1162 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 15
Descubra 1162 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
1162 Plantas Intermediárias
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Frângula
Frangula
Frangula é um género com cerca de 56 espécies de arbustos e pequenas árvores caducifólias ou perenes pertencentes à família Rhamnaceae, vulgarmente conhecidos como "frângulas" ou "sanguinhos". Distribuem-se por grande parte da Europa, Américas e Ásia, crescendo tipicamente em bosques húmidos, sebes, turfeiras e margens de cursos de água. As suas folhas são alternadas e simples, sem espinhos nos ramos, com flores pequenas de cinco pétalas e frutos do tipo baga, muito apreciados por aves. A casca e os frutos têm longa tradição de uso medicinal como laxante natural.
Freixo-branco
Fraxinus americana
O freixo-branco (Fraxinus americana) e uma grande arvore decidua de crescimento rapido, nativa do leste e centro da America do Norte. Pertencente a familia das oliveiras (Oleaceae), possui folhas compostas pinadas com 5-9 foliolos que ficam amarelas a arroxeadas no outono, podendo atingir 18-24 metros de altura.
Freixo-de-folha-estreita
Fraxinus angustifolia
O Fraxinus angustifolia, conhecido como freixo-de-folha-estreita, é uma árvore caducifólia de porte médio a grande, nativa do sul da Europa, noroeste de África e sudoeste da Ásia. Pertence à família Oleaceae e pode atingir 20 a 30 metros de altura. As suas folhas são pinadas, com folíolos estreitos e característicos, que adquirem tons amarelados e avermelhados no outono. Florece na primavera antes da abertura das folhas, produzindo flores pequenas de coloração púrpura-esverdeada.
Freixo-europeu
Fraxinus excelsior
O freixo-europeu (Fraxinus excelsior) é uma árvore caducifólia de grande porte, nativa da Europa, pertencente à família Oleaceae. Pode atingir de 18 a 24 metros de altura, com copa arredondada e folhas compostas pinadas. Suas flores são pequenas e discretas, sem pétalas, surgindo antes das folhas na primavera. É uma espécie de crescimento moderado, valorizada como árvore ornamental e de sombra, mas atualmente ameaçada pela doença do definhamento do freixo (causada pelo fungo Hymenoscyphus fraxineus) e pela broca-esmeralda-do-freixo.
Freixo-do-maná
Fraxinus ornus
Árvore decídua de porte médio, nativa do sul da Europa e sudoeste da Ásia, valorizada pelas vistosas inflorescências brancacentas e perfumadas na primavera e pelo uso histórico como fonte de maná, uma seiva doce extraída de cortes na casca. Possui folhas compostas com 5 a 9 folíolos e copa arredondada, atingindo cerca de 9 metros em cultivo.
Freixo-verde
Fraxinus pennsylvanica
O freixo-verde (Fraxinus pennsylvanica) é uma árvore caduca de crescimento rápido nativa do leste da América do Norte. É uma das espécies de freixo mais amplamente distribuídas do continente, prosperando desde a costa Atlântica até as Grandes Planícies. Reconhecido pela sua notável adaptabilidade a uma ampla variedade de condições de solo — incluindo solos úmidos, secos e compactados — foi por muito tempo uma escolha popular para arborização urbana e paisagismo residencial. A árvore produz pequenas flores verde-arroxeadas na primavera, antes do surgimento das folhas, e sua folhagem se torna amarelo-dourado brilhante no outono. Infelizmente, o freixo-verde enfrenta uma ameaça existencial do besouro esmeralda da cinza, um besouro invasor que devastou populações de freixo em toda a América do Norte.
Frésia
Freesia leichtlinii
Freesia leichtlinii é uma planta bulbosa (cormosa) perene da família Iridaceae, originária das províncias do Cabo na África do Sul. Produz espigas florais arqueadas com flores tubulares muito perfumadas, tipicamente em tons de creme e amarelo com marcas na garganta, embora a subespécie alba apresente flores brancas. É amplamente cultivada como planta ornamental de vaso e para flor de corte devido ao seu perfume intenso.
