695 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 11
Descubra 695 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
695 Plantas Intermediárias
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Jasmim-Manga
Jasminum sambac
O Jasmim-Manga (Jasminum sambac) é um arbusto trepador perene originário do Sul e Sudeste da Ásia. Famoso por suas flores brancas extremamente perfumadas que desabrocham ao entardecer, é amplamente cultivado em jardins tropicais, varandas e como planta de interior. É a flor nacional das Filipinas (sampaguita) e um dos símbolos florais da Indonésia (melati putih), sendo muito utilizado em cerimônias religiosas, confecção de guirlandas e produção de chá.
Batata-do-inferno
Jatropha podagrica
A Jatropha podagrica é uma suculenta caudiciforma fascinante, nativa da América Central e do sul do México. Seu tronco bulboso e inchado — que lembra uma barriga — armazena água e nutrientes, tornando-a extremamente resistente à seca. Produz flores vermelho-alaranjadas vibrantes em cachos ao longo de quase todo o ano, criando um contraste deslumbrante com suas folhas grandes e lobadas. ATENÇÃO: todas as partes da planta são altamente tóxicas.
Nogueira-comum
Juglans regia
A nogueira-comum (Juglans regia) é uma árvore caducifólia da família Juglandaceae, que pode atingir de 20 a 30 metros de altura. Originária dos Bálcãs até a Ásia Central, é cultivada mundialmente por seus frutos saborosos e ricos em óleo, além de sua madeira valiosa. Caracteriza-se por uma copa ampla e frondosa e folhas aromáticas, imparipenadas. Suas flores esverdeadas e discretas, que surgem na primavera em forma de amentos, são polinizadas pelo vento.
Zimbro
Juniperus
O Zimbro (Juniperus) é um gênero de coníferas perenes da família Cupressaceae, amplamente distribuído pelo Hemisfério Norte. Inclui cerca de 50 a 70 espécies, desde arbustos rasteiros até árvores de grande porte. É muito popular no cultivo de bonsai, especialmente as espécies J. chinensis, J. procumbens, J. rigida e J. squamata.
Junípero-chinês
Juniperus chinensis
O Juniperus chinensis, conhecido popularmente como Junípero-chinês, é uma conífera perene originária da China, Mongólia, Coreia e Japão. É uma das espécies de bonsai mais cultivadas no mundo, amplamente apreciada pela sua durabilidade, adaptabilidade e a elegância das suas formas esculpidas. Em ambiente exterior pode atingir grandes dimensões, com inúmeros cultivares disponíveis, incluindo Hetzii, Blue Point, Spartan e Procumbens Nana.
Cananga-do-japão
Kaempferia rotunda
A Kaempferia rotunda, conhecida popularmente como Cananga-do-japão ou Gengibre-redondo, é uma planta herbácea perene pertencente à família Zingiberaceae, nativa do Sudeste Asiático, incluindo Índia e Myanmar. Distingue-se pelas suas belas flores lilás e brancas que surgem diretamente do solo antes das folhas na primavera, criando um espetáculo visual único. As folhas são largas e ornamentais, com padrões decorativos em tons de verde. Durante o inverno, a planta entra em dormência, perdendo toda a parte aérea, para ressurgir vigorosa na próxima estação.
Loureiro-da-montanha
Kalmia
Kalmia é um pequeno gênero de arbustos perenes de folhas largas, nativo do leste da América do Norte, representado sobretudo por Kalmia latifolia, o famoso "loureiro-da-montanha" dos bosques dos Apalaches. No fim da primavera surgem cachos de flores em forma de pires, brancas, rosas ou roxas, com anteras que se projetam como pequenas molas, sobre folhagem brilhante e coriácea. Todas as partes da planta contêm grayanotoxinas e são perigosamente tóxicas se ingeridas.
