232 Pet Friendly Intermediárias | Guia 2026
Encontre 232 pet friendly de cuidado médio. Guia completo para seu jardim.
232 Pet Friendly de nível médio
Mostrando 1-36 de 232
Lanterna-chinesa
Abutilon hybridum
O Abutilon hybridum, popularmente conhecido como lanterna-chinesa, é um arbusto ornamental da família Malvaceae, nativo da América do Sul. Suas flores pendentes em forma de sino, em tons de vermelho, amarelo, laranja e rosa, lembram pequenas lanternas, tornando-o uma planta muito decorativa tanto em ambientes internos quanto externos.
Acanto
Acanthus mollis
O Acanthus mollis, popularmente conhecido como acanto, é uma planta perene mediterrânea de grande porte, admirada pelas suas folhas profundamente lobadas e brilhantes e pelos longos espigões florais brancos e roxos que desabrocham do final da primavera ao início do verão. As suas folhas inspiraram o famoso capitel coríntio da arquitectura clássica.
Goiabeira-serrana
Acca sellowiana
A Acca sellowiana, conhecida popularmente como goiabeira-serrana ou feijoa, é um arbusto frutífero nativo do sul do Brasil e Uruguai. Pertencente à família Myrtaceae, produz frutos aromáticos de polpa suculenta com sabor que lembra uma combinação de abacaxi e morango. Suas flores ornamentais, com pétalas brancas e estames vermelhos, são comestíveis e adocicadas.
Bordo Japonês
Acer palmatum
O Bordo Japonês (Acer palmatum) é uma árvore ornamental originária do Japão, China e Coreia, famosa pela beleza espetacular de sua folhagem, que muda de cor ao longo das estações — do verde intenso na primavera ao vermelho, laranja e amarelo vibrantes no outono. Com porte elegante e folhas palmatiformes recortadas, é uma das árvores ornamentais mais apreciadas em jardins de estilo asiático, jardins de contemplação e como bonsai.
Ácer-da-Noruega
Acer platanoides
O Ácer-da-Noruega (Acer platanoides) é uma grande árvore caducifólia nativa da Europa e da Ásia Ocidental, muito utilizada como árvore ornamental, de sombra e em arruamentos urbanos. Apresenta folhas palmatiformes largas, flores amarelo-esverdeadas na primavera e uma espetacular folhagem amarela a laranja no outono. Extremamente resistente, tolera solos variados, poluição e condições urbanas.
Bordo-vermelho
Acer rubrum
O Acer rubrum, conhecido como bordo-vermelho, é uma das árvores caducifólias mais abundantes e amplamente distribuídas no leste da América do Norte. Famoso pela sua espetacular folhagem outonal nas cores carmesim, laranja e amarelo, é uma árvore de crescimento rápido, muito valorizada em projetos paisagísticos pelo seu valor ornamental, sombra e habitat para fauna selvagem.
Bordo Prateado
Acer saccharinum
O Bordo Prateado (Acer saccharinum) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido, nativa do leste e centro da América do Norte. O nome refere-se ao verso prateado das suas folhas, que lhe confere um aspeto cintilante ao vento. É amplamente cultivado como árvore ornamental e de sombra.
Bordo-da-montanha
Acer spicatum
O Bordo-da-montanha (Acer spicatum) é um pequeno arbusto ou arvoreta caducifólia nativa do leste da América do Norte, típica do sub-bosque de florestas temperadas. Cresce em encostas rochosas e margens de riachos, com folhagem que exibe tons vibrantes de amarelo, laranja e vermelho no outono.
Samambaia-dourada
Acrostichum aureum
A Acrostichum aureum, conhecida popularmente como samambaia-dourada ou samambaia-de-mangue, e uma das maiores samambaias tropicais do mundo. Nativa dos manguezais e zonas costeiras pantropicais, esta especie robusta desenvolve frondes longas e coriaceas que podem atingir 3 metros de comprimento. Adapta-se tanto a ambientes salobros quanto a solos alagados, sendo uma planta extremamente resistente.
Samambaia-do-mangue
Acrostichum danaeifolium
A Samambaia-do-mangue (Acrostichum danaeifolium) é uma das maiores samambaias das Américas tropicais, podendo atingir até 3,6 metros de altura. Nativa de manguezais e pântanos costeiros, é uma planta robusta e imponente, perfeitamente adaptada a solos úmidos, salinos e ambientes com alta luminosidade.
