1249 Pet Friendly Fáceis | Guia 2026 - Página 28
Encontre 1249 pet friendly de cuidado fácil. Guia completo para seu jardim.
1249 Pet Friendly de nível fácil
Mostrando 973-1008 de 1249
Cacto-coroa-vermelha
Rebutia minuscula
A Rebutia minuscula, conhecida como cacto-coroa-vermelha, é um pequeno cacto globular originário das regiões montanhosas da Argentina. Com apenas 8 cm de altura, surpreende pela exuberância de suas flores vermelhas, rosas e laranjas que brotam da base da planta na primavera e verão. É uma das plantas mais recomendadas para iniciantes no cultivo de cactos.
Reseda-branca
Reseda alba
Reseda alba, comumente chamada de reseda-branca ou mignonette-branca, é uma erva anual ou perene de vida curta da família Resedaceae, nativa da região do Mediterrâneo, Ásia Ocidental e Norte da África. Ela cresce até um metro de altura, com folhas estreitas e profundamente lobadas e espigas densas e frisadas de pequenas flores brancas que florescem do verão ao outono. Embora seja menos perfumada que sua parente Reseda odorata, é valorizada por seu hábito ereto e arejado, longo período de floração e apelo para polinizadores em jardins de estilo campestre e de flores silvestres.
Erva-dos-nós
Reynoutria
Reynoutria é um género de plantas herbáceas perenes de grande porte, decíduas, pertencente à família Polygonaceae, nativo do Leste Asiático (Japão, China, Coreia, Taiwan). O género é mais conhecido pela espécie Reynoutria japonica (polígono do Japão ou falso bambu), considerada uma das plantas invasoras mais agressivas do mundo. As plantas produzem caules ocos e robustos semelhantes ao bambu, atingindo 2 a 4 metros de altura, folhas largas em forma de coração e densos cachos de pequenas flores branco-cremosas no verão tardio e outono. Os rizomas são extraordinariamente persistentes, sobrevivendo a temperaturas tão baixas quanto -35°C e capazes de penetrar fundações de concreto e sistemas de drenagem. No seu habitat nativo, o género é valorizado medicalmente — especialmente como Hu Zhang na Medicina Tradicional Chinesa — e os jovens rebentos são consumidos como vegetais.
Sanguinária-do-Japão
Reynoutria japonica
A Reynoutria japonica, conhecida como sanguinária-do-Japão, é uma planta herbácea perene originária do Leste Asiático. Considerada uma das espécies invasoras mais prejudiciais do mundo, forma densas colónias que podem atingir 3 metros de altura, sufocando a vegetação nativa e causando danos estruturais em infraestruturas. Os seus caules ocos com nós lembram bambu, e as flores brancas creme surgem no verão e outono.
Erva-do-Japão-Gigante
Reynoutria sachalinensis
A erva-do-japão-gigante (Reynoutria sachalinensis) é uma das plantas invasoras mais agressivas do mundo, nativa da ilha de Sakhalin, Japão e Ásia Oriental. Produz caules ocos e avermelhados que podem ultrapassar 4 metros de altura, com folhas gigantescas em forma de coração que chegam a 40 cm de largura. No final do verão, surgem densas panículas de pequenas flores branco-cremosas que atraem polinizadores. Introduzida na Europa e América do Norte no século XIX como planta ornamental e forrageira, escapou do cultivo e colonizou margens de rios, beiras de estrada, terrenos baldios e habitats perturbados em enorme escala. O seu sistema de rizomas penetra profundamente no solo e pode regenerar a partir de fragmentos com apenas 1 cm, tornando a erradicação extraordinariamente difícil. Supera a vegetação nativa ao sombrear o solo e liberar compostos alelopáticos que inibem o crescimento de outras plantas. Listada entre as 100 piores espécies invasoras do mundo, representa grave risco para a biodiversidade, infraestruturas e cursos de água.