Loureiro-da-montanha
Kalmia latifolia
O loureiro-da-montanha é um arbusto perene denso e arredondado, nativo do leste dos Estados Unidos, admirado por suas exuberantes flores em forma de taça que desabrocham no final da primavera. Suas folhas brilhantes e coriáceas mantêm a estrutura da planta o ano todo, enquanto as flores em tons de rosa, branco ou com marcas roxas atraem polinizadores. Apesar da beleza, todas as partes da planta são altamente tóxicas, por isso deve ficar longe do alcance de animais de estimação e crianças.
Kniphofia (gênero)
Kniphofia
Kniphofia é um gênero de plantas herbáceas perenes nativas da África, conhecidas pelas suas flores em forma de tocha nas cores vermelho, laranja e amarelo. Popularmente chamadas de "foguete-do-jardim" ou "tritoma", são muito apreciadas em jardins ornamentais por sua resistência e floração exuberante.
Árvore-da-chuva-de-ouro
Koelreuteria paniculata
A Koelreuteria paniculata, popularmente conhecida como árvore-da-chuva-de-ouro, é uma árvore ornamental caduca originária da China, Coreia e Japão. Destaca-se pelas suas exuberantes panículas de flores amarelas no verão e pelas características cápsulas de sementes em forma de lanterna que persistem após a floração, conferindo interesse visual durante várias estações do ano.
Kopsia-rosa
Kopsia fruticosa
A Kopsia fruticosa, conhecida popularmente como kopsia-rosa ou vinca-arbustiva, é um arbusto tropical perene da família Apocynaceae, nativo do Sudeste Asiático. Suas flores de coloração rosa com centro vermelho intenso desabrocham ao longo de todo o ano, tornando-a um destaque em jardins tropicais e subtropicais. Com folhas verde-brilhantes e porte compacto, é valorizada tanto pela beleza ornamental quanto por suas propriedades medicinais tradicionais.
Pau-de-ferro-preto
Krugiodendron ferreum
O pau-de-ferro-preto (Krugiodendron ferreum) é uma árvore nativa da Flórida do Sul, Caribe e América Central, pertencente à família Rhamnaceae. Famosa por possuir a madeira mais densa das Américas — com densidade de até 1,42 g/cm³, tão pesada que afunda na água —, é uma espécie de crescimento lento e extremamente longevia. Apresenta folhas opostas, coriáceas, ovais com ápice emarginado, persistindo dois a três anos nos galhos. As flores são pequenas, esverdeadas e discretas; os frutos são drupas roxo-escuras, apreciadas por pássaros e mamíferos silvestres. Cresce em ambientes rochosos calcários, florestas secas e matas ciliares costeiras, tolerando seca intensa, vento salino e rajadas de furacão.
Chuva-de-ouro alpina
Laburnum alpinum
O Laburnum alpinum, conhecido em Portugal como chuva-de-ouro alpina, é uma pequena árvore caduca da família Fabaceae, nativa das montanhas do centro e sul da Europa. Produz longas cachos pendentes de flores amarelas perfumadas na primavera, criando um espetáculo visual inigualável. Atenção: todas as partes da planta são altamente tóxicas devido ao alcaloide citisina, especialmente as sementes.
Laburno
Laburnum anagyroides
O laburno (Laburnum anagyroides) é uma pequena árvore caducifólia nativa das regiões montanhosas da Europa Central e do Sul (Alpes, Itália, Bálcãs). É conhecido tanto por sua toxicidade quanto por sua impressionante floração primaveril: entre maio e junho, é coberto por flores amarelo-ouro perfumadas que pendem em longos cachos. Todas as suas partes — raízes, casca, folhas, flores, sementes e vagens — são altamente tóxicas; contém o alcaloide citisina, que pode ser fatal para humanos, gatos, cães, cavalos e cabras. Para adultos, o consumo de apenas 15 a 20 sementes pode ser fatal. Apesar de sua extraordinária beleza ornamental, deve ser mantido a uma distância segura de crianças e animais.
