Guia Completo de Plantas
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Musgo Espinho
Selaginella
Selaginella é um gênero de plantas vasculares primitivas da família Selaginellaceae, com mais de 700 espécies distribuídas por todo o mundo — especialmente em regiões tropicais e subtropicais úmidas. São plantas perenes, rasteiras ou pendentes, com folhagem exuberante e verde-intensa. Algumas espécies, como a Selaginella lepidophylla (planta-da-ressurreição), têm a extraordinária capacidade de reviver após dessecação completa.
Selaginela
Selaginella kraussiana
A Selaginella kraussiana, comumente conhecida como Selaginela ou Musgo-tapete, é uma planta vascular primitiva que se assemelha a um musgo delicado. Nativa da África, ela forma um tapete denso e rasteiro de folhagem verde-vibrante e ramificada. É uma escolha popular para terrários, jardins de inverno e como cobertura de solo em áreas sombreadas e úmidas, onde outras plantas podem ter dificuldade em prosperar.
Doradilla
Selaginella lepidophylla
Selaginella lepidophylla é uma planta desértica extraordinária da família Selaginellaceae, nativa do deserto de Chihuahua entre os Estados Unidos e México. Trata-se de uma pequena planta semelhante a uma samambaia, com cerca de 5 cm de altura, caracterizada por folhas pequenas e escamosas dispostas em espirais ao longo de delicados caules verdes. A característica mais notável desta planta é sua capacidade extrema de tolerância à dessecação - ela pode perder até 95% do seu conteúdo de água e permanecer dormente por anos, revitalizando-se completamente quando exposta à umidade. Durante períodos de seca, seus caules se enroscam formando uma bola compacta cinza-marrom; quando reidratada, a planta desdobra suas frondas em poucas horas, retornando ao seu estado verde exuberante. É conhecida por nomes populares como Rosa de Jericó Falsa, Planta Dinossauro e Flor de Pedra.
Musgo-de-marte
Selaginella martensii
A Selaginella martensii, popularmente chamada de Musgo-de-marte ou Selaginela, é um licófito nativo do México e da América Central. Apesar da aparência semelhante à de um musgo ou samambaia, pertence a um grupo ancestral de plantas vasculares — os licófitos — distinto de ambos. Suas folhas escamosas e sobrepostas formam um tapete verde-esmeralda exuberante, com algumas variedades apresentando pontas brancas variegadas. É uma planta muito apreciada em terrários, paludários e ambientes internos úmidos.
Rainha-da-noite
Selenicereus
Selenicereus e um genero de cactos epifitos e trepadores nativo do Mexico, America Central, Caribe e norte da America do Sul. Seus caules achatados ou angulosos trepam em arvores e rochas por meio de raizes aereas, produzindo flores noturnas enormes e muito perfumadas que desabrocham por uma unica noite antes de murchar ao amanhecer. Varias especies do genero produzem o fruto conhecido como pitaya ou fruta-do-dragao.
Cacto Sianinha
Selenicereus anthonyanus
O cacto sianinha (Selenicereus anthonyanus) é um cacto epífito de selva, nativo das florestas tropicais de Chiapas, no México. Seus caules achatados e profundamente lobulados formam um padrão em zigue-zague que lembra uma espinha de peixe, por isso também é chamado de cacto espinha-de-peixe. Ao contrário dos cactos de deserto, ele prefere ambientes úmidos e sombreados, produzindo flores grandes e perfumadas que abrem por apenas uma noite.
Cacto Rainha-da-Noite
Selenicereus grandiflorus
Selenicereus grandiflorus é um cacto trepador e epífito nativo do México, da América Central e do Caribe, apreciado por suas enormes flores brancas de perfume intenso que se abrem em uma única noite por ano. Seus longos caules costelados e rasteiros trepam em árvores e rochas por meio de raízes aéreas, e ao entardecer de uma noite de verão a planta desabrocha uma flor espetacular de até 30 cm de largura antes de murchar ao amanhecer.
