1162 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 14
Descubra 1162 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
1162 Plantas Intermediárias
Mostrando 469-504 de 1162
Eufórbia-vermelha
Euphorbia fulgens
A Eufórbia-vermelha (Euphorbia fulgens) é um arbusto caducifólio originário do México, famoso por seus ramos pendentes adornados com pequenas flores de cor escarlate a laranja durante o inverno. Pertencente à família Euphorbiaceae, produz um látex branco leitoso que é irritante ao contato. É muito cultivada como planta ornamental e utilizada em arranjos florais de corte.
Coroa-de-cristo sem espinhos
Euphorbia geroldii
A Euphorbia geroldii, conhecida como coroa-de-cristo sem espinhos ou euforbia de Gerold, e um arbusto suculento da familia das euforbiaceas, endemico das florestas secas costeiras do nordeste de Madagascar. Diferente da sua parente espinhosa, a Euphorbia milii, a E. geroldii tem caules lenhosos lisos e sem espinhos, cobertos por folhas brilhantes, verde-escuras, lanceoladas e com bordas avermelhadas. Pequenos cachos de bracteas vistosas vermelhas com centro amarelo aparecem quase o ano todo, tornando essa suculenta de floracao quase continua uma opcao popular e de baixa manutencao para ambientes internos bem iluminados e jardins de clima quente. Na natureza, a especie e classificada como Criticamente em Perigo devido a perda de habitat, o que torna o cultivo de exemplares tambem relevante para a conservacao.
Salsicha-de-jardim
Euphorbia guentheri
A Euphorbia guentheri, popularmente conhecida como salsicha-de-jardim, e um subarbusto suculento nativo do sudeste do Quenia. Produz numerosos caules cilindricos, carnudos e nao ramificados, com tuberculos pontiagudos, que podem atingir ate 90 cm de comprimento. As pequenas folhas obovadas surgem ao longo dos caules e caem durante a dormencia de inverno. Na primavera, desenvolve pequenas flores (ciatios) vermelhas com bracteas esverdeadas. Como toda euforbia, exsuda um latex leitoso toxico quando cortada ou ferida.
Cacto-coral
Euphorbia lactea 'Cristata'
O Cacto-coral não é na verdade um cacto, mas um enxerto fascinante de duas espécies diferentes de Euphorbia. Ele apresenta uma crista ondulada em forma de leque de Euphorbia lactea 'Cristata' fixada no caule vertical de outra suculenta, geralmente Euphorbia neriifolia. A crista pode exibir várias cores, variando de verde e prateado a bordas rosadas ou roxas. Como outras Euphorbias, contém uma seiva branca leitosa tóxica (látex) que pode irritar a pele e os olhos.
Flor-de-noiva
Euphorbia leucocephala
Euphorbia leucocephala e um arbusto ou arvoreta decidua de crescimento rapido, originaria do Mexico e da America Central, valorizada pela nuvem de pequenas bracteas brancas que cobrem seus ramos no inverno, lembrando neve ou renda. Como outras euforbias, exsuda uma seiva leitosa que irrita a pele e os olhos e e toxica se ingerida.
Joia de Madagascar
Euphorbia leuconeura
Euphorbia leuconeura, conhecida como Joia de Madagascar, é uma planta suculenta semi-suculenta nativa de Madagascar. Destaca-se pelo caule ereto e angular e pelas belas folhas com veias brancas que lhe conferem um aspecto exótico e elegante. Como membro da família Euphorbiaceae, produz uma seiva leitosa tóxica e dispersa suas sementes explosivamente a vários metros de distância — uma adaptação notável chamada balocoria.
Eufórbia-floco-de-neve
Euphorbia polygona
A Euphorbia polygona é uma suculenta colunar de crescimento lento, originária da África do Sul, com caules estriados verde-azulados a acinzentados debruados por fileiras de espinhos escuros; a forma popular 'Snowflake' apresenta um pó esbranquiçado. No verão surgem pequenas flores púrpuras ao longo das costelas. É uma planta escultural e arquitetónica para locais luminosos.
Bico-de-papagaio
Euphorbia pulcherrima
A Euphorbia pulcherrima, popularmente conhecida como bico-de-papagaio, é um arbusto tropical nativo do México e América Central. Famosa por suas brácteas coloridas que surgem no inverno, é a planta símbolo do Natal em diversos países. Pode atingir até 2 metros de altura quando cultivada ao ar livre.