Jacinto-do-cabo
Lachenalia
Lachenalia é um gênero com cerca de 130 espécies de bulbosas de crescimento invernal, quase todas nativas das regiões de chuva de inverno do Cabo Ocidental e Cabo Norte, na África do Sul, com algumas espécies também na Namíbia. Conhecidas popularmente como jacinto-do-cabo, essas pequenas bulbosas produzem folhas em forma de fita, muitas vezes malhadas, e espigas densas de flores tubulares e cerosas em tons vibrantes de amarelo, laranja, vermelho, rosa, verde e roxo, do fim do inverno ao início da primavera. Este perfil apresenta um cuidado genérico em nível de gênero, aplicável à maioria das espécies e híbridos de Lachenalia, e não a uma única espécie, já que as necessidades de cultivo são bastante consistentes em todo o gênero.
Alface-brava
Lactuca virosa
Lactuca virosa, comumente conhecida como Alface-brava ou Alface-ópio, é uma erva bienal nativa da Europa central e meridional. Atingindo até 2 metros de altura, produz uma roseta de folhas no primeiro ano antes de desenvolver um longo caule floral no segundo. A planta exala um látex branco leitoso quando cortada, conhecido historicamente como lactucário, e tem sido usada por séculos como um sedativo leve e analgésico. Suas flores amarelas florescem no verão, atraindo polinizadores. Apesar do nome comum, não contém opiáceos verdadeiros, mas produz compostos amargos — lactucina e lactucopicrina — que atuam no sistema nervoso.
Laélia Rosada
Laelia rubescens
A Laelia rubescens é uma orquídea epífita ou litófita originária do México e América Central, encontrada em florestas secas e decíduas entre 100 e 1700 metros de altitude. Produz pseudobulbos compactos e flores delicadas em tons brancos, rosas e lilases com uma mancha avermelhada no labelo, florescendo principalmente no outono e inverno.
Dedaleiro
Lafoensia pacari
O dedaleiro (Lafoensia pacari) é uma árvore nativa do Cerrado brasileiro, pertencente à família Lythraceae. De porte médio a grande, pode atingir de 5 a 18 metros de altura, com tronco de 30 a 60 cm de diâmetro. Caracteriza-se por sua bela floração primaveril e estival, com flores brancas franjadas e vistosas. É decídua, perdendo as folhas no outono e inverno. Amplamente valorizada na medicina tradicional do Cerrado, é também muito utilizada no paisagismo urbano e na recomposição de matas ciliares.
Lariço-europeu
Larix decidua
O lariço-europeu (Larix decidua) é uma espécie de conífera decídua da família Pinaceae, nativa das montanhas da Europa Central – Alpes e Cárpatos. Como uma das poucas coníferas, ele perde suas agulhas macias e verde-claras, agrupadas em feixes, no inverno, que se tornam amarelo-douradas no outono. Atinge até 30-45 m de altura e está entre as coníferas de crescimento mais rápido em climas temperados, crescendo até 60 cm por ano em sua juventude. É uma espécie pioneira, extremamente resistente ao frio (zonas USDA 2-6) e de longa vida – alguns espécimes na Europa atingem até 500 anos de idade. A madeira do lariço é muito durável e valorizada na construção e marcenaria.
Ervilha-de-cheiro
Lathyrus odoratus
A Ervilha-de-cheiro (Lathyrus odoratus) é uma planta anual trepadora originária da região mediterrânea, especialmente da Sicília e sul da Itália. Reconhecida pela sua fragrância intensa e flores delicadas em tons de rosa, roxo, branco, vermelho e lilás, é uma das flores mais amadas em jardins de estilo inglês e cottage. Produz flores abundantes na primavera e início do verão, e é amplamente utilizada em arranjos florais.
Loureiro
Laurus nobilis
O Loureiro (Laurus nobilis) é uma árvore perene de crescimento lento, nativa da região mediterrânea. Com folhas coriáceas, aromáticas e de cor verde-escura, esta espécie é cultivada há milénios tanto pela sua utilidade culinária e medicinal como pelo seu valor ornamental. Pode atingir 12 metros de altura em condições naturais, mas em cultivo tende a permanecer compacto, prestando-se a topiaria e a jardins formais.
