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Como cuidar de buganvília (primavera): sol, rega, poda e frio

Como cuidar de buganvília: 6 horas de sol direto, rega quando a terra de cima secar, adubo balanceado em dose moderada, poda depois da floração, cuidado com a raiz no replantio e proteção contra geada.

por Bloom 14 min de leitura
Como cuidar de buganvília (primavera): sol, rega, poda e frio

Para cuidar de buganvília, dê pelo menos 6 horas de sol direto por dia e regue bem só quando a terra de cima secar. Adube com moderação, faça a poda depois que a floração acabar e proteja a planta da geada. Abaixo de 10 °C, ela tende a soltar as folhas. Os números deste guia vêm de extensões universitárias (setores que orientam quem cultiva plantas) e da Royal Horticultural Society (RHS), do Reino Unido.

A buganvília é a mesma planta que muita gente chama de bougainville, primavera ou três-marias. Duas espécies muito usadas em jardins, a glabra e a spectabilis, são nativas do Brasil. Quem registra isso é a Flora e Funga do Brasil, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Na maior parte do país, a buganvília fica no muro, na cerca ou no vaso da varanda o ano inteiro.

Como cuidar de buganvília: resumo dos cuidados

Cuidado

O que fazer

Luz

Sol direto por 6 horas ou mais por dia

Rega

Regar bem quando a terra de cima secar; não deixar o vaso secar por completo

Terra

Bem drenada, levemente ácida (pH 5,5 a 6,0), sem muita turfa

Adubo

Balanceado (NPK 1:1:1 ou 2:1:2), em dose moderada

Poda

Logo depois que a floração acaba; reduzir cerca de um terço

Frio

Solta as folhas abaixo de 10 °C; a geada pode matar a parte de cima

Vaso

Só um pouco maior que o torrão (a terra com as raízes, do jeito que sai do vaso); replantar sem desmanchar a raiz

Espinhos

Luva grossa e manga comprida para podar e amarrar

Pets

A ASPCA não lista a buganvília; o risco documentado é o espinho

Buganvília, primavera, três-marias, bougainville: os nomes da mesma planta

Buganvília, bougainville, primavera e três-marias são nomes populares das plantas do gênero Bougainvillea (o grupo de espécies parentes). A Flora e Funga do Brasil registra "três-marias", "primavera" e "buganvilia" para a Bougainvillea glabra no Sudeste, e "juvú" em Santa Catarina. Para a Bougainvillea spectabilis, registra também "tapirica" e "roseira-do-mato".

O nome científico homenageia o navegador francês Louis Antoine de Bougainville. Segundo a Universidade do Havaí (CTAHR), ele foi o primeiro europeu a registrar a planta, no Brasil, em 1768. A grafia "bougainville" que muita gente usa vem do sobrenome dele.

As duas espécies são nativas de vários estados brasileiros. A Flora e Funga do Brasil lista a glabra em 9 estados, do Rio Grande do Sul à Bahia. A spectabilis aparece em 12, incluindo Ceará, Alagoas e Sergipe. Elas aparecem na Mata Atlântica, no Cerrado, na Caatinga e no Pampa.

A cor não é a flor: brácteas e o tubinho branco

A parte colorida da buganvília não é a flor. São brácteas, isto é, folhas modificadas que ficam em volta das flores. A flor verdadeira é o tubinho branco e pequeno no centro, segundo a NC State Extension, da Universidade Estadual da Carolina do Norte.

Cada grupo tem 3 flores pequenas, segundo a RHS e a NC State. A UF/IFAS (o serviço de extensão da Universidade da Flórida) conta 3 brácteas por grupo, e a NC State conta de 3 a 6. As brácteas fazem o trabalho das pétalas: atraem os insetos que polinizam as flores.

Ponta de ramo de buganvília com três brácteas magenta, cada uma com uma flor branca em forma de tubo presa no meio
As três "pétalas" magenta são brácteas; a flor verdadeira é o tubinho branco preso no meio de cada uma. Gerada por IA (WaveSpeed).

