1163 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 19
Descubra 1163 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
1163 Plantas Intermediárias
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Ervilha-de-cheiro
Lathyrus odoratus
A Ervilha-de-cheiro (Lathyrus odoratus) é uma planta anual trepadora originária da região mediterrânea, especialmente da Sicília e sul da Itália. Reconhecida pela sua fragrância intensa e flores delicadas em tons de rosa, roxo, branco, vermelho e lilás, é uma das flores mais amadas em jardins de estilo inglês e cottage. Produz flores abundantes na primavera e início do verão, e é amplamente utilizada em arranjos florais.
Loureiro-chileno
Laurelia sempervirens
O loureiro-chileno (Laurelia sempervirens) é uma árvore perenifólia e aromática, endêmica das florestas temperadas do Chile, onde pode atingir até 30 metros de altura. Suas folhas opostas, coriáceas e de bordas serrilhadas, juntamente com sua casca lisa de tom amarelado, o distinguem dentro da floresta valdiviana. Produz pequenas flores amarelo-esverdeadas no início do verão e frutos secos (aquênios) dispersos pelo vento.
Loureiro
Laurus nobilis
O Loureiro (Laurus nobilis) é uma árvore perene de crescimento lento, nativa da região mediterrânea. Com folhas coriáceas, aromáticas e de cor verde-escura, esta espécie é cultivada há milénios tanto pela sua utilidade culinária e medicinal como pelo seu valor ornamental. Pode atingir 12 metros de altura em condições naturais, mas em cultivo tende a permanecer compacto, prestando-se a topiaria e a jardins formais.
Alfazema-brava
Lavandula latifolia
A alfazema-brava e um subarbusto mediterranico, denso e de folha persistente, nativo de Espanha, Portugal e sul de Franca. Ao contrario da alfazema comum, tem folhas mais largas e acinzentadas e espigas florais simples sobre hastes altas e ramificadas. Produz o oleo essencial mais potente e rico em cânfora de todas as alfazemas, sendo uma das duas especies parentais do lavandim.
Cacto-crucifixo
Lepismium cruciforme
Lepismium cruciforme, comumente conhecido como Cacto-crucifixo, é um impressionante cacto epífito nativo das florestas tropicais da América do Sul. Ao contrário dos cactos típicos de deserto, ele cresce em árvores e apresenta caules longos e segmentados, que geralmente possuem três ângulos ou são planos. Sob luz intensa, a folhagem pode adquirir uma bela tonalidade púrpura-avermelhada. Produz flores pequenas e delicadas ao longo das margens do caule, seguidas por frutos ornamentais semelhantes a bagas.
Samambaia-língua
Lepisorus
Lepisorus é um gênero de samambaias majoritariamente epífitas e litófitas da família Polypodiaceae, encontradas em regiões temperadas e tropicais da Ásia, com espécies como Lepisorus thunbergianus alcançando o Japão, Taiwan e Havaí. Elas formam pequenos tufos de frondes perenes, coriáceas e em formato de fita que surgem de um rizoma rastejante, apresentando soros arredondados na parte inferior das folhas. Crescem em troncos de árvores, rochas musgosas e penhascos, desde o nível do mar até altitudes elevadas.
Leptospermum scoparium
Leptospermum scoparium
O Leptospermum scoparium, popularmente conhecido como Manuka ou Árvore-do-chá, é um arbusto perene nativo da Nova Zelândia e do sudeste da Austrália. É amplamente reconhecido por suas flores delicadas de cinco pétalas e suas folhas pequenas, pontiagudas e intensamente aromáticas. Esta planta é a fonte primária para a produção do famoso mel de Manuka, valorizado mundialmente por suas propriedades antibacterianas únicas.
