Guia Completo de Plantas
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Calistégia / Corriola-grande (gênero)
Calystegia
Calystegia é um gênero de plantas herbáceas trepadeiras da família Convolvulaceae, relacionado às ipomeias. Inclui espécies como a Calystegia sepium (corriola-das-sebes) e C. soldanella (corriola-da-praia). São plantas vigorosas e de crescimento rápido, frequentemente consideradas invasoras em ambientes temperados.
Corriola-das-sebes
Calystegia sepium
A Calystegia sepium, conhecida como corriola-das-sebes, é uma trepadeira perene vigorosa da família Convolvulaceae. Cresce rapidamente enrolando-se em vedações, sebes e outras plantas, podendo atingir 3 metros de comprimento. Produz flores brancas a cor-de-rosa em forma de trombeta durante o verão, semelhantes às da glória-da-manhã. É considerada invasora em muitas regiões temperadas.
Camélia
Camellia japonica
A Camellia japonica, conhecida popularmente como camélia ou camélia-do-japão, é um arbusto perenifólio originário da China, Japão e Coreia. Destaca-se pelas suas flores exuberantes em tons de vermelho, rosa e branco, que florescem durante o outono e o inverno — quando a maioria dos jardins está sem cor. As folhas são coriáceas, lustrosas e de um verde-escuro intenso, conferindo beleza durante todo o ano.
Camélia-Sasanqua
Camellia sasanqua
A Camellia sasanqua é um arbusto ornamental perenifólio originário do Japão, pertencente à família Theaceae. Conhecida por suas flores fragantes que desabrocham no outono e início do inverno — período em que a maioria das plantas está em repouso —, a sasanqua é uma das camélias mais versáteis e resistentes. Suas flores simples ou semiduplas surgem em tons de branco, rosa, vermelho e creme, atraindo polinizadores em uma época de escassez floral. O arbusto pode atingir de 1,8 a 4,3 metros de altura, com folhagem verde-escura e lustrosa que permanece decorativa o ano todo. É amplamente utilizada em cercas-vivas, sebes, canteiros, vasos e jardins formais.
Planta-do-chá
Camellia sinensis
Camellia sinensis é o arbusto perene cujas folhas e gomos jovens são processados para produzir chá verde, preto, branco e oolong. Tem folhas brilhantes, coriáceas, verde-escuras e finamente serrilhadas, e produz flores brancas perfumadas e pendentes, com estames dourados, no outono e no inverno. De crescimento lento e vida longa, é normalmente mantida como um arbusto compacto em jardins e vasos.
Campainha
Campanula
A Campainha (Campanula) é um gênero com cerca de 500 espécies de plantas com flores em forma de sino, pertencente à família Campanulaceae. Inclui desde espécies rasteiras até arbustos altos, com flores em tons de azul, roxo, violeta, branco e rosa. É amplamente cultivada como planta ornamental em jardins e vasos.
Sinos-de-Canterbury
Campanula medium
Sinos-de-Canterbury é uma planta bienal ornamental originária do sul da Europa, pertencente à família Campanulaceae. No primeiro ano forma uma roseta de folhas e, no segundo, produz longas hastes floridas com grandes flores em forma de sino ou taça, em tons de azul, violeta, rosa e branco, entre a primavera e o verão.
Campânula-azul
Campanula muralis
A Campânula-azul (Campanula portenschlagiana, ainda muito vendida como Campanula muralis) é uma perene rasteira e vigorosa, nativa das montanhas rochosas da Dalmácia, na Croácia. Forma um tapete denso de folhas pequenas em forma de coração, coberto de flores azul-arroxeadas em formato de sino do final da primavera ao verão. Muito usada em jardins de pedras, muros e bordas de vasos, é uma planta resistente e de fácil cultivo.
Campânula
Campanula persicifolia
A Campanula persicifolia, conhecida como campânula-de-folha-de-pêssego, é uma perene herbácea rústica nativa das regiões alpinas e florestais da Europa. Forma rosetas baixas de folhas estreitas parecidas com as da pessegueira e produz hastes finas e eretas com flores abertas em formato de sino, em tons de azul-violeta ou branco, do início ao meio do verão. Fácil de cultivar e pouco afetada por pragas ou doenças, é uma clássica planta de jardim de chalé, ideal para bordaduras, jardins de pedras e flores de corte.
