Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3716 plantas encontradas
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Prímula
Primula vulgaris
A prímula (Primula vulgaris) é uma planta herbácea perene nativa da Europa ocidental e meridional, formando roseta baixa de folhas rugosas verde-escuras e flores solitárias amarelo-pálidas com centro amarelo mais intenso, uma das primeiras a florescer no fim do inverno e início da primavera.
Prímula
Primula x polyantha
Primula x polyantha, popularmente conhecida como Prímula ou Polianta, é um híbrido europeu encantador originado do cruzamento natural entre Primula veris (chave-de-ouro) e Primula vulgaris (primavera-comum). Produz cachos de flores vibrantes na primavera, tornando-a uma das favoritas em canteiros, vasos e ambientes internos frescos. Cultivada há séculos, foi desenvolvida em uma extraordinária variedade de cores: vermelho, laranja, rosa, branco, creme, amarelo e roxo.
Primulina-dryas
Primulina dryas
Primulina dryas, também conhecida como Chirita sinensis, é uma planta herbácea perene da família Gesneriaceae, originária de Hong Kong e sul da China. Cresce em rochas calcárias sombreadas, formando rosetas compactas de folhas aveludadas e perenes, por vezes com veias prateadas. Produz flores tubulares brancas com lóbulos roxos e marcações amarelas no verão e outono.
Palmeira-leque-de-fiji
Pritchardia pacifica
A Pritchardia pacifica, conhecida como Palmeira-leque-de-fiji, é uma palmeira tropical majestosa nativa das ilhas do Pacífico, especialmente Fiji e Tonga. Suas folhas em forma de leque, que podem atingir 1,8 m de diâmetro, são uma das mais impressionantes do mundo das palmeiras. Historicamente, era usada pelos chefes das ilhas como leque cerimonial, sendo símbolo de realeza e status.
Maria-fumaça
Procris repens
A Maria-fumaça (Procris repens, antes classificada como Pellionia repens ou Elatostema repens) é uma pequena trepadeira herbácea da família Urticaceae, nativa das florestas tropicais do sul da China ao Sudeste Asiático. Cresce rente ao solo, alcançando cerca de 15 cm de altura e espalhando-se por até 60 cm, com caules ziguezagueantes avermelhados. Suas folhas assimétricas e onduladas lembram a casca da melancia, com tons de verde-acinzentado, prata e bordas que variam do bronze ao roxo-acastanhado, escurecendo ainda mais com a idade da planta. É muito usada como planta de interior, em terrários, vasos suspensos e jardins verticais.
Mesquite-doce
Prosopis glandulosa
O mesquite-doce (Prosopis glandulosa) é uma árvore ou arbusto caducifólio da família das leguminosas (Fabaceae), nativo das zonas áridas e semiáridas do sudoeste dos Estados Unidos e do norte do México. Atinge entre 4 e 9 metros de altura, com uma copa ampla e estendida, tronco curto e ramos armados com espinhos. Na primavera e no verão, produz cachos densos de flores amarelo-esverdeadas muito perfumadas, seguidas por vagens alongadas e planas que amadurecem no final do verão. Graças à sua raiz pivotante, capaz de aprofundar dezenas de metros em busca de água, e à sua capacidade de fixar nitrogênio atmosférico, é uma espécie extremamente resistente à seca e fundamental para os ecossistemas desérticos.
Retortunho
Prosopis strombulifera
Arbusto espinhoso da família Fabaceae, nativo de zonas áridas e semiáridas da América, desde o sudoeste dos Estados Unidos até a Patagônia argentina. Costuma medir entre 15 e 150 cm, ocasionalmente atingindo os 3 m. Estende-se por raízes laterais que emitem novos brotos, formando matagais densos. Possui folhas bipinadas, espinhos brancos e frutos amarelos em espiral. É uma halófita capaz de crescer em solos muito salinos e de fixar nitrogênio.