Gravatá
Aechmea caudata
O Gravatá (Aechmea caudata) é uma bromélia nativa da Mata Atlântica brasileira, encontrada nos estados do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul. Planta epífita, rupícola ou terrestre, forma uma roseta infundibuliforme com folhas longas e arqueadas de até 128 cm, com margens serradas e ápice pungente. Sua inflorescência é espiciforme, ereta e ultrapassa a roseta foliar, exibindo flores amareladas com sépalas alaranjadas a vermelhas — um espetáculo tropical único. Floresce uma única vez na vida, no verão, e após a floração origina filhotes que perpetuam a planta.
Bromélia Coral
Aechmea fulgens
A Bromélia Coral (Aechmea fulgens) é uma bromélia epífita nativa do nordeste do Brasil, especialmente dos estados da Bahia e Pernambuco. Suas folhas formam uma roseta elegante de cor verde brilhante com espinhos nas margens, e sua floração é um espetáculo à parte: uma panícula vermelha com brácteas vistosas e flores roxas. Após a floração, produz frutos vermelhos globosos que persistem na planta por muitos meses, tornando-a decorativa durante todo o ano. É uma das bromeliáceas mais populares no cultivo doméstico e em jardins tropicais.
Planta-batom
Aeschynanthus radicans
A Planta-batom (Aeschynanthus radicans) é uma deslumbrante epífita tropical nativa das florestas úmidas do Sudeste Asiático. Conhecida por suas hastes pendentes adornadas com folhas cerosas e brilhantes e impressionantes flores tubulares vermelhas que emergem de cálices bordô escuros, lembrando um batom saindo do estojo. É uma das favoritas entre os jardineiros de interiores, ideal para vasos suspensos onde seus ramos podem cair graciosamente.
Bromélia-imperial
Alcantarea imperialis
A Alcantarea imperialis, popularmente conhecida como bromélia-imperial, é uma das maiores bromélias do mundo e uma das mais majestosas plantas ornamentais do Brasil. Endêmica das encostas rochosas da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, esta espécie forma rosetas gigantescas de folhas coriáceas que podem atingir 1,5 m de diâmetro, com capacidade de armazenar até 30 litros de água no seu tanque central. Quando floresce — evento que ocorre após 10 a 40 anos de vida —, produz uma imponente haste floral de até 3,5 metros com flores branco-amareladas e brácteas avermelhadas que atraem beija-flores e outros polinizadores.
Gengibre-concha
Alpinia zerumbet
A Alpinia zerumbet, popularmente conhecida como gengibre-concha ou colônia, é uma planta perene tropical originária da Ásia Oriental (Japão e China). Pertence à família Zingiberaceae e produz grandes folhas verde-escuras e inflorescências pendentes com flores branco-rosadas e detalhes amarelos, semelhantes a conchas. É amplamente cultivada em jardins tropicais e subtropicais como planta ornamental, além de ter vasto uso medicinal na medicina tradicional brasileira.
Anacampseros-aranha
Anacampseros arachnoides
A Anacampseros arachnoides é uma pequena suculenta originária da África do Sul, conhecida pelos delicados tricomas brancos semelhantes a teias de aranha que cobrem suas rosetas compactas. Pertence à família Anacampserotaceae e é muito apreciada como planta ornamental de interior.
Cajueiro
Anacardium occidentale
O cajueiro (Anacardium occidentale) é uma árvore frutífera tropical nativa do Nordeste do Brasil, mundialmente famosa por produzir o caju (pseudofruto suculento) e a castanha-de-caju. Pode atingir até 20 metros de altura na natureza, com copa densa e folhas coriáceas verde-brilhantes. As flores são pequenas, rosadas e aromáticas, atraindo abelhas e pássaros. É uma das árvores mais icônicas da cultura brasileira, especialmente no sertão e no litoral nordestino.
Abacaxi
Ananas comosus
O Ananas comosus, popularmente conhecido como abacaxi ou ananás, é uma planta tropical perene da família das bromélias. Caracteriza-se por uma roseta de folhas rígidas, espinhosas e em forma de espada, de onde emerge uma haste central que produz a inflorescência e, posteriormente, o fruto composto. É uma planta CAM, o que significa que libera oxigênio durante a noite, tornando-a excelente para ambientes internos.
Boca-de-leão
Antirrhinum majus
A Boca-de-leão é uma planta herbácea clássica de jardins, famosa por suas flores verticais que se abrem como uma mandíbula quando pressionadas lateralmente. Originária da região do Mediterrâneo, ela é apreciada por sua vasta gama de cores e por atrair polinizadores como abelhas e mamangavas. Embora seja tecnicamente uma perene de vida curta, é frequentemente cultivada como anual em climas mais frios ou temperados.