Espinheiro-indiano
Rhaphiolepis
O Espinheiro-indiano (Rhaphiolepis) é um arbusto perene da família Rosaceae, nativo do sul da China e do sudeste asiático. Apesar do nome, não é originário da Índia. Produz flores perfumadas em tons de branco e rosa na primavera e é amplamente cultivado como planta ornamental em jardins e cercas-vivas.
Nêspera
Rhaphiolepis bibas
A nêspera (Rhaphiolepis bibas, anteriormente Eriobotrya japonica) é uma árvore frutífera perenifólia originária do sudeste da China, amplamente cultivada em regiões subtropicais e mediterrâneas de todo o mundo. Alcança entre 3 e 8 metros de altura e se distingue por suas grandes folhas coriáceas de cor verde-escura, suas flores brancas e perfumadas que aparecem no outono-inverno, e seus frutos alaranjados ou amarelos que amadurecem na primavera. É uma das poucas árvores frutíferas que floresce no inverno, oferecendo refúgio e alimento para polinizadores e aves durante os meses frios.
Rosinha-da-índia
Rhaphiolepis indica
A rosinha-da-índia (Rhaphiolepis indica) é um arbusto perene compacto, nativo do sul da China, Taiwan e Vietnã, muito apreciado em jardins ao redor do mundo por sua folhagem verde-escura brilhante e por seus cachos de flores perfumadas, brancas a rosadas, com cinco pétalas, que florescem na primavera e frequentemente voltam a florescer no outono. Alcançando cerca de 1,2 a 1,5 m de altura e largura, forma uma touceira densa e arredondada, ideal para cercas-vivas baixas, plantio de fundação ou como arbusto de destaque. Pequenos frutos tipo pomo, azulados a pretos, surgem após as flores e atraem pássaros. Pertencente à família das rosáceas (Rosaceae), a planta tolera calor, maresia costeira e seca moderada quando estabelecida, sendo uma escolha popular de baixa manutenção para paisagens subtropicais e de clima temperado quente.
Rafiolepis
Rhaphiolepis umbellata
A Rhaphiolepis umbellata, ou rafiolepis, é um arbusto perene originário do Japão e da Coreia, muito apreciado em jardins costeiros por sua notável tolerância à salinidade e ao vento. Apresenta folhas ovais, coriáceas e brilhantes, de cor verde-escura, que no inverno costumam adquirir tons purpúreos. Entre a primavera e o início do verão, produz densas inflorescências de flores perfumadas, brancas ou levemente rosadas, seguidas por bagas decorativas azul-arroxeadas. É uma planta rústica, de crescimento lento, que atinge tipicamente 1 a 2 metros de altura e largura.
Palmeira-ráfia
Rhapis excelsa
A Rhapis excelsa, conhecida como palmeira-ráfia ou palmeira-dama, é uma elegante palmeira de leque originária do sul da China. Com crescimento lento e folhagem exuberante em formato de leque, é uma das melhores plantas de interior para iniciantes. Seus múltiplos caules finos cobertos por fibras marrons lhe conferem uma aparência de bambu, tornando-a uma excelente escolha decorativa para ambientes internos.
Palmeira-ráfia-anã
Rhapis humilis
Rhapis humilis, conhecida popularmente como Palmeira-ráfia-anã ou Ráfia-esbelta, é uma palmeira de crescimento em touceiras nativa das florestas subtropicais do sul da China (Yunnan). Forma agrupamentos densos de caules esbeltos semelhantes a bambu, encimados por elegantes folhas em leque com segmentos finos e alongados. Mais lenta em crescimento do que a Rhapis excelsa, é amplamente cultivada como ornamental indoor e em jardins em climas quentes.
Cacto-macarrão / Rípsalis
Rhipsalis
O Rhipsalis é um gênero de cactos epífitos tropicais nativos das florestas úmidas da América Central e do Sul, com algumas espécies presentes na África e no Sri Lanka. Diferente dos cactos do deserto, o Rhipsalis cresce sobre árvores e rochas nas florestas tropicais, onde recebe luz filtrada, alta umidade e chuvas regulares. Seus caules pendentes, finos e articulados lembram macarrão ou fios de seda, daí o popular nome cacto-macarrão. Produz pequenas flores brancas ou creme no inverno e início da primavera, seguidas de frutinhos translúcidos parecidos com pérolas. É uma planta extraordinariamente longeva, podendo viver mais de 25 anos, e é considerada não tóxica para cães, gatos e humanos.
