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Colar-de-pérolas: como cuidar (rega, luz, vaso e mudas)

Como cuidar de colar-de-pérolas: luz forte sem o sol do meio-dia, rega quando as contas perdem a forma redonda e vaso raso de barro. Faça a muda por estaca de 8 a 10 cm.

por Bloom 15 min de leitura
Colar-de-pérolas: como cuidar (rega, luz, vaso e mudas)

Para cuidar de colar-de-pérolas, dê luz forte sem o sol do meio-dia. Regue quando as contas perdem a forma redonda e ficam pontudas ou levemente enrugadas. Plante em terra de cacto, num vaso raso de barro com furo, e mantenha a base dos fios no nível da borda. As contas são folhas cheias de água, e é a forma delas que diz quando regar.

Se a sua planta está com o topo mole e marrom, os fios que ainda estão firmes e verdes viram mudas. Se as contas estão murchando e caindo, aperte uma conta antes de decidir. Conta firme pede água, e conta mole pede pausa na rega: falta e excesso de água murcham a conta de jeitos diferentes. E se a base apodreceu, corte as pontas verdes e enraíze. A NC State Extension é o serviço de orientação ao cultivo da Universidade Estadual da Carolina do Norte. A NC State registra que a planta tende a definhar depois de alguns anos. Ela recomenda renovar por estaca, um pedaço de fio cortado que enraíza na terra úmida, em vez de tentar salvar a planta velha.

Ficha rápida do colar-de-pérolas

Cuidado

O que fazer

Luz

Luz forte; sol da manhã ajuda; fora do sol direto do meio do dia no verão

Rega

Quando as contas ficam pontudas ou começam a enrugar, ainda firmes; pouca água, sem deixar água no prato

Terra

Terra de cacto, ou terra comum com areia grossa ou perlita (grãos brancos e leves de rocha vulcânica)

Vaso

Raso, de barro, com furo; só um pouco maior que o vaso atual

Temperatura

21 a 27 °C no calor; 10 a 16 °C no inverno; geada mata

Adubo

Metade da dose da embalagem, 1 vez por mês ou menos, de outubro a março

Muda

Estaca de 8 a 10 cm; enraíza em cerca de 1 mês

Pets

Levemente tóxica: vômito, diarreia e irritação na pele

Porte

Fios de 30 a 90 cm de comprimento (NC State)

Colar, cordão ou rosário: os nomes do colar-de-pérolas

Colar-de-pérolas e cordão-de-pérolas são nomes populares da mesma suculenta, a Curio rowleyanus. O nome rosário também circula, mas é ambíguo, como mostra a lista abaixo. Ela foi descrita em 1968 como Senecio rowleyanus e passou para o gênero Curio em 1999. A World Checklist of Vascular Plants é a lista de nomes de plantas mantida pelo Jardim Botânico de Kew, no Reino Unido. Ela registra Curio rowleyanus como o nome aceito e Senecio rowleyanus como sinônimo. Nas lojas, os dois nomes continuam circulando.

A planta é nativa das áreas secas do leste da província do Cabo, na África do Sul, segundo a extensão da Universidade de Wisconsin. Na natureza, ela cresce rasteira, embaixo de arbustos e pedras, e solta raiz em todo ponto onde o caule encosta no chão. Essa raiz que nasce no caule é o que torna a muda tão fácil.

Quatro plantas pendentes vendidas com nomes parecidos são outras espécies:

  • Colar-de-banana (Curio radicans): folhas compridas e curvas, em forma de banana.

  • Colar-de-golfinho (Curio × peregrinus): folhas curvas como as do colar-de-banana, mas ramificadas, que lembram um golfinho.

  • Colar-de-tartaruga (Peperomia prostrata): planta pendente sem parentesco com o colar-de-pérolas, segundo a RHS.

  • Rosário ou colar-de-corações (Ceropegia woodii): folhas em forma de coração. A NC State lista "rosary vine" (rosário, em inglês) também como nome do colar-de-pérolas, então o nome "rosário" sozinho não identifica a planta.

Se você recebeu a planta sem etiqueta, o Bloom (disponível para iOS) identifica a espécie pela foto e separa o colar-de-pérolas do colar-de-banana e do colar-de-golfinho.

