Como adubar espada-de-são-jorge: quando, quanto e qual adubo
Como adubar espada-de-são-jorge: uma aplicação de adubo líquido a meia dose em setembro basta. Veja quando não adubar, qual NPK usar e como tirar da terra o adubo em excesso.
Para adubar a espada-de-são-jorge, faça uma única aplicação por ano, no começo da primavera. Use adubo líquido para plantas de casa, com metade da dose do rótulo. No Brasil, a primavera começa em setembro. A Iowa State University Extension recomenda adubo a meia dose ou a um quarto da dose na primavera. A mesma extensão diz que adubar com frequência não é necessário. Extensão é o serviço das universidades americanas que orienta o público.
A espada-de-são-jorge (Dracaena trifasciata, antes chamada Sansevieria trifasciata) cresce devagar e vive bem com pouco adubo. Adubo demais, ou adubo dado a uma planta doente, danifica a raiz. O que mais mata a espada, segundo a Iowa State, é regar demais.
Resumo rápido:
Uma aplicação em setembro, com adubo líquido para plantas de casa, a meia dose. Adubo para cacto pode ir na dose do rótulo.
De março a agosto, outono e inverno no Brasil, não adube.
Planta mole, caída ou com a base podre não precisa de adubo. Ela precisa de menos água.
Planta replantada ou comprada há poucos meses só volta a receber adubo na primavera seguinte.
Crosta branca na terra é sinal de sal acumulado, e ponta de folha marrom pode ser. Nos dois casos, pare o adubo e lave a terra.
Espada-de-são-jorge mole, caída ou amarela: não adube agora
Se a sua espada-de-são-jorge está com folhas moles, caídas ou amarelas, não dê adubo. Adubo alimenta uma planta que está crescendo. Ele não conserta raiz podre, falta de luz nem rega errada.
Folha que amolece na base e dobra, com a terra úmida, é sinal de podridão da raiz por excesso de água. A Iowa State resume: regar demais é o jeito mais rápido de matar a espada. Adubo nessa hora piora a raiz. Segundo a extensão da Universidade de Nebraska, o sal do adubo em excesso danifica a raiz e deixa a planta mais sujeita à podridão.
A mesma extensão de Nebraska lista as plantas que não devem receber adubo: as recém-replantadas, as que ainda não enraizaram, as que estão em repouso, sem crescer, e as murchas. Uma espada caída entra nessa lista. Primeiro descubra a causa: o guia das folhas amarelas na espada-de-são-jorge separa podridão, frio, sol e folha velha pelo sintoma.
Folha de baixo amarela numa planta que passou um ano sem crescer, no mesmo canto, também não é falta de adubo. A causa costuma ser excesso de água. Corte a folha amarela e mole rente à terra, como manda a Penn State Extension, e aperte a base das outras folhas: se ela estiver firme, a podridão não chegou nessas folhas.
Adubar ou não: a espada-de-são-jorge em cada situação
Na maioria das situações, a resposta é não adubar. A espada só ganha com adubo quando está saudável, com boa luz e na época em que cresce.
Situação da planta | Adubar? | Por quê |
|---|---|---|
Base mole, folha dobrando, terra úmida | Não | É excesso de água. O sal do adubo piora a raiz (Nebraska). |
Folhas de baixo amarelas e moles | Não | A causa costuma ser excesso de água. |
Replantada há pouco tempo | Não, até a próxima primavera | Planta recém-replantada não recebe adubo (Nebraska). |
Comprada há poucos meses | Não, até a próxima primavera | No viveiro, a espada recebe adubo todo mês (UF/IFAS, da Universidade da Flórida). |
De março a agosto, outono e inverno no Brasil | Não | A planta quase não cresce, e nitrogênio em excesso aumenta o dano de frio (UF/IFAS). |
Longe da janela, sem folha nova há meses | Não. Primeiro, mais luz | Com pouca luz, adubar para forçar crescimento dá o efeito contrário (Missouri). |
Crosta branca na terra, ou ponta marrom em planta adubada nos últimos meses | Não. Lave a terra | Pode ser sal acumulado (Nebraska). A ponta marrom também tem outras causas. |
Base firme, perto de janela clara, setembro, sem replantio nem compra recente | Sim, uma vez, a meia dose | Recomendação da Iowa State. |
Quanto adubo a espada-de-são-jorge precisa
Uma aplicação a meia dose por ano basta para a espada-de-são-jorge. As extensões e a Royal Horticultural Society (RHS), a sociedade de horticultura do Reino Unido, divergem na frequência. A dose recomendada também muda de uma fonte para outra. Por isso, a frequência só pode ser comparada junto com a dose.