Cacto-macarrão
Rhipsalis baccifera
O Rhipsalis baccifera é um cacto epífito único originário da América Central e do Sul. Diferente dos cactos típicos do deserto, este cacto tropical cresce nas árvores das florestas úmidas, pendendo graciosamente com seus caules cilíndricos e ramificados que podem atingir até 4 metros de comprimento. É a única espécie de cacto encontrada naturalmente fora das Américas, estendendo-se até a África e Ásia.
Cacto-de-coral
Rhipsalis cereuscula
A Rhipsalis cereuscula, conhecida como cacto-de-coral ou cacto-de-arroz, e um cacto epifito nativo da Mata Atlantica brasileira. Possui caules finos e segmentados que se ramificam profusamente, formando pequenos segmentos cilindricos parecidos com graos de arroz ou coral, o que confere a planta um aspecto delicado e cascateante, ideal para vasos suspensos.
Cacto-da-Selva
Rhipsalis pachyptera
Rhipsalis pachyptera é um cacto epífito sem espinhos, nativo da Mata Atlântica do Sudeste e Sul do Brasil (Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Cresce naturalmente sobre troncos de árvores e rochas úmidas, com hastes achatadas, largas e onduladas que podem alcançar até 1,5 m de comprimento em cascata. Suas flores brancas a amarelo-cremosas surgem no inverno, seguidas por pequenos frutos translúcidos.
Cacto-macarrão-peludo
Rhipsalis pilocarpa
O Rhipsalis pilocarpa, conhecido popularmente como cacto-macarrão-peludo, é um cacto epífito endêmico da Mata Atlântica brasileira, encontrado nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Na natureza, cresce pendurado em troncos e galhos de árvores, sem parasitar o hospedeiro, absorvendo umidade e nutrientes do ar e da matéria orgânica acumulada na casca das árvores. Seus caules cilíndricos e finos, que podem atingir até 50 cm de comprimento, começam eretos e tornam-se pendentes com o crescimento, cobertos por pequenas cerdas brancas ou acinzentadas que dão à planta uma textura aveludada característica. Produz flores brancas perfumadas de 2,5 a 4 cm de diâmetro entre o outono e o início do inverno, seguidas por frutos esféricos vermelho-vinho cobertos de cerdas, com cerca de 1,2 cm de diâmetro. Diferente dos cactos de deserto, o Rhipsalis pilocarpa é uma espécie de mata úmida e sombreada, exigindo mais água e umidade do ar que seus parentes xerófitos.
Cacto Coral
Rhipsalis teres
O Rhipsalis teres, popularmente conhecido como Cacto Coral, é um cacto epifítico tropical nativo do Brasil. Suas hastes cilíndricas e pendentes de coloração verde-escura crescem em cascata, tornando-o ideal para vasos suspensos. Diferente dos cactos do deserto, ele prospera em ambientes úmidos e com luz indireta, imitando seu habitat natural nas florestas tropicais.
Ora-pro-nóbis
Rhodocactus grandifolius
O Rhodocactus grandifolius, anteriormente conhecido como Pereskia grandifolia, é um cacto primitivo fascinante que possui folhas verdadeiras e persistentes, ao contrário da maioria dos cactos. Nativo do Brasil, ele se desenvolve como um arbusto ou pequena árvore, apresentando espinhos longos em seus caules lenhosos e flores deslumbrantes que se assemelham a rosas, geralmente em tons de rosa intenso ou magenta.
