o seu caso nesta lista:
Bichinhos amarelo-vivos amontoados nas pontas e nos botões, com grude embaixo: pulgão-do-oleandro.
Bolinhas brancas, redondas e chatas de 1 a 2 mm, presas à folha, sem grude: cochonilha-do-oleandro.
Bolinhas marrons e abauladas no ramo, com grude e formigas: cochonilha-mole.
Tufos de algodão branco no ponto onde a folha se prende ao ramo: cochonilha-farinhenta.
Folha com pontilhado claro na face de cima, aparência sem brilho e teia fina no verso: ácaro.
Ponta do ramo marrom-clara, com a folha raspada até as nervuras, ou folhas comidas inteiras: lagarta-da-espirradeira.
Pó preto e fosco por cima da folha: fumagina, que vem de uma das pragas que soltam melada.
Manchas pretas com borda amarela na folha e verrugas pretas que racham no ramo: cancro da espirradeira, uma doença causada por bactéria.
Folha amarela sem nenhum desses sinais costuma ter outra causa, como rega ou frio. Em clima com geada, pode ser falta de luz no cômodo onde a planta passa o inverno.
Pulgão-do-oleandro: os bichinhos amarelos nas pontas
O pulgão-do-oleandro (Aphis nerii) é a praga mais típica da espirradeira. A ficha EENY-247 da UF/IFAS o descreve como amarelo-vivo, com pernas, antenas e os dois tubinhos do fim do abdômen pretos. Ele mede de 1,5 a 2,6 mm e vive em colônias nas pontas novas e nos botões de flor.

A colônia cresce rápido porque, até onde se sabe, só existem fêmeas. Elas não precisam de macho e dão à luz filhotes, sem ovo, que logo também se reproduzem. O estrago, segundo a mesma ficha, é sobretudo visual. O pulgão deforma as pontas e solta melada, o líquido açucarado e grudento que depois fica preto de fumagina. Segundo a publicação EP574 da UF/IFAS, ele costuma ser mais numeroso na primavera, mas aparece em toda a época em que a planta cresce.
Pulgão de outra cor também aparece. A RHS, a sociedade de horticultura do Reino Unido, registra espécies verdes, pretas, rosadas e brancas. Bichinho preto andando na ponta do ramo é pulgão; pó preto parado na folha é fumagina.
A RHS sugere tolerar poucos pulgões, porque, se você esperar um pouco, os inimigos naturais costumam dar conta deles. Trate quando a colônia cobrir as pontas.
Como tratar o pulgão-do-oleandro, do mais leve ao mais forte:
Jato forte de água nas pontas, por cima e por baixo. Repita até as pontas ficarem limpas.
Corte a ponta muito coberta de pulgões, com luva, e descarte no saco fechado.
Sabão inseticida ou óleo só com infestação alta. A UF/IFAS diz que esses dois produtos costumam resolver e que, em jardim de casa, outros inseticidas não são necessários.
Pode só a ponta coberta e corte o excesso de adubo e de água. A EP574 diz que mexer menos no cultivo é o jeito mais eficaz de controlar o pulgão. Adubo, água e poda estimulam a brotação macia de que ele se alimenta.
Antes de aplicar qualquer produto, procure pulgões inchados, marrom-claros, secos como papel e parados. São múmias: pulgões com uma vespa parasita crescendo dentro, e a UF/IFAS os trata como sinal de controle natural em andamento. Se as múmias forem muitas, adie o sabão e confira as pontas de novo antes de decidir, porque ele mata também os inimigos naturais. Para mais detalhes sobre pulgões em geral, veja o guia de pulgão em plantas.
Cochonilha na espirradeira: com grude ou sem grude
Três tipos de cochonilha atacam a espirradeira, e o grude separa um do outro. A cochonilha-mole e a cochonilha-farinhenta soltam melada. A cochonilha-do-oleandro não solta.
Cochonilha-do-oleandro: a crosta branca que não gruda
A cochonilha-do-oleandro (Aspidiotus nerii) forma bolinhas brancas, redondas e chatas de 1 a 2 mm, coladas na face de cima ou de baixo da folha. A RHS registra que ela não produz melada e se reproduz o ano inteiro em planta abrigada. Por isso a folha fica com aspecto de crosta, mas não fica grudenta.