Proteia-rei
Protea cynaroides
A Protea cynaroides, conhecida como Proteia-rei, é um arbusto perene nativo do fynbos do Cabo Ocidental e Meridional da África do Sul, onde prospera em solos arenosos bem drenados e pobres em nutrientes, sob um clima mediterrâneo de verões quentes e secos e invernos frios e úmidos. Produz a maior inflorescência do gênero — uma estrutura em forma de taça composta por flores sedosas densamente agrupadas, cercadas por brácteas grandes e rígidas que variam do branco-creme ao carmesim profundo, sendo a forma rosa-prateada a mais valorizada. Abaixo das flores, a planta apresenta folhas coriáceas, resistentes e verde-escuras, adaptadas para suportar a seca e o vento. De crescimento lento e vida longa, ela brota vigorosamente de um rizoma lenhoso subterrâneo após incêndios florestais, uma característica central para o seu status de flor nacional da África do Sul.
Protea neriifolia
Protea neriifolia
A Protea neriifolia, comumente conhecida como Protea-folha-de-oleandro, é um arbusto perene majestoso nativo da África do Sul. É famosa por suas inflorescências em forma de taça, compostas por brácteas coloridas que variam do rosa suave ao creme, terminando em pontas pretas aveludadas distintas. Suas folhas são estreitas e coriáceas, assemelhando-se às do oleandro, o que lhe confere o nome específico.
Erva-formigueira
Prunella vulgaris
A Prunella vulgaris, conhecida popularmente como erva-formigueira ou brunela-comum, é uma erva perene rasteira da família Lamiaceae, nativa da Europa, Ásia e América do Norte. Suas flores tubulares em tons de roxo, lilás, rosa e branco florescem do final da primavera até o outono, atraindo abelhas e borboletas. A planta forma tapetes densos de follhagem semipersistente e é amplamente reconhecida por suas propriedades medicinais e culinárias.
Pruno / Ameixa (gênero)
Prunus
Prunus é um dos maiores gêneros frutíferos do mundo, englobando cerejeiras, ameixeiras, pessegueiros, amendoeiras e damasqueiros. São árvores e arbustos de grande valor ornamental e alimentar, conhecidos principalmente pela sua floração primaveril espetacular e por produzirem frutos saborosos. Amplamente cultivados em regiões temperadas, toleram invernos rigorosos e prosperam em pleno sol.
Damasco
Prunus armeniaca
O damasco (Prunus armeniaca) é uma árvore frutífera caduca da família Rosaceae, originária da Ásia Central e do Leste Europeu. Produz frutos laranja-dourados suculentos, apreciados frescos, secos ou em conserva. Na primavera, antes das folhas brotarem, cobre-se de flores brancas e cor-de-rosa que anunciam o renascimento da estação. Os caroços contêm amigdalina, um glicosídeo cianogénico que pode ser tóxico em grandes quantidades — o fruto em si é completamente seguro para consumo.
Cerejeira
Prunus avium
A Prunus avium, conhecida popularmente como cerejeira, é uma árvore de grande porte da família Rosaceae, nativa da Europa e da Ásia Ocidental. Produz flores brancas exuberantes na primavera e frutos vermelhos adocicados no verão, sendo cultivada tanto pela beleza ornamental quanto pela produção de cerejas comestíveis.
Ameixeira-de-jardim
Prunus cerasifera
A ameixeira-de-jardim (Prunus cerasifera) é uma árvore caduca ornamental da família Roseaceae, originária do Sudoeste Asiático e dos Bálcãs. Famosa pela sua floração espetacular no início da primavera, antes do aparecimento das folhas, produz uma profusão de pequenas flores brancas a rosa-pálido e perfumadas. Muitos cultivares populares apresentam uma folhagem roxa ou bronze marcante, tornando-a uma das árvores ornamentais mais apreciadas em jardins de clima temperado.
Cerejeira Ácida
Prunus cerasus
A cerejeira ácida (Prunus cerasus) é uma árvore frutífera decídua da família Rosaceae, nativa da Europa do Leste e do Sudoeste Asiático. Produz frutos vermelhos e ácidos muito apreciados na culinária, especialmente para doces, licores como a ginjinha e tortas. Na primavera, enche-se de flores brancas perfumadas que tornam o jardim num espetáculo único.
