671 Fáceis de Cuidar Intermediárias | Guia 2026
Encontre 671 fáceis de cuidar de cuidado médio. Guia completo para seu jardim.
671 Fáceis de Cuidar de nível médio
Mostrando 1-36 de 671
Abeto-de-nordmann
Abies nordmanniana
O abeto-de-nordmann (Abies nordmanniana) é uma conífera grande e majestosa, nativa das florestas montanhosas do Cáucaso, do nordeste da Turquia e da Geórgia. A árvore possui uma copa graciosa e amplamente piramidal, com galhos horizontais que crescem em camadas. Suas agulhas verde-escuras e brilhantes são macias, não espetam e apresentam duas listras brancas distintas na face inferior. Na natureza, o abeto-de-nordmann pode atingir até 50 metros de altura; em jardins e parques, geralmente alcança entre 9 e 15 metros. A árvore é mais conhecida como árvore de Natal, pois suas agulhas dificilmente caem.
Lanterna-chinesa
Abutilon hybridum
O Abutilon hybridum, popularmente conhecido como lanterna-chinesa, é um arbusto ornamental da família Malvaceae, nativo da América do Sul. Suas flores pendentes em forma de sino, em tons de vermelho, amarelo, laranja e rosa, lembram pequenas lanternas, tornando-o uma planta muito decorativa tanto em ambientes internos quanto externos.
Acanto
Acanthus mollis
O Acanthus mollis, popularmente conhecido como acanto, é uma planta perene mediterrânea de grande porte, admirada pelas suas folhas profundamente lobadas e brilhantes e pelos longos espigões florais brancos e roxos que desabrocham do final da primavera ao início do verão. As suas folhas inspiraram o famoso capitel coríntio da arquitectura clássica.
Goiabeira-serrana
Acca sellowiana
A Acca sellowiana, conhecida popularmente como goiabeira-serrana ou feijoa, é um arbusto frutífero nativo do sul do Brasil e Uruguai. Pertencente à família Myrtaceae, produz frutos aromáticos de polpa suculenta com sabor que lembra uma combinação de abacaxi e morango. Suas flores ornamentais, com pétalas brancas e estames vermelhos, são comestíveis e adocicadas.
Bordo
Acer
O gênero Acer, conhecido popularmente como bordo ou ácer, engloba mais de 130 espécies de árvores e arbustos decíduos distribuídos pelo hemisfério norte. Famoso pela exuberância das folhas no outono, o bordo é cultivado tanto por seu valor ornamental quanto por sua madeira nobre. A espécie japonesa Acer palmatum é especialmente apreciada em jardins e bonsai, enquanto o Acer saccharum fornece a famosa seiva para o xarope de bordo.
Bordo-de-lua-cheia
Acer japonicum
O bordo-de-lua-cheia (Acer japonicum), também conhecido como bordo-japonês, é uma árvore decídua de pequeno a médio porte, nativa das florestas montanhosas do Japão e da Coreia, valorizada por suas folhas arredondadas em forma de lua, com 7 a 11 lóbulos macios. Na primavera produz pequenas flores arroxeadas antes de as folhas brotarem, e no outono sua copa ganha tons vibrantes de dourado, laranja e vermelho. De crescimento lento e elegante, é uma árvore-destaque clássica em jardins de estilo japonês.
Bordo-americano
Acer negundo
O Bordo-americano (Acer negundo) é uma árvore decídua de crescimento rápido, nativa da América do Norte. Pertence à família Sapindaceae e pode atingir até 21 metros de altura. É amplamente reconhecida pela sua resistência ao frio intenso, à seca e a diferentes tipos de solo, tornando-a uma das árvores mais adaptáveis do continente. Suas folhas são compostas pinadas com 3 a 5 folíolos, e na primavera produz flores discretas de coloração verde-amarelada antes do surgimento da folhagem.