Cogumelo-da-serrapilheira
Leratiomyces ceres
Leratiomyces ceres, conhecido popularmente como 'Cogumelo-da-serrapilheira', é um fungo marcante reconhecível pelo seu chapéu de cor vermelho-vivo a vermelho-tijolo. Frequentemente aparece em coberturas de cavacos de madeira em jardins urbanos e parques. Embora visualmente atraente, é considerado tóxico e não deve ser consumido.
Cacto-agave
Leuchtenbergia principis
Leuchtenbergia principis, conhecida como cacto-agave, é um cacto singular originário do centro e norte do México. É a única espécie de seu gênero e destaca-se por seus longos tubérculos triangulares de cor verde-azulada que lhe conferem o aspecto de um agave, finalizados por espinhos papiráceos e inofensivos. Desenvolve uma raiz tuberosa espessa e, no verão, produz grandes flores amarelas e perfumadas.
lepiota-avermelhada
Leucoagaricus americanus
Leucoagaricus americanus, comumente conhecido como lepiota-avermelhada, é um cogumelo sapróbio caracterizado por seu chapéu branco com escamas marrom-avermelhadas que mancha de amarelo e depois vermelho intenso quando manipulado ou envelhecido. Geralmente cresce em aglomerados sobre lascas de madeira, cobertura morta (mulch) ou perto de tocos. Embora tenha uma aparência marcante, não é recomendado para consumo devido ao potencial de desconforto gastrointestinal e sua semelhança com espécies tóxicas.
Alfineteira
Leucospermum cordifolium
Arbusto perene de porte baixo e formato arredondado, nativo da Província do Cabo Ocidental na África do Sul, endêmico do bioma fynbos. Atinge de 1,5 a 2 m de altura e 1,5 a 2,5 m de largura. As folhas são cordiformes a oblongas, coriáceas e brilhantes. As inflorescências globulares marcantes, com 10 a 12 cm de diâmetro e estilos proeminentes, assemelham-se a um porta-alfinetes; florescem em tons de laranja, vermelho ou amarelo.
Cacto-folha
Leuenbergeria
Leuenbergeria e um pequeno genero de cactos arbustivos e folhosos, nativo da bacia do Caribe, America Central e norte da America do Sul. Ao contrario da maioria dos cactos, as especies de Leuenbergeria mantem folhas verdadeiras e desenvolvem caules lenhosos e com casca ainda jovens, por isso parecem mais um arbusto espinhoso do que um cacto classico. O genero foi separado do grupo mais amplo Pereskia em 2012 e hoje forma sua propria subfamilia, Leuenbergerioideae, considerada a linhagem mais primitiva dentro da familia Cactaceae. A especie mais documentada, Leuenbergeria bleo (cacto-rosa), cresce como arbusto espinhoso ou arvore pequena de ate 8 metros de altura as margens de rios e em matas secundarias, produzindo flores vistosas de laranja a rosa, semelhantes a rosas, seguidas de frutos amarelos comestiveis. Folhas, frutos e casca tem longa tradicao de uso medicinal popular na America Central e no Sudeste Asiatico.
Levístico
Levisticum officinale
Levisticum officinale é uma erva perene robusta da família Apiaceae, nativa da região do Mediterrâneo. A planta atinge uma altura de até 180 cm e forma uma touceira densa com folhas verdes brilhantes e finamente ramificadas que contêm óleos essenciais com aroma de aipo. No verão, surgem numerosas flores amarelas em umbelas, seguidas por sementes aromáticas. Toda a planta — folhas, caules, raízes e sementes — é comestível e possui fortes propriedades medicinais e culinárias.
Lewisia-do-Siskiyou
Lewisia cotyledon
A Lewisia cotyledon, conhecida como Lewisia-do-Siskiyou ou Donzela-dos-penhascos, é uma suculenta perene originária das regiões rochosas do sul do Oregon e norte da Califórnia. Forma rosetas compactas de folhas carnudas e produz exuberantes flores em tons de rosa, laranja, branco e amarelo na primavera e início do verão. É uma planta de porte pequeno, perfeitamente adaptada a solos pedregosos e bem drenados.
