1162 Fáceis de Cuidar Intermediárias | Guia 2026 - Página 13
Encontre 1162 fáceis de cuidar de cuidado médio. Guia completo para seu jardim.
1162 Fáceis de Cuidar de nível médio
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Bananeira-da-Abissínia
Ensete ventricosum
A Bananeira-da-Abissínia (Ensete ventricosum) é uma planta tropical imponente da família Musaceae, nativa das regiões montanhosas da África Oriental e da Etiópia. Com folhas gigantescas de até 6 metros de comprimento e nervura central avermelhada, é cultivada há mais de 10.000 anos como alimento básico para cerca de 20 milhões de etíopes. Embora se assemelhe a uma bananeira, seus frutos são incomestíveis — é o pseudocaule, a raiz e a inflorescência que fornecem alimento rico em amido fermentado chamado kocho.
Orquídea Estrela Franjada
Epidendrum ciliare
Epidendrum ciliare, conhecida popularmente como Orquídea Estrela Franjada, é uma magnífica orquídea epífita nativa do México, América Central, Caribe e norte da América do Sul. Cresce sobre árvores e afloramentos rochosos em florestas úmidas entre 500 e 1000 metros de altitude. A planta produz pseudobulbos cilíndricos de 10 a 20 cm, encimados por 1 a 2 folhas oblongas verde-brilhante. Suas flores em estrela são famosas pelo lábio branco delicadamente franjado e sépalas e pétalas amarelo-esverdeadas, florescendo tipicamente no inverno. Muito apreciada por colecionadores, é uma das espécies mais elegantes do gênero Epidendrum.
Orquídea-da-praia
Epidendrum fulgens
A Epidendrum fulgens é uma orquídea terrestre nativa das restingas do litoral sul e sudeste do Brasil, do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul. Forma touceiras robustas com pseudobulbos alongados em forma de cana e produz hastes florais eretas com dezenas de flores em tons vibrantes de laranja e amarelo, com manchas vermelhas no labelo. É extremamente resistente ao sol pleno, ao vento e à maresia, características de seu habitat costeiro original.
Epidendro-de-jamieson
Epidendrum jamiesonis
Epidendrum jamiesonis é uma orquídea de grande porte, de caules tipo cana (reed-stem), terrestre a epífita, nativa das florestas nubladas frias da Colômbia e do Equador, onde cresce sobre árvores e encostas entre 1.700 e 3.500 metros de altitude. Seus caules robustos e eretos sustentam folhas perenes e terminam em vistosas inflorescências terminais com numerosas flores pequenas, em forma de estrela, com cerca de 2,5 cm de diâmetro. Diferente de muitas orquídeas com uma única época de floração, pode florescer em praticamente qualquer época do ano, desde que receba umidade constante e luz intensa. Descrita por Reichenbach em 1856 e dedicada ao botânico escocês William Jamieson, que coletou extensivamente no Equador, a espécie é hoje considerada vulnerável na natureza devido à perda de hábitat.
Cacto-orquídea
Epiphyllum
O cacto-orquídea (Epiphyllum) é um gênero de cactos epífitas originários das florestas tropicais da América Central e do Sul. Diferente dos cactos do deserto, ele vive em galhos de árvores sob luz filtrada, desenvolvendo longos caules achatados e pendentes. É famoso por suas flores espetaculares — enormes, perfumadas e frequentemente noturnas — que duram apenas um ou dois dias, criando um espetáculo efêmero inesquecível.
Rainha da Noite
Epiphyllum oxypetalum
O Epiphyllum oxypetalum é um cacto epífito espetacular nativo da América Central, famoso por suas impressionantes flores brancas noturnas que podem atingir até 30 cm de diâmetro. As flores abrem apenas durante uma noite, exalando um perfume doce e intenso, e murcham ao amanhecer. É uma planta de crescimento rápido que pode atingir até 3 metros de altura, com caules achatados que funcionam como folhas (filocládios) de bordas onduladas. Não possui espinhos como outros cactos.
Violeta-flamejante
Episcia cupreata
A Episcia cupreata e uma planta tropical rasteira originaria da Colombia, pertencente a familia Gesneriaceae. Possui folhas aveludadas com padroes metalicos em tons de cobre, prata e verde, alem de flores tubulares vermelhas ou alaranjadas que surgem ao longo do ano. E muito apreciada como planta de interior por sua folhagem decorativa e habito de crescimento em estoloes.