Por que a folha do colar-de-pérolas é uma bolinha

Cada conta é uma folha inteira. A forma de esfera expõe pouca superfície ao ar seco, então a folha perde menos água, explica a ficha de Curio rowleyanus da NC State. As contas medem de 6 a 8 mm de diâmetro e têm uma ponta pequena.

Olhe de perto e você vê uma listra mais escura e translúcida de um lado de cada conta. É a janela epidérmica: um trecho da casca da folha sem clorofila, por onde a luz entra até o interior. A explicação mais repetida, inclusive pela NC State e por Wisconsin, é que a janela aumenta a área onde a folha faz fotossíntese.

Contas do colar-de-pérolas vistas de cima num vaso de barro, cada uma com uma listra escura e translúcida de um lado e uma ponta pequena
A listra escura em cada conta é a janela epidérmica, por onde a luz entra na folha. Foto: Forest e Kim Starr, CC BY 2.0.

Quando mediram, o ganho esperado não apareceu. Em 1999, Egbert e Martin cobriram as janelas de contas de colar-de-pérolas com fita refletora e compararam com contas descobertas. Eles mediram o CAM, o tipo de fotossíntese das suculentas que absorve o gás carbônico à noite. As janelas não aumentaram o CAM de forma significativa, e a função delas continua em aberto. Para quem cultiva, vale o que a NC State registra: a forma redonda reduz a perda de água. Por isso, a conta redonda e firme mostra que ainda há água guardada.

Como regar o colar-de-pérolas

Regue o colar-de-pérolas quando as contas perdem a forma redonda e ficam um pouco pontudas ou começam a enrugar, mas ainda firmes ao toque. Se a conta estiver mole, não regue: é excesso de água. Não regue enquanto as contas estiverem redondas e firmes.

As três fontes técnicas consultadas (duas extensões universitárias e a RHS) discordam sobre deixar a terra secar. A NC State diz para nunca deixar a terra secar por completo entre regas. Wisconsin diz para deixar secar por completo. A RHS, a Sociedade Real de Horticultura do Reino Unido, diz para deixar a terra secar entre regas. Este guia segue o sinal da folha. Wisconsin manda regar quando a folha começa a enrugar, e a RHS dá o mesmo sinal para o inverno. Nenhuma das três fontes cita medição que compare as regras.

Os dois extremos matam a planta. A NC State registra que o colar-de-pérolas não tolera excesso de água nem falta dela, e que terra encharcada apodrece a raiz.

Na quantidade de água, as fontes também divergem. A RHS manda regar pouco na estação de crescimento e nunca deixar o fundo do vaso parado na água. A Love That Leaf, uma loja de plantas da Nova Zelândia, manda encharcar até escorrer. Este guia segue a RHS, que é a fonte técnica: dê água aos poucos até a terra ficar úmida por igual e esvazie o prato se escorrer.

No inverno, de junho a agosto, regue só quando as contas começarem a enrugar. A RHS recomenda regar pouco ou quase nada nessa fase. Com dias frios e pouca luz, a terra leva muito mais tempo para secar.

Não borrife as contas. A RHS diz que essas suculentas não gostam de umidade e manda nunca borrifar. Um dos guias de loja que consultamos (o da Happy Houseplants, do Reino Unido) recomenda borrifar e deixar uma bandeja com água perto da planta. Este guia segue a RHS, porque a recomendação dela vem de uma sociedade de horticultura e a outra vem de uma loja.

O jeito de regar suculenta em geral, com o teste do peso do vaso, está no guia de como regar suculenta.

O colar-de-pérolas gosta de sol?

O colar-de-pérolas gosta de luz forte, mas queima com o sol direto do meio do dia. A RHS recomenda uma janela voltada para o leste ou para o oeste. No verão, tire a planta do sol direto do meio do dia, como manda a RHS. Esse sol queima as folhas.

No Brasil, a janela voltada para o norte é a que recebe o sol mais forte do meio do dia. Se o colar-de-pérolas ficar nela, ponha uma cortina fina entre a planta e o vidro no verão. A janela voltada para o leste dá o sol da manhã, que é o mais fácil de acertar.