Afelandra Coral
Aphelandra sinclairiana
A Aphelandra sinclairiana, conhecida como Afelandra Coral ou Rainha do Panamá, é um arbusto tropical perene nativo da América Central, principalmente do Panamá e da Costa Rica. Pode atingir até 3 metros de altura e é famosa pelas suas espetaculares espigas de flores de cor coral-laranja, com brácteas brilhantes que permanecem decorativas por semanas. As grandes folhas opostas de verde intenso com nervuras brancas proeminentes fazem dela uma planta ornamental de destaque tanto em interiores luminosos como em jardins tropicais.
Pinheiro-de-Cook
Araucaria columnaris
O Pinheiro-de-Cook (Araucaria columnaris) é uma conífera majestosa originária da Nova Caledónia, conhecida pelo seu porte colunar distintivo e pela curiosa tendência de inclinar o tronco em direção ao equador. É uma árvore de crescimento lento que pode atingir 60 metros na natureza, mas em cultivo raramente ultrapassa os 15-20 metros. Muito utilizada como planta ornamental em jardins costeiros e climas subtropicais.
Bardana
Arctium lappa
Arctium lappa, popularmente conhecida como bardana, é uma planta herbácea bienal robusta, nativa da Europa e da Ásia. Pode atingir até 2 metros de altura, com grandes folhas cordiformes e capítulos florais roxos envoltos por brácteas ganchosas que se fixam facilmente em roupas e pelos de animais — inspirando, inclusive, a invenção do Velcro. Sua raiz e folhas são valorizadas há séculos na medicina tradicional e na culinária asiática.
Jaqueira
Artocarpus
Artocarpus é um gênero de aproximadamente 60 espécies de árvores tropicais da família Moraceae, originárias do sudeste asiático e ilhas do Pacífico. As espécies mais conhecidas são a jaqueira (A. heterophyllus), que produz a maior fruta de uma árvore do mundo, e a árvore do pão (A. altilis), alimento básico nas ilhas do Pacífico. Todas as espécies produzem látex leitoso e possuem folhas grandes e vistosas.
Orquídea-bambu / Arundina (gênero)
Arundina
Arundina é um gênero de orquídeas terrestres da família Orchidaceae, nativo das regiões tropicais e subtropicais da Ásia. A espécie mais conhecida, A. graminifolia, possui hastes finas semelhantes ao bambu e flores delicadas em tons de branco, rosa e roxo. São orquídeas robustas e de cultivo acessível comparadas a outros membros da família.
Orquídea Ascocenda
Ascocenda
Ascocenda é um nototaxon de orquídea resultante do cruzamento entre os gêneros Ascocentrum e Vanda, pertencente à família Orchidaceae. Produz flores vibrantes em tons de roxo, rosa, laranja e amarelo em haste ereta, combinando o porte compacto do Ascocentrum com a exuberância floral da Vanda.
Asplênio-balear
Asplenium balearicum
O Asplenium balearicum, conhecido como Asplênio-balear, é uma samambaia pequena e elegante endêmica das Ilhas Baleares e do Mediterrâneo Ocidental. Cresce naturalmente em fendas de rochas calcárias e encostas sombreadas, formando touceiras densas de frondes verdes-escuras. Ideal para ambientes internos com boa umidade, é uma planta de fácil adaptação que traz um toque mediterrâneo à decoração.
Asplenium
Asplenium nidus
A Samambaia Ninho de Pássaro (Asplenium nidus) é uma elegante samambaia tropical epífita conhecida por sua roseta de frondes verde-brilhante em formato de lança que se desenrolam de uma coroa central semelhante a um ninho. Nativa do Sudeste Asiático, Austrália e Ilhas do Pacífico, esta beleza de crescimento lento prospera em ambientes úmidos e é excelente para banheiros e espaços sombreados.
Asplênio-verde
Asplenium viride
O Asplênio-verde (Asplenium viride) é uma pequena samambaia rupícola que cresce em fendas de rochas calcárias em regiões temperadas do hemisfério norte. Suas frondes são delicadas, com raque e pecíolo de cor verde — característica que o distingue do similar Asplenium trichomanes. É uma planta de crescimento lento, elegante e resistente ao frio, muito adequada para jardins de pedras e cultivo em vasos.