Cedro-da-Nova-Zelândia
Libocedrus bidwillii
Libocedrus bidwillii, conhecida como pahautea ou kaikawaka em maori, é uma conífera perenifólia endêmica da Nova Zelândia. Esta imponente conífera pode atingir 25 metros de altura em seu habitat natural, embora em cultivo geralmente se mantenha entre 8 e 15 metros com uma copa piramidal e estreita de 3 a 5 metros de largura. Suas folhas são pequenas, escamosas e de um verde-escuro brilhante, dispostas em quatro fileiras sobre ramos achatados. Adaptada às florestas montanas e subalpinas das ilhas Norte e Sul da Nova Zelândia, em altitudes entre 250 e 1.850 metros, prospera em climas frescos com alta pluviosidade e névoa frequente. É uma das coníferas de crescimento mais lento da Nova Zelândia e pode viver entre 800 e 1.000 anos. Sua madeira, de cor avermelhada clara com um tom levemente púrpura ao ser cortada, era apreciada pelos maoris por sua leveza e resistência ao apodrecimento.
Palmeira-leque-ruffle
Licuala grandis
A Licuala grandis, conhecida popularmente como palmeira-leque-ruffle, é uma palmeira tropical originária de Vanuatu, nas Ilhas do Pacífico. Suas folhas circulares e plissadas são verdadeiramente únicas no reino vegetal, podendo atingir até 60 cm de diâmetro. É uma das palmeiras mais ornamentais do mundo, valorizada por sua elegância exótica tanto em ambientes internos quanto externos em climas tropicais.
Palmeira-leque-espinhosa
Licuala spinosa
A palmeira-leque-espinhosa (Licuala spinosa) é uma palmeira tropical nativa do Sudeste Asiático, que forma touceiras densas com folhas em leque divididas e bordas espinhosas. Cresce em ambientes costeiros e à beira de rios, sendo amplamente cultivada como planta ornamental por sua aparência exótica e exuberante.
Alfeneiro-japonês
Ligustrum japonicum
O alfeneiro-japonês (Ligustrum japonicum) é um arbusto perene originário do Japão, Coreia e China, amplamente cultivado como cerca-viva ornamental. Suas folhas são ovais, coriáceas e de um verde-escuro brilhante, o que lhe confere o apelido popular de "privet de cera". No verão produz panículas de flores brancas com aroma adocicado, seguidas de bagas negro-azuladas. Destaca-se pela resistência e adaptabilidade ao clima brasileiro, suportando podas frequentes sem perder o vigor.
Grama-brasileira
Lilaeopsis brasiliensis
Lilaeopsis brasiliensis é uma popular planta aquática de cobertura de solo da família Apiaceae, nativa de águas sul-americanas. Forma tapetes densos e baixos com folhas finas semelhantes a grama, atingindo uma altura máxima de cerca de 7 cm. A planta se espalha por meio de estolões e é excelente para o plantio em primeiro plano. É totalmente aquática e cultivada permanentemente submersa.
Lírio-laranja
Lilium bulbiferum
O Lilium bulbiferum, conhecido como lírio-laranja ou lírio-de-fogo, é uma planta bulbosa perene nativa da Europa central e meridional. Produz flores grandes, de cor laranja vibrante com pontos escuros, orientadas para cima, que florescem do final da primavera ao início do verão. É uma planta robusta, resistente ao frio, amplamente cultivada em jardins por seu valor ornamental.
Lírio-branco
Lilium candidum
Lilium candidum, o lírio-branco, é uma planta bulbosa perene conhecida por suas flores brancas puras em forma de trombeta e fragrância doce e intensa. Ao contrário da maioria dos lírios que são plantados profundamente, o lírio-branco é plantado superficialmente e produz uma roseta basal de folhas no outono que permanece durante o inverno. É cultivado há mais de 3.000 anos e é uma das plantas de jardim mais antigas conhecidas.
