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Pragas da suculenta: como tirar a cochonilha sem estragar a planta

A massinha branca de algodão nas frestas da suculenta é cochonilha-farinhenta. Veja como separar a praga do pó natural da echeveria, onde usar o álcool, por que sabão e óleo machucam jade e echeveria, como achar a cochonilha de raiz e quando a planta não tem mais salvação.

por Bloom 14 min de leitura
Pragas da suculenta: como tirar a cochonilha sem estragar a planta

A praga mais comum da suculenta é a cochonilha-farinhenta, uma massinha branca de algodão escondida nas frestas entre as folhas. Ela se mexe devagar quando você cutuca e deixa a folha grudenta. Na maioria dos casos dá para salvar a planta. Isole o vaso hoje, encoste um cotonete com álcool isopropílico a 70% em cada inseto e repita toda semana até duas inspeções seguidas não acharem nada.

Em echeveria e outras suculentas cobertas de pó branco-azulado, não borrife sabão, óleo nem álcool na planta inteira. Esse pó é uma cera natural, a pruína, e esses produtos podem tirar a pruína da folha.

Resumo rápido:

  • Cochonilha é tufo de algodão nas frestas e na base das folhas. Pruína é pó liso que cobre a folha inteira por igual.

  • Cotonete com álcool isopropílico a 70% ou menos, encostado só no inseto, é o tratamento que serve para quase toda suculenta.

  • Teste qualquer produto em uma folha e espere de 1 a 2 dias antes de tratar a planta toda.

  • Jade e algumas suculentas são sensíveis a sabão inseticida e a óleo.

  • Planta murcha com terra úmida e algodão branco saindo pelo furo do vaso pode ser cochonilha de raiz: tire a planta do vaso e olhe as raízes.

Cochonilha na suculenta: como reconhecer

A cochonilha-farinhenta é um inseto sugador de corpo mole e oval, de até 3 mm, segundo a NC State Extension. Uma cera branca, parecida com farinha ou algodão, cobre o corpo. Ela suga a seiva da planta e solta melada, um líquido açucarado que deixa a folha grudenta e brilhante. Sobre a melada cresce a fumagina, um fungo que forma manchas pretas.

Suculenta é um dos alvos preferidos dessa praga. A Royal Horticultural Society (RHS), sociedade de horticultura do Reino Unido, lista cactos e suculentas entre as plantas que a praga mais ataca. A extensão da Universidade de Wisconsin cita a jade e o cacto entre as plantas preferidas da cochonilha-dos-citros, uma espécie de cochonilha-farinhenta.

Procure nestes lugares, com uma lanterna de celular:

  • No fundo da roseta (o conjunto de folhas em forma de flor, como na echeveria), nas frestas onde uma folha se sobrepõe à outra, perto do caule.

  • Na axila da folha, o ponto onde a folha encontra o caule. É o esconderijo principal na planta-jade e nas outras suculentas de caule grosso do mesmo gênero, as crássulas.

  • Nas folhas secas de baixo, coladas na terra.

  • Na borda do vaso, no pratinho e no furo de drenagem.

Os sinais que confirmam a praga são três. O tufo branco tem um corpinho oval por baixo. Ele se move devagar quando você encosta um palito. E a folha abaixo dele fica grudenta, às vezes com pontos pretos de fumagina. Massa de algodão sem corpo nenhum costuma ser o saco de ovos. A Iowa State University o descreve como um tufo de cera com 300 ou mais ovos amarelados ou alaranjados.

Jade com tufos de algodão branco de cochonilha-farinhenta nas axilas das folhas e uma folha brilhante de melada com pontos pretos
Cochonilha-farinhenta numa planta-jade: os tufos brancos se juntam onde a folha encontra o caule, e a folha de baixo fica brilhante de melada, com pontinhos pretos de fumagina. Imagem ilustrativa gerada por IA.