Pouca luz também faz mal. Segundo a RHS, falta de luz deixa os fios compridos e ralos, com contas menores e mais espaçadas. As lojas Plantify e Love That Leaf descrevem o sinal de luz que não chega à coroa, o ponto onde os fios saem da terra. O topo do vaso fica sem contas, enquanto as pontas dos fios continuam cheias.

Em vaso pendurado, confira se a luz chega à parte de cima do vaso, e não só às pontas que caem. A Plantify recomenda baixar o vaso pendurado para perto da janela quando o topo fica sem luz. Em vaso pendurado, o topo recebe menos luz que as pontas, e o mesmo pode acontecer com as outras plantas pendentes.

Terra, vaso e coroa do colar-de-pérolas

O colar-de-pérolas precisa de terra que drene rápido. A NC State recomenda terra de cacto ou terra comum com areia ou perlita. Wisconsin aceita até 1 parte de material mineral (areia grossa, cascalho fino ou pedra-pomes) para 1 parte de terra.

Use vaso raso e de barro. A raiz do colar-de-pérolas é curta. Por isso, Wisconsin recomenda vaso raso: a planta não forma um sistema de raízes extenso. Wisconsin também prefere o vaso de barro ao de plástico ou de cerâmica. No barro, a água evapora pelas paredes e a terra seca mais rápido. Todo vaso precisa de furo no fundo.

Mantenha a coroa no nível da borda. A coroa é o ponto onde os fios saem da terra. Duas lojas de plantas, a Love That Leaf e a Wintergreen, recomendam deixar a coroa na altura da borda do vaso. Quando a terra fica bem abaixo da borda, os fios precisam subir antes de cair. Além disso, a luz não chega à coroa e o ar circula pouco entre os caules. Segundo a Love That Leaf, essa base escura e abafada é onde os caules começam a apodrecer e o topo do vaso fica sem contas.

Para subir a coroa sem trocar de vaso, tire a planta com cuidado. Ponha terra de cacto no fundo até a coroa ficar na altura da borda e devolva a planta ao vaso. Não ponha terra por cima dos caules: a coroa fica enterrada e a umidade sobe.

Replante a cada 1 ou 2 anos, como diz Wisconsin, ou antes se a raiz encher o vaso. Escolha um vaso só um pouco maior que o anterior, como recomenda a RHS. Replante no começo da estação de crescimento, em outubro ou novembro no Brasil. Um vaso muito maior guarda mais água do que a raiz consegue usar.

Temperatura e descanso de inverno

O colar-de-pérolas cresce bem entre 21 e 27 °C no calor e prefere um inverno fresco, entre 10 e 16 °C, segundo a NC State. A RHS avisa que ele não gosta de temperatura abaixo de 10 °C nem de corrente de ar frio. A planta aguenta pouco frio, mas não sobrevive a geada.

Dentro de casa, deixe o colar-de-pérolas longe da saída do ar-condicionado e de porta que abre para a rua no inverno. Na varanda, traga a planta para dentro nas noites com previsão de geada.

Adubo para colar-de-pérolas

O colar-de-pérolas pede pouco adubo. A RHS recomenda adubo líquido de uso geral na metade da dose indicada na embalagem, 1 vez por mês ou menos, só na estação de crescimento. No Brasil, essa estação vai de outubro a março. De abril a setembro, não adube.

Os cuidados gerais com suculentas explicam como diluir o adubo e por que o excesso queima a raiz.

Como fazer muda de colar-de-pérolas

Faça muda de colar-de-pérolas por estaca: um pedaço de fio de 8 a 10 cm. Tire algumas contas da parte de baixo e deixe os nós em contato com a terra úmida. Nó é o ponto do caule de onde saía uma conta, e é dali que a raiz nasce. A RHS diz que a estaca enraíza em cerca de 1 mês.

Vale ter mudas prontas mesmo com a planta saudável. A NC State registra que o colar-de-pérolas tende a definhar depois de alguns anos e recomenda renovar por estaca em vez de tentar salvar a planta velha.