Lírio-tigre
Lilium lancifolium
O Lírio-tigre (Lilium lancifolium) é uma planta bulbosa originária do Leste Asiático, conhecida por suas flores alaranjadas com pintas negras e pétalas recurvadas. Floresce no verão e é amplamente cultivada como planta ornamental em jardins. ATENÇÃO: é extremamente tóxica para gatos, podendo causar insuficiência renal grave mesmo em pequenas quantidades ingeridas.
Lírio-da-páscoa
Lilium longiflorum
O Lilium longiflorum, popularmente conhecido como Lírio-da-páscoa, é uma planta bulbosa perene nativa das Ilhas Ryukyu, no Japão. É amplamente admirado por suas flores grandes, brancas e em formato de trombeta que exalam um perfume doce e intenso. Suas hastes são eretas e cobertas por folhas verdes brilhantes e lanceoladas. Embora seja uma planta de jardim em climas temperados, é frequentemente cultivada em vasos para decorações sazonais.
Lírio Real
Lilium regale
O Lírio Real (Lilium regale) é uma das mais belas e fragrantes flores do mundo, nativa das vales rochosas do oeste da China. Suas flores brancas em forma de trombeta, com exterior cor-de-rosa e garganta dourada, enchem o ar com um perfume inebriante durante o verão. É uma planta bulbosa de porte médio, valorizada tanto em jardins quanto como flor de corte de luxo.
Samambaia-colar
Lindsaea
Lindsaea é um gênero de cerca de 180 samambaias pequenas a médias da família Lindsaeaceae, conhecidas popularmente como samambaias-colar. Nativas de florestas tropicais e subtropicais úmidas da Ásia, Austrália, Pacífico, Madagascar e América do Sul, essas samambaias crescem em touceiras baixas e espalhadas, com frondes finamente divididas e coriáceas. Espécies como a Lindsaea linearis são cultivadas como plantas ornamentais de interior e em jardins sombreados por sua folhagem delicada e perene.
Liquidambar
Liquidambar styraciflua
O Liquidambar (Liquidambar styraciflua) é uma majestosa árvore caducifólia nativa do leste da América do Norte. Conhecida pela sua espetacular coloração de outono em tons de vermelho, laranja, amarelo e roxo, é uma das árvores ornamentais mais admiradas em parques e jardins. Pode atingir até 24 metros de altura e produz frutos espinhosos característicos chamados popularmente de "bolinhas-de-goma".
Lisiantus
Lisianthus russellianus
O lisiantus (Eustoma russellianum, sinônimo de Eustoma grandiflorum) é uma planta herbácea anual ou bienal da família Gentianaceae, nativa das pradarias e campos úmidos do sul dos Estados Unidos, do México e do norte da América do Sul. Conhecida por suas flores grandes, sedosas e em formato de rosa ou tulipa, é uma das flores de corte mais cultivadas do mundo, muito usada em buquês de casamento e arranjos florais por sua elegância e longa durabilidade pós-colheita. Suas hastes eretas sustentam múltiplas flores em tons de roxo, branco, rosa, lavanda e azul, acima de uma folhagem verde-acinzentada e cerosa.
Lichia
Litchi chinensis
A lichia (Litchi chinensis) é uma árvore frutífera subtropical originária do sul da China, pertencente à família Sapindaceae. Conhecida pelos seus frutos deliciosos de casca rosada e polpa translúcida adocicada, é cultivada em regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo. A árvore é perene, de crescimento lento, podendo atingir até 12 metros de altura em condições ideais. Suas flores pequenas e brancas surgem na primavera, dando origem aos característicos frutos em cachos.
Pedra-viva
Lithops sp
A Pedra-viva (Lithops sp) é uma suculenta fascinante originária do sul da África, conhecida pela sua extraordinária capacidade de se camuflar entre rochas e pedregulhos. Pertencente à família Aizoaceae, este pequeno gênio da evolução desenvolveu folhas espessas e suculentas que armazenam água, permitindo sobreviver em condições extremamente áridas. Com apenas 3 a 5 cm de altura, produz flores deslumbrantes nas cores amarela, branca ou laranja no outono e inverno.