Açaizeiro
Euterpe oleracea
O açaizeiro é uma palmeira entouceirada, de múltiplos estipes finos e elegantes que podem ultrapassar 15 a 25 metros de altura, nativa das várzeas alagáveis da Amazônia. Suas folhas pinadas e arqueadas formam uma coroa densa no topo de cada estipe. Produz cachos com centenas de frutos globosos, roxo-escuros a quase negros quando maduros, que dão origem à polpa de açaí, um dos produtos mais icônicos da culinária e da economia amazônica.
Faia Oriental
Fagus orientalis
Fagus orientalis, conhecida popularmente como Faia Oriental ou Faia do Cáucaso, é uma imponente árvore caduca de grande porte nativa da região do Cáucaso, norte da Turquia e norte do Irão. Pode atingir entre 25 e 40 metros de altura, formando uma copa densa, arredondada e majestosa. A sua casca lisa de cor cinzento-prateado, a folhagem verde exuberante e as cores douradas e alaranjadas do outono fazem dela uma das árvores ornamentais mais apreciadas em parques e jardins de grande dimensão. Comparada com a Faia Europeia (Fagus sylvatica), é mais tolerante ao calor e à secura, crescendo mais rapidamente nos primeiros anos.
Faia
Fagus sylvatica
A faia é uma árvore decídua de grande porte e longa vida, nativa da Europa, apreciada pela casca lisa acinzentada, folhagem densa e brilhante e pela cor dourada-acobreada espetacular no outono. É muito usada como árvore isolada, em parques e como sebe formal, pois tolera podas rigorosas e mantém as folhas secas durante o inverno quando aparada.
Planta-leopardo
Farfugium japonicum
Farfugium japonicum, também conhecida como planta-leopardo ou farfúgio, é uma planta perene da família Asteraceae, nativa de áreas costeiras úmidas e margens de riachos no Japão, Coreia, China e Taiwan. Esta planta semivivez desenvolve touceiras densas de folhas grandes, arredondadas a reniformes, com textura coriácea, que crescem a partir de um rizoma subterrâneo em longos pecíolos carnosos. Na variedade 'Aureomaculatum', as folhas são cobertas por manchas amarelas marcantes que lembram a pelagem de um leopardo, dando origem ao seu nome popular. No outono e inverno, produz hastes florais altas com aglomerados de flores amarelas semelhantes a margaridas. Em seu habitat natural, cresce à sombra perto de cursos de água, sendo utilizada em jardins como planta ornamental para áreas sombreadas.
Bambu-sombrinha
Fargesia murielae
A Fargesia murielae, conhecida como bambu-sombrinha ou bambu-guarda-chuva, é um bambu entouceirante originário das florestas montanhosas da China, que não produz estolões e, portanto, não é invasivo. Caracteriza-se por colmos densos e elegantemente arqueados, com folhagem fina e verde-clara que permanece verde durante todo o ano. Sendo uma das espécies de bambu mais resistentes ao frio, suporta temperaturas constantes de até -20 °C e períodos curtos de frio ainda mais intenso. Floresce apenas a cada poucas décadas em um evento coletivo raro (o último ocorreu em 1999) e é cultivado principalmente por sua folhagem, não por suas flores. Graças ao seu crescimento denso e não invasivo, é muito popular como cerca viva de privacidade, planta de vaso ou como destaque isolado próximo a lagos de jardim.
Feijoa
Feijoa sellowiana
A feijoa (Feijoa sellowiana, sinônimo aceito Acca sellowiana) é um arbusto ou pequena árvore perene da família Myrtaceae, nativa dos planaltos subtropicais do sul do Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina. As folhas são coriáceas, verde-escuras e brilhantes na face superior, prateadas e tomentosas na inferior, conferindo à copa um efeito bicolor característico. No final da primavera e início do verão, produz flores vistosas com pétalas brancas matizadas de púrpura e longos estames vermelhos com pólen amarelo: tanto as pétalas quanto os frutos são comestíveis. O fruto, uma baga oval verde com polpa aromática, lembra no sabor um cruzamento entre abacaxi e morango. É uma planta rústica, tolerante à seca após estabelecida, ao vento salino e a geadas curtas, sendo muito utilizada como cerca viva ornamental e frutífera em climas mediterrâneos.
