1163 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 18
Descubra 1163 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
1163 Plantas Intermediárias
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Erva-mate
Ilex paraguariensis
A erva-mate (Ilex paraguariensis) é uma árvore ou arbusto perene da família Aquifoliaceae, nativa das regiões subtropicais do sul do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Suas folhas coriáceas e verde-escuras são a base do chimarrão e do tereré, bebidas tradicionais sul-americanas ricas em cafeína e antioxidantes. Na natureza pode atingir até 15 metros de altura, mas em cultivo é geralmente mantida como arbusto podado, entre 3 e 8 metros.
Bálsamo-arbusto
Impatiens sodenii
O Impatiens sodenii, conhecido como bálsamo-arbusto, é um subarbusto perene originário do Quénia e da Tanzânia. Cresce até 2,5 metros de altura com folhas em verticilo e flores rosas ou brancas que surgem durante todo o ano. É uma planta ornamental muito apreciada em jardins tropicais e subtropicais.
Grama-fibra-óptica
Isolepis cernua
Isolepis cernua é uma pequena ciperácea (família Cyperaceae) nativa de regiões temperadas de vários continentes, incluindo partes da Europa, África, Américas e Oceania. Forma touceiras densas e delicadas de folhas finas, filiformes, verde-escuras, terminadas por minúsculas espiguetas castanho-claras a esverdeadas que lembram pontas de fibra óptica iluminadas — daí seu nome popular em inglês. Ocorre naturalmente em solos encharcados, margens de lagoas, brejos e áreas salobras, sendo por isso uma planta que tolera e até exige solo permanentemente úmido.
Ixora-chinesa
Ixora chinensis
A Ixora chinensis, popularmente conhecida como Ixora-chinesa ou Mini ixora, é um arbusto tropical perene da família Rubiaceae, originário da China e do Sudeste Asiático. Produz densos cachos de pequenas flores vibrantes nas cores vermelho, laranja, rosa, amarelo e branco durante praticamente o ano todo em climas tropicais. É amplamente utilizada em jardins, cercas-vivas e canteiros ornamentais, sendo uma das plantas com floração mais duradoura nos trópicos.
Ixora
Ixora coccinea
A ixora (Ixora coccinea) é um arbusto tropical denso e perene da família Rubiaceae, originária do sul da Índia, Bangladesh e Sri Lanka. Cultivada em todo o mundo tropical, é valorizada pela sua floração exuberante e quase contínua em climas sem geada. Atinge entre 1,2 e 1,8 m em jardins, podendo ultrapassar 3 m em condições ideais, com folhas coriáceas e lustrosas de verde-escuro intenso. A planta produz espetaculares cachos globosos (corimbos) de pequenas flores tubulares de quatro pétalas com 5 a 12 cm de diâmetro. Embora a forma clássica produza flores vermelho-escarlate intenso, existem cultivares em laranja, amarelo, rosa e branco. Em climas tropicais sem geada, a floração é praticamente contínua ao longo do ano, tornando-a um dos arbustos tropicais mais confiáveis e de floração mais duradoura. As flores atraem borboletas, beija-flores e outros polinizadores. A ixora prospera a pleno sol com solo fértil, bem drenado e ácido (pH 5,0–5,5) — é notavelmente sensível a condições alcalinas, desenvolvendo rapidamente clorose por deficiência de ferro e manganês se o pH do solo subir acima de 6,0. Intolerante ao frio, adequa-se apenas às zonas USDA 10–11 ao ar livre, mas pode ser cultivada em vaso e levada para o interior em climas mais frios. Além do seu valor ornamental, a ixora tem grande importância cultural e medicinal, sendo sagrada na prática hindu como oferenda a Shiva.
Jabuticaba
Jaboticaba
A jabuticabeira é uma árvore frutífera brasileira de crescimento lento e folhagem perene, conhecida pela caulifloria: flores brancas e frutos surgem diretamente do tronco e dos ramos mais grossos, não apenas nas pontas dos galhos. Nativa da Mata Atlântica (principalmente Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro), pode levar de 8 a 10 anos para frutificar quando cultivada a partir de sementes, mas mudas enxertadas ou obtidas por alporquia frutificam bem mais cedo, entre 3 e 5 anos. É muito usada tanto como árvore frutífera quanto ornamental, inclusive em vasos e como bonsai.
