30 Suculentas Intermediárias | Guia 2026
Encontre 30 suculentas de cuidado médio. Guia completo para seu jardim.
30 Suculentas de nível médio
30 plantas encontradas
Rosa-das-Canárias
Aeonium aureum
Aeonium aureum, popularmente conhecida como rosa-das-canárias, é uma suculenta formadora de roseta nativa das encostas vulcânicas de Tenerife, nas Ilhas Canárias. Suas folhas espatuladas e bem compactadas formam uma roseta perfeitamente simétrica, em tons que vão do verde-azulado ao verde-dourado, o que justifica o epíteto "aureum" (dourado). Diferente da maioria das suculentas, essa espécie segue um ciclo de crescimento invernal e dormência estival: cresce ativamente durante os meses frios e úmidos do outono, inverno e primavera, e depois fecha sua roseta bem apertada para descansar durante o verão quente e seco, conservando umidade. Após vários anos de crescimento, rosetas maduras podem produzir uma haste floral amarelo-dourada alta, um evento raro e espetacular, embora a roseta que floresce morra em seguida, deixando rebentos para dar continuidade à planta.
Cacto-rabo-de-rato
Aporocactus flagelliformis
O Aporocactus flagelliformis, popularmente conhecido como cacto-rabo-de-rato, é uma suculenta epífita originária do México (estados de Hidalgo, Puebla e Veracruz). Seus longos caules cilíndricos e pendentes, cobertos de espinhos marrons finos, podem atingir até 150 cm de comprimento, tornando-o ideal para vasos suspensos. Na primavera, produz flores tubulares vibrantes em tons de rosa, vermelho e carmesim, que duram apenas alguns dias mas são de grande beleza.
Velho dos Andes
Austrocylindropuntia vestita
Austrocylindropuntia vestita, conhecida popularmente como Velho dos Andes ou Cacto Coral de Algodão, é um cacto colunar esguio originário dos campos pedregosos de altitude do noroeste da Argentina e da Bolívia. Seus caules são densamente cobertos por longos pelos brancos que lhe conferem uma aparência lã característica, funcionando como isolante contra o frio andino. Produz flores vermelho-intenso a violeta nas pontas dos caules durante a primavera e o verão.
Cacto coroa-do-sol
Aylostera heliosa
Aylostera heliosa (antiga Rebutia heliosa) é um pequeno cacto formador de touceiras, nativo das encostas de grande altitude perto de Tarija, na Bolívia. Seus caules compactos, de forma esférica a cilíndrica, são cobertos por densos espinhos brancos e raramente ultrapassam 2,5 cm de diâmetro, mas sob sol intenso produzem uma abundância espetacular de flores laranjas a rosadas na primavera.
Cacto-anzol-de-wright
Cochemiea wrightii
Cochemiea wrightii, antes classificada como Mammillaria wrightii, é um pequeno cacto solitário nativo dos campos e colinas rochosas de altitude do Arizona, Novo México, Sonora e Chihuahua. Cresce como um caule achatado a brevemente cilíndrico, de apenas 3 a 8 cm de diâmetro, armado com espinhos centrais escuros e ganchudos e espinhos marginais esbranquiçados. Na primavera e no verão produz flores magenta a roxo vibrante de até 2,5 cm. Por crescer em altitudes de até 2.200 m, tolera invernos muito mais frios que a maioria dos cactos do tipo Mammillaria.
Cacto-rabo-de-cachorro
Deamia testudo
O Deamia testudo, conhecido como cacto-rabo-de-cachorro, é um cacto epífito e escalador nativo das florestas tropicais da América Central e do norte da América do Sul, do México à Colômbia e Venezuela. Cresce fixando-se em troncos de árvores e rochas por meio de raízes aéreas, exibindo caules angulares e achatados que lembram o casco de uma tartaruga. No verão e início do outono produz grandes flores brancas, perfumadas e de abertura noturna, seguidas por frutos esféricos espinhosos.
Cacto-orquídea
Disocactus
Disocactus é um gênero de cactos epífitos nativos das florestas tropicais do México e da América Central, valorizados por seus caules achatados, semelhantes a folhas, e flores espetaculares em forma de funil nas cores vermelho, rosa e branco. Diferente dos cactos de deserto, as espécies de Disocactus crescem sobre árvores em ambientes úmidos e sombreados, sendo uma ótima opção para vasos suspensos dentro de casa.