Margarida-azul
Felicia amelloides
Felicia amelloides é uma planta perene (por vezes bienal) sempre-verde da família Asteraceae, nativa da costa sul da África do Sul, onde cresce em dunas de areia e encostas rochosas. Forma um pequeno arbusto denso de 50-100 cm de altura, com folhas opostas, ovais e ásperas ao toque devido à penugem que as recobre. Do final da primavera até o outono, produz inúmeros capítulos florais semelhantes a margaridas, com cerca de 3 cm de largura, com lígulas azul-celeste e centro amarelo brilhante.
Planta-janela
Fenestraria rhopalophylla
Fenestraria rhopalophylla, conhecida como planta-janela ou dedos-de-bebê, é uma suculenta da família Aizoaceae originária dos desertos da Namíbia e da África do Sul. Suas folhas cilíndricas e carnosas crescem em aglomerados densos e apresentam pontas translúcidas ou "janelas" que permitem a passagem da luz para o interior, possibilitando a fotossíntese enquanto a maior parte da folha permanece enterrada na areia para se proteger do calor e da desidratação extremos. Floresce no verão e outono com pequenas flores brancas ou amarelas com aspecto semelhante a uma margarida.
Loroco
Fernaldia pandurata
O loroco (Fernaldia pandurata) é uma liana trepadeira perene da família Apocynaceae, nativa das zonas tropicais da América Central, especialmente de El Salvador, Guatemala e Honduras. Destaca-se pelos seus caules volúveis pubescentes que escalam cercas, pérgulas e árvores próximas, e pelos seus botões florais verde-esbranquiçados, perfumados e comestíveis, que constituem um ingrediente icônico da culinária salvadorenha, especialmente nas pupusas.
Ficus-benjamim
Ficus benjamina
A Figueira-chorona é uma elegante árvore tropical nativa do Sudeste Asiático e Austrália, valorizada por seus galhos graciosamente pendentes e folhas verde-escuras brilhantes. Na natureza, pode alcançar até 15 metros de altura, embora como planta de interior geralmente cresça de 1 a 3 metros. É a árvore oficial de Bangkok, Tailândia. Conhecida por ser sensível a mudanças ambientais, pode perder folhas quando movida, mas se recupera bem com cuidados consistentes. Excelente purificadora de ar, remove efetivamente formaldeído e outros poluentes do ar interno.
Figueira-benjamim Variegada
Ficus benjamina 'Variegata'
A Figueira-benjamim Variegada e uma cultivar ornamental da Ficus benjamina, conhecida pelas folhas verdes com manchas e bordas creme-esbranquicadas. Nativa do Sul e Sudeste Asiatico e da Australia, e uma arvore de porte medio muito usada como planta de interior devido ao seu formato elegante e ramos levemente pendentes.
Ficus Alii
Ficus binnendijkii
O Ficus Alii (Ficus binnendijkii) é uma elegante planta ornamental perene da família Moraceae, nativa do sudeste asiático. Caracteriza-se por suas folhas longas, estreitas e coriáceas que lembram as do salgueiro, pendendo de ramos finos e flexíveis. Cresce lentamente e, em ambientes internos, pode atingir até 300 cm de altura com uma envergadura de cerca de 150 cm. Devido ao seu crescimento ereto e esguio, é popular como planta isolada para cantos de salas e é mais resistente a variações de condições do que outras espécies de fícus.
Figueira
Ficus carica
A Figueira (Ficus carica) é uma das árvores frutíferas mais antigas do mundo, originária da região mediterrânea e da Ásia Ocidental. Caducifólia e resistente, produz frutos adocicados (figos) muito apreciados na culinária e medicina tradicional. Suas grandes folhas lobadas e tronco cinza tortuoso oferecem beleza ornamental durante todo o ano.
Ficus Tineke
Ficus elastica 'Tineke'
O Ficus Tineke e uma cultivar variegada da seringueira (Ficus elastica 'Tineke'), da familia Moraceae. Suas folhas grandes, ovaladas e brilhantes exibem um mosaico de verde-escuro, verde-claro e margens em tom creme a rosado, o que a torna uma das ficus variegadas mais procuradas para decoracao de interiores. Na natureza, a especie-mae pode atingir dezenas de metros de altura, mas como planta de vaso o Tineke costuma se manter entre 1,5 e 3 metros. Assim como outras ficus, produz um latex leitoso ao ser cortada ou ferida, levemente toxico e capaz de irritar pele, olhos e mucosas de pessoas e animais. Como depende de menos clorofila nas areas variegadas, precisa de mais luz que a Ficus elastica comum para manter o padrao de cores vibrante e evitar reversao para folhas totalmente verdes.