Jasmim
Jasminum
Jasminum é um gênero com cerca de 200 espécies de arbustos e trepadeiras da família das oliveiras (Oleaceae), nativo de regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e Oceania. Cultivado por suas flores extremamente perfumadas, geralmente brancas ou amarelas, o jasmim vai desde arbustos compactos até trepadeiras vigorosas que alcançam vários metros quando têm suporte. Entre as espécies mais populares estão o Jasminum officinale (jasmim comum), o Jasminum sambac (jasmim-árabe, usado para aromatizar o chá de jasmim) e o Jasminum polyanthum (trepadeira de crescimento rápido que floresce no inverno). A maioria das espécies floresce com mais intensidade na primavera e no verão, perfumando jardins e ambientes internos, especialmente ao entardecer. Por se tratar de um registro em nível de gênero, as orientações de cuidado abaixo refletem as necessidades típicas compartilhadas pelas espécies mais cultivadas; espécies individuais podem variar em rusticidade, porte final e hábito de crescimento.
Jasmim-dos-Açores
Jasminum azoricum
O jasmim-dos-Açores (Jasminum azoricum) é um arbusto trepador perene da família Oleaceae, conhecido por suas flores brancas, perfumadas e com leve aroma cítrico, que aparecem da primavera ao outono. De caule lenhoso na base e ramos flexíveis, pode alcançar de 2,5 a 6 metros de altura quando conta com suporte para trepar. Suas folhas trifolioladas, verde-escuras e brilhantes, mantêm o visual ornamental o ano todo.
Jasmim-comum
Jasminum officinale
Jasminum officinale, conhecido como jasmim-comum ou jasmim-verdadeiro, é uma trepadeira vigorosa semiperenifólia originária da Pérsia e do Himalaia. Mundialmente celebrado por sua fragrância doce e inconfundível, produz cachos de delicadas flores brancas com tons rosados no botão, do final da primavera ao outono. Uma única planta é capaz de perfumar um jardim inteiro.
Jasmim-Manga
Jasminum sambac
O Jasmim-Manga (Jasminum sambac) é um arbusto trepador perene originário do Sul e Sudeste da Ásia. Famoso por suas flores brancas extremamente perfumadas que desabrocham ao entardecer, é amplamente cultivado em jardins tropicais, varandas e como planta de interior. É a flor nacional das Filipinas (sampaguita) e um dos símbolos florais da Indonésia (melati putih), sendo muito utilizado em cerimônias religiosas, confecção de guirlandas e produção de chá.
Batata-do-inferno
Jatropha podagrica
A Jatropha podagrica é uma suculenta caudiciforma fascinante, nativa da América Central e do sul do México. Seu tronco bulboso e inchado — que lembra uma barriga — armazena água e nutrientes, tornando-a extremamente resistente à seca. Produz flores vermelho-alaranjadas vibrantes em cachos ao longo de quase todo o ano, criando um contraste deslumbrante com suas folhas grandes e lobadas. ATENÇÃO: todas as partes da planta são altamente tóxicas.
Cutieira
Joannesia princeps
Joannesia princeps, conhecida popularmente como cutieira ou andá-açu, é uma árvore decídua de grande porte da família Euphorbiaceae, endêmica da Mata Atlântica do leste do Brasil, do sul da Bahia ao Espírito Santo e Minas Gerais. Pode ultrapassar 20 metros de altura, com copa ampla, casca acinzentada e folhas alternas digitadas com 3 a 5 folíolos ovados a elípticos. Produz pequenas flores brancas ou arroxeadas entre o inverno e o início da primavera, seguidas de frutos drupáceos globosos que abrigam sementes de grande valor medicinal e industrial. A espécie está classificada como Vulnerável pela IUCN devido à perda de habitat.
Nogueira-preta
Juglans nigra
Juglans nigra, a nogueira-preta, é uma grande árvore decídua nativa do leste e centro dos Estados Unidos, valorizada por sua madeira escura e ricamente veiada, suas nozes comestíveis e sua imponente copa sombreadora. Exemplares adultos costumam atingir 20-30 m de altura, com copa ampla e arredondada, podendo viver por mais de um século. As folhas pinadas compostas, formadas por 15 a 23 folíolos lanceolados, tornam-se amarelo-suaves no outono antes de caírem precocemente, e a casca profundamente sulcada, em tom cinza-escuro a marrom, confere às árvores mais velhas uma silhueta rústica e escultural. Na primavera, surgem discretos amentilhos verdes junto com as folhas novas, seguidos por nozes redondas de casca grossa que amadurecem no outono e mancham as mãos e o pavimento de um marrom profundo. Uma das características mais marcantes da espécie é a alelopatia: suas raízes, folhas caídas e cascas das nozes liberam juglona, uma substância que suprime ou mata muitas plantas próximas — incluindo tomateiros, azaleias e mirtilos — dentro da área de projeção da copa, por isso é recomendável plantá-la bem longe de hortas e canteiros ornamentais. A juglona e outros compostos presentes nas cascas e serragem também podem irritar cães e, principalmente, são tóxicos para cavalos se usados como cama. Apesar dessas particularidades, a nogueira-preta é uma árvore valiosa para a fauna, alimentando esquilos e outros mamíferos, e sua madeira está entre as mais cobiçadas da América do Norte.