Sumagre
Rhus
O Sumagre (Rhus) é um género de arbustos e pequenas árvores da família Anacardiaceae, com cerca de 35 espécies distribuídas pelo hemisfério norte. São conhecidos pela sua espetacular coloração outonal em tons de vermelho vivo, laranja e escarlate, tornando-os plantas ornamentais de grande valor paisagístico. Algumas espécies, como R. typhina (sumagre-de-veado), podem atingir alturas consideráveis, enquanto outras como R. aromatica são utilizadas como coberto do solo. Nota: R. radicans (hera-venenosa) foi reclassificada para o género Toxicodendron.
Sumagre-da-virgínia
Rhus typhina
O Sumagre-da-virgínia (Rhus typhina) é um arbusto grande ou pequena árvore de folha caduca e crescimento rápido, nativo do leste da América do Norte. Nomeado por seus ramos aveludados que lembram o veludo dos chifres de um veado, é celebrado por sua espetacular folhagem de outono em tons de escarlate, laranja e amarelo, e por seus impressionantes cachos verticais de bagas carmesim que persistem durante o inverno. Um campeão em condições difíceis, prospera em solos pobres e rochosos e é altamente tolerante à seca uma vez estabelecido.
Groselha Negra
Ribes nigrum
A Groselha Negra (Ribes nigrum) é um arbusto decíduo originário da Europa e da Ásia Central, cultivado mundialmente pelas suas bagas ricas em vitamina C e antioxidantes. Produz frutos pequenos, negros e brilhantes em cachos, com sabor intenso e ligeiramente ácido, muito apreciados na culinária e na medicina natural.
Groselheira-nórdica
Ribes spicatum
Ribes spicatum, conhecida como groselheira-nórdica, é um arbusto decíduo nativo das florestas boreais do norte da Europa e da Ásia, desde a Escandinávia até a Sibéria e a Mongólia. Atinge cerca de 2 m de altura, com folhas verde-escuras e foscas dispostas em ângulo reto com o caule, o que a diferencia da groselheira-vermelha comum (Ribes rubrum). Na primavera produz pequenas flores esverdeadas em forma de sino, reunidas em cachos pendentes, seguidas no verão por bagas vermelhas brilhantes, de sabor doce-azedo, muito apreciadas na culinária nórdica para geleias e conservas. Resistente a temperaturas de até -20°C (zonas USDA 3 a 7), prospera em solos frescos, úmidos e bem drenados, típicos das bordas de florestas do norte.
Groselha-espinhosa
Ribes uva-crispa
Ribes uva-crispa, comumente conhecida como groselha-espinhosa, é um arbusto frutífero perene da família Grossulariaceae, amplamente cultivado em jardins por toda a Europa e zonas temperadas. O arbusto atinge 1–1,5 m de altura e largura semelhante, formando caules densos e espinhosos cobertos por espinhos afiados. As folhas são lobadas, verde-escuras. Na primavera (abril–maio), surgem pequenas flores amarelo-esverdeadas ou rosadas, das quais se desenvolvem bagas ovais — verdes, amarelas, rosadas ou vermelhas, dependendo da variedade. Os frutos amadurecem em julho e são excepcionalmente ricos em vitamina C, B1 e pectinas. A groselha-espinhosa destaca-se pela sua notável resistência ao frio (até -20°C) e é um dos arbustos frutíferos mais populares em jardins de zonas temperadas.
Roseira-brava-de-folhas-pequenas
Rosa agrestis
Rosa agrestis, a roseira-brava-de-folhas-pequenas, e um arbusto selvagem deciduo nativo do sul e centro da Europa, ocorrendo esporadicamente ate o Caucaso. Forma uma moita ereta de ramos arqueados armados com aculeos curvos, atingindo 1,5 a 3 metros de altura. Suas folhas pinadas, com 5 a 7 foliolos pequenos e serrilhados, sao nitidamente menores que as da parente proxima Rosa rubiginosa e possuem pouquissimo do aroma adocicado tipico desta. No meio do verao produz flores simples branco-rosadas, discretamente perfumadas, com ate 4cm, seguidas no outono por pequenos frutos ovais e vermelhos que permanecem na planta, dando interesse ornamental ate o inverno.