Ameixeira
Prunus domestica
A ameixeira (Prunus domestica) é uma árvore frutífera caducifólia originária da Ásia Ocidental e cultivada há milénios na Europa. Produz frutos suculentos — as ameixas — amplamente apreciados frescos, em compotas, licores e como ameixas secas (ameixas d'Agen). A árvore floresce na primavera com flores brancas delicadas antes do aparecimento das folhas, tornando-se também ornamental no jardim.
Amendoeira
Prunus dulcis
A Prunus dulcis, conhecida como amendoeira, é uma árvore decídua originária do Oriente Médio e sul da Ásia, hoje amplamente cultivada em climas mediterrânicos por sua semente comestível. Ela floresce em tons de rosa-claro e branco no fim do inverno, antes de suas folhas estreitas surgirem, sendo uma das primeiras árvores a florir a cada ano. Cultivada em pomares ou como ornamental, precisa de verão quente e seco e dormência de inverno frio para frutificar bem. Existem duas variedades: a amêndoa doce (var. dulcis), valorizada pela semente comestível, e a amêndoa amarga (var. amara), cujas sementes contêm amigdalina e são tóxicas se não processadas.
Abrunheiro-manso
Prunus insititia
O abrunheiro-manso (Prunus insititia) e uma pequena arvore ou arbusto deciduo da familia Rosaceae, nativo da Europa e do sudoeste da Asia. Produz flores brancas no inicio da primavera e frutos arredondados conhecidos como abrunhos, usados tradicionalmente em compotas, geleias e licores.
Louro-cerejo
Prunus laurocerasus
Prunus laurocerasus, vulgarmente conhecido como Louro-cerejo, é um arbusto perene vigoroso e grande ou uma pequena árvore. É amplamente apreciado pelo seu hábito de crescimento denso e folhas verde-escuras brilhantes e coriáceas, tornando-o uma escolha ideal para sebes de privacidade. Em meados da primavera, produz espigas eretas de pequenas flores brancas perfumadas que atraem polinizadores, seguidas por pequenos frutos semelhantes a cerejas que amadurecem para preto. É excepcionalmente resistente e pode tolerar poluição urbana significativa e sombra densa.
Loureiro-de-Portugal
Prunus lusitanica
O Loureiro-de-Portugal (Prunus lusitanica) é um arbusto ou pequena árvore perene nativa da Península Ibérica e das ilhas Macaronésia. Com folhagem verde-escura brilhante, flores brancas perfumadas em longos cachos e frutos roxo-escuros, é muito apreciado em jardins formais, sebes e topiária. Resistente e adaptável, tolera solos variados, sombra parcial e condições costeiras.
Cerejeira-de-Santa-Lúcia
Prunus mahaleb
A cerejeira-de-santa-lúcia (Prunus mahaleb) é uma árvore ou arbusto caducifólio da família Rosaceae, nativa da Europa central e meridional, norte da África e oeste da Ásia. Pode atingir de 2 a 10 m de altura, com casca acinzentada e lenticelas visíveis. Suas folhas pequenas e arredondadas, com bordas serrilhadas, acompanham flores brancas e perfumadas reunidas em rácimos, que aparecem na primavera. Os frutos são pequenas drupas que escurecem ao amadurecer, de sabor amargo e não comestíveis in natura — mas suas sementes, torradas e moídas, dão origem ao mahlab, especiaria muito usada em pães e doces do Mediterrâneo Oriental. É também amplamente utilizada como porta-enxerto para cerejeiras cultivadas, por sua rusticidade e tolerância a solos calcários e secos.
Ameixeira-japonesa (ume)
Prunus mume
Pequena árvore decídua da família das rosáceas, valorizada por suas flores intensamente perfumadas que se abrem em galhos ainda nus no fim do inverno, bem antes das folhas surgirem. Nativa da China e cultivada há séculos no Japão e na Coreia, produz frutos azedos parecidos com damascos, usados em alimentos como o umeboshi e licores de ume.
Pado
Prunus padus
O pado (Prunus padus) é uma árvore caducifólia de rápido crescimento, nativa do norte da Europa e da Ásia, pertencente à família Rosaceae. Pode atingir até 15 metros de altura, com copa arredondada e casca escura de odor característico. Na primavera produz longos cachos de flores brancas perfumadas, seguidos por pequenos frutos escuros amargos muito apreciados pelas aves.