As fontes divergem sobre o estrago. O programa de manejo de pragas da Universidade da Califórnia (UC IPM) diz que essa cochonilha em geral não ameaça a saúde da planta. A EP574 da UF/IFAS descreve casos graves, com murcha, folhas deformadas e até morte da planta. As duas são extensões universitárias, e nenhuma mediu quantas cochonilhas separam um caso leve de um grave. A opção mais segura: com crosta em poucas folhas, observe; com o ramo coberto, raspe e pode.
Spray de neem ou de sabão sobre a cochonilha adulta não atravessa a capa. A UF/IFAS explica que a capa dura protege o inseto em todas as fases, menos na larva recém-nascida, que ainda anda pela planta. O que funciona:
Raspe e esfregue as cochonilhas com uma escova macia ou um pano úmido, de luva. A EP574 e a Câmara de Agricultura da Renânia do Norte-Vestfália (LWK NRW) recomendam tirar as cochonilhas raspando.
Pode os ramos mais cobertos, desde que isso não tire boa parte das folhas da planta. A UC IPM recomenda esse limite.
Use óleo de horticultura quando a lupa mostrar larvas minúsculas se mexendo, cobrindo bem as partes atacadas, como orienta a UC IPM. As larvas saem em levas. Por isso o Instituto Estadual de Viticultura e Horticultura da Baviera (LWG) manda repetir o tratamento várias vezes, a cada 3 a 5 dias.
Afaste o vaso atacado das outras plantas. Segundo a EP574, a cochonilha quase não se move sozinha. Ela se espalha pelo contato entre plantas e pelo transporte de mudas.
Cochonilha-mole: a que gruda e atrai formiga
A LWK NRW descreve na espirradeira cochonilhas de capa abaulada, marrom ou esbranquiçada, de dois tipos. Só um deles, a cochonilha-mole, solta melada, e sobre ela cresce a fumagina. Formiga subindo e descendo pelo ramo é outro sinal, porque ela coleta a melada, como observa a revista alemã Mein schöner Garten. O tratamento é o mesmo da cochonilha-do-oleandro: raspar e podar o ramo atacado.
Cochonilha-farinhenta: o algodão onde a folha encontra o ramo
A RHS inclui a espirradeira entre as plantas atacadas pela cochonilha-farinhenta. O primeiro sinal é uma cera branca e fofa no ponto onde a folha se prende ao ramo. Por baixo dela ficam o inseto ou os ovos rosa-alaranjados. Em infestação forte, a planta perde força e solta folhas antes da hora.
A Iowa State University Extension recomenda tirar cada inseto e cada bolsa de ovos da planta pouco atacada. Use a mão com luva ou um cotonete molhado em álcool. Um jato forte de água morna ajuda a derrubar o que sobra. A mesma extensão avisa que o controle exige persistência, por isso repita a vistoria e o tratamento até não achar mais insetos. Em planta de casa pouco valiosa, a Iowa State diz que às vezes é melhor jogar fora, e a RHS considera a troca raramente necessária. Numa espirradeira já crescida, siga a vistoria e a raspagem. O guia de cochonilha nas plantas mostra o mesmo método em outras espécies.
Ácaro na espirradeira: pontilhado claro e teia fina
O ácaro-rajado é parente da aranha, mede 0,5 mm e suga a folha pelo verso. A RHS descreve o sinal: um pontilhado claro e fino na face de cima da folha, com ácaros verde-amarelados de duas manchas escuras no verso. Com uma lupa de 10 vezes de aumento eles aparecem bem. Em ataque forte surge uma teia fina, e as folhas perdem a cor, secam e caem.
Ele aparece com calor e ar seco. Por isso o problema é mais comum no verão e no lugar de inverno aquecido e fechado.
Borrife as folhas por cima e por baixo sempre que o ar estiver quente e seco. A RHS diz que borrifar água e manter o ar úmido reduz o risco, mas não dá intervalo.
Corte os ramos mais danificados, como orienta a LWK NRW.
Use ácaros predadores se o ataque continuar. A LWK NRW indica o Amblyseius californicus, vendido em loja de insetos e ácaros benéficos. Ela avisa que é preciso soltar os predadores mais de uma vez. A RHS avisa que esse predador controla pouco um ataque forte. Para ataque forte, a RHS indica o Phytoseiulus persimilis.
