1147 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 2
Descubra 1147 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
1147 Plantas Intermediárias
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Batom
Aeschynanthus
Aeschynanthus é um gênero de plantas trepadeiras epífitas da família Gesneriaceae, nativo das florestas tropicais do Sudeste Asiático, incluindo Tailândia, Península Malaia, Sumatra e Bornéu. Cultivada como planta pendente de interior, apresenta folhas brilhantes e coriáceas ao longo de hastes que caem em cascata, com flores tubulares vermelho-vivas que emergem de cálices vinho-escuros, lembrando tubos de batom -- origem do seu nome popular.
Planta-batom
Aeschynanthus radicans
A Planta-batom (Aeschynanthus radicans) é uma deslumbrante epífita tropical nativa das florestas úmidas do Sudeste Asiático. Conhecida por suas hastes pendentes adornadas com folhas cerosas e brilhantes e impressionantes flores tubulares vermelhas que emergem de cálices bordô escuros, lembrando um batom saindo do estojo. É uma das favoritas entre os jardineiros de interiores, ideal para vasos suspensos onde seus ramos podem cair graciosamente.
Castanheiro-da-Índia
Aesculus hippocastanum
O castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) é uma árvore decídua de grande porte e crescimento rápido, nativa da Península Balcânica, muito apreciada na Europa e na América do Norte como árvore ornamental e de sombra. Possui copa ampla e arredondada, folhas compostas palmadas com cinco a sete folíolos, e produz, na primavera, espetaculares cachos eretos de flores brancas com garganta amarela a avermelhada. No outono, libera suas sementes brilhantes de casca marrom, conhecidas como castanhas-da-índia, envoltas em cápsulas espinhosas verdes.
Champignon-de-asfalto
Agaricus bitorquis
Agaricus bitorquis, conhecido como champignon-de-asfalto, é uma espécie comestível de fungo da família Agaricaceae. Caracteriza-se por um corpo de frutificação excepcionalmente duro e carnudo e um anel duplo específico no estipe. Frequentemente encontrado em ambientes urbanos, é capaz de romper até mesmo o asfalto ou solo compactado em calçadas. Possui um chapéu branco ou levemente creme e lamelas rosa-pálido que escurecem para marrom-chocolate com a idade.
Agave-rainha-vitória
Agave victoriae-reginae
O Agave victoriae-reginae, ou agave-rainha-vitória, é uma suculenta monocárpica de crescimento extremamente lento, nativa do deserto de Chihuahua, nos estados mexicanos de Coahuila, Durango e Nuevo León. Forma uma roseta compacta e perfeitamente geométrica de folhas curtas, rígidas e de cor verde-escura, marcadas com linhas brancas que parecem pintadas à mão. Após várias décadas de crescimento, produz uma única inflorescência de vários metros de altura com flores creme, após o que a roseta mãe morre, deixando frequentemente brotos em sua base.
Agrocybe de campo
Agrocybe pediades
Agrocybe pediades é um fungo saprófito pequeno e cosmopolita que cresce frequentemente em solos ricos, como gramados, jardins e pastagens. Caracteriza-se pelo seu chapéu inicialmente hemisférico que se achata com a idade, apresentando uma cor ocre amarelada ou canela. É um organismo essencial para a decomposição de matéria orgânica e a reciclagem de nutrientes no solo. Embora seja comestível, seu tamanho pequeno e a possibilidade de confusão com espécies tóxicas semelhantes exigem precaução.
Planta Saca-rolhas
Albuca
Albuca e um grande genero de geofitas bulbosas da familia Asparagaceae (subfamilia Scilloideae), com mais de 100 especies nativas principalmente do sul da Africa, estendendo-se ate a Africa tropical e a Arabia. O apelido "planta saca-rolhas" vem das folhas estreitas e enroladas em espiral de especies cultivadas como Albuca spiralis e Albuca namaquensis. A maioria das especies e de crescimento invernal: produzem folhas durante os meses frescos e umidos, florescem do final do inverno a primavera, e depois perdem a folhagem entrando em dormencia total durante o verao quente e seco. As flores, em hastes eretas, sao pendentes, amarelo-esverdeadas e perfumadas, com aroma de baunilha. Sao plantas resistentes e tolerantes uma vez respeitado o ciclo de dormencia, mas muito sensiveis ao excesso de rega durante o repouso do bulbo.