A bráctea dura muito mais que a flor. Segundo a CTAHR, ela pode manter a cor por vários meses depois que a flor acaba e vai desbotando até parecer papel. Por isso a buganvília parece florida por tanto tempo. A bráctea vai desbotando até ficar com textura de papel, como as "flores" caídas no chão.

Glabra, spectabilis ou híbrido: qual buganvília você tem

A buganvília de vaso e de muro quase sempre é uma Bougainvillea glabra, uma Bougainvillea spectabilis ou um híbrido. Segundo a CTAHR, o híbrido mais comum é a Bougainvillea × buttiana, um cruzamento da glabra com a Bougainvillea peruviana. A espécie muda o porte, a floração e a tolerância ao frio.

Sinal

B. glabra

B. spectabilis

Folha e caule

Lisos, sem pelos (CTAHR)

Com pelos (CTAHR)

Tubo da flor

Com 5 lados (formato de pentágono), brácteas curtas (NC State)

Arredondado, brácteas mais longas (NC State)

Espinhos

Pequenos, curvos na ponta (CTAHR)

Grandes, podem ser curvos (CTAHR)

Floração

Várias vezes por ano (CTAHR)

Depois da época seca ou de um período frio (CTAHR)

Frio

Aguenta um pouco mais de frio (CTAHR)

Prefere noites mais quentes (CTAHR)

Porte

De 3 a 6 m de altura (NC State)

De 4,6 a 12 m de altura (NC State)

Para vaso, a RHS recomenda a glabra e o híbrido B. × buttiana, porque os dois florescem ainda jovens. A spectabilis cresce mais e pede espaço de muro ou pérgola. As duas espécies têm ficha própria: a primavera (B. glabra) e a buganvília (B. spectabilis).

O sinal mais fácil de conferir em casa é o pelo: passe a mão na folha e no caule. A glabra é lisa e a spectabilis é peluda, segundo a CTAHR. Os outros sinais são pequenos, e os híbridos misturam características das duas espécies. Para saber qual buganvília você tem, o Bloom (disponível para iOS) identifica a planta por uma foto. A versão grátis faz 2 identificações por mês.

Quanto sol a buganvília precisa

A buganvília precisa de sol direto para florir. A RHS pede pelo menos 6 horas de sol por dia. A Texas A&M AgriLife Extension dá um mínimo de 5 a 6 horas de sol direto. Segundo a UF/IFAS, quanto mais sol, mais flores, e sem sol direto ela não floresce.

Na sombra, a planta solta as brácteas e floresce menos, segundo a CTAHR. A NC State aceita meia-sombra só para a glabra, e mesmo assim diz que o sol pleno estimula a floração. Este guia segue a maioria das fontes: sol pleno.

Dentro de casa, a falta de luz faz a buganvília soltar as folhas (CTAHR). No Brasil, a janela que recebe mais horas de sol é a voltada para o norte. Se a planta precisar ficar dentro de casa, deixe o vaso nessa janela, com sol direto batendo nas folhas.

Como regar buganvília

Regue a buganvília quando a superfície da terra estiver seca: toque a terra com o dedo para conferir. Despeje água até ela escorrer pelo furo do vaso e jogue fora a água que ficar no prato. A CTAHR recomenda regar bem e menos vezes, em vez de regas leves todos os dias, e não deixar a terra secar por completo.

A NC State, a UF/IFAS e a CTAHR mandam regar fundo e esperar a terra secar entre as regas. A RHS pede terra úmida o tempo todo na fase de crescimento, mas escreve para buganvília de estufa no Reino Unido. Este guia segue as três primeiras, que escrevem para clima quente, mais parecido com o do Brasil.

Água demais apodrece a raiz e derruba as folhas, segundo a UF/IFAS. A UF/IFAS também recomenda não regar em noites frias. Por isso não existe um número fixo de dias entre as regas.