Muita gente chama esse inseto de "pulgão branco", mas o pulgão é outro bicho, em forma de pera e sem a cera de algodão. Na echeveria, a cochonilha-farinhenta tem ficha própria, com sintomas e tratamento:

Pó branco da echeveria ou cochonilha?

O pó branco-azulado que cobre muitas echeverias é pruína, também chamada de farina: uma camada natural de cera que a própria planta produz sobre a folha. A NC State descreve a Echeveria elegans, por exemplo, como uma planta de folhas com cobertura branca de pó. A pruína não é doença e não se trata.

O jeito mais seguro de separar as duas é olhar a forma e o lugar do branco.

Sinal

Pruína (cera natural)

Cochonilha-farinhenta

Forma

Camada lisa, fina e contínua

Tufos soltos, fofos, com fios nas bordas

Onde fica

Na folha inteira, por igual, dos dois lados

Nas frestas, na axila e na base das folhas

Por baixo

A própria folha

Um corpinho oval de até 3 mm

Ao cutucar

Não se move

O corpinho anda devagar

Folha grudenta

Não

Sim, pela melada

Em folha nova

Já nasce coberta

Aparece de repente, e em pontos isolados

O tratamento da echeveria pede cuidado com o que encosta na folha. A UConn Extension, da Universidade de Connecticut, avisa que detergente de louça pode dissolver a camada de cera da folha. O mesmo boletim alerta que o sabão inseticida pode alterar coberturas de cera desse tipo em outras plantas. Por isso, numa suculenta com pruína, o álcool vai só no inseto, com cotonete, e nada se borrifa na planta inteira.

Detalhe de echeveria azulada coberta de pruína lisa, com massas irregulares de algodão branco de cochonilha nas frestas entre as folhas de baixo
A diferença na mesma planta: a pruína é o pó azulado liso que cobre todas as folhas por igual, e a cochonilha é o algodão branco, mais claro e embolado, enfiado nas frestas perto do caule. Imagem ilustrativa gerada por IA.

Nenhuma das fontes de extensão que consultamos mediu se a pruína volta na mesma folha depois de raspada. Por segurança, não esfregue a folha e conte que a pruína tirada não volta naquela folha. A folha nova que nasce do centro da roseta vem com a própria cobertura de cera.

Como tirar a cochonilha da suculenta, passo a passo

Você vai precisar de álcool isopropílico (vendido em farmácia e em loja de eletrônica), cotonetes, um palito de madeira, um pincel macio e um saco de lixo. A primeira sessão leva de 15 a 30 minutos. Depois, reserve 10 minutos por semana.

  1. Isole a planta hoje. A cochonilha anda de uma planta para a outra quando as folhas se encostam, segundo a Universidade de Wisconsin. Tire o vaso da prateleira, separe-o de qualquer pratinho que divida com outras plantas e leve para outro cômodo.

  2. Faça o teste numa folha. Encoste o álcool em uma folha só e espere de 1 a 2 dias. A extensão de Wisconsin recomenda esse teste porque o dano pode levar um ou dois dias para aparecer.

  3. Tire os insetos com cotonete. Molhe o cotonete em álcool isopropílico a 70% ou menos e encoste em cada inseto e em cada tufo de ovos. Nas frestas fundas da roseta, use o palito com a ponta enrolada em algodão. A NC State, a Iowa State e Wisconsin indicam o cotonete com álcool para infestação pequena.

  4. Corte o que está tomado. Folha seca ou ponta de caule coberta de tufos sai inteira. Jogue no lixo, em saco fechado: Wisconsin explica que a cochonilha sobrevive no pedaço cortado enquanto ele tiver umidade.

  5. Limpe o vaso por fora. Passe o cotonete na borda, no furo de drenagem e no pratinho, que também escondem ovos.

  6. Trate de manhã cedo ou no fim da tarde. Deixe a planta longe do sol direto até a folha secar. A UConn desaconselha aplicar sabão inseticida acima de 32 °C (90 °F) ou em tarde de sol forte, porque a planta queima mais fácil. Por precaução, siga o mesmo cuidado com o álcool. Depois que a folha secar, deixe a planta isolada, num lugar com a luz indicada no guia de luz ideal para suculenta.

