916 Plantas Intermediárias | Guia 2026
Descubra 916 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
916 Plantas Intermediárias
Mostrando 1-36 de 916
Abeto
Abies
Abies e um genero de cerca de 48-56 coniferas perenes da familia Pinaceae, nativas de regioes montanhosas da Europa, Asia e America do Norte e Central. Os abetos verdadeiros formam uma copa piramidal caracteristica, com aciculas achatadas que exibem duas linhas brancas na face inferior, e produzem cones eretos em formato de barril que se desintegram na propria arvore ao amadurecer, em vez de cair inteiros.
Abeto-de-nordmann
Abies nordmanniana
O abeto-de-nordmann (Abies nordmanniana) é uma conífera grande e majestosa, nativa das florestas montanhosas do Cáucaso, do nordeste da Turquia e da Geórgia. A árvore possui uma copa graciosa e amplamente piramidal, com galhos horizontais que crescem em camadas. Suas agulhas verde-escuras e brilhantes são macias, não espetam e apresentam duas listras brancas distintas na face inferior. Na natureza, o abeto-de-nordmann pode atingir até 50 metros de altura; em jardins e parques, geralmente alcança entre 9 e 15 metros. A árvore é mais conhecida como árvore de Natal, pois suas agulhas dificilmente caem.
Abútilon Híbrido
Abutilon
Abutilon é um grande genero com cerca de 150 a 180 especies de arbustos e pequenas arvores perenifolias ou semi-decíduas da familia das malvaceas (Malvaceae), nativo de regioes tropicais e subtropicais ao redor do mundo, com maior diversidade na America do Sul. O nome costuma se referir aos hibridos de jardim reunidos sob Abutilon x hybridum, valorizados por suas folhas lobadas parecidas com as do bordo e por flores pendentes, em formato de sino ou lanterna, que desabrocham em tons de branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho da primavera ao outono. De crescimento rapido e facil de podar, o Abutilon serve tanto como arbusto de jardim ou vaso quanto como planta de interior em janelas bem iluminadas, e suas flores ricas em nectar atraem beija-flores.
Lanterna-chinesa
Abutilon hybridum
O Abutilon hybridum, popularmente conhecido como lanterna-chinesa, é um arbusto ornamental da família Malvaceae, nativo da América do Sul. Suas flores pendentes em forma de sino, em tons de vermelho, amarelo, laranja e rosa, lembram pequenas lanternas, tornando-o uma planta muito decorativa tanto em ambientes internos quanto externos.
Mimosa
Acacia dealbata
A Acacia dealbata, comumente conhecida como mimosa, é uma árvore perene de crescimento rápido, nativa do sudeste da Austrália e da Tasmânia, introduzida na Europa no século XIX e hoje amplamente naturalizada ao longo das costas mediterrâneas, particularmente na Côte d'Azur e na Ligúria. Destaca-se pela sua copa leve verde-prateada e pelas inflorescências em pequenos globos amarelo-intenso e perfumados, que aparecem entre fevereiro e março, antes da maioria das outras florações primaveris. Na natureza, pode atingir 10-15 metros de altura, enquanto em vaso permanece mais contida, cerca de 2 metros. É a planta símbolo do Dia Internacional da Mulher na Itália. Em várias regiões mediterrâneas, é considerada uma espécie potencialmente invasora devido à sua rápida disseminação por sementes e rebentos radiculares.
Acanto
Acanthus mollis
O Acanthus mollis, popularmente conhecido como acanto, é uma planta perene mediterrânea de grande porte, admirada pelas suas folhas profundamente lobadas e brilhantes e pelos longos espigões florais brancos e roxos que desabrocham do final da primavera ao início do verão. As suas folhas inspiraram o famoso capitel coríntio da arquitectura clássica.
