Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3735 plantas encontradas
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Podofilo-do-Himalaia
Podophyllum hexandrum
O Podofilo-do-Himalaia (Podophyllum hexandrum, sinônimo Sinopodophyllum hexandrum) é uma planta herbácea perene pertencente à família Berberidaceae, nativa das montanhas do Himalaia em altitudes de 2400 a 4500 m na China, Afeganistão, Butão, Índia, Caxemira, Nepal e Paquistão. Na primavera, a planta produz duas folhas profundamente lobadas e uma única flor que varia do branco ao rosa, seguida por um fruto vermelho semelhante a uma baga. A planta é extremamente tóxica — as raízes e rizomas contêm podofilotoxina, usada na produção de medicamentos quimioterápicos (como o etoposídeo) —, por isso deve ser manuseada com cautela e mantida longe de crianças e animais de estimação.
Trepadeira-de-Port-St-Johns
Podranea ricasoliana
A Podranea ricasoliana, conhecida popularmente como trepadeira-de-Port-St-Johns ou vinha-trombeta-rosa, é uma vigorosa trepadeira lenhosa pertencente à família Bignoniaceae, originária da África do Sul. Produz exuberantes flores em forma de trombeta de coloração lilás-rosada com veias violeta, que florescem abundantemente durante o verão e o outono. Cresce rapidamente, podendo atingir 5 metros de altura, e é ideal para cobrir pérgolas, muros e cercas com uma cortina de flores tropicais.
Bambu Anão
Pogonatherum paniceum
Pogonatherum paniceum, conhecido popularmente como Bambu Anão, é uma grama ornamental compacta originária do Sudeste Asiático e da China. Apesar de não ser um bambu verdadeiro, seus colmos esguios e folhagem delicada criam uma aparência muito similar ao bambu real em miniatura. É uma planta de crescimento rápido, resistente e de fácil cultivo, ideal para ambientes internos com boa luminosidade e umidade elevada.
Poinsétia
Poinsettia pulcherrima
A Poinsétia (Euphorbia pulcherrima) é um arbusto perene originário do México e da América Central, pertencente à família das Euforbiáceas. É famosa por suas brácteas vistosas e coloridas - vermelhas, rosas, brancas ou creme - que cercam as pequenas flores verdadeiras, de cor amarela e reunidas em ciátios no centro da roseta. Na natureza, pode atingir vários metros de altura, mas cultivada em vasos permanece um arbusto compacto, tipicamente vendido durante as festas de fim de ano. Como todas as eufórbias, produz um látex branco levemente tóxico se ingerido ou em contato com a pele e os olhos.
Cacto Chichipe
Polaskia chichipe
Polaskia chichipe é um cacto colunar arborescente e ramificado, endêmico do Vale de Tehuacán-Cuicatlán, nos estados de Puebla e Oaxaca, México. Cresce entre 1.600 e 2.300 metros de altitude na vegetação espinhosa conhecida como "chichipera". Atinge 4 a 5 metros de altura com um tronco definido e numerosos ramos verde-glaucos com 9 a 12 costelas proeminentes, armados com espinhos curtos e acinzentados com pontas escuras. Suas flores são pequenas (2-3 cm), brancas ou verde-amareladas com uma faixa rosada central, com antese parcialmente noturna na primavera-verão. Os frutos, chamados chichitunas, são bagas globosas vermelhas e doces que amadurecem em meados do verão; são consumidos frescos e utilizados em geleias e sorvetes artesanais. A espécie possui uma longa história de domesticação e manejo humano nas comunidades indígenas do vale, sendo considerada um elemento cultural e alimentar fundamental.
Escada-de-jacó
Polemonium caeruleum
A Escada-de-jacó (Polemonium caeruleum) é uma planta perene elegante da família Polemoniaceae, que cresce espontaneamente em prados úmidos, matagais e bordas de florestas na Europa e Ásia temperadas. Forma touceiras densas com caules eretos que atingem 45–60 cm de altura. As folhas são pinadas, verde-claras, compostas por 7–27 folíolos dispostos como degraus — essa aparência deu à planta o nome popular de 'Escada-de-jacó'. Do final de abril ao início de junho, a planta se cobre de inflorescências racemosas compostas por flores em forma de taça de cor azul intensa, às vezes brancas, com estames amarelos proeminentes. É resistente à geada (zonas USDA 3–8) e é excelente para jardins de sombra, jardins rochosos e jardins de estilo campestre. A planta não é tóxica para humanos nem animais de estimação.