Passo a passo da estaca na terra:

  1. Limpe a tesoura com álcool 70% e corte um fio saudável, com contas redondas e firmes, de 8 a 10 cm.

  2. Tire 3 ou 4 contas da parte de baixo da estaca, como recomenda Wisconsin.

  3. Encha um vaso pequeno e raso com a mesma terra de cacto e umedeça a terra.

  4. Enterre de leve a parte sem contas, cobrindo os últimos nós, ou deite o fio sobre a terra.

  5. Prenda o fio com um grampo de arame dobrado em U, para os nós ficarem encostados na terra.

  6. Deixe o vaso na luz forte, sem sol direto, e mantenha a terra levemente úmida até a raiz pegar.

Para encher um vaso com poucos fios no topo, faça mergulhia. A mergulhia é a muda feita sem cortar o fio da planta. Deite um fio comprido sobre a terra do próprio vaso, ainda preso à planta, e prenda com o grampo. A RHS descreve essa técnica, com o fio preso à terra por um grampo de arame dobrado. Quando o fio enraizar, você pode cortar a ligação com a planta-mãe ou deixar como está.

Na rega da estaca, molhe a terra, não as contas. Até a raiz se formar, Wisconsin recomenda borrifar a superfície da terra em vez de regar, para não encharcar o vaso pequeno. Borrife quando a superfície secar. O borrifo vai na terra e só nessa fase: a planta adulta segue sem borrifo.

Conta solta forma muda, mas é mais lenta; na água, só há relato de loja. Segundo a NC State, uma conta solta sobre a terra também forma muda, mas de forma mais lenta e menos confiável que a estaca. Nenhuma das três fontes técnicas consultadas (NC State, Wisconsin e RHS) descreve a muda na água. A Love That Leaf põe estacas de 10 cm na água. A parte sem contas fica dentro da água e as contas ficam para fora, e a loja relata raiz em cerca de 3 semanas. Como nenhuma fonte técnica descreve o método, a opção mais segura é a estaca na terra.

A melhor época para fazer muda é a estação de crescimento, de outubro a março no Brasil.

Contas murchas, moles ou caindo: o que cada sinal quer dizer

Conta pontuda ou enrugada, mas firme ao toque, indica falta de água. Conta mole ao toque indica excesso. A NC State registra que o colar-de-pérolas murcha tanto por falta quanto por excesso de água. As fontes divergem no detalhe: Wisconsin manda regar quando a folha enruga, e a RHS lista folha enrugada como efeito de excesso de água. O toque separa os dois casos, e essa regra vem das lojas Love That Leaf e Plantify, sem medição.

O que você vê

Causa provável

O que fazer

Contas firmes, mas pontudas, alongadas ou com vincos do caule até a ponta

Falta de água

Regue

Contas moles, translúcidas, enrugadas em todas as direções

Excesso de água

Pare de regar, deixe a terra secar e confira a coroa

Contas caindo ao toque, com o caule mole

Excesso de água

Siga o passo a passo da podridão na base, logo abaixo

Contas caindo, mas o caule seco e fino

Falta de água ou corrente de ar

Regue só se as contas estiverem pontudas ou enrugadas; tire a planta do caminho do vento

Topo do vaso sem contas e pontas cheias

Pouca luz no topo ou coroa funda demais

Mais luz no topo e coroa no nível da borda

Contas com manchas secas do lado da janela

Queimadura de sol

Tire do sol direto do meio do dia

A página de folhas murchas no colar-de-pérolas lista outras causas de contas murchas além das desta tabela, e a de folhas caindo no colar-de-pérolas lista as causas de queda.

Podridão na base do colar-de-pérolas: o que dá para salvar

A coroa marrom e mole não volta, e trocar a terra por uma seca não salva a parte que já apodreceu. O que dá para salvar são os fios que ainda estão verdes e com contas firmes.

  1. Corte os fios saudáveis acima do ponto onde o caule fica marrom ou mole, deixando na estaca só caule verde e firme.

  2. Descarte as contas e os caules moles.

  3. Jogue fora a terra velha e lave o vaso com água e sabão.

  4. Plante as estacas em terra de cacto nova no vaso limpo, como no passo a passo da muda.

A podridão da coroa, que começa na base dos fios, está entre os problemas registrados para o colar-de-pérolas:

A página de podridão no colar-de-pérolas separa a podridão da coroa da podridão da raiz.