Bordo Japonês
Acer palmatum
O Bordo Japonês (Acer palmatum) é uma árvore ornamental originária do Japão, China e Coreia, famosa pela beleza espetacular de sua folhagem, que muda de cor ao longo das estações — do verde intenso na primavera ao vermelho, laranja e amarelo vibrantes no outono. Com porte elegante e folhas palmatiformes recortadas, é uma das árvores ornamentais mais apreciadas em jardins de estilo asiático, jardins de contemplação e como bonsai.
Ácer-da-Noruega
Acer platanoides
O Ácer-da-Noruega (Acer platanoides) é uma grande árvore caducifólia nativa da Europa e da Ásia Ocidental, muito utilizada como árvore ornamental, de sombra e em arruamentos urbanos. Apresenta folhas palmatiformes largas, flores amarelo-esverdeadas na primavera e uma espetacular folhagem amarela a laranja no outono. Extremamente resistente, tolera solos variados, poluição e condições urbanas.
Bordo-vermelho
Acer rubrum
O Acer rubrum, conhecido como bordo-vermelho, é uma das árvores caducifólias mais abundantes e amplamente distribuídas no leste da América do Norte. Famoso pela sua espetacular folhagem outonal nas cores carmesim, laranja e amarelo, é uma árvore de crescimento rápido, muito valorizada em projetos paisagísticos pelo seu valor ornamental, sombra e habitat para fauna selvagem.
Bordo Prateado
Acer saccharinum
O Bordo Prateado (Acer saccharinum) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido, nativa do leste e centro da América do Norte. O nome refere-se ao verso prateado das suas folhas, que lhe confere um aspeto cintilante ao vento. É amplamente cultivado como árvore ornamental e de sombra.
Ácer-lua-cheia
Acer shirasawanum
Acer shirasawanum, o ácer-lua-cheia, é uma árvore decídua ou arbusto de grande porte, de crescimento lento, nativa do Japão, valorizada por suas folhas arredondadas em forma de estrela que surgem verde-amareladas na primavera e tornam-se vermelho-alaranjadas intensas no outono. Atinge de 5 a 6 metros de altura e largura na maturidade, formando uma copa elegante e arredondada, ideal como árvore de destaque ou plantio de sub-bosque.
Bordo-da-montanha
Acer spicatum
O Bordo-da-montanha (Acer spicatum) é um pequeno arbusto ou arvoreta caducifólia nativa do leste da América do Norte, típica do sub-bosque de florestas temperadas. Cresce em encostas rochosas e margens de riachos, com folhagem que exibe tons vibrantes de amarelo, laranja e vermelho no outono.
Macaúba
Acrocomia aculeata
A macaúba (Acrocomia aculeata) é uma palmeira nativa do Brasil e da América tropical, amplamente distribuída pelo Cerrado, Mata Atlântica e áreas de transição. Seu tronco espinhoso pode atingir até 15 metros de altura, coroado por longas folhas pinadas e arquitetônicas. Produz frutos oleaginosos abundantes, tornando-se uma das palmeiras mais versáteis e economicamente promissoras da flora brasileira. Resistente à seca e ao fogo, adapta-se a diferentes tipos de solo e é cada vez mais valorizada tanto no paisagismo tropical quanto na agroindústria sustentável.
Samambaia-dourada
Acrostichum aureum
A Acrostichum aureum, conhecida popularmente como samambaia-dourada ou samambaia-de-mangue, e uma das maiores samambaias tropicais do mundo. Nativa dos manguezais e zonas costeiras pantropicais, esta especie robusta desenvolve frondes longas e coriaceas que podem atingir 3 metros de comprimento. Adapta-se tanto a ambientes salobros quanto a solos alagados, sendo uma planta extremamente resistente.
Samambaia-do-mangue
Acrostichum danaeifolium
A Samambaia-do-mangue (Acrostichum danaeifolium) é uma das maiores samambaias das Américas tropicais, podendo atingir até 3,6 metros de altura. Nativa de manguezais e pântanos costeiros, é uma planta robusta e imponente, perfeitamente adaptada a solos úmidos, salinos e ambientes com alta luminosidade.