Terra e vaso para buganvília

A buganvília gosta de terra bem drenada e levemente ácida, com pH de 5,5 a 6,0, segundo a CTAHR e a UF/IFAS. O pH mede a acidez da terra: abaixo de 7 ela é ácida, acima de 7 é alcalina. Com pH acima de 6,0, a planta tem mais chance de sofrer falta de ferro e de outros micronutrientes (CTAHR). A falta de ferro aparece como folha nova amarelada.

A raiz da buganvília é extremamente fina, segundo a UF/IFAS. Por isso a UF/IFAS manda evitar misturas com muita turfa (material escuro que segura muita água), que favorecem o apodrecimento. A CTAHR aceita turfa e perlita em partes iguais, mas também manda evitar muita turfa. Este guia segue a UF/IFAS. Se a terra do vaso ficar molhada por muito tempo, misture perlita (grãos brancos e leves que soltam a terra). Use sempre vaso com furo no fundo.

O tamanho do vaso divide opiniões. Uma resposta da biblioteca de horticultura da Universidade de Washington diz que a buganvília gosta da raiz um pouco apertada no vaso. Nenhuma outra fonte confirma esse efeito. Na dúvida, escolha um vaso só um pouco maior que o torrão e deixe a superfície da terra secar entre as regas.

Como replantar buganvília sem machucar a raiz

Replante a buganvília sem desmanchar o torrão. A raiz não segura a terra num torrão firme e sofre quando é mexida. Quem diz isso é a biblioteca da Universidade de Washington, citando o Sunset Western Garden Book. As raízes novas quebram com facilidade, segundo a CTAHR.

Os Master Gardeners da Universidade da Califórnia chamam de essencial manter as raízes intactas ao plantar ou replantar. Se forem muito mexidas, elas podem não se recuperar. Para plantar no chão, eles sugerem cortar o fundo do vaso plástico e colocar a planta no buraco com o vaso.

As fontes pedem uma coisa só: manter a raiz intacta. Os passos abaixo aplicam esse cuidado:

  • Replante quando a raiz aparecer pelo furo do vaso (nenhuma fonte dá um intervalo em anos).

  • Regue a planta no dia anterior, para o torrão sair inteiro.

  • Se o vaso for de plástico, corte as laterais em vez de puxar a planta pelo caule.

  • Coloque o torrão inteiro no vaso novo e complete só as laterais com terra.

A melhor época é o começo da primavera (a estação), antes de a planta voltar a crescer, segundo a Universidade de Washington. No Brasil, isso fica entre setembro e outubro.

Como adubar a buganvília

Adube a buganvília com um adubo balanceado, de NPK 1:1:1 ou 2:1:2, como recomenda a CTAHR. NPK é a sigla dos três nutrientes principais da embalagem: nitrogênio, fósforo e potássio. Em vaso, a CTAHR indica adubo de liberação controlada (grãos que soltam o adubo aos poucos), como 10-10-10, a cada 3 meses. A outra opção é adubo solúvel em água, toda semana ou a cada 2 semanas, em meia dose.

As fontes discordam sobre o nitrogênio (o N do NPK). UF/IFAS, CTAHR e Texas A&M dizem que nitrogênio demais dá folha em vez de flor, mas não citam medição. Um experimento da Universidade da Flórida em 1962 com B. glabra mediu o contrário. Sem nitrogênio, com dose média e com dose alta, as plantas formaram em média 29,1, 35,2 e 61,6 brácteas.

O experimento de 1962 comparou dias curtos (9 horas de luz) com dias longos (18 horas), e só as plantas em dias curtos floresceram. Em parte dos tratamentos, mais nitrogênio deu mais ramo novo, e a glabra floresce no ramo novo. Este guia fica com a opção mais segura: adubo balanceado, na frequência e na dose da CTAHR. Isso quer dizer liberação controlada a cada 3 meses, ou solúvel em meia dose. Sol, ramo novo e dias curtos também mudam a floração, e nenhuma fonte mede qual pesa mais.

A borra de café não aparece em nenhuma das fontes de extensão consultadas como adubo para buganvília. Sem dose testada, prefira o adubo balanceado. No plantio, a UF/IFAS recomenda um adubo rico em fósforo, e a farinha de osso é uma fonte orgânica de fósforo.