Cavalinha-dos-pântanos
Equisetum palustre
Equisetum palustre, conhecida como cavalinha-dos-pântanos, é uma planta vascular primitiva da família Equisetaceae — uma linhagem com mais de 300 milhões de anos. Nativa das regiões frias e úmidas da Eurásia e América do Norte, prospera em brejos, turfeiras, margens de riachos e habitats encharcados. Seus caules articulados e semelhantes a canas crescem de 10 a 60 cm e exibem verticilos de ramos delgados. ATENÇÃO: Todas as partes são tóxicas para o gado, especialmente cavalos e bovinos, devido à tiaminase e ao alcaloide palustrina, que destroem a vitamina B1.
Lírio-das-estepes
Eremurus stenophyllus
O Eremurus stenophyllus, ou lírio-das-estepes, é uma planta perene de raízes tuberosas originária das estepes e zonas semidesérticas da Ásia Central. Forma uma roseta de folhas estreitas e em forma de fita, de onde emerge, no verão, uma haste floral ereta que pode atingir de 1,20 a 1,60 m, adornada por uma longa espiga de pequenas flores estreladas amarelas que escurecem na base com o tempo. Premiado com o Award of Garden Merit da RHS, é muito apreciado por sua arquitetura espetacular no jardim.
Urze-roxa
Erica cinerea
A urze-roxa (Erica cinerea) é um pequeno arbusto perene da família Ericaceae, nativo das charnecas e zonas costeiras da Europa Ocidental, incluindo Portugal, Reino Unido, Irlanda e norte da Espanha. Forma tufos compactos de folhagem fina, semelhante a agulhas, e produz flores em forma de sino em tons de roxo, rosa ou branco durante o verão e início do outono. É uma planta resistente ao frio e à seca, ideal para jardins de estilo naturalista, bordaduras e cobertura de solo em solos ácidos.
Érica
Erica gracilis
A Erica gracilis, comumente chamada de érica, é um pequeno arbusto perene originário do Cabo, na África do Sul, pertencente à família Ericaceae. Atinge no máximo 40-45 cm de altura com uma copa compacta de cerca de 35 cm, formada por folhas escuras e aciculares. De outubro a janeiro (com possíveis reflorescimento até março), produz pequenas flores campanuladas densas, agrupadas em cachos no ápice dos ramos, de cor rosa, branca ou magenta, com um leve perfume de mel. É uma planta calcífuga: rejeita solos calcários e requer um substrato ácido.
Urze-de-folhas-cruzadas
Erica tetralix
Arbusto baixo e perene da família Ericaceae, nativo de turfeiras, charnecas úmidas e bosques de coníferas do oeste da Europa. Tem caules eretos ou rastejantes, folhas cinza-esverdeadas com glândulas, dispostas em verticilos de quatro (daí o nome), e cachos pendentes de pequenas flores rosadas em forma de sino, do verão ao outono.
Corticeira
Erythrina crista-galli
A Corticeira (Erythrina crista-galli) é uma árvore caduca de floração exuberante, nativa do Brasil, Argentina e Uruguai. Pertencente à família Fabaceae, produz flores vermelhas vistosas em cachos pendentes durante a primavera e o verão, sendo amplamente utilizada como planta ornamental em jardins e parques. É a árvore nacional da Argentina e o ceibo é flor nacional da Argentina e do Uruguai.
Mulungu-do-litoral
Erythrina speciosa
O Mulungu-do-litoral (Erythrina speciosa) é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira, famosa por sua floração espetacular de cor escarlate que ocorre durante o inverno, quando as árvores ficam sem folhas. É uma espécie extremamente ornamental, muito utilizada em paisagismo urbano e jardins, atraindo beija-flores com suas flores tubulares brilhantes.