Frésia
Freesia refracta
A Freesia refracta é uma planta bulbosa (cormosa) perene originária da África do Sul (Província do Cabo), pertencente à família das iridáceas (Iridaceae). Suas flores em formato de funil e intensamente perfumadas desabrocham em racemos unilaterais sobre caules finos e arqueados, tipicamente em tons de creme, branco e amarelo, por vezes com nuances arroxeadas no verso das pétalas. Suas folhas em forma de espada e de cor verde vibrante surgem próximas ao solo. É cultivada principalmente como flor de corte, planta ornamental de jardim e planta de vaso perfumada; floresce entre o inverno e a primavera, entrando em dormência em seguida.
Frésia
Freesia x hybrida
A Frésia (Freesia x hybrida) é uma planta bulbosa originária da África do Sul, amplamente cultivada pela sua beleza ornamental e fragrância incomparável. Produz flores em espiga com uma vasta gama de cores — do branco ao roxo, passando pelo amarelo, rosa e laranja — e é um dos bulbos mais populares em jardins e arranjos florais em todo o mundo.
Fritilária
Fritillaria
Fritillaria é um género de plantas bolbosas pertencente à família Liliaceae, com mais de 100 espécies nativas de regiões temperadas do hemisfério norte. As suas flores pendentes e vistosas surgem na primavera, com formas campanuladas em tons de roxo, branco, amarelo, laranja e vermelho, frequentemente com padrões xadrez únicos.
Brinco-de-princesa
Fuchsia
O Brinco-de-princesa (Fuchsia) é uma planta ornamental icônica, reconhecida por suas flores pendentes que exibem cores vibrantes e contrastantes. Originária principalmente das Américas Central e do Sul, esta planta tornou-se um símbolo de elegância em jardins e varandas. Suas flores possuem um formato tubular com sépalas que se abrem para revelar pétalas internas, muitas vezes em tons de roxo, rosa, vermelho e branco.
Brinco-de-Princesa de Standish
Fuchsia × standishii
A Fuchsia × standishii é um híbrido histórico resultante do cruzamento entre F. lycioides e F. magellanica, desenvolvido no século XIX. Produz flores pendentes tubulares em tons de vermelho, roxo e rosa, sendo muito apreciada em jardins e vasos por sua floração exuberante na primavera e verão.
Brinco-de-princesa
Fuchsia hybrida
A brinco-de-princesa (Fuchsia hybrida) é um arbusto ornamental decíduo da família Onagraceae, conhecido por suas flores pendentes e tubulares em tons de rosa, roxo, vermelho e branco, muitas vezes bicolores. Originária de cruzamentos entre espécies sul-americanas, floresce continuamente da primavera até as primeiras geadas, atraindo beija-flores. É muito cultivada em vasos suspensos e canteiros de meia-sombra.
Fúcsia-rústica
Fuchsia magellanica
A Fuchsia magellanica, conhecida como fúcsia-rústica, é um arbusto caduco originário do sul da América do Sul, especialmente Chile e Argentina. Produz flores pendentes elegantes em tons de vermelho e roxo que atraem beija-flores e borboletas. É uma das fúcsias mais resistentes ao frio, suportando temperaturas abaixo de zero.
Fúcsia-de-três-folhas
Fuchsia triphylla
A Fúcsia-de-três-folhas (Fuchsia triphylla) é uma planta ornamental de origem caribenha, nativa da ilha Hispaniola. Conhecida pelas suas flores tubulares de tons laranja-avermelhados vibrantes, ela atrai beija-flores e é muito valorizada em jardins tropicais e vasos suspensos. Suas folhas verde-escuras com reflexos bronzeados formam um contraste elegante com as flores.