Nogueira-comum
Juglans regia
A nogueira-comum (Juglans regia) é uma árvore caducifólia da família Juglandaceae, que pode atingir de 20 a 30 metros de altura. Originária dos Bálcãs até a Ásia Central, é cultivada mundialmente por seus frutos saborosos e ricos em óleo, além de sua madeira valiosa. Caracteriza-se por uma copa ampla e frondosa e folhas aromáticas, imparipenadas. Suas flores esverdeadas e discretas, que surgem na primavera em forma de amentos, são polinizadas pelo vento.
Zimbro
Juniperus
O Zimbro (Juniperus) é um gênero de coníferas perenes da família Cupressaceae, amplamente distribuído pelo Hemisfério Norte. Inclui cerca de 50 a 70 espécies, desde arbustos rasteiros até árvores de grande porte. É muito popular no cultivo de bonsai, especialmente as espécies J. chinensis, J. procumbens, J. rigida e J. squamata.
Junípero-chinês
Juniperus chinensis
O Juniperus chinensis, conhecido popularmente como Junípero-chinês, é uma conífera perene originária da China, Mongólia, Coreia e Japão. É uma das espécies de bonsai mais cultivadas no mundo, amplamente apreciada pela sua durabilidade, adaptabilidade e a elegância das suas formas esculpidas. Em ambiente exterior pode atingir grandes dimensões, com inúmeros cultivares disponíveis, incluindo Hetzii, Blue Point, Spartan e Procumbens Nana.
Cananga-do-japão
Kaempferia rotunda
A Kaempferia rotunda, conhecida popularmente como Cananga-do-japão ou Gengibre-redondo, é uma planta herbácea perene pertencente à família Zingiberaceae, nativa do Sudeste Asiático, incluindo Índia e Myanmar. Distingue-se pelas suas belas flores lilás e brancas que surgem diretamente do solo antes das folhas na primavera, criando um espetáculo visual único. As folhas são largas e ornamentais, com padrões decorativos em tons de verde. Durante o inverno, a planta entra em dormência, perdendo toda a parte aérea, para ressurgir vigorosa na próxima estação.
Loureiro-da-montanha
Kalmia
Kalmia é um pequeno gênero de arbustos perenes de folhas largas, nativo do leste da América do Norte, representado sobretudo por Kalmia latifolia, o famoso "loureiro-da-montanha" dos bosques dos Apalaches. No fim da primavera surgem cachos de flores em forma de pires, brancas, rosas ou roxas, com anteras que se projetam como pequenas molas, sobre folhagem brilhante e coriácea. Todas as partes da planta contêm grayanotoxinas e são perigosamente tóxicas se ingeridas.
Loureiro-da-montanha
Kalmia latifolia
O loureiro-da-montanha é um arbusto perene denso e arredondado, nativo do leste dos Estados Unidos, admirado por suas exuberantes flores em forma de taça que desabrocham no final da primavera. Suas folhas brilhantes e coriáceas mantêm a estrutura da planta o ano todo, enquanto as flores em tons de rosa, branco ou com marcas roxas atraem polinizadores. Apesar da beleza, todas as partes da planta são altamente tóxicas, por isso deve ficar longe do alcance de animais de estimação e crianças.
Kniphofia (gênero)
Kniphofia
Kniphofia é um gênero de plantas herbáceas perenes nativas da África, conhecidas pelas suas flores em forma de tocha nas cores vermelho, laranja e amarelo. Popularmente chamadas de "foguete-do-jardim" ou "tritoma", são muito apreciadas em jardins ornamentais por sua resistência e floração exuberante.
Árvore-da-chuva-de-ouro
Koelreuteria paniculata
A Koelreuteria paniculata, popularmente conhecida como árvore-da-chuva-de-ouro, é uma árvore ornamental caduca originária da China, Coreia e Japão. Destaca-se pelas suas exuberantes panículas de flores amarelas no verão e pelas características cápsulas de sementes em forma de lanterna que persistem após a floração, conferindo interesse visual durante várias estações do ano.