Figueira-africana
Ficus lutea
A Ficus lutea, conhecida como Figueira-africana, é uma imponente árvore fig nativa da África tropical e austral. Caracteriza-se pelas suas folhas excepcionalmente grandes, brilhantes e com veios amarelados, podendo atingir entre 13 e 43 cm de comprimento. Na natureza, pode crescer até 25 metros de altura com uma copa esplendorosa de 30 a 45 metros. Pertence à família Moraceae e, como muitas figueiras africanas, pode desenvolver hábitos de figueira estranguladora quando jovem.
Ficus Alii
Ficus maclellandii
O Ficus maclellandii, popularmente chamado de Ficus Alii ou figueira-folha-de-bananeira, e uma arvore perene da familia das figueiras, nativa do sudeste asiatico, da India e do sul da China. Suas folhas longas, estreitas e brilhantes lembram as da bananeira e dao ao cultivar 'Alii' um porte elegante e esguio. Cultivada em vasos como planta de destaque, forma uma copa densa e ereta e se adapta bem as condicoes domesticas depois de estabelecida.
Figueira-da-Baía-de-Moreton
Ficus macrophylla
A Ficus macrophylla, conhecida como Figueira-da-Baía-de-Moreton ou Banyan-australiano, é uma árvore imponente de grande porte originária do leste da Austrália. Pertencente à família Moraceae, pode atingir até 60 metros de altura na natureza, com raízes aéreas dramáticas e um dossel expansivo que pode cobrir área equivalente a vários campos de futebol. É amplamente cultivada em parques, jardins públicos e avenidas de cidades tropicais e subtropicais ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Em ambientes internos, permanece como planta jovem por muitos anos, sendo uma escolha arquitetônica impressionante.
Figueira-laurel
Ficus microcarpa
O Ficus microcarpa, conhecido popularmente como Figueira-laurel ou Loureiro-indiano, é uma grande árvore-figueira perene originária do Sul e Sudeste Asiático e da Austrália. Reconhecido pelas suas folhas verde-escuro brilhantes, raízes aéreas características e capacidade de formar copas impressionantes, é amplamente plantado como árvore de rua em climas quentes e é um dos bonsais favoritos em todo o mundo.
Figueira-das-Rochas
Ficus petiolaris
O Ficus petiolaris, ou figueira-das-rochas, é uma figueira de folha caduca nativa dos cânions e penhascos rochosos da Baixa Califórnia, Sonora e sul até Oaxaca, no México. Na natureza chega a 6-10 m de altura, com raízes que se agarram à rocha nua em busca de solo e incham formando um caudex marcante. Exemplares cultivados são valorizados pelas folhas em formato de coração com nervuras rosadas e são populares como bonsai e planta de vaso.
Figueira-sagrada
Ficus religiosa
Nativa do subcontinente indiano e da Indochina, a Ficus religiosa é uma grande figueira semi-perene da família Moraceae. Na natureza desenvolve uma copa larga e espalhada, com folhas características em forma de coração e ponta longa e afilada que tremulam à menor brisa, traço celebrado na literatura budista e hindu. Cultivada como bonsai ou em vaso, permanece compacta mantendo sua folhagem icônica de ponta gotejante.
Ficus-ginseng
Ficus retusa
O Ficus retusa, popularmente conhecido como Ficus-ginseng, é uma espécie de árvore tropical originária do Sudeste Asiático (Malésia). É amplamente cultivado como bonsai graças às suas raízes aéreas engrossadas e ao seu tronco esculpido naturalmente. Possui folhas pequenas, ovaladas e de um verde brilhante, e é considerado uma das espécies de bonsai mais robustas e adequadas para cultivo interior.
Figueira-estranguladora
Ficus thonningii
A Ficus thonningii é uma figueira africana perene que muitas vezes começa a vida como epífita, lançando raízes aéreas que podem acabar por envolver a árvore hospedeira. Forma uma copa larga e densa de folhas verde-escuras e brilhantes sobre uma casca lisa e cinza-clara, e é muito cultivada como árvore de sombra, planta de interior resistente e popular bonsai.