  7. Repita toda semana. O cotonete não alcança os ovos protegidos pela cera, e a NC State conta de 6 a 10 semanas para uma geração nova virar adulta. Pare só depois de duas inspeções semanais seguidas sem encontrar nada.

O guia de cochonilha nas plantas de interior explica o ciclo de ovo a adulto e por que uma aplicação só nunca resolve.

Álcool, sabão ou óleo: o que cada suculenta aguenta

Infestação espalhada demais para o cotonete pede borrifador, e aqui as fontes divergem. Uma resposta da Ask Extension, rede de extensionistas dos Estados Unidos, mandou borrifar álcool a 70% numa jade inteira. A UC IPM, programa de pragas da Universidade da Califórnia, dilui o álcool para 10 a 25% em água quando é para borrifar. Este guia segue a diluição: ela mata a cochonilha no contato e arrisca menos a folha.

O borrifo vale só para suculenta de folha lisa e sem pruína, como a jade. Na echeveria azulada, continue no cotonete, mesmo que leve mais tempo.

Sabão inseticida e óleo pedem mais cuidado ainda. A UConn põe a jade e "algumas suculentas" na lista de plantas que podem se ferir com sabão inseticida. Na pergunta publicada na Ask Extension, uma pessoa contou que um borrifo de óleo de neem derrubou cerca de um terço das folhas da jade. A especialista respondeu que o neem pode ferir suculentas como a jade. A extensão da Mississippi State University confirma que algumas plantas se ferem com óleo.

Se você já borrifou óleo de neem e a cochonilha continuou, uma causa possível é o óleo não ter molhado os insetos escondidos nas frestas. Sabão e óleo só matam o inseto que molham, e Wisconsin avisa que eles exigem várias aplicações nos esconderijos. Pare o óleo, deixe a planta se recuperar por alguns dias e passe para o cotonete com álcool.

Detergente de louça não substitui sabão inseticida. A UConn explica que ele é feito para tirar gordura e pode dissolver a cera da folha, o que numa echeveria significa perder a pruína.

Cochonilha de raiz: quando a praga está dentro do vaso

A cochonilha de raiz vive na terra e se alimenta das raízes, por isso quase ninguém a vê a tempo. Segundo a NC State, ela mede de 1,5 a 3 mm, tem corpo branco-azulado coberto de um pó branco fofo e deixa a terra com um tom azulado. Quando você rega, ela pode sair pelo furo de drenagem e infestar o vaso vizinho.

Desconfie dela quando a suculenta murcha ou amarela sem motivo claro, mesmo com a rega certa. Os outros sinais são:

  • algodão branco em volta do furo de drenagem;

  • pontos de pó branco grudados nas raízes ou na parede de dentro do vaso;

  • planta que para de crescer na época em que deveria crescer.

A Universidade de Wisconsin diz que, em muitos casos, a única forma de confirmar é tirar o torrão do vaso e olhar as raízes. Na suculenta isso é simples. Espere a terra secar, vire o vaso de lado e puxe a planta pela base do caule.

Wisconsin também avisa que a infestação de raiz é particularmente difícil de controlar, e que descartar a planta costuma ser o caminho mais prático. Se você quiser tentar salvar, nenhuma extensão que consultamos dá um passo a passo para suculenta. A opção mais segura para a planta é esta:

  • tire toda a terra velha das raízes e jogue no lixo fechado, nunca em outro vaso;

  • corte as raízes cobertas de pó branco ou moles;

  • deixe a planta fora da terra, em lugar sombreado e ventilado, até os cortes secarem;

  • replante em vaso novo, ou no mesmo vaso lavado com água e sabão, com terra nova e seca;

  • mantenha a planta isolada e olhe o furo de drenagem toda semana.