Albuca spiralis
Albuca spiralis
Albuca spiralis, popularmente conhecida como 'Frizzle Sizzle', é uma suculenta bulbosa única nativa da África do Sul. É celebrada por suas folhas distintas em formato de saca-rolhas que se enrolam mais firmemente quando expostas a altos níveis de luminosidade. No final da primavera, produz hastes de flores verde-amareladas em forma de sino que exalam uma doce fragrância de baunilha. A planta passa por um período de dormência no verão, onde sua folhagem pode secar completamente.
Bromélia-imperial
Alcantarea imperialis
A Alcantarea imperialis, popularmente conhecida como bromélia-imperial, é uma das maiores bromélias do mundo e uma das mais majestosas plantas ornamentais do Brasil. Endêmica das encostas rochosas da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, esta espécie forma rosetas gigantescas de folhas coriáceas que podem atingir 1,5 m de diâmetro, com capacidade de armazenar até 30 litros de água no seu tanque central. Quando floresce — evento que ocorre após 10 a 40 anos de vida —, produz uma imponente haste floral de até 3,5 metros com flores branco-amareladas e brácteas avermelhadas que atraem beija-flores e outros polinizadores.
Malva-rosa
Alcea
Alcea e um genero de cerca de 60-80 especies de plantas floriferas altas e vistosas da familia das malvaceas (Malvaceae), nativas do sudoeste e centro da Asia e do sudeste da Europa. A especie mais cultivada, Alcea rosea, e uma classica planta de jardim de chalet, apreciada por suas hastes floridas imponentes, que podem atingir 2-3 m de altura, com grandes flores em forma de pires nas cores rosa, vermelho, branco, amarelo, roxo e quase preto. As malvas-rosas sao geralmente cultivadas como bienais ou perenes de vida curta, florescendo no segundo ano e frequentemente se ressemeando sozinhas. Sao uma planta de fundo muito usada em canteiros, cercas e muros de jardins rusticos.
Malva-Rosa
Alcea rosea
A Malva-Rosa (Alcea rosea) é uma planta bienal ou perene de vida curta, pertencente à família Malvaceae, originária da China e da Turquia. Conhecida pelas suas imponentes espigas florais que podem atingir até 2,5 metros de altura, produz flores exuberantes nas cores rosa, vermelho, branco, amarelo, roxo e laranja durante o verão. É uma planta clássica de jardins, muito apreciada em bordaduras e muros.
Malva-rosa Rugosa
Alcea rugosa
Perene vigoroso ou bienal pertencente à família Malvaceae, nativo da Ucrânia, Crimeia, Sul da Rússia Europeia e Cáucaso. Alcea rugosa é conhecido como malva-rosa rugosa e distingue-se por sua notável resistência à ferrugem do malva em relação às variedades comuns. Produz espigadas robustas de flores amareladas simples e perfumadas que florescem de baixo para cima ao longo do verão e início do outono.
Alectryon
Alectryon
Alectryon é um gênero de aproximadamente 30 espécies de árvores e arbustos perenes da família das sapindáceas (Sapindaceae), variando de arbustos baixos a árvores de dossel com mais de 30 m de altura. O gênero é nativo da Australásia, Melanésia, Polinésia e Sudeste Asiático, com sua maior diversidade no leste da Austrália; seu membro mais conhecido, o titoki da Nova Zelândia (Alectryon excelsus), atinge 15-20 m com casca preta canelada e folhas pinadas brilhantes. Pequenas flores carmesim são seguidas por cápsulas de sementes coriáceas que se abrem para revelar um arilo carnudo vermelho brilhante envolvendo uma única semente preta — uma exibição que lembra o olho de um pássaro, ou a crista de galo que dá ao gênero seu nome grego (alektryon, "galo").