Gloxínia-árvore
Kohleria amabilis
Kohleria amabilis, a gloxínia-árvore, é uma perene rizomatosa da família Gesneriaceae, nativa da Colômbia e de Honduras. Suas folhas ovaladas e aveludadas exibem um padrão prateado, enquanto as flores tubulares e levemente pendentes são rosa por fora, com pintas vermelhas ou roxas por dentro, florescendo do final do inverno até o verão.
Coléria
Kohleria eriantha
A Kohleria eriantha (atualmente muitas vezes tratada como sinônimo de Kohleria hirsuta) é uma planta perene rizomatosa (com rizomas escamosos) da família Gesneriaceae, a mesma da violeta-africana, nativa das florestas tropicais de altitude da América do Sul, principalmente da Colômbia e do Equador. Suas folhas aveludadas e peludas, juntamente com suas flores tubulares laranja-avermelhadas com garganta pontilhada de amarelo que florescem no verão e outono, tornam-na uma planta de interior muito popular. Devido ao seu rizoma, tolera melhor a seca do que o solo permanentemente encharcado.
Kopsia-rosa
Kopsia fruticosa
A Kopsia fruticosa, conhecida popularmente como kopsia-rosa ou vinca-arbustiva, é um arbusto tropical perene da família Apocynaceae, nativo do Sudeste Asiático. Suas flores de coloração rosa com centro vermelho intenso desabrocham ao longo de todo o ano, tornando-a um destaque em jardins tropicais e subtropicais. Com folhas verde-brilhantes e porte compacto, é valorizada tanto pela beleza ornamental quanto por suas propriedades medicinais tradicionais.
Pau-de-ferro-preto
Krugiodendron ferreum
O pau-de-ferro-preto (Krugiodendron ferreum) é uma árvore nativa da Flórida do Sul, Caribe e América Central, pertencente à família Rhamnaceae. Famosa por possuir a madeira mais densa das Américas — com densidade de até 1,42 g/cm³, tão pesada que afunda na água —, é uma espécie de crescimento lento e extremamente longevia. Apresenta folhas opostas, coriáceas, ovais com ápice emarginado, persistindo dois a três anos nos galhos. As flores são pequenas, esverdeadas e discretas; os frutos são drupas roxo-escuras, apreciadas por pássaros e mamíferos silvestres. Cresce em ambientes rochosos calcários, florestas secas e matas ciliares costeiras, tolerando seca intensa, vento salino e rajadas de furacão.
Cogumelo-mutável
Kuehneromyces mutabilis
O cogumelo-mutável (Kuehneromyces mutabilis) é um excelente cogumelo comestível que cresce em grupos em tocos de árvores de folha caduca. Seu chapéu é higrófano, o que significa que muda de cor dependendo da umidade: quando molhado, é marrom-amarelado e, quando seco, é mais claro no centro. O caule do cogumelo tem um anel e pequenas escamas escuras abaixo dele, o que é uma característica importante para diferenciá-lo do cogumelo venenoso Galerina marginata.
Chuva-de-ouro alpina
Laburnum alpinum
O Laburnum alpinum, conhecido em Portugal como chuva-de-ouro alpina, é uma pequena árvore caduca da família Fabaceae, nativa das montanhas do centro e sul da Europa. Produz longas cachos pendentes de flores amarelas perfumadas na primavera, criando um espetáculo visual inigualável. Atenção: todas as partes da planta são altamente tóxicas devido ao alcaloide citisina, especialmente as sementes.
Laburno
Laburnum anagyroides
O laburno (Laburnum anagyroides) é uma pequena árvore caducifólia nativa das regiões montanhosas da Europa Central e do Sul (Alpes, Itália, Bálcãs). É conhecido tanto por sua toxicidade quanto por sua impressionante floração primaveril: entre maio e junho, é coberto por flores amarelo-ouro perfumadas que pendem em longos cachos. Todas as suas partes — raízes, casca, folhas, flores, sementes e vagens — são altamente tóxicas; contém o alcaloide citisina, que pode ser fatal para humanos, gatos, cães, cavalos e cabras. Para adultos, o consumo de apenas 15 a 20 sementes pode ser fatal. Apesar de sua extraordinária beleza ornamental, deve ser mantido a uma distância segura de crianças e animais.