Alfazema-brava
Lavandula latifolia
A alfazema-brava e um subarbusto mediterranico, denso e de folha persistente, nativo de Espanha, Portugal e sul de Franca. Ao contrario da alfazema comum, tem folhas mais largas e acinzentadas e espigas florais simples sobre hastes altas e ramificadas. Produz o oleo essencial mais potente e rico em cânfora de todas as alfazemas, sendo uma das duas especies parentais do lavandim.
Cacto-crucifixo
Lepismium cruciforme
Lepismium cruciforme, comumente conhecido como Cacto-crucifixo, é um impressionante cacto epífito nativo das florestas tropicais da América do Sul. Ao contrário dos cactos típicos de deserto, ele cresce em árvores e apresenta caules longos e segmentados, que geralmente possuem três ângulos ou são planos. Sob luz intensa, a folhagem pode adquirir uma bela tonalidade púrpura-avermelhada. Produz flores pequenas e delicadas ao longo das margens do caule, seguidas por frutos ornamentais semelhantes a bagas.
Leptospermum scoparium
Leptospermum scoparium
O Leptospermum scoparium, popularmente conhecido como Manuka ou Árvore-do-chá, é um arbusto perene nativo da Nova Zelândia e do sudeste da Austrália. É amplamente reconhecido por suas flores delicadas de cinco pétalas e suas folhas pequenas, pontiagudas e intensamente aromáticas. Esta planta é a fonte primária para a produção do famoso mel de Manuka, valorizado mundialmente por suas propriedades antibacterianas únicas.
Lewisia-do-Siskiyou
Lewisia cotyledon
A Lewisia cotyledon, conhecida como Lewisia-do-Siskiyou ou Donzela-dos-penhascos, é uma suculenta perene originária das regiões rochosas do sul do Oregon e norte da Califórnia. Forma rosetas compactas de folhas carnudas e produz exuberantes flores em tons de rosa, laranja, branco e amarelo na primavera e início do verão. É uma planta de porte pequeno, perfeitamente adaptada a solos pedregosos e bem drenados.
Cedro-da-Nova-Zelândia
Libocedrus bidwillii
Libocedrus bidwillii, conhecida como pahautea ou kaikawaka em maori, é uma conífera perenifólia endêmica da Nova Zelândia. Esta imponente conífera pode atingir 25 metros de altura em seu habitat natural, embora em cultivo geralmente se mantenha entre 8 e 15 metros com uma copa piramidal e estreita de 3 a 5 metros de largura. Suas folhas são pequenas, escamosas e de um verde-escuro brilhante, dispostas em quatro fileiras sobre ramos achatados. Adaptada às florestas montanas e subalpinas das ilhas Norte e Sul da Nova Zelândia, em altitudes entre 250 e 1.850 metros, prospera em climas frescos com alta pluviosidade e névoa frequente. É uma das coníferas de crescimento mais lento da Nova Zelândia e pode viver entre 800 e 1.000 anos. Sua madeira, de cor avermelhada clara com um tom levemente púrpura ao ser cortada, era apreciada pelos maoris por sua leveza e resistência ao apodrecimento.
Palmeira-leque-ruffle
Licuala grandis
A Licuala grandis, conhecida popularmente como palmeira-leque-ruffle, é uma palmeira tropical originária de Vanuatu, nas Ilhas do Pacífico. Suas folhas circulares e plissadas são verdadeiramente únicas no reino vegetal, podendo atingir até 60 cm de diâmetro. É uma das palmeiras mais ornamentais do mundo, valorizada por sua elegância exótica tanto em ambientes internos quanto externos em climas tropicais.
Palmeira-leque-espinhosa
Licuala spinosa
A palmeira-leque-espinhosa (Licuala spinosa) é uma palmeira tropical nativa do Sudeste Asiático, que forma touceiras densas com folhas em leque divididas e bordas espinhosas. Cresce em ambientes costeiros e à beira de rios, sendo amplamente cultivada como planta ornamental por sua aparência exótica e exuberante.