Para escolher a terra e o momento de voltar a regar, siga o guia de como regar suculenta, que mostra como saber quando a terra secou.

Inseticida sistêmico: quando vale a pena

Inseticida sistêmico é o produto que a raiz absorve e leva para a seiva da planta inteira. A NC State considera esse tipo o controle mais confiável de cochonilha, porque ele alcança o inseto escondido onde o borrifo não chega. A Mississippi State diz que o tratamento no solo é lento, mas dura bastante.

A RHS classifica os sistêmicos entre os pesticidas mais danosos ao meio ambiente, porque eles ficam ativos por muito tempo e matam insetos úteis. Na resposta sobre a jade, a Ask Extension recomendou não usar sistêmico. Para uma suculenta dentro de casa, use sistêmico só depois de semanas de cotonete sem resultado, e só produto registrado para planta ornamental, seguindo o rótulo.

Quando a suculenta não tem mais salvação

Descarte a planta quando os tufos tomam a base do caule e quase todas as axilas, ou quando ela já perdeu a maior parte das folhas. A RHS, a Iowa State, Wisconsin e a Mississippi State dizem que, em infestação pesada, jogar a planta fora costuma ser mais simples do que tentar eliminar todas as cochonilhas. Esse descarte protege as outras plantas da casa.

Na suculenta, dá para salvar a planta fazendo muda de uma parte limpa. Corte um pedaço do topo ou uma folha sem nenhum tufo, examine de perto com lanterna e passe o cotonete com álcool nas frestas antes de plantar. Depois descarte a planta-mãe e a terra dela. O passo a passo para cada tipo de suculenta está no guia de como fazer muda de suculenta.

Mantenha a muda isolada e olhe de perto toda semana por pelo menos 4 semanas. Um ovo escondido numa fresta basta para a cochonilha voltar.

Outras pragas da suculenta

A cochonilha-farinhenta é a mais comum, mas não é a única. As pragas gerais de planta de casa estão no guia de pragas de plantas de interior; abaixo ficam as que as fontes apontam em suculenta. A NC State cita pulgão, cochonilha de carapaça, ácaro e cochonilha-farinhenta como problemas ocasionais da jade (Crassula ovata). Para a Echeveria elegans, ela manda vigiar cochonilha, pulgão e gorgulho.

Cochonilha de carapaça

A cochonilha de carapaça é uma casquinha dura, marrom ou bege, grudada no caule ou na folha, que não se move. A NC State cita a carapaça marrom na kalanchoe e na jade. A casquinha protege o inseto do borrifo, por isso ela sai melhor raspada com a unha ou com um palito. O guia de cochonilha mostra a diferença entre as duas cochonilhas lado a lado.

Pulgão

O pulgão é um inseto em forma de pera, verde, preto ou rosado, que se junta em grupos nas partes novas da planta. Na kalanchoe, a NC State aponta pulgão nas flores e nas folhas. Ele também solta melada. Veja como tratar no guia de pulgão nas plantas.

Ácaro

O ácaro-aranha, também chamado de ácaro-rajado, é quase invisível a olho nu. Segundo a RHS, a folha atacada fica com pontinhos claros finos na face de cima, e às vezes aparece uma teia fina. A RHS diz que ambiente quente, seco e com plantas amontoadas favorece a praga. O guia de ácaro-aranha traz o tratamento.

Mosquinha do fungo

A mosquinha do fungo é uma mosca escura de 3 a 4 mm que voa em volta do vaso. A RHS explica que ela se cria em terra úmida e que a larva come principalmente raiz morta e matéria em decomposição, sem atacar planta já estabelecida. Em suculenta, ela costuma ser sinal de rega demais: deixe a terra secar entre as regas. O guia de mosquitinho do fungo mostra como acabar com ela.