Tuberosa
Polianthes tuberosa
A tuberosa (Polianthes tuberosa) é uma planta bulbosa perene originária do México, mundialmente famosa pelo seu perfume intenso e inebriante. Suas hastes florais podem alcançar até 1 metro de altura, repletas de flores brancas e tubulares de aroma extraordinário, muito apreciadas em perfumaria, arranjos florais e jardins ornamentais. Floresce do verão ao outono e é considerada uma das plantas mais perfumadas do mundo.
Árvore-mastro
Polyalthia longifolia
A árvore-mastro é uma perene tropical de porte elegante e copa colunar, nativa do sul da Índia e do Sri Lanka. Suas folhas longas e estreitas, com margens onduladas, nascem em tom bronze-acobreado e amadurecem para um verde escuro brilhante, caindo em cascatas pendentes ao longo dos ramos — daí o visual de "chorão". Na primavera, produz pequenas flores estreladas verde-pálidas por poucas semanas, seguidas de frutos em cachos que amadurecem do verde ao roxo-escuro, apreciados por aves. É frequentemente confundida com a verdadeira árvore Ashoka (Saraca asoca), sendo por isso chamada de "falso ashoka".
Erva-de-quatro-folhas
Polycarpon tetraphyllum
A Polycarpon tetraphyllum é uma planta anual, herbácea e rasteira, com caules ramificados e prostrados, que geralmente atinge de 15 a 20 cm de altura. As folhas são obovadas, brilhantes e dispostas em pseudo-verticilos de quatro (daí o nome "tetraphyllum" - com quatro folhas). As flores, pequenas e brancas, por vezes com tons rosados, agrupam-se em inflorescências compactas nas pontas dos caules, e as sementes redondas são minúsculas (0,4-0,5 mm). Originária do sul da Europa, região mediterrânea, Grã-Bretanha, Oriente Médio e subcontinente indiano, a planta naturalizou-se em quase todos os continentes. Cresce habitualmente em solos arenosos de zonas costeiras, em locais perturbados, fendas de calçadas, jardins e terrenos baldios, comportando-se frequentemente como uma erva daninha.
Polígala
Polygala
Polygala é um extenso gênero de plantas com flor da família Polygalaceae, com centenas de espécies que vão desde ervas herbáceas baixas até arbustos subtropicais perenes. A espécie ornamental mais conhecida, a polígala-de-folhas-de-mirto (Polygala myrtifolia), é um arbusto de crescimento rápido apreciado por suas flores roxo-rosadas abundantes, enquanto outras espécies, como Polygala tenuifolia e Polygala senega, têm longo uso na medicina tradicional.
Polígala-de-folha-de-mirta
Polygala myrtifolia
A Polygala myrtifolia, conhecida popularmente como Polígala-de-folha-de-mirta ou Arbusto-ervilha-doce, é um arbusto perene originário da África do Sul. Produz flores em tons de roxo, lilás e rosa ao longo de quase todo o ano, tornando-se uma das plantas ornamentais mais decorativas para jardins e vasos. Pertencente à família Polygalaceae, é uma espécie de crescimento rápido e baixa manutenção.
Selo-de-Salomão
Polygonatum odoratum
Polygonatum odoratum, conhecido como selo-de-salomão ou selo-de-salomão-angular, é uma perene de floresta com rizoma, nativa das regiões temperadas da Europa e Ásia, do Reino Unido até a Rússia, China, Coreia e Japão. Deve seu nome às nervuras angulares ao longo dos caules arqueados, e é uma planta amante da sombra que produz, na primavera, fileiras elegantes de flores pendentes em forma de sino, brancas com pontas esverdeadas, sob folhas alternadas e elípticas. No outono, a folhagem fica dourada antes de morrer, deixando um rizoma nodoso marcado por cicatrizes redondas -- que lembram selos de cera -- que permanece sob a terra durante o inverno. O rizoma é um ingrediente conhecido da Medicina Tradicional Chinesa (chamado Yu Zhu), enquanto as bagas azul-escuras maduras são tóxicas e nunca devem ser consumidas.