Jacinto-do-cabo
Lachenalia
Lachenalia é um gênero com cerca de 130 espécies de bulbosas de crescimento invernal, quase todas nativas das regiões de chuva de inverno do Cabo Ocidental e Cabo Norte, na África do Sul, com algumas espécies também na Namíbia. Conhecidas popularmente como jacinto-do-cabo, essas pequenas bulbosas produzem folhas em forma de fita, muitas vezes malhadas, e espigas densas de flores tubulares e cerosas em tons vibrantes de amarelo, laranja, vermelho, rosa, verde e roxo, do fim do inverno ao início da primavera. Este perfil apresenta um cuidado genérico em nível de gênero, aplicável à maioria das espécies e híbridos de Lachenalia, e não a uma única espécie, já que as necessidades de cultivo são bastante consistentes em todo o gênero.
Alface-brava
Lactuca virosa
Lactuca virosa, comumente conhecida como Alface-brava ou Alface-ópio, é uma erva bienal nativa da Europa central e meridional. Atingindo até 2 metros de altura, produz uma roseta de folhas no primeiro ano antes de desenvolver um longo caule floral no segundo. A planta exala um látex branco leitoso quando cortada, conhecido historicamente como lactucário, e tem sido usada por séculos como um sedativo leve e analgésico. Suas flores amarelas florescem no verão, atraindo polinizadores. Apesar do nome comum, não contém opiáceos verdadeiros, mas produz compostos amargos — lactucina e lactucopicrina — que atuam no sistema nervoso.
Lélia
Laelia
Lélia é um gênero de orquídeas epífitas da família Orchidaceae, nativo do México, América Central e regiões montanhosas do Brasil. Suas espécies formam pseudobulbos alongados que armazenam água e nutrientes, sustentando de uma a poucas folhas coriáceas e hastes florais com flores vistosas em tons de rosa, roxo e branco. Intimamente aparentada com o gênero Cattleya, a lélia é cultivada por orquidófilos por sua resistência e florescimento espetacular.
Laélia Rosada
Laelia rubescens
A Laelia rubescens é uma orquídea epífita ou litófita originária do México e América Central, encontrada em florestas secas e decíduas entre 100 e 1700 metros de altitude. Produz pseudobulbos compactos e flores delicadas em tons brancos, rosas e lilases com uma mancha avermelhada no labelo, florescendo principalmente no outono e inverno.
Dedaleiro
Lafoensia pacari
O dedaleiro (Lafoensia pacari) é uma árvore nativa do Cerrado brasileiro, pertencente à família Lythraceae. De porte médio a grande, pode atingir de 5 a 18 metros de altura, com tronco de 30 a 60 cm de diâmetro. Caracteriza-se por sua bela floração primaveril e estival, com flores brancas franjadas e vistosas. É decídua, perdendo as folhas no outono e inverno. Amplamente valorizada na medicina tradicional do Cerrado, é também muito utilizada no paisagismo urbano e na recomposição de matas ciliares.
Resedá-gigante
Lagerstroemia speciosa
A resedá-gigante é uma árvore ornamental de folhas caducas e crescimento rápido, nativa da Ásia tropical, cultivada por suas grandes panículas de flores rosa, roxas ou lilás enrugadas que florescem do verão ao outono. Pode atingir até 18 metros de altura, com casca lisa e acinzentada que se desprende com a idade e cápsulas de sementes lenhosas. Suas folhas são a origem do chá de banaba, um remédio popular tradicional.
Lariço-europeu
Larix decidua
O lariço-europeu (Larix decidua) é uma espécie de conífera decídua da família Pinaceae, nativa das montanhas da Europa Central – Alpes e Cárpatos. Como uma das poucas coníferas, ele perde suas agulhas macias e verde-claras, agrupadas em feixes, no inverno, que se tornam amarelo-douradas no outono. Atinge até 30-45 m de altura e está entre as coníferas de crescimento mais rápido em climas temperados, crescendo até 60 cm por ano em sua juventude. É uma espécie pioneira, extremamente resistente ao frio (zonas USDA 2-6) e de longa vida – alguns espécimes na Europa atingem até 500 anos de idade. A madeira do lariço é muito durável e valorizada na construção e marcenaria.
Larício-japonês
Larix kaempferi
O larício-japonês é uma conífera decídua nativa das montanhas do centro de Honshu, no Japão. Diferente da maioria das coníferas, perde as acículas macias e verde-claras no outono, não sem antes exibir uma bela coloração dourada a laranja-avermelhada. Forma uma copa piramidal e pode atingir grande porte em cultivo paisagístico, sendo também muito apreciado na técnica de bonsai.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.