Fonte | Frequência | Dose |
|---|---|---|
Iowa State, guia da espada (2025) | Na primavera, sem repetir (adubar com frequência não é necessário) | Metade ou um quarto da dose do rótulo, adubo comum |
Iowa State, guia de suculentas (2024) | A cada 3 ou 4 regas, na primavera e no verão | Metade ou um quarto da dose, adubo comum. Adubo de cacto na dose do rótulo |
Penn State Extension | Uma vez por mês, na época de crescimento | Metade da dose, adubo comum |
RHS | Uma vez por mês, de abril a setembro no Reino Unido (outubro a março no Brasil, com março já na pausa deste guia) | Adubo líquido para plantas de casa ou para cacto |
Ninguém mediu como a espada de vaso responde a cada uma dessas doses. Este guia segue o guia da Iowa State dedicado à espada, porque ele trata só dela, e não de todas as suculentas: uma aplicação a meia dose em setembro, e nenhuma outra até o setembro seguinte. É a opção que usa menos adubo por ano entre as quatro, e adubo demais é o erro que causa dano. Quem quiser ainda menos pode usar um quarto da dose.
A Penn State apresenta o adubo mensal como o caminho "para uma planta mais vigorosa". A RHS também fala em adubar para estimular o crescimento. As duas tratam o adubo mensal como um extra para fazer a planta crescer mais. A Penn State e a RHS não ligam a frequência à luz. Este guia acrescenta duas condições, luz forte e folhas novas, para não adubar planta parada. Se a sua espada cumpre as duas, a opção mais intensa das fontes é a mensal. Nesse caso, use adubo a meia dose, uma vez por mês, de setembro a fevereiro.
Para chegar à meia dose, divida pela metade a quantidade que o rótulo manda colocar na água. Se o rótulo pede 10 ml por litro de água, use 5 ml por litro. Regue com essa solução quando a terra estiver seca até o fundo, no lugar da rega normal.
Quando adubar a espada-de-são-jorge no Brasil
Adube a espada-de-são-jorge em setembro, no começo da primavera do Brasil. A época de crescimento da espada vai de setembro a fevereiro, primavera e verão no hemisfério sul. As fontes de extensão são do hemisfério norte: a primavera delas cai de março a maio, meses de outono no Brasil. Por isso, este guia usa a primavera do Brasil, que começa em setembro. Se setembro passou e a planta não recebeu adubo, a aplicação ainda pode ser feita até novembro, dentro da primavera.
De março a agosto, não adube. Esse é o período de outono e inverno no Brasil. Com dias mais curtos e menos luz, a planta quase não cresce. Adubo dado a uma planta que não está crescendo sobra na terra como sal, segundo a extensão de Nebraska.
O frio é outro motivo para não adubar de março a agosto. O guia de produção de sansevieria da UF/IFAS, da Universidade da Flórida, registra um efeito do adubo no frio. Doses altas de nitrogênio aumentam muito o dano de frio na espada. O mesmo guia manda os produtores reduzirem o adubo quando a temperatura deve cair abaixo de 7 °C (45 °F).
O aquecedor ligado no inverno não muda essa regra. Segundo a extensão de Nebraska, a luz forte mantém a planta crescendo no inverno. Essa luz vem de uma janela muito clara ou de luz artificial. Nesse caso, a Nebraska manda tratar a planta como planta em crescimento. No Brasil, a janela mais clara é a voltada para o norte ou para o oeste. Para a espada, a exceção só vale se ela soltar folha nova no inverno. Nesse caso, faça uma aplicação a meia dose, uma só, e espere o setembro seguinte para a próxima. Ninguém mediu a espada de vaso no inverno, e essa é a opção com menos adubo.
Qual adubo usar na espada-de-são-jorge: a proporção de NPK
Para a espada-de-são-jorge, use um adubo líquido para plantas de casa. De preferência, o primeiro número do rótulo (nitrogênio) deve ser maior que o do meio (fósforo). NPK é a sigla dos três números do rótulo: nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), nessa ordem. Segundo a UF/IFAS, o nitrogênio é o nutriente que mais limita o crescimento da espada nos viveiros.
O guia da UF/IFAS traz a faixa sugerida de nutrientes na folha da espada. Na análise da folha, o nitrogênio fica entre 1,7% e 3,0% e o potássio entre 2,0% e 3,0%. O fósforo fica entre 0,15% e 0,3%, cerca de dez vezes menos. Na produção em vaso, a UF usa adubo na proporção 3-1-2 ou 2-1-2: três ou duas partes de nitrogênio para uma de fósforo. Esses números vêm de produtores, e não de vasos de sala: use-os para escolher a proporção do adubo, e não a dose.
Adubo de floração tem o número do meio (o fósforo) maior que os outros e foge dessa proporção. Deixe esse adubo para as plantas de flor.
Adubo para cacto e suculenta também serve. A Iowa State, no guia de suculentas, manda seguir o rótulo para o adubo de cacto. O adubo comum para plantas de casa vai a meia dose ou a um quarto da dose. Não reduza duas vezes: adubo de cacto vai na dose do rótulo, sem cortar pela metade.