Erva-das-juntas
Polygonum arenastrum
Polygonum arenastrum, conhecida popularmente como erva-das-juntas ou centinódea, é uma erva daninha anual rasteira da família Polygonaceae. Originária da Eurásia e naturalizada em todo o mundo, forma colônias densas em solos compactados, calçadas, bordas de caminhos e terrenos perturbados. As pequenas flores brancas ou rosadas surgem do verão ao outono, atraindo insetos benéficos.
Erva-de-bicho
Polygonum aviculare
A erva-de-bicho é uma planta anual rasteira, muito comum em caminhos, calçadas e terrenos compactados, formando tapetes de caules ramificados com pequenas folhas lanceoladas. Produz flores minúsculas esverdeadas com bordas brancas ou rosadas entre o verão e o outono, seguidas de pequenas sementes escuras. É extremamente resistente e tolera solos pobres, compactados e pisoteio constante, sendo considerada uma das plantas invasoras mais cosmopolitas do mundo.
Polígono-rosa
Polygonum capitatum
Polygonum capitatum, popularmente conhecida como Polígono-rosa, é uma planta rasteira semi-perene originária das montanhas do Himalaia, no Nepal e na China. Produz flores em forma de pompom rosado da primavera até a primeira geada, com folhas lanceoladas verde-escuras ornadas por chevrons bordô. É uma planta vigorosa, de crescimento rápido, amplamente utilizada como cobertura de solo, em vasos suspensos e bordaduras de jardim.
Polipódio
Polypodium
Polypodium é um gênero com cerca de 100 espécies de samambaias perenes nativas de regiões temperadas do Hemisfério Norte, frequentemente crescendo como epífitas sobre troncos de árvores ou como litófitas sobre rochas e muros. Seus rizomas rastejantes e escamosos produzem frondes coriáceas pinadas simples e dão ao gênero o nome popular polipódio ('muitos pés').
Polipódio
Polypodium vulgare
O Polypodium vulgare, ou polipódio, é uma pequena samambaia (feto) perene nativa das florestas, afloramentos rochosos e muros de pedra da Europa e do norte da África. Seu rizoma horizontal e rastejante sustenta frondes coriáceas e profundamente lobadas que permanecem verdes durante todo o inverno, enquanto grupos de esporos dourado-alaranjados (soros) surgem na face inferior das folhas maduras do meio do verão ao outono. Notavelmente tolerante à sombra e a períodos secos, cresce tanto sobre rochas e muros quanto de forma epífita em troncos cobertos de musgo, sendo uma das samambaias mais fáceis de naturalizar em jardins de clima temperado.
Aralia (gênero)
Polyscias
Polyscias é um gênero de arbustos e pequenas árvores tropicais da família Araliaceae, nativas principalmente de regiões tropicais da Ásia, Pacífico e Madagáscar. Muito cultivadas como plantas de interior pelo seu elegante follhagem ornamental, são conhecidas como aralias ou aralias-ming.
Aralia-de-balfour
Polyscias balfouriana
Polyscias balfouriana e um elegante arbusto tropical perene da familia Araliaceae, nativo da Nova Caledonia e das ilhas do Pacifico. Conhecida por suas folhas brilhantes e arredondadas com bordas recortadas que lembram pratos de jantar, e uma planta de interior deslumbrante. Com seu crescimento lento e vertical e caules retorcidos salpicados de cinza, a Aralia-de-balfour traz uma estetica tropical refinada a qualquer espaco interior.
Arália-samambaia
Polyscias filicifolia
A Polyscias filicifolia, conhecida como arália-samambaia, é uma planta tropical de interior originária das Ilhas do Pacífico e do Sudeste Asiático. Suas folhas delicadas e recortadas, semelhantes às de uma samambaia, conferem elegância e leveza ao ambiente. É uma planta perene de crescimento lento, muito apreciada como planta ornamental em interiores tropicais e subtropicais.