Rosa-do-deserto / Adenium (gênero)
Adenium
O Adenium é um gênero de suculentas caudicifornes nativas das regiões áridas da África e da Península Arábica. Conhecidos como rosa-do-deserto, são celebrados por suas flores vistosas em tons de rosa, vermelho e branco e pelo tronco base inchado (cáudice), que armazena água. A espécie mais cultivada é A. obesum.
Lírio do Impala
Adenium multiflorum
O Lírio do Impala (Adenium multiflorum) é uma suculenta arbustiva nativa do sul da África, conhecida por suas flores espetaculares brancas com bordas carmesim que surgem no inverno, quando a planta perde suas folhas. Possui um caule basal engrossado chamado cáudex, que armazena água e confere aparência de bonsai com o tempo.
Rosa-do-deserto
Adenium obesum
Adenium obesum, popularmente conhecida como Rosa-do-deserto, é um arbusto suculento nativo do leste da África e da Península Arábica. Famosa por seu caule engrossado (cáudex) e flores vibrantes em tons de rosa, vermelho e branco, é uma das plantas ornamentais mais apreciadas por colecionadores e entusiastas de bonsai. Apesar de sua aparência exótica, adapta-se bem ao cultivo em ambientes internos com boa iluminação.
Gravatá
Aechmea caudata
O Gravatá (Aechmea caudata) é uma bromélia nativa da Mata Atlântica brasileira, encontrada nos estados do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul. Planta epífita, rupícola ou terrestre, forma uma roseta infundibuliforme com folhas longas e arqueadas de até 128 cm, com margens serradas e ápice pungente. Sua inflorescência é espiciforme, ereta e ultrapassa a roseta foliar, exibindo flores amareladas com sépalas alaranjadas a vermelhas — um espetáculo tropical único. Floresce uma única vez na vida, no verão, e após a floração origina filhotes que perpetuam a planta.
Bromélia Coral
Aechmea fulgens
A Bromélia Coral (Aechmea fulgens) é uma bromélia epífita nativa do nordeste do Brasil, especialmente dos estados da Bahia e Pernambuco. Suas folhas formam uma roseta elegante de cor verde brilhante com espinhos nas margens, e sua floração é um espetáculo à parte: uma panícula vermelha com brácteas vistosas e flores roxas. Após a floração, produz frutos vermelhos globosos que persistem na planta por muitos meses, tornando-a decorativa durante todo o ano. É uma das bromeliáceas mais populares no cultivo doméstico e em jardins tropicais.
Planta-batom
Aeschynanthus radicans
A Planta-batom (Aeschynanthus radicans) é uma deslumbrante epífita tropical nativa das florestas úmidas do Sudeste Asiático. Conhecida por suas hastes pendentes adornadas com folhas cerosas e brilhantes e impressionantes flores tubulares vermelhas que emergem de cálices bordô escuros, lembrando um batom saindo do estojo. É uma das favoritas entre os jardineiros de interiores, ideal para vasos suspensos onde seus ramos podem cair graciosamente.
Agrocybe de campo
Agrocybe pediades
Agrocybe pediades é um fungo saprófito pequeno e cosmopolita que cresce frequentemente em solos ricos, como gramados, jardins e pastagens. Caracteriza-se pelo seu chapéu inicialmente hemisférico que se achata com a idade, apresentando uma cor ocre amarelada ou canela. É um organismo essencial para a decomposição de matéria orgânica e a reciclagem de nutrientes no solo. Embora seja comestível, seu tamanho pequeno e a possibilidade de confusão com espécies tóxicas semelhantes exigem precaução.