Cactus rabo de rato
Disocactus flagelliformis
O Disocactus flagelliformis, popularmente conhecido como cacto rabo de rato, é uma espécie epífita originária do México. Seus longos caules pendentes e cilíndricos podem atingir até 2 metros de comprimento e são cobertos por pequenos espinhos. É muito apreciado pelas suas flores espetaculares em tons de magenta e vermelho vivo que surgem na primavera.
Dudleya
Dudleya
Dudleya é um gênero de suculentas em roseta nativas de falésias costeiras, penhascos e afloramentos rochosos da Califórnia, Arizona, Baixa Califórnia e da ilha Guadalupe. Conhecidas em inglês como liveforevers por sua notável longevidade, as cerca de 70 espécies do gênero compartilham uma característica marcante: uma camada pulverulenta branca chamada farina, que cobre as folhas como um protetor solar natural, reduzindo a perda de água e protegendo a planta do sol intenso da costa. Espécies como D. brittonii e D. pulverulenta formam rosetas prateadas espetaculares, de 30 a 50 cm de diâmetro, às vezes sustentadas por caules lenhosos curtos. Diferente de muitas outras suculentas, Dudleya não pode ser propagada a partir de uma única folha: novas plantas surgem por brotos laterais (offsets), divisão ou sementes. Seu hábito mais característico é a dormência de verão: em seu clima mediterrâneo nativo, Dudleya cresce ativamente durante o inverno e a primavera frescos e úmidos, e descansa durante o verão quente e seco, período em que deve receber pouca ou nenhuma água. Tocar as folhas remove a farina permanentemente, deixando marcas visíveis e expondo o tecido a queimaduras solares, por isso o ideal é admirar essas plantas sem tocá-las.
Dudleya-de-greene
Dudleya greenei
Dudleya greenei, conhecida como Dudleya-de-greene ou Sempre-viva-de-greene, é uma suculenta rara endêmica das Ilhas do Canal da Califórnia. Forma rosetas de coloração prateada e acinzentada cobertas por um pó branco natural (farina) que reflete o sol intenso e ajuda a reter umidade. De crescimento lento e porte pequeno, esta espécie ameaçada é protegida por lei na Califórnia. Suas folhas suculentas e carnosas criam uma aparência semelhante à alface giz, sendo muito valorizada por colecionadores de suculentas raras.
Echeveria de Lau
Echeveria laui
A Echeveria laui é uma suculenta de crescimento lento nativa de Oaxaca, no México, valorizada por suas rosetas compactas cobertas por uma espessa camada de farina branco-azulada que dá às folhas uma aparência gelada, como açúcar de confeiteiro. As folhas carnudas em formato de colher formam uma roseta compacta de poucos centímetros de altura, e plantas adultas produzem flores rosa coral em formato de sino sobre hastes altas no verão.
Cacto-ouriço-de-Engelmann
Echinocereus engelmannii
Echinocereus engelmannii é um cacto cilíndrico e ramificado, nativo dos desertos do sudoeste dos Estados Unidos e norte do México, valorizado por seus espinhos densos e coloridos e por suas vistosas flores em forma de funil, de cor magenta a rosa, que surgem na primavera.
Cacto-ouriço Arco-íris
Echinocereus pectinatus
Echinocereus pectinatus e um cacto pequeno, solitario e cilindrico, nativo do Deserto de Chihuahua, no norte do Mexico, e da regiao de Trans-Pecos, no Texas. Suas costelas sao cobertas por espinhos densos em forma de pente, com faixas brancas e rosa, o que originou seu nome popular. No final da primavera, produz grandes flores em forma de funil, na cor magenta.
Cacto Dedo-de-Dama
Echinocereus pentalophus
Echinocereus pentalophus, conhecido como cacto dedo-de-dama, e um cacto rasteiro e touceirinho nativo do sul do Texas e nordeste do Mexico. Seus caules finos e alongados, parecidos com dedos, se ramificam formando tapetes densos de ate um metro de largura. No final da primavera, a planta produz flores grandes, em formato de funil, em tons vibrantes de rosa a magenta com garganta clara, cobrindo quase toda a touceira durante uma floracao breve e espetacular.
Cacto Bola Verde
Echinopsis calochlora
O Cacto Bola Verde (Echinopsis calochlora) é um cacto globoso de pequeno porte, nativo do Brasil e do Paraguai. Forma touceiras com o tempo, produzindo flores brancas grandes e perfumadas que abrem durante a noite na primavera e no verão.
Cacto-orquídea
Epiphyllum
O cacto-orquídea (Epiphyllum) é um gênero de cactos epífitas originários das florestas tropicais da América Central e do Sul. Diferente dos cactos do deserto, ele vive em galhos de árvores sob luz filtrada, desenvolvendo longos caules achatados e pendentes. É famoso por suas flores espetaculares — enormes, perfumadas e frequentemente noturnas — que duram apenas um ou dois dias, criando um espetáculo efêmero inesquecível.