Goiabeira-serrana
Acca sellowiana
A Acca sellowiana, conhecida popularmente como goiabeira-serrana ou feijoa, é um arbusto frutífero nativo do sul do Brasil e Uruguai. Pertencente à família Myrtaceae, produz frutos aromáticos de polpa suculenta com sabor que lembra uma combinação de abacaxi e morango. Suas flores ornamentais, com pétalas brancas e estames vermelhos, são comestíveis e adocicadas.
Bordo
Acer
O gênero Acer, conhecido popularmente como bordo ou ácer, engloba mais de 130 espécies de árvores e arbustos decíduos distribuídos pelo hemisfério norte. Famoso pela exuberância das folhas no outono, o bordo é cultivado tanto por seu valor ornamental quanto por sua madeira nobre. A espécie japonesa Acer palmatum é especialmente apreciada em jardins e bonsai, enquanto o Acer saccharum fornece a famosa seiva para o xarope de bordo.
Bordo-de-lua-cheia
Acer japonicum
O bordo-de-lua-cheia (Acer japonicum), também conhecido como bordo-japonês, é uma árvore decídua de pequeno a médio porte, nativa das florestas montanhosas do Japão e da Coreia, valorizada por suas folhas arredondadas em forma de lua, com 7 a 11 lóbulos macios. Na primavera produz pequenas flores arroxeadas antes de as folhas brotarem, e no outono sua copa ganha tons vibrantes de dourado, laranja e vermelho. De crescimento lento e elegante, é uma árvore-destaque clássica em jardins de estilo japonês.
Bordo-de-folhas-grandes
Acer macrophyllum
O Bordo-de-folhas-grandes (Acer macrophyllum) é uma grande árvore decídua nativa da costa oeste da América do Norte, do sul do Alasca à Califórnia, onde cresce frequentemente ao longo de riachos e florestas úmidas até 450 m de altitude. É o bordo com as maiores folhas do mundo, medindo de 15 a 30 cm de largura e divididas em cinco lobos palmados profundos, que no outono adquirem tons dourados e amarelos espetaculares. Na primavera, produz cachos pendentes de pequenas flores verde-amareladas discretas, que surgem antes das folhas. Pode atingir alturas consideráveis na natureza, com exemplares recordes ultrapassando os 40 metros.
Bordo-americano
Acer negundo
O Bordo-americano (Acer negundo) é uma árvore decídua de crescimento rápido, nativa da América do Norte. Pertence à família Sapindaceae e pode atingir até 21 metros de altura. É amplamente reconhecida pela sua resistência ao frio intenso, à seca e a diferentes tipos de solo, tornando-a uma das árvores mais adaptáveis do continente. Suas folhas são compostas pinadas com 3 a 5 folíolos, e na primavera produz flores discretas de coloração verde-amarelada antes do surgimento da folhagem.
Bordo Japonês
Acer palmatum
O Bordo Japonês (Acer palmatum) é uma árvore ornamental originária do Japão, China e Coreia, famosa pela beleza espetacular de sua folhagem, que muda de cor ao longo das estações — do verde intenso na primavera ao vermelho, laranja e amarelo vibrantes no outono. Com porte elegante e folhas palmatiformes recortadas, é uma das árvores ornamentais mais apreciadas em jardins de estilo asiático, jardins de contemplação e como bonsai.
Ácer-da-Noruega
Acer platanoides
O Ácer-da-Noruega (Acer platanoides) é uma grande árvore caducifólia nativa da Europa e da Ásia Ocidental, muito utilizada como árvore ornamental, de sombra e em arruamentos urbanos. Apresenta folhas palmatiformes largas, flores amarelo-esverdeadas na primavera e uma espetacular folhagem amarela a laranja no outono. Extremamente resistente, tolera solos variados, poluição e condições urbanas.
Bordo-vermelho
Acer rubrum
O Acer rubrum, conhecido como bordo-vermelho, é uma das árvores caducifólias mais abundantes e amplamente distribuídas no leste da América do Norte. Famoso pela sua espetacular folhagem outonal nas cores carmesim, laranja e amarelo, é uma árvore de crescimento rápido, muito valorizada em projetos paisagísticos pelo seu valor ornamental, sombra e habitat para fauna selvagem.