Ulmeira
Filipendula ulmaria
A ulmeira (Filipendula ulmaria) é uma erva perene da família Rosaceae, nativa da Europa e do Oeste da Ásia. A planta cresce tipicamente em prados úmidos, pântanos e ao longo de riachos, podendo atingir 1-1,5 metros de altura com caules robustos e sulcados. As folhas são verde-escuras e serrilhadas na parte superior, esbranquiçadas e pubescentes na parte inferior. No verão e início do outono, produz densos cachos de pequenas flores branco-creme com um aroma forte e adocicado que lembra amêndoas e bálsamo antisséptico. A ulmeira é historicamente conhecida como a fonte do ácido salicílico, o precursor do ácido acetilsalicílico (aspirina), que foi desenvolvido pela Bayer em 1899.
Fitônia
Fittonia albivenis
A Fittonia albivenis é uma planta tropical nativa das florestas tropicais do Peru. Caracteriza-se por suas impressionantes folhas de cor verde profundo com veias brancas ou vermelhas que lhe dão uma aparência de mosaico. O nome "planta nervura" vem da rede de veias que parece assemelhar-se a um sistema nervoso. Pertence à família Acanthaceae e foi nomeada em homenagem a Elizabeth e Sarah Mary Fitton, duas irmãs irlandesas botânicas do século XIX.
Fitônia-gigante
Fittonia gigantea
A Fitônia-gigante (Fittonia gigantea) é uma planta perene rasteira nativa das florestas tropicais do Equador e do Peru, pertencente à família Acanthaceae. Suas folhas ovaladas, de até 16 cm, exibem uma coloração verde-escura intensa cortada por vênulas vermelhas profundas, lembrando uma rede nervosa - o que dá origem ao seu nome popular. Forma uma touceira densa e rasteira, ideal para terrários, estufas úmidas e ambientes internos com alta umidade.
Fockea
Fockea
Fockea é um gênero de suculentas caudiciformes da família Apocynaceae, nativo principalmente da África do Sul (Cabo e KwaZulu-Natal). A espécie mais cultivada, Fockea edulis, popularmente chamada de "pão-dos-hotentotes", forma um caudex tuberoso, cinzento e escultural que pode atingir até 60 cm de diâmetro, funcionando como reservatório de água para sobreviver a longos períodos de seca. Do caudex partem finos ramos volúveis (trepadores) que podem alcançar vários metros de comprimento quando bem cultivados. É uma planta semidecídua: reduz a atividade e pode perder parte das folhas durante o inverno seco, mas raramente entra em dormência completa. As flores são pequenas, esverdeadas a esbranquiçadas, discretamente perfumadas, produzidas no fim da primavera e no verão. A seiva leitosa (látex) é tóxica e pode irritar a pele e os olhos; a raiz, embora historicamente consumida por povos originários após processamento, não deve ser ingerida sem preparo adequado. É uma planta de crescimento lento, muito valorizada por colecionadores de suculentas caudiciformes por sua forma escultural única.
Pão-de-hotentote
Fockea edulis
Fockea edulis é uma trepadeira suculenta caudiciforme nativa das savanas áridas da África do Sul e da Namíbia. Na parte aérea, produz hastes finas e volúveis com folhas pequenas e coriáceas que se apoiam em rochas e arbustos; sob o solo (ou parcialmente exposto) forma-se um grande tubérculo cinzento e verrugoso (caudex), que pode ultrapassar 60 cm de diâmetro ao longo de muitas décadas. O tubérculo dá origem ao nome popular "pão-de-hotentote", em referência ao uso tradicional dessa raiz amilácea como alimento de emergência pelo povo Khoikhoi do sul da África, após preparo cuidadoso para remover compostos amargos. De crescimento lento e longeva, é muito apreciada por colecionadores como planta caudiciforme ornamental.
Morango-chileno
Fragaria chiloensis
A Fragaria chiloensis, conhecida como morango-chileno ou morango-da-praia, é uma planta perene rasteira nativa do litoral pacífico das Américas, desde o Alasca até o Chile e a Argentina. É uma das duas espécies parentais do morango cultivado moderno (Fragaria × ananassa). Produz frutos brancos ou avermelhados, aromáticos e saborosos, e forma densas coberturas de solo por meio de estolões. Suas folhas trifoliadas verde-escuras e brilhantes podem assumir tons avermelhados no outono.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.