Rainha da Noite
Epiphyllum oxypetalum
O Epiphyllum oxypetalum é um cacto epífito espetacular nativo da América Central, famoso por suas impressionantes flores brancas noturnas que podem atingir até 30 cm de diâmetro. As flores abrem apenas durante uma noite, exalando um perfume doce e intenso, e murcham ao amanhecer. É uma planta de crescimento rápido que pode atingir até 3 metros de altura, com caules achatados que funcionam como folhas (filocládios) de bordas onduladas. Não possui espinhos como outros cactos.
Cacto Cabeca-de-Velho
Espostoa lanata
A Espostoa lanata, popularmente chamada de cacto cabeca-de-velho, e um cacto colunar originario das encostas andinas do sul do Equador ao norte do Peru. Seu caule e densamente coberto por pelos brancos lanosos que escondem espinhos afiados, conferindo um aspecto felpudo e ornamental. Em seu habitat natural pode ultrapassar 7 metros de altura, mas cultivada em vaso cresce de forma bem mais compacta e lenta.
Cacto-crucifixo
Lepismium cruciforme
Lepismium cruciforme, comumente conhecido como Cacto-crucifixo, é um impressionante cacto epífito nativo das florestas tropicais da América do Sul. Ao contrário dos cactos típicos de deserto, ele cresce em árvores e apresenta caules longos e segmentados, que geralmente possuem três ângulos ou são planos. Sob luz intensa, a folhagem pode adquirir uma bela tonalidade púrpura-avermelhada. Produz flores pequenas e delicadas ao longo das margens do caule, seguidas por frutos ornamentais semelhantes a bagas.
Cacto-folha
Leuenbergeria
Leuenbergeria e um pequeno genero de cactos arbustivos e folhosos, nativo da bacia do Caribe, America Central e norte da America do Sul. Ao contrario da maioria dos cactos, as especies de Leuenbergeria mantem folhas verdadeiras e desenvolvem caules lenhosos e com casca ainda jovens, por isso parecem mais um arbusto espinhoso do que um cacto classico. O genero foi separado do grupo mais amplo Pereskia em 2012 e hoje forma sua propria subfamilia, Leuenbergerioideae, considerada a linhagem mais primitiva dentro da familia Cactaceae. A especie mais documentada, Leuenbergeria bleo (cacto-rosa), cresce como arbusto espinhoso ou arvore pequena de ate 8 metros de altura as margens de rios e em matas secundarias, produzindo flores vistosas de laranja a rosa, semelhantes a rosas, seguidas de frutos amarelos comestiveis. Folhas, frutos e casca tem longa tradicao de uso medicinal popular na America Central e no Sudeste Asiatico.
Matucana
Matucana madisoniorum
A Matucana madisoniorum é um cacto pequeno, de crescimento solitário, formato esférico ou levemente cilíndrico, originário da região amazônica do Peru, no vale do rio Marañón. Ocorre em uma área de distribuição extremamente restrita, em altitudes de apenas 400 a 1000 metros. Seu caule verde-acinzentado possui de 7 a 12 costelas planas e onduladas, e a presença de espinhos é extremamente variável: alguns exemplares apresentam espinhos longos, curvados e marrom-escuros, enquanto outros são completamente desprovidos deles, o que os torna facilmente confundíveis com o cacto peiote (Lophophora williamsii). As flores em forma de funil, que brotam das aréolas apicais, são de um vermelho-alaranjado vibrante, raramente brancas, medem de 8 a 10 cm de comprimento e florescem em várias ondas durante o verão. A espécie é listada como criticamente em perigo pela IUCN devido à destruição de seu habitat e à coleta excessiva.
Coroa-de-frade
Melocactus zehntneri
O Melocactus zehntneri, conhecido popularmente como coroa-de-frade, é um cacto globoso nativo da Caatinga brasileira, especialmente do Nordeste do Brasil. Seu traço mais marcante é o cefálio — uma estrutura cilíndrica de pelos brancos e cerdas avermelhadas que emerge no topo da planta na maturidade, de onde brotam pequenas flores rosas e frutos avermelhados. É uma espécie emblemática do bioma mais seco e quente do Brasil, perfeitamente adaptada às condições extremas do semiárido.