Campainha-dálmata
Campanula portenschlagiana
A Campanula portenschlagiana, conhecida como campainha-dálmata, é uma planta perene rasteira originária das montanhas da Dalmácia, na Croácia. Forma tapetes densos de folhas em forma de coração, cobertos por uma profusão de flores em forma de sino nas cores azul, roxo e lilás durante o verão. É uma planta vigorosa, resistente ao frio e ideal para jardins de pedras, muros e bordaduras.
Campânula-da-Sérvia
Campanula poscharskyana
A Campanula poscharskyana, comumente conhecida como Campânula-da-Sérvia, é uma planta perene de crescimento rasteiro e espalhado, nativa dos Alpes Dináricos da Sérvia e dos Bálcãs ocidentais. Ela produz massas de flores em forma de estrela, com cores que variam do azul-lavanda ao violeta, do final da primavera até o outono, tornando-se uma das coberturas de solo floridas mais prolíficas e confiáveis para jardins. Prospera em fendas rochosas, muros e encostas, espalhando-se facilmente através de raízes adventícias. Sua resistência a cervos, tolerância à seca após estabelecida e adaptabilidade a várias condições de luz a tornam uma favorita em jardins de pedras, bordaduras e cestos suspensos.
Campainha-azul
Campanula rotundifolia
A Campanula rotundifolia, conhecida como Campainha-azul, é uma planta perene nativa da Europa e América do Norte. Suas flores em forma de sino de coloração violeta-azulada encantam jardins rochosos e prados ao longo do verão e outono. É uma espécie rústica e resistente ao frio, ideal para jardins naturais.
Campânula Americana
Campanulastrum americanum
Campanulastrum americanum, comumente chamada de campânula alta ou campânula americana, é uma flor silvestre ereta anual ou bienal nativa de florestas úmidas e parcialmente sombreadas, prados, margens de riachos e valas em todo o leste e centro da América do Norte. Ela cresce em um único caule verde-claro não ramificado que pode atingir 90-180 cm (3-6 pés), revestido com folhas de textura áspera, denteadas, em forma de lança a ovo. De junho a agosto, produz flores abertas, em forma de estrela, com cinco lóbulos, com cerca de 2,5 cm de diâmetro, em azul-violeta claro a escuro com um anel branco na garganta, nascendo solitárias ou agrupadas nas axilas das folhas. As flores possuem um estilete curvo distinto que ajuda a garantir a polinização cruzada por abelhas de língua longa, mamangabas e beija-flores. Ela se auto-semeia facilmente e, dependendo de quando as mudas germinam, comporta-se como uma anual ou como uma bienal que hiberna como uma roseta basal.
Gabiroba
Campomanesia pubescens
A Gabiroba (Campomanesia pubescens) é um arbusto nativo do Cerrado brasileiro, pertencente à família Myrtaceae. Caracteriza-se por seus galhos tortuosos, folhas simples e coriáceas e flores brancas perfumadas que surgem na primavera. Seus frutos amarelos, semelhantes a pequenas goiabas, são muito apreciados pela fauna nativa e pelos moradores do cerrado, sendo consumidos in natura ou em preparações culinárias.
Trombeteira-híbrida
Campsis × tagliabuana
Campsis × tagliabuana é uma trepadeira decídua e vigorosa, resultado do cruzamento entre Campsis radicans e Campsis grandiflora, criada na Itália pelos irmãos Tagliabue. Sobe por raízes aéreas e produz grandes cachos de flores em forma de trombeta, em tons de salmão a laranja-avermelhado, do meio ao fim do verão, sendo muito usada para cobrir pérgolas, cercas e muros, além de atrair beija-flores e polinizadores.