Rosa-da-Califórnia
Rosa californica
A Rosa californica é uma roseira nativa do oeste dos Estados Unidos, encontrada naturalmente na Califórnia, Oregon e norte da Baixa Califórnia. Arbusto caducifólio espinhoso que pode atingir até 3 metros de altura, produz flores simples de cor rosa a magenta com estames amarelos centrais durante a primavera e o verão. Os seus frutos vermelhos (roseiras) persistem até ao inverno, sendo muito apreciados por pássaros e vida selvagem. Extremamente resistente e tolerante à seca uma vez estabelecida.
Rosa-canina
Rosa canina
A Rosa-canina (Rosa canina) é um arbusto caducifólio nativo da Europa, Noroeste de África e Ásia Ocidental. Conhecida pelos seus ramos arqueados cobertos de espinhos recurvados, flores delicadas em tons de rosa pálido e branco, e pelos frutos vermelhos brilhantes (quadris) ricos em vitamina C. É uma planta resiliente, amplamente utilizada em cercas vivas, jardins silvestres e medicina popular.
Rosa-de-sebe
Rosa corymbifera
A Rosa corymbifera, conhecida popularmente como rosa-de-sebe ou rosa-brava, é um arbusto caducifólio vigoroso da família Rosaceae, nativo da Europa, norte da África, Cáucaso, Médio Oriente e Ásia Central. Muito próxima da Rosa canina, distingue-se principalmente pela presença de pelos mais densos na face inferior das folhas. Os seus ramos longos e arqueados, cobertos de espinhos recurvados, podem atingir 3 metros de altura, formando cercas-vivas naturais impenetráveis. De maio a julho, produz inflorescências em corimbos planos com 3 a 15 flores de pétalas brancas a rosa-pálido e fragância suave. No outono, os cinórrodos ovais de cor vermelha intensa tornam-se um adorno valioso e uma fonte rica em vitamina C. O cultivar 'Laxa' é o porta-enxerto mais utilizado na Europa para rosas de jardim.
Roseira Kordesii
Rosa kordesii
Rosa kordesii e uma roseira trepadeira/arbustiva resistente, desenvolvida por Wilhelm Kordes na Alemanha durante os anos 1940, valorizada por sua excepcional resistencia ao frio (ate a zona USDA 3) e forte resistencia as doencas comuns das roseiras. Produz cachos de flores dobradas, rosa-escuras, de floracao repetida, em hastes longas que podem ser conduzidas como trepadeira ou deixadas como arbusto livre.
Rosa-alpina
Rosa pendulina
A Rosa-alpina (Rosa pendulina) é um arbusto selvagem europeu quase sem espinhos, nativo das montanhas da Europa Central e do Sul — Pirenéus, Alpes, Cárpatos e Apeninos. Produz flores de um rosa intenso a fúcsia com estames amarelos, seguidas de quadris alongados e pendulosos, muito decorativos. É uma planta extremamente resistente ao frio, tolerando até -30°C.
Rosa-mosqueta
Rosa rubiginosa
A Rosa-mosqueta (Rosa rubiginosa) é um arbusto decíduo nativo da Europa e do oeste da Ásia, pertencente à família Rosaceae. Conhecida pelas suas flores cor-de-rosa suaves com centros brancos e pela fragrância de maçã das suas folhas, esta rosa silvestre produz cadarços de frutos vermelhos brilhantes (quadris de rosa) no outono, valiosos tanto pela beleza ornamental como pelos benefícios nutricionais. É amplamente utilizada em cercas vivas, jardins silvestres e para controlo de erosão. O óleo extraído dos seus frutos é famoso na cosmética pelos efeitos regeneradores na pele.