Cacto-candeeiro
Micranthocereus
Micranthocereus é um gênero de cactos colunares endêmico do Brasil, com cerca de dez espécies distribuídas principalmente pela Bahia e Minas Gerais, em ambientes de caatinga, campos rupestres e afloramentos rochosos de quartzito. Os caules são eretos, ramificados na base, cobertos por costelas baixas e aréolas lanosas das quais partem espinhos brancos a castanhos. No topo dos caules mais velhos forma-se um cefálio lanoso — uma estrutura felpuda esbranquiçada de onde nascem as flores. As flores são tubulares, geralmente brancas, por vezes amareladas ou rosadas, abrem à noite e são polinizadas por morcegos e mariposas, seguidas por frutos globosos e carnosos. É uma planta rústica, adaptada a longos períodos de seca, luz intensa e solos pobres e bem drenados, sendo bastante procurada por colecionadores de cactos por sua forma escultural e resistência.
Cacto-cobra, Junco, Rainha da Noite
Nyctocereus serpentinus
Nyctocereus serpentinus é um cacto noturno trepador originário do México, pertencente à família Cactaceae. Apresenta caules longos e sinuosos (até 3 metros), inicialmente eretos que posteriormente se alastram horizontalmente. É especialmente valorizado pelas suas flores grandes e brancas, funiformes, medindo até 15 cm de diâmetro, que desabrocham ao anoitecer com aroma intenso e sedutor. As flores atraem polinizadores como mariposas, morcegos e abelhas. O fruto é comestível e muda de cor verde para vermelho brilhante, amadurecendo de agosto a outubro. A planta é amplamente cultivada em regiões de clima quente por sua beleza ornamental e flores aromáticas nocturnas.
Cacto-bola-de-prata
Parodia scopa
O Parodia scopa, conhecido popularmente como cacto-bola-de-prata, é uma espécie de cacto globular a cilíndrico nativa das terras altas do sul do Brasil e do Uruguai. Seu corpo esférico é coberto por uma densa camada de espinhos brancos e prateados que lhe conferem um brilho acetinado característico. Na primavera tardia e no verão, produz flores amarelo-claras e brilhantes no topo da planta.
Flor-de-Páscoa
Rhipsalidopsis gaertneri
A Flor-de-Páscoa (Rhipsalidopsis gaertneri) é um cacto epifítico nativo da Mata Atlântica do Brasil, especialmente dos estados do Paraná e Santa Catarina. Diferente dos cactos do deserto, ela prospera em ambientes úmidos e com luz indireta, produzindo flores estrela-shaped em tons de vermelho, rosa e branco durante a primavera.
Cacto Rainha-da-Noite
Selenicereus grandiflorus
Selenicereus grandiflorus é um cacto trepador e epífito nativo do México, da América Central e do Caribe, apreciado por suas enormes flores brancas de perfume intenso que se abrem em uma única noite por ano. Seus longos caules costelados e rasteiros trepam em árvores e rochas por meio de raízes aéreas, e ao entardecer de uma noite de verão a planta desabrocha uma flor espetacular de até 30 cm de largura antes de murchar ao amanhecer.
Cacto Samambaia
Selenicereus validus
O Cacto Samambaia (Selenicereus validus) é um cacto epífito originário do México e América Central, famoso por suas longas hastes pendentes e suaves flores noturnas de cor branca e amarela. Pertence à família Cactaceae e cresce naturalmente em florestas tropicais e subtropicais, escalando árvores e rochas.
Soehrensia spachiana
Soehrensia spachiana
Soehrensia spachiana, anteriormente conhecida como Echinopsis spachiana, é um cacto colunar ramificado desde a base que pode atingir até 2 metros de altura. É famoso por suas espetaculares flores brancas de grande porte que se abrem durante a noite. Seus caules são de cor verde-limão com costelas bem definidas e espinhos de cor amarelo-dourado que se tornam cinzas com a idade. É uma espécie muito apreciada em xerojardinagem pela sua resistência e seu hábito de crescimento arbustivo.
Pitaia de Maio
Stenocereus griseus
O Stenocereus griseus, conhecido como Pitaia de Maio ou Cactus Órgão Mexicano, é um cactus colunar imponente nativo do México e do Caribe. Pode atingir até 9 metros de altura, com flores brancas noturnas e frutos vermelhos comestíveis muito apreciados. É uma espécie resistente à seca, ideal para jardins áridos e coleções de suculentas.
Suculentas de Cuidado Médio
Nossa seleção de 30 suculentas de nível médio combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado moderadas. Ideais para quem já tem experiência básica.
Por que Escolher Suculentas Médio?
Combinar a beleza das suculentas com o nível de dificuldade médio permite que você aproveite essa categoria com um compromisso equilibrado de cuidados. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.