Trombeteira-americana
Campsis radicans
Campsis radicans, conhecida como trombeteira-americana ou cipó-trombeta, é uma trepadeira lenhosa e vigorosa, decídua, nativa do sudeste dos Estados Unidos. Valorizada por seus cachos de flores tubulares laranja a vermelhas (ocasionalmente amarelas), que florescem do início do verão até o outono, é um verdadeiro ímã para beija-flores e polinizadores. A planta trepa por meio de raízes aéreas e pode cobrir rapidamente muros, cercas e pérgolas, atingindo de 6 a 12 metros de comprimento. Por se espalhar agressivamente via rizomas subterrâneos e autossemeadura, é considerada invasora em algumas regiões fora de sua área nativa e exige manejo regular. Tenha cuidado ao podar: a seiva pode causar leve irritação na pele (dermatite de contato) em pessoas sensíveis.
Cogumelo-frágil-pálido
Candolleomyces candolleanus
Candolleomyces candolleanus, comumente conhecido como Cogumelo-frágil-pálido, é um fungo sapróbico frequentemente encontrado em gramados, jardins e bosques. Apresenta um chapéu frágil, de cor mel a branco, que se achata com a idade, muitas vezes com remanescentes de véu na margem. Como cogumelo, desempenha um papel vital na decomposição de matéria orgânica, como lascas de madeira e raízes mortas.
Canistrópsis
Canistropsis billbergioides
A Canistropsis billbergioides é uma bromélia endêmica da Mata Atlântica brasileira, conhecida por suas inflorescências vibrantes e duradouras que persistem por 3 a 4 meses. Apresenta roseta compacta em formato de cesto com folhas verde-escuras e bordas serrilhadas. Ocorre em pelo menos 9 formas de cores distintas, incluindo amarelo, laranja, rosa, vermelho e roxo.
Caná
Canna
A Caná (Canna) é uma planta tropical perene de crescimento rápido, conhecida por suas flores exuberantes em tons de vermelho, laranja, amarelo, rosa e branco. Originária das Américas tropicais e subtropicais, ela é amplamente utilizada em jardins como planta ornamental, formando belos conjuntos de flores durante o verão e outono. Suas folhas largas e tropicais conferem um aspecto exótico a qualquer espaço externo.
Cana-da-índia
Canna × hybrida
A Canna × hybrida, popularmente conhecida como cana-da-índia, é uma planta ornamental perene de aspecto tropical exuberante, apreciada por suas grandes folhas em forma de remo que lembram as da bananeira e suas flores exóticas de cores vibrantes. Este grupo híbrido é extremamente diversificado: as flores podem ser vermelhas, alaranjadas, amarelas, rosas ou brancas, frequentemente com padrões pontilhados ou bicolores, enquanto as folhas variam entre verde, bordô ou listradas. É uma planta rizomatosa de crescimento rápido, que atinge de 60 a 240 cm de altura e floresce do verão ao outono. Requer exposição solar plena, calor e solo rico em nutrientes e bem drenado; sua tolerância ao frio é limitada, por isso, em climas de geada severa, os rizomas devem ser retirados do solo no inverno.
Cana-do-brejo
Canna glauca
A cana-do-brejo é uma herbácea perene da família Cannaceae, nativa das áreas alagadas da América tropical, do sul dos Estados Unidos ao Brasil. Reconhece-se pelas folhas longas e estreitas, de coloração verde-azulada (glauca), e pelas flores grandes e vistosas, em tom amarelo, que surgem ao longo de quase toda a estação quente. Cresce naturalmente formando touceiras densas nas margens de lagoas, brejos e áreas encharcadas, podendo se desenvolver até diretamente em água rasa.
Cana-da-índia
Canna indica
A Canna indica, conhecida como Cana-da-índia, é uma planta rizomatosa tropical originária das Américas tropicais. Produz flores exuberantes em tons de vermelho, laranja, amarelo e rosa sobre hastes eretas que podem atingir 2,4 metros. Suas folhas largas em formato de remo variam do verde ao verde-arroxeado, criando um visual exuberante e tropical.