Velho dos Andes
Austrocylindropuntia vestita
Austrocylindropuntia vestita, conhecida popularmente como Velho dos Andes ou Cacto Coral de Algodão, é um cacto colunar esguio originário dos campos pedregosos de altitude do noroeste da Argentina e da Bolívia. Seus caules são densamente cobertos por longos pelos brancos que lhe conferem uma aparência lã característica, funcionando como isolante contra o frio andino. Produz flores vermelho-intenso a violeta nas pontas dos caules durante a primavera e o verão.
Pau-de-remo / Beilschmiedia
Beilschmiedia
Beilschmiedia é um gênero de aproximadamente 268 espécies de árvores perenes tropicais e subtropicais pertencentes à família Lauraceae. Distribuídas pelas florestas tropicais da África, Ásia, Oceania, América Central e América do Sul, essas árvores se destacam pelo seu porte imponente, folhagem verde-escura e couro e pela importância ecológica como espécies de dossel. No Brasil, a espécie B. pendula é conhecida como Pau-de-remo, ocorrendo em florestas de várzea e matas ciliares.
Orquídea-de-Harrison
Bifrenaria harrisoniae
A Bifrenaria harrisoniae, popularmente conhecida como orquídea-de-Harrison, é uma orquídea epífita endêmica do Brasil, encontrada principalmente na Mata Atlântica e no Cerrado, desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. Produz flores grandes, perfumadas e cerosas, predominantemente brancas com labelo rosa-arroxeado e veias escuras, que podem atingir até 8 cm de comprimento. Seus pseudobulbos robustos armazenam água e nutrientes, permitindo que a planta suporte períodos de seca.
Samambaia-membranosa
Blechnum membranaceum
A Blechnum membranaceum, conhecida como samambaia-membranosa, é uma samambaia neotropical de pequeno porte pertencente à família Blechnaceae. Originária da América Central e do Sul, desenvolve frondes finas e delicadas de textura membranosa, adaptadas a ambientes úmidos e sombreados de florestas tropicais e subtropicais. Atualmente reclassificada como Austroblechnum membranaceum, mantém o nome científico histórico Blechnum membranaceum no comércio botânico.
Samambaia-australiana
Blechnum minus
A Blechnum minus, conhecida como Samambaia-australiana ou Samambaia-de-água-mole, é uma samambaia terrestre e sombreira nativa da Austrália, Nova Zelândia e Tasmânia. Prospera em ambientes úmidos e ripários, ao longo de margens de riachos e pisos florestais sombreados, formando touceiras densas de frondes brilhantes e verde-escuras que atingem 40–70 cm de comprimento. Pertence à família Blechnaceae (sinônimos: Lomaria minus, Parablechnum minus), sendo valorizada pela sua folhagem elegante e adaptabilidade a posições sombreadas.
Orquídea-rosa-do-pinhal
Bletia purpurea
A Bletia purpurea, conhecida como Orquídea-rosa-do-pinhal, é uma orquídea terrestre nativa do Caribe, Flórida, México e América Central e do Sul. Produz pseudobulbos ovais e folhas lineares elegantes, com inflorescências impressionantes de até 80 flores rosa-púrpura por hastes que podem atingir 180 cm de altura. É decídua durante o inverno, entrando em dormência antes de florescer na primavera e no verão.
Primavera
Bougainvillea glabra
A Bougainvillea glabra, popularmente conhecida como Primavera ou Três-marias, é uma trepadeira lenhosa e vigorosa nativa do Brasil. Ela é famosa por suas cores vibrantes, que na verdade são brácteas (folhas modificadas) que envolvem suas pequenas e discretas flores brancas. É uma planta extremamente resiliente, que prospera sob sol pleno e é ideal para cobrir muros, cercas e pérgolas, trazendo um aspecto tropical e exuberante ao jardim.
Repolho
Brassica oleracea
A Brassica oleracea é a espécie ancestral selvagem de muitos dos legumes mais importantes do mundo, incluindo o repolho, a couve, os brócolos, a couve-flor, as couves-de-bruxelas, o couve-rábano e a couve-galega. Nativa das falésias costeiras do Mediterrâneo e da Europa Atlântica, esta erva bienal ou perene tem sido cultivada há mais de 2.000 anos e selecionada para originar uma extraordinária variedade de grupos cultivares. Na sua forma selvagem produz folhas onduladas azul-esverdeadas, um caule ereto robusto e cachos de pequenas flores amarelas. Como espécie-mãe de todos estes grupos cultivares — repolho, couve, brócolos, couve-flor, couves-de-bruxelas, couve-rábano e couve-galega — a Brassica oleracea representa uma das maiores conquistas da humanidade na domesticação de plantas.
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