Gorgulho

O gorgulho é um besouro cuja larva, branca e em forma de C, come as raízes de plantas em vaso. A RHS cita o sedum entre as plantas atacadas, e a NC State inclui o gorgulho na lista da Echeveria elegans. Se a suculenta murcha e sai do vaso sem raízes quando você puxa, procure na terra larvas brancas em forma de C.

Como evitar que a cochonilha volte

  • Quarentena de planta nova por pelo menos 1 mês. A RHS recomenda esse prazo porque os ovos e as ninfas (os filhotes da cochonilha) levam semanas para aparecer. A Universidade de Wisconsin sugere cerca de 1 semana; este guia segue o prazo maior da RHS, que cobre o tempo de os ovos eclodirem. A cochonilha quase sempre entra em casa num vaso comprado.

  • Olhe a raiz antes de comprar ou de juntar a planta às outras. Tire o torrão do vaso e procure pó branco nas raízes e na parede do vaso.

  • Não exagere no adubo. Wisconsin explica que a cochonilha prefere folhagem viçosa e recomenda evitar excesso de nitrogênio. Veja quanto adubo a planta precisa no guia de como adubar suculenta.

  • Tire as folhas secas de baixo. Elas escondem cochonilha e ovos perto da terra.

  • Controle as formigas. Segundo a NC State, as formigas carregam cochonilhas de uma planta para outra.

  • Depois que a planta ficar limpa, inspecione as frestas a cada 2 semanas. Achada cedo, uma colônia pequena dá menos trabalho: o cotonete alcança todos os insetos antes de os ovos se espalharem.

Se você não sabe o nome da sua suculenta, fica difícil saber se ela tem pruína ou se é uma jade, sensível a sabão. Fotografe a planta no app Bloom, para iPhone: ele identifica a espécie pela foto e mostra os cuidados dela. Para saber o gênero pela flor, veja também como identificar suculenta pela flor. A rotina completa de luz, rega e terra está no guia de cuidados com suculentas.

Perguntas frequentes

Detergente de louça mata cochonilha na suculenta?

Detergente de louça não é sabão inseticida e não é o melhor caminho para suculenta. A UConn Extension explica que o detergente é feito para tirar gordura e pode dissolver a camada de cera da folha, o que tira a pruína da echeveria. Para a cochonilha, use cotonete com álcool isopropílico a 70% ou menos, encostado só no inseto.

O álcool mata a cochonilha?

O álcool isopropílico mata a cochonilha no contato, segundo a NC State, a Iowa State e a Universidade de Wisconsin. Ele precisa encostar no inseto e não atravessa a cera que protege os ovos. Por isso a aplicação se repete toda semana, até duas inspeções seguidas não acharem nenhum inseto. Teste antes numa folha e espere de 1 a 2 dias.

A cochonilha some sozinha?

Não. Dentro de casa, a cochonilha se reproduz o ano todo e passa de uma planta para outra quando as folhas se encostam. A RHS diz que a planta tolera um número pequeno, mas que a população cresce rápido se ninguém fizer nada. Tratada cedo, uma colônia pequena dá menos trabalho, mas o cotonete semanal continua até duas inspeções seguidas sem nenhum inseto.

Faz mal tocar na cochonilha?

As fontes de extensão consultadas não apontam risco para quem toca na cochonilha-farinhenta. O cuidado é com a planta: a mão leva ovos e ninfas de um vaso para outro. Lave as mãos depois de mexer na suculenta infestada e antes de tocar nas outras plantas.

"Pulgão branco" na suculenta é cochonilha?

Quase sempre. O nome "pulgão branco" costuma ser usado para a cochonilha-farinhenta, o inseto oval coberto de cera branca que se esconde nas frestas. O pulgão de verdade tem forma de pera, não tem a cera de algodão e vive em grupo nos brotos e nas flores. Cera branca de algodão e movimento lento indicam cochonilha. Bichos verdes, pretos ou rosados em grupo nos brotos indicam pulgão.

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