Beri-silvestre
Canna limbata
O Beri-silvestre (Canna limbata) é uma planta herbácea perene rizomatosa nativa do Brasil, pertencente à família Cannaceae. Com folhas largas e ornamentais e flores vibrantes em tons de vermelho, amarelo e laranja, é muito utilizada em jardins tropicais, bordaduras e áreas de paisagismo. Cresce de forma ereta e entouceirada, podendo atingir até 2 metros de altura em condições ideais.
Bananeirinha-de-jardim
Canna x generalis
A Bananeirinha-de-jardim (Canna x generalis) é uma planta herbácea perene híbrida, amplamente cultivada em jardins tropicais e subtropicais pelo mundo. Originária do cruzamento de espécies do gênero Canna, ela se destaca por suas flores exuberantes em tons de vermelho, laranja, amarelo, rosa e branco, além de suas folhas largas e decorativas. É uma das plantas ornamentais mais populares em paisagismo, especialmente em bordaduras e jardins aquáticos.
Maconha-índica
Cannabis indica
A Cannabis indica é uma subespécie de folha larga originária da região do Hindu Kush (Afeganistão e Paquistão), conhecida por seu porte compacto, folhas largas e densa produção de resina. É uma planta anual dioica com ciclo de floração curto, adaptada a climas frios e secos de altitude. Possui uso histórico milenar em práticas culturais e medicinais do sul da Ásia. O cultivo, a posse e o uso são regulamentados na maioria das jurisdições no mundo, sendo ilegal em muitos países — as leis variam significativamente. Esta ficha é exclusivamente de referência botânica.
Cânhamo-ruderal
Cannabis ruderalis
Cannabis ruderalis é uma subespécie silvestre da Cannabis, originária da Ásia Central, Russia e Sibéria. Distingue-se pelo seu porte compacto (raramente ultrapassa 60 cm) e pela característica única de ser autoflorescente: floresce de acordo com a maturidade da planta, independentemente do fotoperíodo. Possui alto teor de CBD e baixo teor de THC, sendo objeto de pesquisas medicinais. IMPORTANTE: o cultivo e a posse de Cannabis ruderalis são REGULAMENTADOS na maioria das jurisdições e as leis variam por país. Esta é uma referência botânica, não um guia de cultivo.
Cânhamo
Cannabis sativa
Cannabis sativa é uma planta anual de crescimento rápido da família Cannabaceae, nativa da Ásia Central e do Sul. É uma das plantas cultivadas mais antigas da humanidade, cultivada há milhares de anos para fibra, alimento, óleo e medicina. A planta apresenta folhas palmadas com folíolos serrilhados, caules ocos e produz pequenas flores verde-amareladas. É dioica, com flores masculinas e femininas em plantas separadas. Cannabis sativa cresce vigorosamente em condições quentes e ensolaradas, podendo atingir até 2,5 metros de altura em uma única estação de cultivo.
Alcaparreira
Capparis spinosa
A Alcaparreira (Capparis spinosa) é um arbusto mediterrânico resistente à seca, famoso pelos seus botões florais em conserva — as alcaparras — muito utilizados na culinária europeia e mediterrânica. Produz flores vistosas brancas com estames rosados a púrpura, florescendo na primavera e no verão. Adapta-se muito bem a solos pobres, rochosos e secos, sendo uma planta de baixa manutenção após o estabelecimento.
Bolsa-de-pastor
Capsella bursa-pastoris
Capsella bursa-pastoris, conhecida popularmente como Bolsa-de-pastor ou Mestruço, é uma erva anual de crescimento rápido da família das brássicas (Brassicaceae), nativa do leste europeu e da Ásia Menor, mas hoje naturalizada em todo o mundo. É facilmente reconhecida pelas suas características silículas triangulares em forma de coração, que se assemelham às bolsas usadas pelos pastores. A planta produz uma roseta basal de folhas lobadas e caules eretos com minúsculas flores brancas. Cresce em terrenos perturbados, bermas de estrada, hortas e campos agrícolas.