Colhereira
Alisma lanceolatum
Alisma lanceolatum, conhecida como colhereira, e uma erva perene aquatica e palustre nativa da Europa, Asia e Norte de Africa, que cresce enraizada na lama de margens de lagoas, valas, ribeiros e paruis. Forma uma roseta de folhas lanceoladas e produz hastes ramificadas com pequenas flores rosadas de tres petalas entre junho e agosto/setembro.
Alamanda-roxa
Allamanda blanchetii
A alamanda-roxa (Allamanda blanchetii) é um arbusto trepador lenhoso da família Apocynaceae, nativo da Bahia, no Brasil. Destaca-se por suas flores grandes em formato de trombeta, em tons de roxo-avermelhado a lilás com garganta amarela, que aparecem em profusão do início da primavera até o outono. As folhas são aveludadas, elípticas e dispostas em verticilos ao longo de ramos flexíveis que podem ser conduzidos como trepadeira em treliças ou podados como arbusto compacto. É uma planta tropical de crescimento moderado, exigente em sol pleno e calor, sensível a geadas. Toda a planta, especialmente a seiva leitosa, é tóxica e irritante para pele e mucosas, devendo ser manuseada com luvas.
Alho-da-vitória
Allium victorialis
Allium victorialis é uma planta bulbosa perene da família Amaryllidaceae, originária das regiões alpinas e subalpinas da Europa e Ásia. Caracteriza-se por sua resistência extrema ao frio, atingindo temperaturas de até -30°C. Forma aglomerados compactos com folhas amplas, brilhantes e de cor verde escura, muito semelhantes às do alho-poró. A planta produz inflorescências eretas e desprovidas de folhas, com 30-70 cm de altura, terminando em pequenas flores de coloração branco-esverdeada que florescem de maio a agosto. As estruturas reprodutivas são formadas por pequenos bolbos em aglomerados que se desenvolvem em um curto rizoma.
Alocasia Amazônica
Alocasia × mortfontanensis
A Alocasia × mortfontanensis, comumente conhecida como Alocasia Amazônica ou Cara-de-cavalo, é um híbrido deslumbrante que apresenta grandes folhas em forma de flecha. A folhagem é de um verde-escuro profundo, quase preto, com nervuras branco-prateadas espessas e dramáticas e bordas onduladas e recortadas. É uma planta de destaque que traz uma estética tropical e pré-histórica a qualquer ambiente interno.
Cunjevói
Alocasia brisbanensis
Alocasia brisbanensis, conhecida popularmente como Cunjevói, é uma planta tropical perene de grande porte nativa das margens de florestas tropicais do leste da Austrália. Possui folhas grandes, brilhantes e em forma de pá, com até 70 cm de comprimento, sobre longos pecíolos verde-arroxeados. É uma planta ornamental imponente, mas altamente tóxica — todas as suas partes contêm cristais de oxalato de cálcio.
Alocasia Escudo Verde
Alocasia clypeolata
A Alocasia clypeolata, conhecida popularmente como Alocasia Escudo Verde, e uma aroidea compacta e perene, endemica das Filipinas, coletada pela primeira vez na ilha de Mindanao. Pertence a familia Araceae e e muito apreciada por colecionadores por suas folhas arredondadas em formato de escudo, marcadas por nervuras escuras que se irradiam a partir do centro. Com altura e diâmetro modestos, em torno de 30 cm, essa perene rizomatosa forma uma roseta densa de cerca de seis folhas firmes sobre um caule central curto. Em seu habitat natural, no sub-bosque da floresta tropical, cresce em solo rochoso e bem drenado, em altitudes baixas, protegida do sol direto. Como a maioria das especies de Alocasia, seus tecidos contem cristais de oxalato de calcio, o que a torna toxica se ingerida por animais de estimacao ou humanos.