Bordo Prateado
Acer saccharinum
O Bordo Prateado (Acer saccharinum) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido, nativa do leste e centro da América do Norte. O nome refere-se ao verso prateado das suas folhas, que lhe confere um aspeto cintilante ao vento. É amplamente cultivado como árvore ornamental e de sombra.
Ácer-lua-cheia
Acer shirasawanum
Acer shirasawanum, o ácer-lua-cheia, é uma árvore decídua ou arbusto de grande porte, de crescimento lento, nativa do Japão, valorizada por suas folhas arredondadas em forma de estrela que surgem verde-amareladas na primavera e tornam-se vermelho-alaranjadas intensas no outono. Atinge de 5 a 6 metros de altura e largura na maturidade, formando uma copa elegante e arredondada, ideal como árvore de destaque ou plantio de sub-bosque.
Bordo-da-montanha
Acer spicatum
O Bordo-da-montanha (Acer spicatum) é um pequeno arbusto ou arvoreta caducifólia nativa do leste da América do Norte, típica do sub-bosque de florestas temperadas. Cresce em encostas rochosas e margens de riachos, com folhagem que exibe tons vibrantes de amarelo, laranja e vermelho no outono.
Acimene
Achimenes grandiflora
A Achimenes grandiflora é uma planta perene rizomatosa e delicada da família Gesneriaceae, nativa das regiões montanhosas do México e da América Central. Conhecida popularmente como "planta de água quente" devido à sua aversão à irrigação fria, é a espécie de maior flor em seu gênero, produzindo flores aveludadas que variam do roxo-avermelhado profundo ao rosa-carmim, com uma garganta branca contrastante sobre uma folhagem verde-escura e peluda com o verso avermelhado. Múltiplos caules eretos e levemente pilosos surgem a cada primavera a partir de pequenos rizomas escamosos, florescendo profusamente do verão ao outono antes de entrar em dormência no inverno.
Macaúba
Acrocomia aculeata
A macaúba (Acrocomia aculeata) é uma palmeira nativa do Brasil e da América tropical, amplamente distribuída pelo Cerrado, Mata Atlântica e áreas de transição. Seu tronco espinhoso pode atingir até 15 metros de altura, coroado por longas folhas pinadas e arquitetônicas. Produz frutos oleaginosos abundantes, tornando-se uma das palmeiras mais versáteis e economicamente promissoras da flora brasileira. Resistente à seca e ao fogo, adapta-se a diferentes tipos de solo e é cada vez mais valorizada tanto no paisagismo tropical quanto na agroindústria sustentável.
Samambaia-dourada
Acrostichum aureum
A Acrostichum aureum, conhecida popularmente como samambaia-dourada ou samambaia-de-mangue, e uma das maiores samambaias tropicais do mundo. Nativa dos manguezais e zonas costeiras pantropicais, esta especie robusta desenvolve frondes longas e coriaceas que podem atingir 3 metros de comprimento. Adapta-se tanto a ambientes salobros quanto a solos alagados, sendo uma planta extremamente resistente.
Samambaia-do-mangue
Acrostichum danaeifolium
A Samambaia-do-mangue (Acrostichum danaeifolium) é uma das maiores samambaias das Américas tropicais, podendo atingir até 3,6 metros de altura. Nativa de manguezais e pântanos costeiros, é uma planta robusta e imponente, perfeitamente adaptada a solos úmidos, salinos e ambientes com alta luminosidade.
Cimicífuga
Actaea simplex
A Actaea simplex é uma planta herbácea perene, rizomatosa e formadora de touceiras, nativa de Kamchatka, Sacalina, Sibéria, oeste da China, Manchúria, Mongólia, Coreia e Japão. Forma montes de folhagem verde-escura, trifoliada e profundamente dividida, de onde surgem caules altos, finos e arqueados no final do verão, coroados por racemos terminais perfumados de pequenas flores brancas a creme, mantidas bem acima das folhas. Atingindo até 150 cm de altura, é valorizada em jardins de sombra e bosques por sua floração tardia, hábito arquitetônico ereto e tolerância a solos úmidos e ricos em húmus.