Pimentas e Pimentões
Capsicum
Capsicum é um género de plantas com flor de estação quente, sensíveis à geada, pertencentes à família das solanáceas (Solanaceae), nativas das regiões tropicais da América Central e do Sul e cultivadas em todo o mundo pelos seus frutos comestíveis. O género abrange desde pimentões e pimentas doces suaves até pimentas muito picantes como jalapeño, habanero e pimenta-fantasma - todas partilhando o mesmo hábito de crescimento básico: um arbusto ou subarbusto de base lenhosa, com folhas ovais simples, flores brancas (ocasionalmente roxas) em forma de estrela, e frutos ocos cheios de sementes que amadurecem passando do verde ao amarelo, laranja, vermelho ou roxo. Cultivada como anual em climas temperados e como perene de vida curta nos trópicos, a pimenta desenvolve-se bem com sol pleno, dias quentes, solo bem drenado e constantemente húmido, e proteção contra geadas.
Pimenteira
Capsicum annuum
A Capsicum annuum é uma espécie extremamente versátil que inclui desde pimentões doces até pimentas picantes como a Jalapeño e a Caiena. É uma planta arbustiva perene em climas tropicais, mas frequentemente cultivada como anual em regiões mais frias. Suas flores são pequenas e brancas, dando origem a frutos que variam drasticamente em cor, tamanho e nível de capsaicina.
Dedo-de-moça
Capsicum baccatum
O dedo-de-moça (Capsicum baccatum) é uma pimenta sul-americana originária do Peru e da Bolívia, amplamente cultivada por seus frutos alongados e amarelo-alaranjados de sabor frutado e picância moderada. Pertence à família Solanaceae e pode ser cultivada tanto em vasos quanto em hortas ao ar livre.
Pimenta-biquinho
Capsicum chinense
Capsicum chinense é a espécie que reúne as pimentas mais famosas do mundo, incluindo Habanero, Scotch Bonnet, Carolina Reaper, Bhut Jolokia (Ghost Pepper) e a adorável Pimenta-biquinho brasileira. Originária das Américas tropicais, é cultivada há milênios por povos indígenas. A espécie produz frutos com altíssima concentração de capsaicina, variando do suave (como a pimenta-de-cheiro) ao extremamente picante (Carolina Reaper, com mais de 2 milhões de SHU). É uma planta robusta, ornamental e de altíssimo valor culinário e medicinal.
Pimenta malagueta
Capsicum frutescens
A Capsicum frutescens, conhecida popularmente como pimenta malagueta, é uma das pimentas mais emblemáticas da culinária brasileira e africana. Pertencente à família Solanaceae, esta espécie produz frutos pequenos e extremamente picantes, que variam do verde ao vermelho intenso na maturação. Inclui cultivares famosos como o Tabasco e a própria malagueta, sendo distinta da Capsicum annuum. Originária das Américas tropicais, adapta-se bem a climas quentes e ensolarados.
Agrião-amargo
Cardamine
Cardamine é um grande género de ervas da família Brassicaceae, com mais de 200 espécies de anuais e perenes, amplamente distribuídas em zonas temperadas e frias do mundo. As espécies mais conhecidas incluem C. pratensis (flor-do-cuco) e C. hirsuta (masturço-peludo). São plantas de baixa manutenção, apreciadas em jardins silvestres, bordaduras húmidas e como coberto de solo.
Agrião-menor
Cardamine hirsuta
Cardamine hirsuta, conhecida popularmente como agrião-menor ou cardamina-pilosa, é uma pequena erva anual (por vezes bienal) da família das brássicas (Brassicaceae). Originária da Europa, Ásia e partes de África, hoje é encontrada em quase todo o mundo como uma planta espontânea comum em jardins, hortas e frestas de calçadas, preferindo solo húmido e revolvido. Forma uma roseta baixa de folhas compostas e produz hastes finas com pequenas flores brancas de quatro pétalas. As suas vagens finas (síliquas) amadurecem de forma explosiva, projetando as sementes a vários metros de distância para espalhar a planta rapidamente. Apesar da fama de erva daninha, as folhas jovens são comestíveis e apreciadas pelo sabor picante, semelhante ao agrião-d'água.
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