Litóspermo / Erva-das-pedras (gênero)
Lithospermum
Lithospermum é um gênero de ervas perenes da família Boraginaceae, conhecido pelos seus frutos duros e brilhantes que lembram pedrinhas — daí o nome, do grego lithos (pedra) e sperma (semente). Tolerante à seca, ocorre em pradarias, margens de florestas e encostas rochosas nas zonas temperadas do hemisfério norte, especialmente na América do Norte e Europa.
Erva-da-margem
Littorella uniflora
Littorella uniflora, conhecida como erva-da-margem, é uma pequena planta aquática perene nativa das margens de lagos de água doce pobres em nutrientes no noroeste europeu. Forma tapetes densos e semelhantes a gramíneas em substratos arenosos ou cascalhentos, sendo popular no aquarismo por sua cobertura densa e de baixo crescimento no primeiro plano dos aquários. Esta planta dioica produz flores brancas discretas quando cultivada fora d'água no verão.
Palmeira-leque-da-china
Livistona chinensis
A Livistona chinensis, conhecida como palmeira-leque-da-china, é uma palmeira tropical de crescimento lento originária do sul do Japão, Taiwan e sul da China. Suas folhas em forma de leque com pontas pendentes são suas marcas registradas, podendo atingir até 15 metros de altura na natureza e ser cultivada com sucesso em vasos internos.
Palmeira-leque
Livistona rotundifolia
A Livistona rotundifolia, conhecida como Palmeira-leque, é uma palmeira elegante e tropical, nativa do Sudeste Asiático. Caracteriza-se por suas folhas grandes, brilhantes e arredondadas, que se assemelham a um leque, daí seu nome popular. É uma planta de crescimento moderado que pode atingir alturas consideráveis em seu habitat natural, mas em vasos, seu tamanho é mais contido. É muito apreciada por sua beleza ornamental, sendo ideal para interiores bem iluminados e jardins tropicais.
Lobélia
Lobelia
Lobélia é um gênero extenso, com cerca de 400 espécies de plantas com flores da família Campanulaceae, que vai desde a pequena Lobelia erinus, cultivada como anual ornamental, até a Lobelia inflata (tabaco-índio), historicamente usada na medicina tradicional. A maioria das lobélias de jardim forma touceiras compactas ou tapetes rastejantes cobertos de pequenas flores bilabiadas em tons de azul, roxo, rosa, branco e vermelho, florescendo da primavera ao outono. Todas as partes da planta contêm o alcaloide lobelina e são tóxicas se ingeridas por humanos e animais de estimação.
Madressilva
Lonicera periclymenum
Lonicera periclymenum, conhecida como Madressilva ou Madressilva-europeia, é uma trepadeira decídua vigorosa nativa da Europa e da Ásia Ocidental. Famosa pelas suas flores tubulares intensamente perfumadas que evoluem do branco cremoso e rosa para o amarelo dourado, floresce do final da primavera ao verão, atraindo abelhas, borboletas e mariposas. Os seus caules entrelados podem atingir 7 metros de comprimento, tornando-a ideal para cobrir grades, cercas e pérgolas. Produz pequenas bagas vermelhas no outono, atrativas para pássaros, mas levemente tóxicas para humanos e animais.
Lofantera
Lophantera lactescens
A Lofantera (Lophantera lactescens) é uma árvore ornamental nativa da Amazônia brasileira, pertencente à família Malpighiaceae. Conhecida por suas longas inflorescências pendentes de flores amarelas douradas, é amplamente utilizada no paisagismo tropical e como árvore de rua. Pode atingir de 10 a 20 metros de altura em condições naturais, com copa cônica e densa que proporciona boa sombra.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.