Como podar a buganvília

Faça a poda da buganvília logo depois que a floração acaba, porque ela floresce nos ramos novos. A NC State, a UF/IFAS, a RHS e a CTAHR concordam que a flor nasce no crescimento novo. A poda depois da floração estimula esse crescimento, de onde sai a próxima leva de cor.

Para diminuir a planta, a CTAHR manda cortar cerca de um terço e tirar os ramos finos e fracos. Corte cada ramo lateral até sobrarem 2 ou 3 gemas (os pontos onde nascem os brotos) junto ao ramo principal. A CTAHR avisa que podar com frequência demais diminui a floração. Para vaso, a mesma CTAHR diz que a poda frequente renova os brotos. Este guia segue o aviso: uma poda principal por ano, depois da floração.

A UF/IFAS alerta que podar no fim do verão ou no começo do outono reduz as flores da estação seguinte. No Brasil, isso corresponde a fevereiro, março e abril, quando os ramos que vão florir nos dias curtos estão se formando. Evite a poda forte nesses meses.

Por que a buganvília não floresce

Segundo a CTAHR, a buganvília deixa de florir por sombra, água demais, poda frequente e nitrogênio demais. O nitrogênio é ponto em disputa: o único experimento achado mediu o contrário. Segundo a UF/IFAS de Nassau, com sombra demais ou água demais a planta tende a não florir.

A glabra forma botões com 12 horas de luz por dia ou menos, a 21 a 24 °C. O dado é de um estudo de 1935, citado no trabalho de 1962 da Universidade da Flórida. No Brasil, as noites ficam mais longas que os dias de março a setembro. Uma buganvília que não floresce no verão brasileiro pode estar só esperando os dias curtos.

Para induzir a floração, os produtores deixam a planta secar até as folhas ficarem moles e caídas, segundo a UF/IFAS e a CTAHR. As duas fontes avisam que secar demais derruba as folhas e põe a planta em repouso. Se tentar, regue assim que as folhas amolecerem.

Buganvília no muro, na cerca ou no vaso: apoio e espinhos

A buganvília se apoia nos espinhos curvos e se esparrama, segundo a NC State; a spectabilis também usa caules que enrolam um pouco. No muro, na cerca ou na pérgola, a planta precisa ser amarrada.

Para amarrar, use amarras macias e guie os ramos pelo apoio conforme crescem. A Universidade Estadual do Mississippi manda conferir as amarras regularmente, para não estrangularem o caule. Um jeito simples de lembrar é olhar as amarras quando regar. No vaso, o apoio é uma treliça firme ou o gradil da varanda.

Os espinhos medem de 2,5 a 5 cm, segundo a UF/IFAS de Nassau. A UF/IFAS recomenda luva grossa e manga comprida para podar. A CTAHR recomenda não plantar a buganvília a menos de 1,2 m de passagens, onde os espinhos podem ferir quem passa.

Frio e geada: quando proteger a buganvília

A buganvília aguenta frio por pouco tempo, mas sofre com geada. Segundo a RHS, ela tolera períodos curtos de até 5 °C, mas abaixo de 10 °C tende a soltar as folhas e entrar em repouso. A UF/IFAS diz que a planta é sensível a geada e que a parte de cima pode morrer no inverno.

Onde as noites de inverno (de junho a agosto no Brasil) ficam acima de 10 °C, a buganvília vive ao ar livre sem cuidado especial. Abaixo disso, ela tende a soltar as folhas. No Sul e nas serras, onde há geada, proteja a planta, como recomenda a UF/IFAS. Leve o vaso para perto de uma parede abrigada ou cubra a planta com um pano grosso nas noites de geada. Tire o pano de manhã.

Folha caindo no frio não quer dizer planta morta. Para a RHS, a buganvília que perde as folhas abaixo de 10 °C está em repouso e volta a brotar quando esquenta. Espere a brotação antes de cortar os ramos que parecem secos.