A flor do colar-de-pérolas

O colar-de-pérolas dá flores brancas de pouco mais de 1 cm, com fios vermelhos e pontas amarelas no centro e cheiro de canela, segundo a NC State. A RHS descreve a flor como um pincel branco ou creme. A NC State registra que a planta raramente floresce dentro de casa. Wisconsin diz que um inverno fresco e seco pode ajudar a florir no verão.

Pragas do colar-de-pérolas

As pragas mais citadas no colar-de-pérolas são a cochonilha-farinhenta e o pulgão, segundo Wisconsin e a RHS. A NC State acrescenta mosca-branca, mosquitinho e formiga. A cochonilha-farinhenta aparece como tufos brancos de algodão entre as contas e na coroa.

O colar-de-pérolas é tóxico para gatos e cachorros?

Sim, o colar-de-pérolas é levemente tóxico para gatos, cachorros e pessoas, segundo a NC State e Wisconsin. A NC State classifica a toxicidade como baixa. Folha e seiva contêm alcaloide pirrolizidínico, a substância tóxica da planta. Comer as folhas pode causar vômito e diarreia, e a seiva pode irritar a pele. Num texto de 2021 sobre suculentas e pets, a ASPCA cita o colar-de-pérolas e diz que a ingestão pode causar mal-estar no estômago, principalmente vômito, e letargia.

A RHS é mais enfática: diz que a planta é venenosa e que a seiva pode causar irritação severa na pele. Nenhuma das fontes mediu a gravidade, então trate a planta pelo aviso mais forte: luvas no manuseio e vaso fora do alcance de animais e crianças.

A lista de plantas tóxicas da ASPCA, a associação americana de proteção animal, não tem ficha do colar-de-pérolas com nenhum dos dois nomes científicos. A ficha "Pearl Plant" (planta-pérola) dessa lista é de outra planta, uma Haworthia.

Para conviver com o colar-de-pérolas:

  • Pendure o vaso fora do alcance de gatos que pulam em prateleira.

  • Recolha as contas que caem no chão.

  • Use luvas na poda e ao fazer mudas, porque a seiva irrita a pele.

  • Se o animal comer contas e vomitar, ligue para o veterinário.

A lista de plantas tóxicas para pets mostra o risco das outras plantas comuns dentro de casa.

Perguntas frequentes sobre o colar-de-pérolas

O colar-de-pérolas é fácil de cuidar?

O colar-de-pérolas é fácil de manter quando a luz e a rega estão certas, e difícil quando uma das duas falha. A NC State descreve a planta como muito exigente: ela não tolera excesso de água, falta de água nem pouca luz. O que mais ajuda é regar pela forma das contas, e não por calendário.

Quanto tempo vive um colar-de-pérolas?

Um colar-de-pérolas costuma durar alguns anos no mesmo vaso e depois definha. A NC State registra que a planta tende a morrer depois de alguns anos e recomenda renovar por estaca. Fazendo mudas dos fios saudáveis antes de a planta definhar, você continua com a mesma planta em vasos novos.

Posso pôr borra de café no colar-de-pérolas?

Nenhuma das três fontes técnicas consultadas recomenda borra de café para o colar-de-pérolas, e nenhuma fonte encontrada dá uma dose testada. A opção segura é a da RHS: adubo líquido de uso geral na metade da dose da embalagem, 1 vez por mês ou menos, de outubro a março.

O colar-de-pérolas pode ficar no banheiro?

O banheiro só serve se tiver janela com luz forte, e mesmo assim uma sala clara é melhor. A RHS manda nunca borrifar essas suculentas porque elas não gostam de umidade, e o vapor do banho deixa a coroa úmida. Uma sala ou um quarto com janela voltada para o leste dão a luz da manhã sem o vapor.

Resumo dos cuidados com o colar-de-pérolas

O colar-de-pérolas precisa de luz forte sem o sol direto do meio do dia e de rega quando as contas perdem a forma redonda. Plante em terra de cacto, num vaso raso de barro, com a coroa no nível da borda. De junho a agosto, regue só se as contas enrugarem. Faça mudas por estaca de 8 a 10 cm para renovar a planta antes que ela definhe.

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