Ganoderma polychromum
Ganoderma polychromum
Ganoderma polychromum é um fungo basidiomiceto pertencente ao complexo de espécies de Ganoderma lucidum. Caracteriza-se pelo seu chapéu com uma superfície lacada e brilhante que apresenta uma gradação de cores que vão desde o amarelo pálido na borda até o marrom avermelhado escuro perto da base. Diferente das plantas, este fungo é um decompositor que cresce principalmente sobre madeira em decomposição de árvores de folha larga, desempenhando um papel vital no ecossistema florestal.
Gaultheria
Gaultheria procumbens
A Gaultheria (Gaultheria procumbens) é um arbusto anão rasteiro e perene da família Ericaceae, nativo das florestas abertas do leste da América do Norte. Forma tapetes densos de cobertura de solo com apenas 10-20 cm de altura, compostos por folhas coriáceas verde-escuras que frequentemente adquirem tons avermelhados ou bronzeados no inverno. De maio a setembro, surgem pequenas flores branco-rosadas em forma de sino, que se transformam em frutos vermelhos brilhantes que permanecem no arbusto até o inverno. Folhas e frutos possuem o aroma e sabor inconfundíveis de 'wintergreen' — a planta é a fonte histórica do óleo essencial de gaultéria (salicilato de metila).
Jenipapo
Genipa americana
O jenipapeiro (Genipa americana) é uma árvore frutífera nativa das Américas tropicais, pertencente à família Rubiaceae. Pode atingir até 15 metros de altura, com copa densa e folhas grandes e brilhantes. Produz flores brancas fragrantes que amarelecem com o tempo e frutos globosos de polpa aromática, muito utilizados na culinária e na medicina popular. É valorizada também pelo uso tradicional de sua seiva na produção de tinta corporal por povos indígenas da Amazônia.
Genciana
Gentiana
A genciana (Gentiana) e um extenso genero de cerca de 400 especies de plantas com flor da familia Gentianaceae, conhecidas pelas suas flores em forma de sino ou trombeta de um azul intenso e caracteristico. Nativas de prados alpinos, encostas montanhosas e pradarias temperadas frias da Europa, Asia, Americas e leste de Africa, as gencianas variam desde pequenas plantas alpinas rasteiras com poucos centimetros ate especies de sub-bosque com mais de um metro de altura. Sao perenes de clima fresco que preferem solo rico em humus e bem drenado, sofrendo em veroes quentes e humidos. Cultivadas ha muito em jardins de rocha e usadas na medicina tradicional (a raiz e um classico amargo digestivo), o genero e apreciado pela cor vibrante e resistencia em condicoes montanhosas adversas.
Geogenanthus
Geogenanthus ciliatus
O Geogenanthus ciliatus é uma erva rizomatosa de baixo crescimento da família Commelinaceae, nativa do sub-bosque das florestas tropicais do Peru, Equador e Colômbia. Seus caules espessos e carnosos sustentam folhas brilhantes e profundamente texturizadas em tons de verde-escuro a quase roxo, às vezes com padrões de manchas escuras. Pequenas flores roxas de três pétalas aparecem ocasionalmente em plantas maduras, mas são raramente vistas em cultivo. Como habitante do sub-bosque adaptado à luz filtrada e umidade constante, é um espécime impressionante, porém exigente, para terrários ou estufas de umidade. Seu hábito compacto e rastejante, aliado à cor dramática da folhagem, torna-o popular entre colecionadores de aráceas raras e parentes das Commelinaceae.
Gérbera Híbrida
Gerbera hybrid cultivar
A Gérbera Híbrida (Gerbera hybrid cultivar) é uma das flores de corte mais populares do mundo, resultado do cruzamento entre Gerbera jamesonii e Gerbera viridifolia, originárias do sul da África. Suas flores grandes e coloridas em tons de branco, amarelo, laranja, rosa, vermelho e roxo fazem dela um símbolo universal de alegria e otimismo. Amplamente cultivada em vasos, jardins e na indústria floricultura, a gérbera é reconhecida por sua longa durabilidade como flor de corte.