Pitaia-triangular
Selenicereus triangularis
O Selenicereus triangularis é um cacto trepador originário do Caribe, com caules triangulares que podem atingir 10 metros de comprimento. Suas enormes flores brancas desabrocham apenas à noite durante o verão e outono, durando somente algumas horas. Os frutos vermelhos comestíveis de 2 a 5 cm de comprimento são doces e ricos em vitaminas, assemelhando-se à pitaia.
Pitaia
Selenicereus undatus
O Selenicereus undatus, popularmente conhecido como Pitaya Branca, é um cacto epífito de crescimento rápido, nativo das Américas Central e do Sul. Caracteriza-se por seus caules triangulares e suculentos que escalam árvores ou suportes. Suas flores são espetaculares, grandes e brancas, abrindo-se apenas durante a noite, o que lhe rende o nome de 'Rainha-da-noite'. O fruto é oval, com casca rosa vibrante e escamas verdes, contendo uma polpa branca doce pontilhada de pequenas sementes pretas comestíveis.
Cacto Samambaia
Selenicereus validus
O Cacto Samambaia (Selenicereus validus) é um cacto epífito originário do México e América Central, famoso por suas longas hastes pendentes e suaves flores noturnas de cor branca e amarela. Pertence à família Cactaceae e cresce naturalmente em florestas tropicais e subtropicais, escalando árvores e rochas.
Sempre-viva
Sempervivum
Sempervivum é um gênero de suculentas alpinas da família Crassulaceae, com cerca de 40 espécies nativas das regiões montanhosas da Europa e Ásia. Formam rosetas carnosas compactas que se multiplicam continuamente por meio de brotinhos (os "pintinhos"), criando tapetes densos de vegetação. São extremamente resistentes ao frio, suportando temperaturas de até -34°C, e sobrevivem em condições adversas de solo e clima.
Sempre-viva-teia-de-aranha
Sempervivum arachnoideum
A Sempervivum arachnoideum, conhecida como sempre-viva-teia-de-aranha, é uma suculenta alpina que forma pequenas rosetas cobertas por finos filamentos brancos que lembram uma teia de aranha. Originária das montanhas europeias, é extremamente resistente ao frio e forma tapetes densos ao se multiplicar por filhotes (offsets).
Calor-da-Bananeira
Sempervivum calcareum
Sempervivum calcareum é uma suculenta perene de origem alpina, muito resistente ao frio. Forma rosetas compactas de folhas carnudas, muitas vezes com pontas avermelhadas. Nativa das regiões calcárias do sul da Europa, é extremamente resistente à seca e prospera em solos pobres e bem drenados. Suas cores intensas se destacam em jardins rochosos e paisagens áridas. É uma excelente escolha para iniciantes.
Sempreviva-do-Cáucaso
Sempervivum caucasicum
Sempervivum caucasicum é uma suculenta alpina formadora de rosetas, nativa das montanhas do Cáucaso, na Geórgia, Armênia e Rússia. Produz agrupamentos densos de folhas carnudas e pontiagudas dispostas em rosetas compactas, espalhando-se por brotações laterais para formar tapetes rasteiros. Extremamente resistente ao frio, suporta temperaturas de até -34°C e prospera em solos pedregosos e bem drenados com cuidados mínimos.
Sempreviva-globosa
Sempervivum globiferum
Sempervivum globiferum, conhecida como Sempreviva-globosa ou Galinha-e-pintinhos, é uma suculenta alpina encantadora originária das montanhas da Europa Central e Oriental. Forma rosetas compactas e globosas de folhas carnosas verdes que frequentemente avermelhavam sob estresse. Ao contrário da maioria das sempervivums, seus filhotes se desprendem naturalmente e rolam para se enraizar de forma independente. É uma planta monocárpica: cada roseta morre após florescer, mas é rapidamente substituída pelos inúmeros filhotes.