Pessegueiro
Prunus persica
O pessegueiro (Prunus persica) é uma árvore frutífera originária da China, amplamente cultivada em regiões temperadas de todo o mundo. Produz frutos suculentos e aromáticos com polpa amarela ou branca e pele aveludada. É uma das frutas mais consumidas no Brasil e no mundo, apreciada tanto pelo sabor quanto pelas propriedades nutritivas.
Ameixa-japonesa
Prunus salicina
A ameixa-japonesa (Prunus salicina) é uma árvore decídua de pequeno a médio porte, originária da China e amplamente cultivada em regiões temperadas do mundo. Produz flores brancas delicadas na primavera, antes do surgimento das folhas, e frutos suculentos nas cores amarela, vermelha ou roxa no verão. É valorizada tanto pela sua beleza ornamental quanto pelos seus frutos comestíveis e nutritivos.
Cerejeira-negra
Prunus serotina
A Cerejeira-negra (Prunus serotina) é uma árvore decídua grande e de crescimento rápido, nativa da América do Norte, valorizada por suas flores perfumadas na primavera, frutos escuros comestíveis e madeira de lei cobiçada. Ela prospera em pleno sol em uma ampla faixa climática, do Canadá ao sul dos Estados Unidos.
Cerejeira-do-japão
Prunus serrulata
A Prunus serrulata, amplamente conhecida como Sakura ou Cerejeira-do-japão, é uma árvore decídua de beleza incomparável, nativa do Japão, Coreia e China. É famosa por sua floração efêmera e exuberante que ocorre no início da primavera, cobrindo os galhos nus com densos cachos de flores rosadas ou brancas. Suas folhas serrilhadas surgem após as flores e adquirem tons bronzeados antes de ficarem verdes, tornando-se amarelas ou avermelhadas no outono.
Abrunheiro
Prunus spinosa
O abrunheiro (Prunus spinosa) é um arbusto caducifólio denso e espinhoso, nativo da Europa, do oeste da Ásia e do noroeste de África. É valorizado pelas nuvens de pequenas flores brancas que cobrem os ramos ainda nus no início da primavera, antes do aparecimento das folhas, e mais tarde produz os abrunhos, frutos azul-escuros e adstringentes usados no famoso licor de abrunho (sloe gin). O seu crescimento espinhoso e por rebentos torna-o uma escolha tradicional para sebes vivas e jardins para a vida selvagem.
Cerejeira-brava-da-Virgínia
Prunus virginiana
Prunus virginiana, conhecida como cerejeira-brava-da-virgínia (chokecherry), é um arbusto ou arvoreta decídua de crescimento rápido, nativa de quase todo o território dos Estados Unidos e Canadá. Na primavera tardia produz longos cachos (racemos) de flores brancas e perfumadas, que amadurecem em bagas do tamanho de ervilha, passando de vermelho a quase preto no fim do verão. É valorizada pelo valor ornamental e por atrair a fauna, além de ser usada por coletores para preparo de geleias, xaropes e vinho a partir do fruto maduro. Todas as demais partes da planta -- casca, folhas, ramos e caroços -- contêm compostos cianogênicos e são tóxicas se mastigadas ou murchas, por isso apenas a polpa madura e sem sementes é segura para consumo.
Gipsófila-de-muro
Psammophiliella muralis
A gipsófila-de-muro (Psammophiliella muralis), anteriormente classificada como Gypsophila muralis, é uma erva anual da família das cariofiláceas (Caryophyllaceae). A espécie foi descrita já em 1753 por Carl von Linné e o nome muralis ("crescimento em muros") refere-se à sua preferência por locais de cultivo secos e abertos, como caminhos de cascalho, muros de pedra e solos arenosos. A planta forma uma touceira densa e arbustiva de caules finos e ramificados com folhas estreitas e lineares, atingindo geralmente 30-40 cm de altura. Do auge do verão ao outono, a touceira é coberta por uma nuvem de pequenas flores pentâmeras em tons de rosa, mais raramente brancas. A espécie é quase totalmente livre de pragas graves, mas em solos úmidos e mal drenados pode ser afetada pelo apodrecimento das raízes e pelo mofo cinzento.