Adubo de liberação lenta, que solta os nutrientes aos poucos, em grânulo ou em bastão, também serve. A Iowa State, no guia de suculentas, aceita esse tipo de adubo uma vez, no começo da época de crescimento, no lugar do adubo líquido. Nunca use os dois juntos.
Confira também o saco da terra. Muita terra de vaso já vem com adubo de liberação lenta. A extensão de Nebraska dá o exemplo de uma terra que alimenta a planta por até 6 meses. Nesse caso, siga o prazo do saco antes de adubar. Terra com muita perlita (grãos brancos e leves) ou areia segura menos adubo. A UF reduz cerca de 20% o nitrogênio e o potássio nessas misturas. Nesse caso, prefira a menor dose da Iowa State, um quarto da dose do rótulo.
Borra de café e casca de ovo na espada-de-são-jorge
Não coloque borra de café no vaso da espada-de-são-jorge. A borra fresca, recém-coada, tem mais chance de ser tóxica para as plantas, segundo a pesquisadora Linda Chalker-Scott, da Washington State University. Ela aceita misturar à terra só borra já compostada (deixada para se decompor por semanas numa composteira).
A borra também é fina e compacta. Em camada sobre a terra, ela pode formar uma barreira para a água e para o ar. O alerta está num resumo da extensão da Universidade do Arizona sobre o trabalho da mesma pesquisadora. Na espada, que apodrece com terra úmida e sem ar, uma camada de borra que barre a água e o ar é um risco. Segundo a extensão da New Mexico State University, é difícil achar pesquisa publicada sobre borra em vaso de planta de casa. Por isso, a extensão não recomenda colocar a borra direto no vaso, e este guia segue essa cautela.
A casca de ovo não aduba a planta no mesmo ano. A casca leva de 1 a 5 anos para se decompor, mesmo moída, segundo a extensão da Universidade de Illinois. A mesma extensão sugere colocar casca de ovo e borra de café na composteira, e não direto na terra.
Sinais de adubo demais na espada-de-são-jorge e como lavar a terra
Crosta branca ou amarelada na superfície da terra é o sinal mais visível de adubo demais. A extensão de Nebraska lista também crescimento parado, ponta de folha marrom, raiz com a ponta seca e planta murcha. Outro sinal é um anel branco na borda do vaso de barro ou em volta do furo de drenagem.

O dano vem do sal. Todo adubo dissolvido na água vira sal. Quando a água evapora, o sal fica na terra. Com muito sal, a raiz perde água mesmo com a terra úmida, e a ponta da raiz seca. A Universidade do Missouri explica que a planta absorve esse sal e o acumula na ponta e na borda da folha, que queimam.
Ponta marrom tem outras causas, e o adubo só é suspeito se a planta recebeu adubo nos últimos meses. A Universidade do Missouri cita a água de aparelho que amolece a água, que troca o calcário por sal de sódio ou de potássio. A mesma universidade diz que as dracenas são sensíveis ao flúor (mineral presente na água tratada), e a espada agora é uma dracena. Frio e sol forte também queimam a folha, como mostra o guia das folhas amarelas.
Regar sempre por baixo, pelo prato, também pode acumular sal: a água não escorre pelo furo e não leva o sal embora. O guia de como regar a espada-de-são-jorge explica quando vale regar por cima para lavar a terra.
Para lavar o sal da terra, siga o passo a passo da extensão de Nebraska:
Raspe a crosta branca da superfície. Não tire mais do que 6 mm (1/4 de polegada) de terra.
Leve o vaso para a pia ou o tanque, onde a água escorre livre.
Despeje água devagar, aos poucos, até escorrer pelo furo. Repita até usar o dobro do volume do vaso. Um vaso de 15 cm (6 polegadas) segura cerca de 1,2 litro, então use cerca de 2,4 litros.
Deixe escorrer toda a água, sem prato embaixo.
Só regue de novo quando a terra secar até o fundo.
Se a crosta voltar logo depois da lavagem, troque a terra do vaso. A Nebraska aponta a terra nova como a outra forma de tirar o sal. A mesma extensão sugere lavar a terra das plantas de casa a cada 4 a 6 meses, como rotina. Este guia só manda lavar quando aparece sinal, porque a espada recebe pouco adubo. Depois de lavar ou trocar a terra, não adube até a próxima primavera.
Espada recém-comprada ou recém-replantada: quando começar
A espada-de-são-jorge comprada costuma ter sido adubada no viveiro. O guia da UF descreve um cultivo com adubo todo mês na espada de vaso em estufa. Por isso, a planta nova provavelmente não precisa de adubo nos primeiros meses. Espere o primeiro setembro depois da compra e faça a aplicação do ano. Se comprou em setembro ou depois, espere o setembro do ano seguinte.