Aralia-ming
Polyscias fruticosa
A Aralia-ming (Polyscias fruticosa) é um elegante arbusto tropical perene da família Araliaceae, valorizado por sua folhagem finamente dividida e rendada que lhe confere uma aparência quase de bonsai. Nativa da Índia e do Sudeste Asiático, pode crescer até 2,4 metros em ambientes internos e até 7,5 metros em seu habitat natural. Seu crescimento lento e forma vertical graciosa a tornam uma planta de destaque para interiores.
Aralia-gerânio
Polyscias guilfoylei
Polyscias guilfoylei, popularmente conhecida como Arália-gerânio ou Café-selvagem, é um elegante arbusto tropical perene nativo das Ilhas do Pacífico. Suas folhas compostas com 7 a 9 folíolos apresentam tons verdes exuberantes ou margens variegadas em branco e amarelo, conferindo uma aparência rendada e decorativa. Uma escolha clássica para interiores e jardins tropicais, esta planta de crescimento lento encanta com sua folhagem exuberante o ano todo.
Arália-escudo
Polyscias scutellaria
A arália-escudo é um arbusto tropical compacto originário das ilhas do sudoeste do Pacífico, apreciado por suas folhas brilhantes, arredondadas e em formato de tigela, que crescem agrupadas nas pontas dos ramos. Em ambientes internos permanece relativamente compacta e de crescimento lento, sendo uma ótima opção como planta de destaque ou no estilo bonsai. Em seu habitat natural pode atingir vários metros como arbusto de sub-bosque, mas exemplares em vaso são facilmente mantidos pequenos com podas leves.
Samambaia-azevinho
Polystichum
Polystichum é um gênero cosmopolita e numeroso de samambaias perenes da família Dryopteridaceae, conhecidas popularmente como samambaias-azevinho, por causa das frondes brilhantes e com bordas espinhosas semelhantes às folhas de azevinho. Com cerca de 500 espécies distribuídas pelo mundo, o gênero se adapta bem a ambientes sombreados e é valorizado como planta de folhagem resistente e de baixa manutenção, tanto em jardins quanto em vasos.
Samambaia-de-natal
Polystichum acrostichoides
Polystichum acrostichoides, conhecida como Samambaia-de-natal, é uma samambaia perene robusta nativa do leste da América do Norte. Suas frondes coriáceas e lanceoladas permanecem verdes durante o inverno, tornando-a uma planta marcante na época natalina. Ela prospera em ambientes sombreados e é apreciada pela sua baixa manutenção e interesse visual durante todo o ano.
Samambaia-espada-ocidental
Polystichum munitum
A Polystichum munitum, conhecida como samambaia-espada-ocidental, é uma samambaia perene de grande porte nativa das florestas temperadas do Pacífico Norte-americano. Suas frondes verde-escuras e brilhantes crescem em arco a partir de uma coroa central densa, podendo atingir até 180 cm de comprimento. É uma das samambaias mais abundantes e resistentes das florestas do noroeste do Pacífico, sendo muito valorizada em jardins sombreados e paisagismo naturalístico.
Aguapé
Pontederia azurea
O aguapé (Pontederia azurea, sin. Eichhornia azurea) é uma planta aquática perene da família Pontederiaceae, nativa das Américas Central e do Sul, incluindo o Brasil. Diferente do aguapé flutuante, esta espécie enraíza no lodo do fundo e emite caules que se alongam até a superfície. Possui folhas redondas, brilhantes e verdes de cerca de 10 cm e vistosas flores azul-arroxeadas com marcas amarelas. Cresce vigorosamente em águas paradas ou de fluxo lento.
Choupo
Populus
Populus é um grande género com 25 a 57 espécies de árvores caducifólias da família Salicaceae, conhecidas como choupos, álamos e cottonwoods. Nativas do hemisfério norte, na América do Norte, Europa e Ásia, estas árvores de crescimento rápido podem atingir entre 15 e 50 m de altura, sendo reconhecidas pelas suas folhas trêmulas, amentos polinizados pelo vento no início da primavera e dispersão algodonosa das sementes. Prosperam a pleno sol, em solos húmidos e bem drenados, sendo valorizadas pela madeira, fitorremediação, quebra-ventos e plantação ornamental.