Gérbera
Gerbera hybrida
A Gérbera (Gerbera hybrida) é uma planta florida vibrante e alegre, originária da África do Sul. Produz flores grandes e vistosas em uma gama extraordinária de cores, incluindo branco, amarelo, rosa, salmão, vermelho, laranja e lavanda. Muito popular tanto em vasos internos quanto em canteiros externos, a Gérbera floresce abundantemente da primavera ao outono e é valorizada por suas propriedades purificadoras do ar.
Gérbera-da-Barberton
Gerbera jamesonii
A Gérbera-da-Barberton (Gerbera jamesonii) é uma planta com flores vibrantes nativa da África do Sul, pertencente à família Asteraceae. Conhecida por suas flores coloridas e duradouras em tons de branco, amarelo, rosa, salmão, laranja e vermelho, é uma das plantas ornamentais mais populares do mundo. Ideal para vasos e jardins, ela encanta com sua beleza exuberante durante a primavera e o verão.
Gerbera-selvagem
Gerbera viridifolia
Gerbera viridifolia, conhecida popularmente como Gerbera-selvagem ou Margarida de Barberton, é uma planta perene nativa das pastagens e encostas montanhosas da África do Sul. Produz delicadas flores em tons de branco a lilás sobre hastes eretas que emergem de uma roseta de folhas verde-escuras e texturizadas. Diferente das gerberas cultivadas comercialmente, esta espécie prospera em habitats naturais rochosos e gramíneos, sendo uma escolha encantadora para jardins naturalistas.
Nogueira-do-japão
Ginkgo biloba
O Ginkgo biloba é uma das espécies arbóreas mais antigas do planeta, um verdadeiro fóssil vivo inalterado há mais de 200 milhões de anos. Originário da China, é o único sobrevivente da divisão Ginkgophyta, tornando-o único no reino vegetal. Suas características folhas em forma de leque tornam-se douradas espetacularmente no outono antes de caírem simultaneamente. As árvores fêmeas produzem sementes de cheiro desagradável usadas há séculos na culinária e medicina oriental. A árvore sobreviveu famosamente à bomba atômica de Hiroshima em 1945 e continua a simbolizar resiliência e esperança.
Gladíolo
Gladiolus communis
O Gladíolo-comum (Gladiolus communis) é uma planta bulbosa da família Iridaceae, originária do Mediterrâneo e da África do Sul. Produz espigas de flores vistosas em tons de rosa, roxo, vermelho, laranja, branco e amarelo durante a primavera e o verão. É amplamente cultivado como flor de corte e em bordaduras de jardim.
Gladíolo da Abissínia
Gladiolus murielae
Gladiolus murielae, conhecido como Gladíolo da Abissínia ou Orquídea Pavão, é um perene bulboso originário das terras altas da África Oriental, especialmente da Etiópia. Produz elegantes flores brancas em forma de estrela, decoradas com uma distintiva mancha roxa-escura no centro. Com floração no final do verão ao outono, as flores perfumadas são especialmente aromáticas ao anoitecer e ao amanhecer, tornando-o uma escolha especial para jardins noturnos e arranjos de flores cortadas.
Gledícia
Gleditsia triacanthos
A Gleditsia triacanthos, popularmente conhecida como Gledícia ou Acácia-de-mel, é uma árvore caducifólia de crescimento rápido, originária da América do Norte. É apreciada pela sua folhagem delicada e plumosa, flores perfumadas na primavera e pela sua notável adaptabilidade a condições urbanas, seca, salinidade e poluição. Pode atingir 18–24 m de altura e possui espinhos ramificados característicos, embora existam cultivares sem espinhos amplamente disponíveis.