Rosa-escocesa
Rosa spinosissima
A rosa-escocesa (Rosa spinosissima, sin. Rosa pimpinellifolia) é um arbusto baixo e densamente folheado da família das rosáceas (Rosaceae), conhecida por sua rusticidade. Nativa da Europa, sudoeste da Sibéria, noroeste do Irã e Argélia, ela cresce naturalmente em colinas secas e pedregosas e matagais quentes, preferindo solos calcários. Geralmente atinge de 50 a 100 cm de altura, formando touceiras compactas e fortemente espinhosas com caules marrom-escuros cobertos por espinhos retos e cerdas rígidas. As folhas são pinadas, compostas por 5 a 11 pequenos folíolos arredondados, muitas vezes com um tom avermelhado. De maio a junho, surgem flores solitárias, branco-creme (raramente rosadas), perfumadas e com cinco pétalas, seguidas no outono por frutos (cinórrodos) globulares que variam do marrom-escuro ao preto.
Roseira-da-Virgínia
Rosa virginiana
Rosa virginiana, conhecida como roseira-da-virgínia ou rosa-da-pradaria, é um arbusto decíduo rústico e estolonífero, nativo do leste dos Estados Unidos e do leste do Canadá, ocorrendo desde Newfoundland, ao norte, até a Virgínia, ao sul, e a oeste até a região dos Grandes Lagos. Com 1,2 a 1,8 m de altura (podendo chegar a 3 m em alguns casos), forma touceiras densas por meio de brotos subterrâneos, sendo muito usada em bordaduras naturalizadas, controle de erosão e jardins voltados à fauna silvestre. Suas folhas pinadas, verde-escuras e brilhantes, tornam-se púrpura, vermelho-alaranjado e amarelo no outono, enquanto os ramos avermelhados, armados com acúleos curvos, oferecem interesse visual e abrigo no inverno. De junho a agosto, o arbusto produz flores simples e perfumadas, rosa-claras, com cinco pétalas e estames amarelo-vivos, seguidas por frutos (rosa-mosqueta) vermelhos vistosos que permanecem na planta até o inverno, servindo de alimento para pássaros e pequenos mamíferos.
Alecrim
Rosmarinus officinalis
O alecrim (Rosmarinus officinalis) é um arbusto perene aromático nativo da região mediterrânea, famoso pelo seu aroma intenso e pelas suas folhas estreitas e perenes semelhantes a agulhas. É amplamente cultivado como erva culinária, planta medicinal e ornamental.
Clerodendro-azul
Rotheca myricoides
Rotheca myricoides, popularmente conhecida como clerodendro-azul ou arbusto-borboleta, é um arbusto perene nativo da África Oriental. Produz flores azuis violeta pálidas com formato de borboleta, com uma pétala inferior mais escura e longos estames curvados. Anteriormente classificada como Clerodendrum ugandense, pertence à família Lamiaceae.
Palmeira-imperial
Roystonea regia
A majestosa Palmeira-imperial, Roystonea regia, é uma palmeira de grande porte, nativa das regiões tropicais das Américas. Caracteriza-se por seu tronco único, liso e cinza-claro, que se alarga ligeiramente na base e é coroado por uma copa densa de folhas pinadas grandes e arqueadas. É amplamente utilizada em paisagismo para criar um impacto visual dramático em avenidas, parques e jardins.
Amora-do-Himalaia
Rubus armeniacus
Rubus armeniacus, popularmente conhecido como Amora-do-Himalaia, é um arbusto vigoroso e de crescimento rápido, semi-perene, nativo da Armênia e do norte do Irã. Seus canos arqueados bienais podem atingir de 3 a 10 metros de comprimento e são cobertos de espinhos resistentes. Apesar do nome popular, a planta não é originária do Himalaia; foi introduzida na América do Norte em 1885 e tornou-se uma das espécies invasoras mais disseminadas em regiões temperadas do mundo. Produz flores brancas a rosa-pálido no final da primavera e início do verão, seguidas de grandes e doces amoras-pretas muito apreciadas para consumo fresco, geleias, tortas e bebidas. A casca da raiz e as folhas possuem longa tradição medicinal como remédio adstringente.
Pet Friendly de Cuidado Fácil
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