Dente-de-cão
Erythronium
Erythronium, popularmente conhecido como dente-de-cão ou lírio-truta, é um género de cerca de 30 plantas bolbosas perenes de floração primaveril, nativas de florestas caducifólias da América do Norte, Europa e Ásia. O nome comum faz referência ao padrão manchado das folhas, semelhante à pele de uma truta, e a planta produz flores pendentes em forma de lírio, em tons de amarelo, branco, rosa ou roxo-lavanda, que surgem antes de as árvores decíduas desenvolverem a copa na primavera. Após um curto período de floração de cerca de duas semanas, a folhagem amarelece e seca, e a planta passa o resto do ano dormente no solo, sob a forma de um pequeno bolbo em forma de dente, origem do nome dente-de-cão. De crescimento lento a partir de semente (podendo demorar de 4 a 7 anos até à primeira floração), mas longeva e capaz de se naturalizar por bolbilhos depois de estabelecida, Erythronium é muito apreciada por jardineiros de plantas de sub-bosque e nativas pela sua breve mas encantadora exibição no início da primavera.
Cacto Cabeca-de-Velho
Espostoa lanata
A Espostoa lanata, popularmente chamada de cacto cabeca-de-velho, e um cacto colunar originario das encostas andinas do sul do Equador ao norte do Peru. Seu caule e densamente coberto por pelos brancos lanosos que escondem espinhos afiados, conferindo um aspecto felpudo e ornamental. Em seu habitat natural pode ultrapassar 7 metros de altura, mas cultivada em vaso cresce de forma bem mais compacta e lenta.
Cabeça-branca
Espostoopsis dybowskii
O Espostoopsis dybowskii é uma espécie rara de cacto colunar, nativa exclusivamente do leste e norte do estado da Bahia, Brasil, no bioma Caatinga, em altitudes entre 300 e 750 metros. A planta cresce em rochas de granito e gnaisse, bem como em afloramentos de quartzito, onde por vezes forma populações densas e monoespecíficas. Seus caules cilíndricos, eretos e não ramificados podem atingir de 2 a 4 metros de altura, com cerca de 8 cm de diâmetro e 20 a 28 costelas baixas. Os caules são cobertos por uma densa lanosidade branca que esconde quase completamente a superfície, originando os nomes populares "cabeça-branca" e "homem-velho". Os espinhos consistem em 2 a 3 espinhos centrais amarelados ou acastanhados, em forma de agulha, com 2 a 3 cm de comprimento, enquanto os espinhos radiais são finos, curtos e ocultos pela lã. Suas flores brancas em forma de sino, com cerca de 4 cm de comprimento, abrem-se à noite a partir de um cefálio lateral (área de floração lanosa branca), tipicamente no verão. A espécie é endêmica do Brasil e é a única espécie conhecida do gênero Espostoopsis, da família Cactaceae.
Bastão-do-imperador
Etlingera elatior
O bastão-do-imperador (Etlingera elatior) é uma planta tropical majestosa da família Zingiberaceae, nativa do Sudeste Asiático, especialmente da Indonésia e Malásia. Conhecida por suas inflorescências espetaculares em tons de vermelho, rosa e branco, pode atingir até 6 metros de altura. É muito valorizada como planta ornamental, nas culinárias tradicionais do Sudeste Asiático e na medicina popular.
Eucalipto
Eucalyptus
O Eucalipto é um gênero de árvores e arbustos de crescimento extremamente rápido, originários principalmente da Austrália. Com mais de 700 espécies reconhecidas, é uma das plantas mais plantadas no mundo, apreciado pelo seu aroma mentolado característico, folhas prateadas-azuladas e casca decorativa que se descama em fitas. Embora seja uma árvore de grande porte em condições naturais, algumas espécies podem ser cultivadas em vasos como plantas decorativas.
Eucalipto-prateado
Eucalyptus cinerea
O Eucalyptus cinerea, conhecido como eucalipto-prateado, é uma árvore de crescimento rápido nativa do sudeste da Austrália, pertencente à família Myrtaceae. Suas folhas jovens, arredondadas e de cor azul-prateada, são muito usadas em arranjos florais. Em plena terra pode ultrapassar 15 metros de altura, mas costuma ser podada e cultivada como arbusto ornamental.
Eucalipto-arco-íris
Eucalyptus deglupta
O Eucalyptus deglupta, popularmente conhecido como Eucalipto-arco-íris, é uma árvore magnífica e de crescimento rápido, nativa das Filipinas, Indonésia e Papua Nova Guiné. É a única espécie de eucalipto originária do Hemisfério Norte. Famosa pela sua casca multicolorida espetacular que descasca para revelar camadas verdes brilhantes, azuis, roxas, alaranjadas e marrons por baixo.