Sempre-viva-russa
Sempervivum ruthenicum
Sempervivum ruthenicum, conhecida como sempre-viva-russa, é uma suculenta perene rústica da família Crassulaceae, nativa das montanhas rochosas e terrenos pedregosos do leste europeu e da região do Cáucaso. Forma rosetas baixas e compactas de folhas carnudas, ligeiramente pilosas, verde-claras com pontas rosadas, e produz hastes florais amarelas incomuns no verão. Extremamente tolerante à seca e ao frio, prospera com pouquíssimos cuidados em jardins de pedras, floreiras alpinas e vasos rasos.
Sempre-viva-das-Casas
Sempervivum tectorum
Sempervivum tectorum é uma suculenta perene e resistente que forma rosetas atraentes de folhas carnudas verde-azuladas com pontas vermelho-arroxeadas. Nativa das regiões montanhosas da Europa, incluindo os Alpes e Pirenéus, esta planta resiliente é cultivada há séculos. O nome "Sempervivum" significa "vive para sempre" em latim, referindo-se à sua capacidade de produzir numerosas mudas. O nome da espécie "tectorum" significa "dos telhados", pois os romanos tradicionalmente a plantavam nos telhados acreditando que protegia os edifícios contra raios.
Senécio
Senecio
Senecio é um gênero vasto da família Asteraceae com mais de 1.000 espécies distribuídas pelo mundo, incluindo suculentas ornamentais populares como o fio-de-pérolas (S. rowleyanus), o bastão-azul (S. mandraliscae) e a cinerária (S. cineraria). As espécies suculentas são valorizadas pelo visual exótico e pela facilidade de cultivo, tolerando seca e adaptando-se bem tanto em ambientes internos quanto externos.
Senécio-himalaia
Senecio barbertonicus
Senecio barbertonicus é um arbusto suculento perene nativo da região de Barberton, na África do Sul, além de Essuatíni, Moçambique e leste do Zimbábue, onde cresce em encostas rochosas até 1.700 m de altitude. Seus caules carnudos e verde-claros sustentam folhas cilíndricas, densas e em formato de dedo, formando uma touceira compacta que pode atingir até 2 m de altura e largura. No inverno, produz cachos de pequenas flores amarelo-douradas, perfumadas, nas pontas dos ramos, atraindo abelhas e borboletas.
Cinerária-marítima
Senecio cineraria
Senecio cineraria, popularmente conhecida como cinerária-marítima ou flor-de-lã, é uma planta perene compacta e arredondada, cultivada sobretudo por sua folhagem aveludada, prateada e profundamente recortada, e não por suas pequenas flores amarelas em formato de margarida. Nativa do litoral mediterrâneo, prospera a pleno sol em solo pobre e arenoso, sendo uma opção de baixa manutenção para bordaduras, vasos e jardins de baixo consumo de água. Suas folhas felpudas refletem o calor e resistem ao ataque de coelhos e veados, funcionando como um ótimo contraste para plantas de flores mais vivas.
Cipó de Chama Mexicano
Senecio confusus
O Cipó de Chama Mexicano (Senecio confusus) é uma trepadeira perene vigorosa e de crescimento rápido, nativa do México e da América Central. É famosa por suas flores semelhantes a margaridas em tons vibrantes de laranja-avermelhado com centros dourados, que florescem quase o ano inteiro em climas quentes. Pode atingir mais de 3 metros de altura quando apoiada em treliças, pérgolas ou cercas. É um ímã para borboletas, abelhas e beija-flores.
Hera-cera
Senecio macroglossus
A Senecio macroglossus, conhecida como hera-cera ou hera-de-natal, é uma trepadeira suculenta perene nativa do sul da África. Suas folhas triangulares e cerosas imitam as folhas da hera comum, mas pertencem à família das margaridas (Asteraceae). Produz flores amarelas semelhantes a margaridas no verão e exala um suave aroma cítrico quando suas folhas são tocadas.
Colar-de-bananas
Senecio radicans
Colar-de-bananas é uma suculenta rasteira valorizada por suas folhas curvas em formato de banana, que caem graciosamente das bordas de vasos suspensos. Nativa da África do Sul, é uma planta de crescimento rápido e tolerante à seca, pertencente à família Asteraceae, parente próxima do rosário-de-pérolas. Produz pequenas flores brancas com aroma de canela e baunilha quando madura.