Uma revista e uma loja alemãs de jardinagem sugerem cobrir a planta pequena com um saco plástico transparente para subir a umidade. A Mein schöner Garten fala em cerca de 2 semanas para os ácaros morrerem, e a Plantura em 3 a 4 dias. Nenhuma extensão mediu esse prazo, então confira as folhas com a lupa antes de tirar o saco. O guia de ácaro em plantas traz mais sobre esse parente da aranha.
Lagarta-da-espirradeira: ponta marrom e folha comida
A lagarta-da-espirradeira (Syntomeida epilais) é laranja-vivo, com tufos de pelos pretos, e chega a 40 mm. A ficha EENY-009 da UF/IFAS, revista em 2022, diz que ela é a única lagarta que causa problema sério nessa planta. Os pelos não queimam a pele, ao contrário de outras lagartas peludas.

O primeiro sinal aparece antes da lagarta grande. A mariposa põe de 12 a 75 ovos amarelados no verso das folhas novas. As lagartas pequenas comem em grupo e raspam a folha deixando só as nervuras, e a ponta do ramo fica marrom-clara. Vire as folhas marrons e as de logo abaixo: o grupo de lagartinhas está ali. Depois de crescer, cada lagarta come a folha inteira e sozinha.
Perder as folhas assusta, mas a UF/IFAS registra que isso não mata a espirradeira. O risco vem da repetição: desfolhada ano após ano, a planta fica mais sujeita a outras pragas, como a cochonilha. Para tratar:
Corte o ramo com o grupo de lagartas pequenas, de luva, e feche no saco plástico. A UF/IFAS manda congelar o saco por 24 horas antes do lixo e lavar as mãos logo depois.
Retire as lagartas grandes à mão, de luva, e congele do mesmo jeito, ou jogue num pote com água e sabão.
Use Bacillus thuringiensis (Bt) se a planta for alta demais para o corte, enquanto as lagartas ainda forem pequenas, como indica a EP574. Siga a dose do rótulo. É uma bactéria vendida como inseticida biológico que, segundo a UF/IFAS, mata só lagarta e não faz mal a insetos benéficos.
A UF/IFAS situa essa lagarta do Caribe ao sudeste dos Estados Unidos, à América Central, ao México e ao norte da América do Sul. Na base de dados de biodiversidade GBIF não há nenhum registro dela no Brasil (consulta de 12/10/2026). Os registros se concentram nos Estados Unidos (3.646) e no México (905). Também não há registro na Europa. Lagarta comendo espirradeira no Brasil ou na Europa provavelmente é de outra espécie. O corte do ramo e o Bt continuam valendo, porque o Bt age sobre lagartas em geral.
Fumagina: a camada preta que vem depois da praga
A fumagina é um fungo preto que cresce sobre a melada, o líquido açucarado que pulgão, cochonilha-mole e cochonilha-farinhenta soltam. A RHS descreve como um pó preto ou marrom na face de cima das folhas, que não ataca a planta e sai com pano úmido.
Limpar a folha sem tratar a praga não resolve, porque a melada volta e o fungo cresce de novo. Procure o inseto acima da mancha preta, já que a melada cai de cima para baixo. Se há formigas subindo, a RHS explica que elas protegem o pulgão para coletar a melada e afastam os predadores dele.
Cancro da espirradeira: verruga preta é doença, não praga
O cancro da espirradeira é causado pela bactéria Pseudomonas syringae pv. savastanoi, segundo a Câmara de Agricultura da Renânia do Norte-Vestfália (comunicado de 11/08/2022). Nas folhas aparecem manchas pretas, elevadas ou afundadas, com borda amarelada. Nos ramos surgem rachaduras e verrugas marrom-escuras, e as pontas podem ficar deformadas.
Não existe produto que cure o cancro. O Instituto Estadual de Viticultura e Horticultura da Baviera (LWG) diz que a planta se salva quando os ramos doentes saem a tempo. A planta muito atacada, segundo o mesmo instituto, deve ser descartada. Corte cada ramo até a parte sadia, de luva. Limpe e desinfete a tesoura entre um corte e outro, para não levar a bactéria aos ramos sadios. A Mein schöner Garten indica álcool 70% para isso. Os ramos vão para o saco fechado no lixo comum, como todo resto desta planta.