Choupo-bálsamo
Populus balsamifera
O Choupo-bálsamo (Populus balsamifera) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido nativa do norte da América do Norte. Destaca-se pelos seus botões resinosos aromáticos no início da primavera, que exalam um perfume balsâmico característico. Pode atingir até 30 metros de altura e é muito valorizada em projetos de restauração ripária e como planta de sombra.
Choupo-negro
Populus nigra
Populus nigra, conhecido como Choupo-negro ou Álamo-negro, é uma grande árvore caducifólia nativa da Europa e da Ásia Ocidental. Reconhecida pelo seu crescimento rápido, casca escura e profundamente sulcada, e pelas folhas triangulares que tremulam ao vento, esta árvore é uma das mais icónicas da paisagem europeia. O Choupo-lombardo (P. nigra 'Italica') é um cultivar colunar muito utilizado como cortina de abrigo e elemento de paisagismo.
Choupo-tremedor
Populus tremula
O choupo-tremedor (Populus tremula) é uma árvore decídua de crescimento rápido, nativa da Europa e de partes da Ásia, conhecida pelas folhas arredondadas e verde-prateadas que tremem e sussurram com a mais leve brisa, graças aos pecíolos achatados. Pode atingir até 25 metros de altura, com casca lisa cinza-esverdeada que escurece e racha com a idade. Na primavera, antes de as folhas brotarem, surgem longos amentilhos acinzentados, e no outono a folhagem torna-se dourada. Espalha-se facilmente por rebentos de raiz, formando muitas vezes bosques clonais densos, e é um habitat importante para insetos, aves e líquenes.
Álamo-tremedor
Populus tremuloides
Populus tremuloides, conhecido como álamo-tremedor, é uma árvore decídua de crescimento rápido nativa da América do Norte, famosa por sua casca lisa branco-acinzentada e folhas em forma de coração que tremulam à menor brisa devido aos pecíolos achatados. Forma colônias clonais extensas ligadas por um único sistema de raízes, sendo algumas dessas colônias consideradas entre os organismos vivos mais antigos e maiores do planeta. No outono, sua folhagem se torna amarelo-dourada intensa.
Coentrão boliviano
Porophyllum ruderale
O papaloquelite (Porophyllum ruderale) é uma erva anual de crescimento rápido da família das margaridas, nativa do México e da América do Sul, valorizada por suas folhas de sabor marcante que lembram uma mistura de rúcula, coentro e arruda. Forma touceiras esguias de até 1,5 m de altura, com folhas arredondadas verde-azuladas e pequenas flores tubulares arroxeadas no verão e outono.
Onze-horas
Portulaca
As onze-horas (gênero Portulaca) são plantas suculentas de grande resistência, originárias da América do Sul. Seu nome popular deriva do hábito de abrir as flores por volta das onze horas da manhã, em resposta à luz solar intensa. O gênero inclui espécies ornamentais como a P. grandiflora e espécies comestíveis como a P. oleracea, amplamente cultivadas em jardins tropicais e subtropicais.
Flor-de-seda
Portulaca gilliesii
A Flor-de-seda (Portulaca gilliesii) é uma suculenta nativa da América do Sul, com caules carnudos e prostrados, muitas vezes avermelhados, atingindo cerca de 30 cm. No verão produz pequenas flores roxo-avermelhadas. É extremamente tolerante à seca e ideal para jardins de baixa manutenção. Contém oxalato de cálcio, levemente tóxico se ingerido.
Onze-horas
Portulaca grandiflora
A Portulaca grandiflora, popularmente conhecida como onze-horas, é uma suculenta anual originária da América do Sul (Argentina, Brasil e Uruguai). Produz flores vibrantes em tons de vermelho, rosa, laranja, amarelo, branco e roxo, que se abrem apenas sob a luz solar direta — geralmente por volta das onze horas da manhã, daí o seu nome popular. É uma planta rústica, ideal para jardins de baixa manutenção.
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