Albuca spiralis
Albuca spiralis
Albuca spiralis, popularmente conhecida como 'Frizzle Sizzle', é uma suculenta bulbosa única nativa da África do Sul. É celebrada por suas folhas distintas em formato de saca-rolhas que se enrolam mais firmemente quando expostas a altos níveis de luminosidade. No final da primavera, produz hastes de flores verde-amareladas em forma de sino que exalam uma doce fragrância de baunilha. A planta passa por um período de dormência no verão, onde sua folhagem pode secar completamente.
Bromélia-imperial
Alcantarea imperialis
A Alcantarea imperialis, popularmente conhecida como bromélia-imperial, é uma das maiores bromélias do mundo e uma das mais majestosas plantas ornamentais do Brasil. Endêmica das encostas rochosas da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, esta espécie forma rosetas gigantescas de folhas coriáceas que podem atingir 1,5 m de diâmetro, com capacidade de armazenar até 30 litros de água no seu tanque central. Quando floresce — evento que ocorre após 10 a 40 anos de vida —, produz uma imponente haste floral de até 3,5 metros com flores branco-amareladas e brácteas avermelhadas que atraem beija-flores e outros polinizadores.
Malva-Rosa
Alcea rosea
A Malva-Rosa (Alcea rosea) é uma planta bienal ou perene de vida curta, pertencente à família Malvaceae, originária da China e da Turquia. Conhecida pelas suas imponentes espigas florais que podem atingir até 2,5 metros de altura, produz flores exuberantes nas cores rosa, vermelho, branco, amarelo, roxo e laranja durante o verão. É uma planta clássica de jardins, muito apreciada em bordaduras e muros.
Alocasia Amazônica
Alocasia × mortfontanensis
A Alocasia × mortfontanensis, comumente conhecida como Alocasia Amazônica ou Cara-de-cavalo, é um híbrido deslumbrante que apresenta grandes folhas em forma de flecha. A folhagem é de um verde-escuro profundo, quase preto, com nervuras branco-prateadas espessas e dramáticas e bordas onduladas e recortadas. É uma planta de destaque que traz uma estética tropical e pré-histórica a qualquer ambiente interno.
Cunjevói
Alocasia brisbanensis
Alocasia brisbanensis, conhecida popularmente como Cunjevói, é uma planta tropical perene de grande porte nativa das margens de florestas tropicais do leste da Austrália. Possui folhas grandes, brilhantes e em forma de pá, com até 70 cm de comprimento, sobre longos pecíolos verde-arroxeados. É uma planta ornamental imponente, mas altamente tóxica — todas as suas partes contêm cristais de oxalato de cálcio.
Inhame-Chinês
Alocasia cucullata
Alocasia cucullata, conhecida popularmente como Inhame-Chinês ou Mão de Buda, é uma planta tropical compacta originária do Sudeste Asiático. Apresenta folhas brilhantes em forma de coração ou seta, sustentadas por longos pecíolos, com porte ereto e elegante. Esta planta perene sempre-verde prospera em ambientes quentes e úmidos, sendo amplamente cultivada como planta ornamental de interior. Reverenciada na Tailândia e no Laos como planta sagrada da boa sorte, é tradicionalmente colocada na entrada das casas e em templos budistas.
Orelha-de-elefante
Alocasia longiloba
A Alocasia longiloba é uma planta tropical deslumbrante originária das florestas úmidas do Sudeste Asiático — Bornéu, Malásia e Tailândia. Suas folhas em forma de seta ou coração, com nervuras prateadas e esverdeadas contrastando sobre um fundo verde-escuro, fazem desta espécie uma das mais procuradas entre os entusiastas de plantas de interior. As variedades 'Dragon Scale' e 'Silver' destacam-se pela textura quase reptiliana das folhas, que captura e reflete a luz de forma única. Em ambiente doméstico pode alcançar de 60 a 120 cm de altura, tornando-se um ponto focal elegante em qualquer espaço. Pertence à família Araceae e compartilha o gênero Alocasia com cerca de 90 outras espécies igualmente fascinantes.