Centáurea-rosa
Psephellus dealbatus
A Psephellus dealbatus (centáurea-rosa) é uma planta perene extremamente resistente ao frio, nativa das regiões montanhosas do Cáucaso, podendo ser cultivada das zonas USDA 3 a 9b. Caracteriza-se por suas folhas verde-acinzentadas profundamente recortadas, com o verso prateado e aveludado – o que confere uma aparência decorativa mesmo no inverno. No início do verão, produz flores espetaculares de pétalas franjadas em tons de rosa-lavanda, que são excelentes para atrair abelhas e borboletas. Desenvolve-se melhor em solos pobres e bem drenados; em solos ricos e úmidos, a planta tende a tombar e torna-se propensa ao apodrecimento do colo.
Pseuderantemo-roxo
Pseuderanthemum carruthersii
O Pseuderanthemum carruthersii, popularmente conhecido como Pseuderantemo-roxo, é um arbusto tropical perene originário das ilhas do Pacífico. Destaca-se por sua folhagem ornamental exuberante, com folhas ovais que apresentam tons intensos de roxo, bordô e verde metálico. Suas flores são pequenas, brancas com centros rosados ou purpúreos, surgindo em espigas terminais. É uma planta excelente para criar contrastes de cores em jardins tropicais ou como planta de destaque em interiores espaçosos e bem iluminados.
Pseudocolus fusiformis
Pseudocolus fusiformis
O Pseudocolus fusiformis, comumente conhecido como 'Stinkhorn de Lula', é um fungo saprófito fascinante. Ele emerge de um 'ovo' subterrâneo branco para formar uma estrutura com 3 a 4 braços unidos no topo, que se separam na maturidade, assemelhando-se a tentáculos. A parte interna dos braços é coberta por uma gleba marrom-esverdeada fétida que atrai moscas para a dispersão de esporos.
Corídalis-amarela
Pseudofumaria lutea
Pseudofumaria lutea, conhecida como corídalis-amarela, é uma perene compacta e touceirosa da família das papoulas (Papaveraceae). Nativa de fendas calcárias sombreadas dos Alpes da Itália e Suíça, naturalizou-se em muros antigos, calçadas e jardins de pedra por toda a Europa e América do Norte. Sua folhagem rendada, verde-azulada, forma touceiras compactas coroadas por cachos de flores amarelo-douradas de esporão curto, que florescem quase sem interrupção da primavera tardia até a primeira geada forte.
Lariço-dourado
Pseudolarix amabilis
O lariço-dourado (Pseudolarix amabilis) é uma conífera caducifólia nativa do leste da China, sendo a única espécie do gênero Pseudolarix. Ao contrário da maioria das coníferas, perde suas agulhas a cada outono, as quais adquirem uma cor amarelo-dourada distinta antes de cair, o que dá nome à árvore. Tem crescimento lento e pode atingir de 9 a 18 m de altura em cultivo, com agulhas macias e verde-claras dispostas em tufos em ramos curtos. Em vez de flores verdadeiras, desenvolve cones: cones de pólen masculinos menores na primavera e cones femininos eretos e ovoides que amadurecem para uma cor marrom-avermelhada e se desintegram após a maturação das sementes. É valorizada como árvore ornamental isolada e como bonsai devido à sua beleza sazonal e aparência incomum.
Cacto-macarrão-vermelho
Pseudorhipsalis ramulosa
O Pseudorhipsalis ramulosa, conhecido como cacto-macarrão-vermelho, é um cacto epífito nativo das florestas tropicais úmidas da América Central e do Sul, onde cresce fixado em troncos de árvores e rochas. Seus caules achatados e em forma de fita pendem em cascata e podem atingir vários metros de comprimento, assumindo tonalidades que variam do verde intenso ao vermelho-rubi quando expostos a mais luz. No verão, produz pequenas flores branco-esverdeadas seguidas por bagas brancas ou avermelhadas, tornando-a uma planta ornamental muito apreciada para cestos suspensos.
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