Como evitar as pragas da espirradeira
Quatro cuidados reduzem as pragas da espirradeira:
Adubo com moderação. Adubo em excesso gera brotação macia, e a EP574 da UF/IFAS liga esse tipo de brotação ao pulgão.
Lugar de inverno fresco. Em clima com geada, a espirradeira passa o inverno abrigada. A Mein schöner Garten observa que, acima de 15 °C de média nesse abrigo, ela pega cochonilha com facilidade. O LWG recomenda de 4 a 8 °C, com claridade e ventilação. Os detalhes estão em cuidados com a espirradeira no inverno.
Vistoria antes de abrigar. O LWG manda procurar pragas na planta antes de levá-la para o lugar de inverno.
Espaço entre os vasos. A EP574 recomenda distância entre plantas para a cochonilha não passar de uma para outra.
Se você não reconhece a mancha, o Bloom (disponível para iOS) faz o diagnóstico de doenças a partir da foto do sintoma, no plano Premium. Ele também identifica a planta pela foto.
Perguntas frequentes
Quais pragas atacam a espirradeira com mais frequência?
Segundo o serviço de proteção vegetal da LWK NRW, as mais frequentes são as cochonilhas, os pulgões e o ácaro. A NC State Extension cita ainda a lagarta como praga ocasional. A fumagina preta é consequência das pragas que soltam melada, e o cancro, com verrugas pretas nos ramos, é uma doença causada por bactéria.
Remédio caseiro funciona contra as pragas da espirradeira?
Funciona em parte. O jato forte de água derruba pulgão, segundo a UF/IFAS e a LWK NRW. Para a cochonilha-farinhenta, a Iowa State indica jato morno e cotonete com álcool. Nenhuma fonte mediu receita caseira contra a cochonilha-do-oleandro, e as extensões recomendam raspar e podar o ramo atacado.
A espirradeira cheia de cochonilha ainda tem salvação?
Na maioria dos casos, sim. A UC IPM diz que a cochonilha-do-oleandro em geral não ameaça a planta, mas a UF/IFAS registra casos graves. Raspe as cochonilhas, pode os ramos mais cobertos e afaste o vaso das outras plantas. A RHS considera a troca da planta muito atacada uma medida raramente necessária.
Posso tratar a espirradeira com um gato ou cachorro em casa?
Pode, mas o maior risco para o animal é a própria espirradeira, que a ASPCA lista como tóxica para cães e gatos. Afaste o animal durante o tratamento e recolha toda folha e ramo cortados no mesmo dia. Leia no rótulo de qualquer produto as instruções sobre animais domésticos antes de aplicar.
Conclusão
Para tratar as pragas da espirradeira, identifique primeiro o sinal: grude, crosta seca, pontilhado, folha raspada ou verruga. Para pulgão, cochonilha e lagarta, as extensões indicam primeiro o jato de água, a raspagem à mão e a poda do ramo coberto. O próximo passo é virar hoje as folhas das pontas com uma lupa e fazer tudo de luva, com a sobra ensacada no lixo comum.
Artigos relacionados
Como cuidar de hibisco: sol, rega, adubo e poda para ter flor
Como cuidar de hibisco: 6 horas de sol direto, terra sempre um pouco úmida sem encharcar, adubo com metade da dose do rótulo na primavera e no verão e poda no começo da primavera. Veja por que a flor dura um dia e o botão cai antes de abrir.
Samambaia gosta de sol ou sombra? Depende do tipo
A samambaia gosta de sombra clara: muita luz, sem sol direto na folha. A samambaia-de-metro é a exceção que aguenta sol. Veja a luz de cada tipo, onde pôr o vaso na varanda e como a fronde mostra sol demais ou luz de menos.
Violeta africana com folhas amarelas: causas e o que fazer
Folhas amarelas na violeta africana costumam vir de água demais, e a primeira coisa a conferir é o centro da planta. Uma folha de baixo por vez é normal. Veja pelo lugar do amarelo se é idade, rega, água fria, sol, frio ou adubo, e o que fazer hoje em cada caso.