Colar de Pérolas
Senecio rowleyanus
O Colar de Pérolas é uma suculenta pendente única, nativa da África do Sul, com hastes longas e finas adornadas com pequenas folhas esféricas em forma de contas que se assemelham a um colar de pérolas verdes. Essas folhas modificadas evoluíram para armazenar água, permitindo que a planta prospere em condições áridas. Pertence à família Asteraceae e é popular como planta pendente de interior.
Ragwort de Oxford
Senecio squalidus
O Ragwort de Oxford (Senecio squalidus) é uma planta herbácea de flores amarelas vivas pertencente à família das margaridas (Asteraceae), nativa dos afloramentos rochosos e vulcânicos da Sicília e do sudeste europeu. Trata-se de uma planta perene de vida curta ou bienal que se naturalizou de forma impressionante no Reino Unido, espalhando-se pelas linhas ferroviárias a partir de Oxford durante os séculos XIX e XX. As suas flores douradas em forma de margarida surgem quase durante todo o ano — da primavera até ao outono — e a planta prospera no abandono, colonizando muros, escombros e terrenos perturbados com facilidade. Embora visualmente atrativa, todas as partes da planta contêm alcaloides pirrolizidínicos, tornando-a severamente tóxica para o gado, animais domésticos e humanos se ingerida.
Tasneirinha-viscosa
Senecio viscosus
Senecio viscosus e uma erva anual de cheiro forte da familia das margaridas (Asteraceae), coberta de pelos glandulares pegajosos que retem poeira e sujidade, dando-lhe um aspecto acinzentado e desalinhado. Produz pequenos capitulos florais amarelos cujas liguas se enrolam nitidamente para tras quando abertas, e atinge cerca de 70 cm de altura em terrenos perturbados, arenosos ou pedregosos, terrenos baldios, margens de linhas ferreas e bermas de estrada. Como todas as especies de Senecio, contem alcaloides pirrolizidinicos toxicos e deve ser manuseada com cuidado, bem longe de criancas, animais de estimacao e gado.
Sene / Cássia (gênero)
Senna
Senna é um grande gênero de plantas com flores da família Fabaceae, com cerca de 350 espécies distribuídas em regiões tropicais e subtropicais do mundo. Inclui arbustos ornamentais como o Senna alata (vela-de-santo) e S. didymobotrya, conhecidos por suas vistosas flores amarelas em cachos. Contém antraquinonas nas sementes e folhas com efeito laxante.
Canudo-de-pito
Senna bicapsularis
O canudo-de-pito (Senna bicapsularis) é um arbusto semidecíduo nativo das Américas tropicais, pertencente à família Fabaceae. Pode atingir até 3,6 metros de altura e se destaca pela floração abundante em tons amarelo-dourado que ocorre no outono e inverno, período em que poucos outros arbustos florescem. É amplamente utilizado em paisagismo, cercas-vivas e medicina popular.
Sequoia-gigante
Sequoiadendron giganteum
A Sequoia-gigante (Sequoiadendron giganteum) é uma conífera perene nativa da Sierra Nevada, na Califórnia, conhecida por ser uma das maiores e mais longevas árvores do planeta. Possui folhagem escamosa verde-azulada e casca fibrosa avermelhada resistente ao fogo.
Árvore das Mil Estrelas
Serissa foetida
Serissa foetida, conhecida como Árvore das Mil Estrelas ou Rosa da Neve, é um arbusto perene compacto nativo das regiões quentes e úmidas do Sudeste Asiático, incluindo Índia, China e Japão. É valorizada pelas suas delicadas flores brancas ou rosadas em forma de estrela que florescem praticamente o ano inteiro, sendo um dos temas favoritos para o cultivo de bonsai. Sua folhagem delicada e tronco retorcido nos exemplares maduros conferem-lhe uma aparência distinta e ancestral.