Eucalipto-comum
Eucalyptus globulus
O Eucalyptus globulus, conhecido como eucalipto-comum ou eucalipto-azul, é uma árvore de crescimento rápido nativa da Tasmânia e do sudeste da Austrália. Pertence à família Myrtaceae e pode atingir até 70 metros de altura em condições ideais. Suas folhas jovens são arredondadas e de cor azul-acinzentada, enquanto as adultas tornam-se lanceoladas e pendentes. Amplamente cultivado em todo o mundo por seu valor medicinal, aromático e madeireiro, o eucalipto é famoso pelo seu óleo essencial com propriedades antissépticas e expectorantes. A planta é tóxica se ingerida por humanos, gatos e cães.
Eucalipto-prateado
Eucalyptus pulverulenta
O Eucalyptus pulverulenta, conhecido como eucalipto-prateado, e uma arvore ou arbusto perene originario dos planaltos do sudeste da Australia. Suas folhas arredondadas e prateadas, com aspecto pulverulento, sao muito usadas em arranjos florais por sua textura e aroma marcante.
Lírio-do-Amazonas
Eucharis amazonica
O Lírio-do-Amazonas é uma bulbosa perene da família Amaryllidaceae, nativa do Peru e da Amazônia. Suas flores brancas e perfumadas lembram narciso e são extremamente elegantes, desabrochando em hastes eretas acima de folhas verdes brilhantes e largas. É muito apreciada como planta de interior por sua beleza exótica e relativa facilidade de cultivo.
Lírio-do-Amazonas
Eucharis grandiflora
O Lírio-do-Amazonas (Eucharis grandiflora) é uma planta bulbosa tropical nativa da Colômbia e Peru, pertencente à família Amaryllidaceae. Destaca-se por suas flores brancas perfumadas, semelhantes a narcisos, que desabrocham em cachos elegantes sobre hastes robustas. É muito cultivada como planta de interior ou em jardins tropicais por sua beleza exótica e florescimento marcante.
Lírio-abacaxi
Eucomis bicolor
O Lírio-abacaxi (Eucomis bicolor) é uma planta bulbosa da família das aspargos (Asparagaceae) originária da África do Sul. Forma uma roseta de folhas largas e listradas e, no verão, brota uma inflorescência densa com flores em forma de estrela, de cor verde-claro com bordas purpúreas, coroada por um tufo de brácteas verdes que lembram um abacaxi. A espécie atinge de 30 a 60 cm de altura e floresce de julho a setembro. Não é resistente ao frio intenso, e os bulbos devem ser hibernados em local seco e livre de geadas.
Eugenia
Eugenia
Eugenia é um dos maiores gêneros da família Myrtaceae, reunindo centenas de árvores e arbustos tropicais e subtropicais nativos das Américas. Tem folhagem perene e brilhante, flores brancas pequenas com estames vistosos e frutos comestíveis muito apreciados, como a pitanga (Eugenia uniflora) e a grumixama (Eugenia brasiliensis). É cultivado tanto como fruteira de quintal quanto como planta ornamental, sendo muito usado em cercas-vivas e topiaria por tolerar bem a poda.
Grumixama
Eugenia brasiliensis
A grumixama (Eugenia brasiliensis) é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica brasileira, pertencente à família Myrtaceae. Produz pequenas frutas redondas de polpa suculenta e sabor agridoce, disponíveis nas variedades preta, vermelha e amarela. É muito valorizada tanto pelo seu fruto comestível quanto por sua beleza ornamental.
Uvaia
Eugenia pyriformis
A uvaia (Eugenia pyriformis) é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica brasileira, pertencente à família Myrtaceae. Produz frutos amarelo-alaranjados aromáticos, ricos em vitamina C e compostos bioativos. É uma espécie de grande valor ecológico e gastronômico, amplamente utilizada em projetos de recomposição florestal e paisagismo sustentável.
Eulophia-grama
Eulophia graminea
A Eulophia graminea, popularmente conhecida como Eulophia-grama ou Orquídea Coroa Chinesa, é uma orquídea terrestre nativa do sul e sudeste da Ásia. Produz folhas semelhantes a gramíneas a partir de pseudobulbos e emite hastes florais altas com pequenas flores verde e roxo-acastanhadas na primavera. Embora elegante em seu habitat nativo, esta espécie tornou-se invasora na Flórida, espalhando-se rapidamente por diversos ecossistemas através de sementes minúsculas e serragem de madeira.