Alfeneiro-japonês
Ligustrum japonicum
O alfeneiro-japonês (Ligustrum japonicum) é um arbusto perene originário do Japão, Coreia e China, amplamente cultivado como cerca-viva ornamental. Suas folhas são ovais, coriáceas e de um verde-escuro brilhante, o que lhe confere o apelido popular de "privet de cera". No verão produz panículas de flores brancas com aroma adocicado, seguidas de bagas negro-azuladas. Destaca-se pela resistência e adaptabilidade ao clima brasileiro, suportando podas frequentes sem perder o vigor.
Lírio-laranja
Lilium bulbiferum
O Lilium bulbiferum, conhecido como lírio-laranja ou lírio-de-fogo, é uma planta bulbosa perene nativa da Europa central e meridional. Produz flores grandes, de cor laranja vibrante com pontos escuros, orientadas para cima, que florescem do final da primavera ao início do verão. É uma planta robusta, resistente ao frio, amplamente cultivada em jardins por seu valor ornamental.
Lírio-branco
Lilium candidum
Lilium candidum, o lírio-branco, é uma planta bulbosa perene conhecida por suas flores brancas puras em forma de trombeta e fragrância doce e intensa. Ao contrário da maioria dos lírios que são plantados profundamente, o lírio-branco é plantado superficialmente e produz uma roseta basal de folhas no outono que permanece durante o inverno. É cultivado há mais de 3.000 anos e é uma das plantas de jardim mais antigas conhecidas.
Lírio-tigre
Lilium lancifolium
O Lírio-tigre (Lilium lancifolium) é uma planta bulbosa originária do Leste Asiático, conhecida por suas flores alaranjadas com pintas negras e pétalas recurvadas. Floresce no verão e é amplamente cultivada como planta ornamental em jardins. ATENÇÃO: é extremamente tóxica para gatos, podendo causar insuficiência renal grave mesmo em pequenas quantidades ingeridas.
Lírio-da-páscoa
Lilium longiflorum
O Lilium longiflorum, popularmente conhecido como Lírio-da-páscoa, é uma planta bulbosa perene nativa das Ilhas Ryukyu, no Japão. É amplamente admirado por suas flores grandes, brancas e em formato de trombeta que exalam um perfume doce e intenso. Suas hastes são eretas e cobertas por folhas verdes brilhantes e lanceoladas. Embora seja uma planta de jardim em climas temperados, é frequentemente cultivada em vasos para decorações sazonais.
Lírio Real
Lilium regale
O Lírio Real (Lilium regale) é uma das mais belas e fragrantes flores do mundo, nativa das vales rochosas do oeste da China. Suas flores brancas em forma de trombeta, com exterior cor-de-rosa e garganta dourada, enchem o ar com um perfume inebriante durante o verão. É uma planta bulbosa de porte médio, valorizada tanto em jardins quanto como flor de corte de luxo.
Liquidambar
Liquidambar styraciflua
O Liquidambar (Liquidambar styraciflua) é uma majestosa árvore caducifólia nativa do leste da América do Norte. Conhecida pela sua espetacular coloração de outono em tons de vermelho, laranja, amarelo e roxo, é uma das árvores ornamentais mais admiradas em parques e jardins. Pode atingir até 24 metros de altura e produz frutos espinhosos característicos chamados popularmente de "bolinhas-de-goma".
Lichia
Litchi chinensis
A lichia (Litchi chinensis) é uma árvore frutífera subtropical originária do sul da China, pertencente à família Sapindaceae. Conhecida pelos seus frutos deliciosos de casca rosada e polpa translúcida adocicada, é cultivada em regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo. A árvore é perene, de crescimento lento, podendo atingir até 12 metros de altura em condições ideais. Suas flores pequenas e brancas surgem na primavera, dando origem aos característicos frutos em cachos.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.