Rosa da Neve
Serissa japonica
Serissa japonica, conhecida popularmente como Rosa da Neve ou Árvore das Mil Estrelas, é um arbusto pequeno, semi-perenifólio, nativo do Sudeste Asiático. É muito apreciada na arte do bonsai por suas flores brancas ou rosadas em forma de estrela, sua ramificação delicada e sua casca cinza enrugada. Apesar de sua aparência elegante, é considerada uma planta desafiadora devido à sua sensibilidade a mudanças no ambiente.
Sesléria-azul
Sesleria caerulea
A sesléria-azul é uma gramínea ornamental perene de pequeno porte e crescimento em tufos, nativa da Europa, incluindo as pastagens calcárias e pavimentos rochosos da Grã-Bretanha e Irlanda. Forma touceiras densas e organizadas de folhas estreitas e arqueadas que são azul-esverdeadas na face superior e verde-escuro brilhante na inferior, conferindo à planta seu característico tom cinza-azulado. Na primavera, espigas de flores arroxeadas curtas surgem logo acima da folhagem, tornando-se cor de palha à medida que amadurecem. Uma gramínea calcícola resistente e de baixa manutenção, é valorizada em jardins por seu hábito compacto, estrutura presente o ano todo e tolerância a solos pobres, pedregosos e alcalinos.
Capim-rabo-de-raposa
Setaria
Setaria e um grande genero de gramineas anuais e perenes de vida curta, da familia Poaceae, conhecidas popularmente como capim-rabo-de-raposa devido as suas espigas densas e ericadas, semelhantes ao rabo peludo de uma raposa. O genero reune especies daninhas comuns -- como o capim-rabo-de-raposa-verde (S. viridis) -- encontradas em beiras de estrada, lavouras e solos revolvidos em regioes temperadas de todo o mundo, alem do importante cereal milheto (S. italica), domesticado ha cerca de 8.000 anos as margens do Rio Amarelo, na China, e ainda cultivado na Asia, Africa e partes da Europa para graos, feno e racao para passaros. Por se tratar de uma entrada em nivel de genero, as orientacoes de cultivo aqui refletem as condicoes gerais para especies de Setaria, tendo o milheto cultivado como principal referencia documentada.
Painço-italiano
Setaria italica
Gramínea anual de cultivo muito antigo, originada na Ásia e domesticada a partir de Setaria viridis. Forma colmos eretos e uma panícula densa e cilíndrica em forma de rabo de raposa, cujos grãos pequenos são usados na alimentação humana e de aves.
Capim-rabo-de-raposa
Setaria viridis
Setaria viridis, conhecida como capim-rabo-de-raposa, é uma gramínea anual de crescimento rápido, nativa da Eurásia e hoje naturalizada em quase todo o mundo. Forma touceiras de folhas estreitas com hastes finas e arqueadas, coroadas por espigas cilíndricas e macias que lembram o rabo de uma raposa. Extremamente adaptável, cresce bem em solos revolvidos, beiras de estrada e terrenos abertos, sendo reconhecida como a ancestral silvestre do painço (milheto). Por seu ciclo de vida curto, também é usada como planta modelo no estudo da fotossíntese C4 em gramíneas bioenergéticas.
Malva-branca
Sida cordifolia
A Sida cordifolia, comumente chamada de malva-branca ou vassoura, é um subarbusto perene da família das malvas (Malvaceae), nativa da Índia e agora naturalizada em todas as regiões tropicais e subtropicais. Ela cresce de 50 a 200 cm de altura em caules ramificados de base lenhosa, com folhas aveludadas em forma de coração cobertas por pelos brancos macios e pequenas flores amarelas, às vezes com centros alaranjados. Valorizada há muito tempo na medicina Ayurvédica como "Bala", também se espalhou amplamente como erva daninha em beiras de estradas e pastagens, sendo agora considerada invasora em partes da África, Austrália, sul dos Estados Unidos e várias ilhas do Pacífico.
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