Samambaia-coral
Gleichenia polypodioides
A Gleichenia polypodioides, conhecida como samambaia-coral, é uma samambaia perene trepadeira originária do sul da África. Com frondes bifurcadas em forma de leque e caules escuros e resistentes, forma grandes massas rasteiras em encostas úmidas, margens de riachos e ravinas. Cresce em ambientes de alta umidade e pluviosidade frequente, colonizando áreas perturbadas com vigor notável.
Lírio Glorioso
Gloriosa rothschildiana
Gloriosa rothschildiana, conhecida popularmente como Lírio Glorioso ou Lírio Trepadeira, é uma planta trepadora espetacular nativa da África Tropical. Produz flores exuberantes com pétalas refletidas em vermelho e amarelo, tornando-a uma das plantas floríferas mais exóticas e chamativas disponíveis. Crescendo a partir de um tubérculo em forma de V, esta trepadeira vigorosa usa gavinhas nas pontas das folhas para escalar suportes, atingindo até 2 metros de altura. É a flor nacional do Zimbábue e do Sri Lanka.
Gloriosa
Gloriosa superba
A Gloriosa (Gloriosa superba) é uma planta tuberosa trepadeira perene da família Colchicaceae, nativa da África tropical e da Ásia. De seu tubérculo subterrâneo crescem caules delgados que geralmente atingem de 1 a 3 metros de comprimento, fixando-se em suportes através de gavinhas finas nas pontas das folhas. Suas flores marcantes, com pétalas onduladas e voltadas para trás, mudam de cor do amarelo ao laranja até o vermelho intenso. A planta é extremamente venenosa, pois todas as suas partes, especialmente o tubérculo e as sementes, contêm o alcaloide colchicina. Cultive-a apenas em locais fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Gloxínia-perene
Gloxinia perennis
A Gloxinia perennis, conhecida como Gloxínia-perene, é uma planta tropical rizomatosa da família Gesneriaceae, nativa dos Andes da América do Sul. Ao contrário da Gloxínia-dos-floristas (Sinningia speciosa), esta é a Gloxínia verdadeira, perene e resistente. Produz belas flores tubulares em tons de lilás e lavanda com delicado aroma de hortelã, florescendo do verão ao outono.
Gloxínia-da-floresta
Gloxinia sylvatica
A Gloxinia sylvatica, também conhecida como Gloxínia-da-floresta ou Gloxínia boliviana, é uma planta rizomatosa nativa das florestas andinas da Bolívia e do Peru. Pertence à família Gesneriaceae e produz flores tubulares vibrantes em tons de laranja-avermelhado com garganta amarela, principalmente no outono e inverno. É uma planta compacta e elegante, muito apreciada como ornamental tanto em ambientes internos quanto externos em climas tropicais e subtropicais.
Soja
Glycine max
Leguminosa anual da família Fabaceae. A Glycine max é uma planta de dias curtos, sensível ao fotoperíodo, cultivada mundialmente em zonas climáticas temperadas a subtropicais. A planta forma nódulos radiculares fixadores de nitrogênio, permitindo o uso sustentável do solo. Produz sementes ricas em proteínas e óleos de grande importância econômica.
Calathea-freddie
Goeppertia concinna
A Calathea-freddie (Goeppertia concinna) é uma planta tropical brasileira da família Marantaceae, admirada pelas suas folhas listradas em tons de verde claro e escuro. É uma das plantas de interior mais elegantes, capaz de animar qualquer ambiente com a sua folhagem exuberante e padrões únicos que lembram a pelagem de um felino selvagem.
Chama-eterna
Goeppertia crocata
A Chama-eterna (Goeppertia crocata) é uma planta herbácea rizomatosa da família Marantaceae, nativa das florestas tropicais do Brasil (Bahia e Espírito Santo). É cultivada por suas folhas verde-escuras brilhantes e, principalmente, por suas inflorescências laranja-açafrão vibrantes que lembram pequenas chamas, permanecendo vistosas por semanas a meses.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.