Orelha-de-elefante-gigante
Alocasia macrorrhizos
A Alocasia macrorrhizos e uma espetacular perene tropical do Sudeste Asiatico, valorizada por suas enormes folhas em formato de flecha que podem atingir ate 1,5 metro de comprimento. Conhecida como Orelha-de-elefante-gigante, esta planta de crescimento rapido cria um impacto arquitetonico marcante tanto em interiores quanto em jardins tropicais. Pertence a familia Araceae e apresenta folhas grossas, com nervuras proeminentes, de um verde brilhante sobre hastes robustas e eretas.
Alocásia Veludo Verde
Alocasia micholitziana
A Alocasia micholitziana, popularmente conhecida como Alocásia Veludo Verde ou Frydek, é uma planta tropical de interior nativa das Filipinas. É apreciada pelas suas folhas aveludadas verde-escuras com veias brancas dramáticas e textura profundamente nervurada. Pertencente à família Araceae, prospera como planta de interior em ambientes quentes e húmidos, sendo um elemento decorativo incrível em qualquer lar.
Orelha-de-elefante-asiática
Alocasia odora
A Alocasia odora, conhecida como Orelha-de-elefante-asiática, é uma planta tropical imponente da família Araceae, originária do Leste e Sudeste Asiático. Suas grandes folhas em forma de seta podem atingir até 60 cm de comprimento, e a planta inteira pode chegar a 2,4 metros de altura. Produz flores perfumadas em forma de espádice durante a primavera e o verão, especialmente fragantes à noite — daí o nome popular inglês "Night-scented Lily". ATENÇÃO: É tóxica para humanos, gatos e cães quando ingerida crua, pois contém cristais de oxalato de cálcio.
Alocasia Black Velvet
Alocasia reginula
Alocasia reginula, popularmente conhecida como Alocasia Black Velvet, é uma planta tropical compacta e impressionante, nativa das florestas tropicais de Bornéu. É valorizada por suas folhas aveludadas de um tom quase preto profundo, adornadas com veias branco-prateadas contrastantes. Ao contrário de espécies maiores de Alocasia, esta 'alocasia joia' permanece pequena e manejável, tornando-a uma planta de interior ideal para destaque. Seus rizomas grossos, semelhantes aos de suculentas, armazenam água, conferindo-lhe certa tolerância à seca, mas também tornando-a altamente suscetível ao apodrecimento das raízes se regada em excesso.
Alocasia Jacklyn
Alocasia tandurusa
A Alocasia Jacklyn (Alocasia tandurusa) é uma planta tropical rara e espetacular, nativa das florestas úmidas de Sulawesi, Indonésia. Suas enormes folhas em formato de flecha, com nervuras proeminentes e coloração verde profunda, fazem dela uma das alocásias mais cobiçadas por colecionadores de plantas ao redor do mundo. Quando cultivada em ambientes internos, pode atingir até 1,2 metro de altura, tornando-se um ponto focal impressionante em qualquer ambiente.
Gengibre Vermelho
Alpinia purpurata
O Gengibre Vermelho (Alpinia purpurata) é uma planta tropical exuberante originária do Pacífico Sul, famosa por suas vistosas espigas florais vermelho-carmesim que se erguem sobre folhagem verde-brilhante em forma de lança. Pertence à família Zingiberaceae e é amplamente cultivada como ornamental em jardins tropicais e subtropicais, assim como em vasos em interiores aquecidos. Suas flores longas e duradouras tornam-na muito valorizada em arranjos florais e guirlandas.
Fáceis de Cuidar de Cuidado Médio
Nossa seleção de 671 fáceis de cuidar de nível médio combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado moderadas. Ideais para quem já tem experiência básica.
Por que Escolher Fáceis de Cuidar Médio?
Combinar a beleza das fáceis de cuidar com o nível de dificuldade médio permite que você aproveite essa categoria com um compromisso equilibrado de cuidados. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.