Eulophia-maculata
Eulophia maculata
Eulophia maculata, amplamente conhecida pelo sinônimo Oeceoclades maculata, é uma orquídea terrestre nativa da África tropical, incluindo Madagáscar e Maurício. Conhecida como Eulophia-maculata ou Orquídea-monge, é uma das orquídeas mais bem-sucedidas em naturalização no mundo, encontrada no Neotrópico, Caribe e Flórida. Cresce em serrapilheira e encostas rochosas até 1200m de altitude, produzindo folhas perenifólias moteadas e delicadas flores brancas a rosadas no final do verão e outono.
Euônimo-do-Japão
Euonymus japonicus
O Euônimo-do-Japão (Euonymus japonicus) é um arbusto perene originário do Japão, amplamente cultivado como planta ornamental e sebe. De crescimento médio, pode atingir mais de 4 metros de altura e é muito apreciado pela sua folhagem lustrosa verde-escura, que permanece atrativa durante todo o ano. Adapta-se bem a diferentes tipos de solo e é tolerante à seca, vento e poluição urbana, tornando-o uma escolha popular para jardins formais e paisagismo.
Eufórbia
Euphorbia
Euphorbia é um dos maiores e mais diversificados géneros de plantas do planeta, com mais de 2.000 espécies distribuídas por todos os continentes, exceto a Antártica. O género abrange uma variedade extraordinária de formas — desde suculentas espinhosas semelhantes a cactos, como a Euphorbia trigona (árvore-do-leite-africana) e a Euphorbia milii (coroa-de-espinhos), até à icónica planta natalícia Euphorbia pulcherrima (bico-de-papagaio), e mesmo arbustos e árvores de grande porte. Apesar das suas formas radicalmente diferentes, todas as Euphorbias partilham uma característica definitória: um látex leitoso branco que é tóxico para humanos, gatos e cães, provocando irritação na pele e nas mucosas em contacto. Nativas de África, Américas e Eurásia, as Euphorbias adaptaram-se a desertos, florestas tropicais e prados temperados.
Cebola-do-mato
Euphorbia bupleurifolia
A Euphorbia bupleurifolia, conhecida como Cebola-do-mato ou Planta-pinha, é uma suculenta caudiforme rara originária do Cabo Oriental da África do Sul. Seu caule engrossado e tuberoso, coberto por cicatrizes em espiral das folhas antigas, lembra a forma de uma pinha ou cebola, daí seus nomes populares. É uma planta de crescimento lento, muito valorizada por colecionadores de suculentas e plantas raras.
Cardão-das-canárias
Euphorbia canariensis
A Euphorbia canariensis, conhecida como cardão-das-canárias, é uma suculenta colunar endémica das Ilhas Canárias (Espanha). É uma das plantas mais icónicas da região macaronésica, formando densos agrupamentos chamados cardonais nas zonas áridas das ilhas. A planta pode atingir 4 metros de altura, com uma estrutura de ramificação em candelabro inconfundível. Os seus caules espessos e verde-intensos têm quatro costelas marcadas com pares de espinhos avermelhados. Na primavera produz pequenas flores avermelhadas e esverdeadas chamadas ciátios. Todas as partes da planta contêm um látex branco leitoso extremamente tóxico que irrita gravemente a pele e pode causar cegueira em caso de contacto ocular.
Bico-de-Papagaio Branco
Euphorbia cornastra
Euphorbia cornastra e um arbusto da familia Euphorbiaceae, nativo das florestas tropicais sazonalmente secas de Guerrero, no Mexico. Descoberta em 1973, e parecida com sua parente famosa Euphorbia pulcherrima (o bico-de-papagaio tradicional), mas tem folhagem verde-acinzentada e floresce no verao com brácteas brancas puras que lembram flores de dogwood. E muito usada por melhoristas para criar hibridos compactos de bico-de-papagaio, como a serie Princettia. Como todas as euforbias, exsuda um latex leitoso toxico e irritante para pele e olhos.
Fáceis de Cuidar de Cuidado Médio
Nossa seleção de 1162 fáceis de cuidar de nível médio combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado moderadas. Ideais para quem já tem experiência básica.
Por que Escolher Fáceis de Cuidar Médio?
Combinar a beleza das fáceis de cuidar com o nível de dificuldade médio permite que você aproveite essa categoria com um compromisso equilibrado de cuidados. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.