Kiwi-dourado
Actinidia chinensis
A Actinidia chinensis é uma trepadeira decídua e vigorosa, nativa da China, cultivada por seus frutos comestíveis de polpa dourada e sabor doce. É uma espécie dioica, exigindo plantas macho e fêmea para produção de frutos, e necessita de suporte robusto como treliças ou pérgolas para se desenvolver.
Rosa-do-deserto / Adenium (gênero)
Adenium
O Adenium é um gênero de suculentas caudicifornes nativas das regiões áridas da África e da Península Arábica. Conhecidos como rosa-do-deserto, são celebrados por suas flores vistosas em tons de rosa, vermelho e branco e pelo tronco base inchado (cáudice), que armazena água. A espécie mais cultivada é A. obesum.
Lírio do Impala
Adenium multiflorum
O Lírio do Impala (Adenium multiflorum) é uma suculenta arbustiva nativa do sul da África, conhecida por suas flores espetaculares brancas com bordas carmesim que surgem no inverno, quando a planta perde suas folhas. Possui um caule basal engrossado chamado cáudex, que armazena água e confere aparência de bonsai com o tempo.
Rosa-do-deserto
Adenium obesum
Adenium obesum, popularmente conhecida como Rosa-do-deserto, é um arbusto suculento nativo do leste da África e da Península Arábica. Famosa por seu caule engrossado (cáudex) e flores vibrantes em tons de rosa, vermelho e branco, é uma das plantas ornamentais mais apreciadas por colecionadores e entusiastas de bonsai. Apesar de sua aparência exótica, adapta-se bem ao cultivo em ambientes internos com boa iluminação.
Avenca-chorona
Adiantum pedatum
Adiantum pedatum, a avenca-chorona, e uma samambaia decidua e touceirosa, nativa de florestas decíduas úmidas da América do Norte e do leste asiático temperado. E apreciada por seus estipes finos e escuros e frondes delicadas, em forma de leque, que se abrem como mãos abertas e secam ate o rizoma a cada inverno, rebrotando na primavera.
Gravatá
Aechmea caudata
O Gravatá (Aechmea caudata) é uma bromélia nativa da Mata Atlântica brasileira, encontrada nos estados do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul. Planta epífita, rupícola ou terrestre, forma uma roseta infundibuliforme com folhas longas e arqueadas de até 128 cm, com margens serradas e ápice pungente. Sua inflorescência é espiciforme, ereta e ultrapassa a roseta foliar, exibindo flores amareladas com sépalas alaranjadas a vermelhas — um espetáculo tropical único. Floresce uma única vez na vida, no verão, e após a floração origina filhotes que perpetuam a planta.
Bromélia Coral
Aechmea fulgens
A Bromélia Coral (Aechmea fulgens) é uma bromélia epífita nativa do nordeste do Brasil, especialmente dos estados da Bahia e Pernambuco. Suas folhas formam uma roseta elegante de cor verde brilhante com espinhos nas margens, e sua floração é um espetáculo à parte: uma panícula vermelha com brácteas vistosas e flores roxas. Após a floração, produz frutos vermelhos globosos que persistem na planta por muitos meses, tornando-a decorativa durante todo o ano. É uma das bromeliáceas mais populares no cultivo doméstico e em jardins tropicais.
Rosa-das-Canárias
Aeonium aureum
Aeonium aureum, popularmente conhecida como rosa-das-canárias, é uma suculenta formadora de roseta nativa das encostas vulcânicas de Tenerife, nas Ilhas Canárias. Suas folhas espatuladas e bem compactadas formam uma roseta perfeitamente simétrica, em tons que vão do verde-azulado ao verde-dourado, o que justifica o epíteto "aureum" (dourado). Diferente da maioria das suculentas, essa espécie segue um ciclo de crescimento invernal e dormência estival: cresce ativamente durante os meses frios e úmidos do outono, inverno e primavera, e depois fecha sua roseta bem apertada para descansar durante o verão quente e seco, conservando umidade. Após vários anos de crescimento, rosetas maduras podem produzir uma haste floral amarelo-dourada alta, um evento raro e espetacular, embora a roseta que floresce morra em seguida, deixando rebentos para dar continuidade à planta.