Buganvília perdendo folhas ou ficando amarela

A buganvília perde folhas por excesso de água, falta de água, pouca luz ou frio, segundo a UF/IFAS. Confira primeiro a terra com o dedo: encharcada dias depois da rega indica excesso de água, e seca por inteiro indica falta. Depois confira as horas de sol e a temperatura das noites.

A UF/IFAS diz que a queda de folhas depois de uma floração é normal e costuma vir antes de uma nova brotação. Folha nova amarelada costuma ser falta de magnésio ou de ferro, e um adubo com micronutrientes ajuda a corrigir. A página de buganvília com folhas caindo traz as causas uma a uma.

Pragas da buganvília

A buganvília é atacada por cochonilha-farinhenta, pulgão, mosca-branca e ácaro, segundo a RHS. Os Master Gardeners da Universidade da Califórnia incluem lagartas e lesmas e recomendam tirar as pragas com a mão. Folha pegajosa com pontinhos brancos costuma ser cochonilha-farinhenta (inseto coberto por uma camada branca, parecida com algodão) ou mosca-branca.

Outra praga comum é uma lagarta que come as folhas mais novas e as enrola num tubo para se esconder, segundo a UF/IFAS. O controle é catar as lagartas com a mão ou usar Bacillus thuringiensis (Bt), um inseticida biológico, conforme o rótulo.

Os Master Gardeners citam o óleo de neem (óleo vegetal usado contra pragas) como opção. Nenhuma das fontes consultadas trata do neem ou do sabão inseticida perto de gatos. Com gato em casa, comece pela remoção à mão e mantenha o gato longe da planta tratada.

A buganvília é tóxica para cães e gatos?

A ASPCA, entidade americana de proteção animal com centro de controle de intoxicações, não tem ficha da buganvília. Ela não classifica a planta como tóxica nem como segura. O risco documentado pelas extensões é o espinho, que fere quem poda ou passa perto da planta. Sem classificação, a opção mais segura é manter cães e gatos longe da planta e dos ramos podados. A lista de plantas tóxicas para pets mostra as que têm classificação.

Perguntas frequentes sobre a buganvília

Quanto tempo dura a floração da buganvília?

A cor da buganvília dura vários meses porque vem das brácteas. Segundo a CTAHR, elas mantêm a cor muito depois que a flor branca acaba. A glabra floresce várias vezes por ano. A spectabilis floresce depois de uma época seca ou de um período frio.

Dá para ter buganvília dentro de casa?

Dá, só numa janela com sol direto por pelo menos 6 horas por dia. No Brasil, essa janela é a voltada para o norte. Com pouca luz, a buganvília solta as folhas e as brácteas, segundo a CTAHR. Na maior parte do Brasil, ela vive melhor na varanda ou no quintal.

Borra de café serve de adubo para buganvília?

Nenhuma das fontes de extensão consultadas recomenda borra de café para buganvília, nem dá uma dose. O adubo com recomendação é o balanceado, de NPK 1:1:1 ou 2:1:2, em dose moderada, segundo a CTAHR.

Quantos graus a buganvília aguenta?

A buganvília aguenta períodos curtos de até 5 °C, segundo a RHS. Abaixo de 10 °C, ela costuma soltar as folhas e entrar em repouso. A geada pode matar a parte de cima da planta, segundo a UF/IFAS. No Sul e nas serras do Brasil, proteja a planta nas noites de geada.

Como fazer muda de buganvília?

Faça a muda com uma estaca (um pedaço de ramo) semilenhosa, nem verde, nem lenhosa, segundo a RHS. Corte a estaca no verão, de dezembro a fevereiro no Brasil. A estaca leva de 4 a 12 semanas para enraizar, conforme a variedade e o uso de hormônio de enraizamento, segundo a CTAHR.

Resumo dos cuidados com a buganvília

A buganvília precisa de 6 horas de sol direto, rega quando a terra de cima seca e adubo balanceado sem exagero. Faça a poda depois da floração e replante sem desmanchar o torrão. Proteja a planta só da geada: abaixo de 10 °C ela apenas solta as folhas. A cor vem das brácteas, que aparecem no ramo novo.

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