A espada recém-replantada também não recebe adubo. A extensão de Nebraska inclui a planta recém-replantada entre as que não devem ser adubadas. Se você trocou a terra depois do último setembro, a próxima aplicação fica para o setembro seguinte. Na terra nova, siga também o prazo do adubo que já vem no saco.
Perguntas frequentes
Adubo faz a espada-de-são-jorge dar flor?
Só com muita luz. A Iowa State diz que a espada pode florir quando recebe muita luz e boa nutrição. Se a planta fica longe da janela, aproxime a planta da janela primeiro. A aplicação de setembro a meia dose continua a mesma.
Espada-de-são-jorge na pouca luz precisa de adubo?
Não. Com pouca luz, a espada quase não cresce e usa pouco adubo. O que sobra vira sal na terra. A Universidade do Missouri diz que, com dias curtos e pouca luz, adubar para forçar crescimento dá o efeito contrário. O guia de luz ideal para espada-de-são-jorge mostra onde colocar a planta para ela voltar a crescer.
Bastão de adubo serve para espada-de-são-jorge?
Serve, como aplicação única. Bastão é adubo de liberação lenta. A Iowa State aceita esse tipo de adubo uma vez, no começo da época de crescimento, que no Brasil é setembro. Use o bastão no lugar do adubo líquido, nunca somado a ele. Siga a quantidade do rótulo para o tamanho do vaso: a meia dose vale só para o adubo líquido comum, e a Iowa não dá dose para bastão.
Posso adubar a espada-de-são-jorge no inverno se a casa é aquecida?
Não. O aquecedor deixa a casa mais quente, mas não aumenta a luz, e a luz é o que mantém a espada crescendo no inverno. Planta parada não usa o adubo, que fica na terra como sal. Só abra exceção se a espada estiver sob luz artificial ou numa janela muito clara e soltar folha nova no inverno. Nesse caso, faça uma aplicação a meia dose, uma só.
O que fazer hoje
Aperte a base das folhas da sua espada-de-são-jorge e olhe a superfície da terra. Se a base estiver mole, não adube: pare de regar até a terra secar até o fundo. Se houver crosta branca, lave a terra hoje e deixe o adubo para setembro. Se a planta estiver firme e ainda não recebeu adubo neste ano, faça a aplicação do ano até novembro, no fim da primavera do Brasil: adubo líquido para plantas de casa a meia dose, no dia em que regar. Se ela já recebeu adubo, espere o próximo setembro.
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Fontes
Iowa State University Extension and Outreach: Caring for Sansevieria, Aaron J. Steil, 17/01/2025 (adubo comum a meia dose ou a um quarto, na primavera; adubar com frequência não é necessário; regar demais mata; flor com muita luz e boa nutrição) e Growing succulents indoors, Aaron Steil, revisado em dezembro de 2024 (a cada 3 ou 4 regas na primavera e no verão; adubo de cacto na dose do rótulo; liberação lenta no começo da época; nada no inverno).
Penn State Extension: Snake Plant: A Forgiving, Low-maintenance Houseplant (adubo comum a meia dose, uma vez por mês na época de crescimento, para uma planta mais vigorosa).
Royal Horticultural Society: How to grow sansevierias (adubo líquido uma vez por mês, de abril a setembro, para estimular o crescimento).
UF/IFAS, Henley, Chase e Osborne: Sansevieria Production Guide, RH-91-30 (proporção 3-1-2 ou 2-1-2; nutrientes na folha; nitrogênio em excesso e dano de frio; adubo reduzido abaixo de 7 °C; 20% menos nitrogênio e potássio em mistura com perlita ou areia).
Nebraska Extension in Lancaster County: Success With Houseplants: Fertilization (plantas que não devem ser adubadas, janela clara no inverno, terra com adubo, sinais de sal, lavagem com o dobro do volume do vaso).
University of Missouri, David Trinklein: Houseplant problems, 03/01/2019 (sal do adubo na ponta e na borda da folha, adubo com pouca luz, água de abrandador, flúor nas dracenas).
University of Arizona Cooperative Extension, Backyard Gardener: Using Coffee Grounds in the Garden, 15/01/2024, a partir do trabalho de Linda Chalker-Scott, Washington State University (compostar antes, camada de borra que compacta e barra água e ar).
New Mexico State University, Southwest Yard & Garden: Compost spent coffee grounds before using them on your soil, 14/11/2020 (pouca pesquisa sobre borra em vaso de planta de casa; cita a Washington State University: borra crua mais tóxica, só compostada misturada à terra).
University of Illinois Extension: Garden mythbusters: dos and don'ts of natural remedies, 31/03/2025 (casca de ovo leva de 1 a 5 anos para se decompor).
Todas consultadas em 14 de outubro de 2026.
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