Batom
Aeschynanthus
Aeschynanthus é um gênero de plantas trepadeiras epífitas da família Gesneriaceae, nativo das florestas tropicais do Sudeste Asiático, incluindo Tailândia, Península Malaia, Sumatra e Bornéu. Cultivada como planta pendente de interior, apresenta folhas brilhantes e coriáceas ao longo de hastes que caem em cascata, com flores tubulares vermelho-vivas que emergem de cálices vinho-escuros, lembrando tubos de batom -- origem do seu nome popular.
Planta-batom
Aeschynanthus radicans
A Planta-batom (Aeschynanthus radicans) é uma deslumbrante epífita tropical nativa das florestas úmidas do Sudeste Asiático. Conhecida por suas hastes pendentes adornadas com folhas cerosas e brilhantes e impressionantes flores tubulares vermelhas que emergem de cálices bordô escuros, lembrando um batom saindo do estojo. É uma das favoritas entre os jardineiros de interiores, ideal para vasos suspensos onde seus ramos podem cair graciosamente.
Castanheiro-da-Índia
Aesculus hippocastanum
O castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) é uma árvore decídua de grande porte e crescimento rápido, nativa da Península Balcânica, muito apreciada na Europa e na América do Norte como árvore ornamental e de sombra. Possui copa ampla e arredondada, folhas compostas palmadas com cinco a sete folíolos, e produz, na primavera, espetaculares cachos eretos de flores brancas com garganta amarela a avermelhada. No outono, libera suas sementes brilhantes de casca marrom, conhecidas como castanhas-da-índia, envoltas em cápsulas espinhosas verdes.
Agrocybe de campo
Agrocybe pediades
Agrocybe pediades é um fungo saprófito pequeno e cosmopolita que cresce frequentemente em solos ricos, como gramados, jardins e pastagens. Caracteriza-se pelo seu chapéu inicialmente hemisférico que se achata com a idade, apresentando uma cor ocre amarelada ou canela. É um organismo essencial para a decomposição de matéria orgânica e a reciclagem de nutrientes no solo. Embora seja comestível, seu tamanho pequeno e a possibilidade de confusão com espécies tóxicas semelhantes exigem precaução.
Planta Saca-rolhas
Albuca
Albuca e um grande genero de geofitas bulbosas da familia Asparagaceae (subfamilia Scilloideae), com mais de 100 especies nativas principalmente do sul da Africa, estendendo-se ate a Africa tropical e a Arabia. O apelido "planta saca-rolhas" vem das folhas estreitas e enroladas em espiral de especies cultivadas como Albuca spiralis e Albuca namaquensis. A maioria das especies e de crescimento invernal: produzem folhas durante os meses frescos e umidos, florescem do final do inverno a primavera, e depois perdem a folhagem entrando em dormencia total durante o verao quente e seco. As flores, em hastes eretas, sao pendentes, amarelo-esverdeadas e perfumadas, com aroma de baunilha. Sao plantas resistentes e tolerantes uma vez respeitado o ciclo de dormencia, mas muito sensiveis ao excesso de rega durante o repouso do bulbo.
Albuca spiralis
Albuca spiralis
Albuca spiralis, popularmente conhecida como 'Frizzle Sizzle', é uma suculenta bulbosa única nativa da África do Sul. É celebrada por suas folhas distintas em formato de saca-rolhas que se enrolam mais firmemente quando expostas a altos níveis de luminosidade. No final da primavera, produz hastes de flores verde-amareladas em forma de sino que exalam uma doce fragrância de baunilha. A planta passa por um período de dormência no verão, onde sua folhagem pode secar completamente.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.