Inhame-Chinês
Alocasia cucullata
Alocasia cucullata, conhecida popularmente como Inhame-Chinês ou Mão de Buda, é uma planta tropical compacta originária do Sudeste Asiático. Apresenta folhas brilhantes em forma de coração ou seta, sustentadas por longos pecíolos, com porte ereto e elegante. Esta planta perene sempre-verde prospera em ambientes quentes e úmidos, sendo amplamente cultivada como planta ornamental de interior. Reverenciada na Tailândia e no Laos como planta sagrada da boa sorte, é tradicionalmente colocada na entrada das casas e em templos budistas.
Pulmão-de-aço
Alocasia cuprea
A Alocasia cuprea, conhecida popularmente como Pulmão-de-aço, e um aroide rizomatoso perene muito apreciado por suas folhas grossas e profundamente acolchoadas, com um brilho metalico cobreado-arroxeado na face superior e reverso vermelho-vinho. Nativa das florestas tropicais de baixada e colinas de Borneo, pertence a familia Araceae e e uma favorita entre colecionistas por sua folhagem quase laqueada.
Orelha-de-elefante-anã
Alocasia gageana
A Alocasia gageana, conhecida como orelha-de-elefante-anã, é um aroide perene nativo das florestas tropicais de Mianmar, Laos, Tailândia e sul da China. Suas folhas verde-esmeralda em formato de seta têm nervuras profundamente marcadas e bordas onduladas, podendo atingir até 50 cm de largura. Apesar do nome popular, não é tão pequena quanto sugere — pode chegar a 1 m de altura quando bem cuidada.
Espada Roxa
Alocasia lauterbachiana
A Alocasia lauterbachiana, conhecida popularmente como Espada Roxa, é uma aroide marcante cultivada por suas folhas longas, estreitas e em forma de espada. A face superior verde-escura e brilhante contrasta fortemente com o reverso roxo-arroxeado, e as folhas novas costumam surgir com um brilho quase metálico. Originária das florestas úmidas da Nova Guiné, forma uma touceira compacta e rizomatosa que raramente ultrapassa 1,2-1,5 m em ambientes internos, com folhagem ereta e arqueada. Como a maioria das Alocasias, prefere ficar levemente seca entre regas completas e é sensível tanto ao encharcamento quanto à seca prolongada, então a regularidade é essencial para seu bom desenvolvimento.
Orelha-de-elefante
Alocasia longiloba
A Alocasia longiloba é uma planta tropical deslumbrante originária das florestas úmidas do Sudeste Asiático — Bornéu, Malásia e Tailândia. Suas folhas em forma de seta ou coração, com nervuras prateadas e esverdeadas contrastando sobre um fundo verde-escuro, fazem desta espécie uma das mais procuradas entre os entusiastas de plantas de interior. As variedades 'Dragon Scale' e 'Silver' destacam-se pela textura quase reptiliana das folhas, que captura e reflete a luz de forma única. Em ambiente doméstico pode alcançar de 60 a 120 cm de altura, tornando-se um ponto focal elegante em qualquer espaço. Pertence à família Araceae e compartilha o gênero Alocasia com cerca de 90 outras espécies igualmente fascinantes.
Orelha-de-elefante-gigante
Alocasia macrorrhizos
A Alocasia macrorrhizos e uma espetacular perene tropical do Sudeste Asiatico, valorizada por suas enormes folhas em formato de flecha que podem atingir ate 1,5 metro de comprimento. Conhecida como Orelha-de-elefante-gigante, esta planta de crescimento rapido cria um impacto arquitetonico marcante tanto em interiores quanto em jardins tropicais. Pertence a familia Araceae e apresenta folhas grossas, com nervuras proeminentes, de um verde brilhante sobre hastes robustas e eretas.
Alocásia Veludo Verde
Alocasia micholitziana
A Alocasia micholitziana, popularmente conhecida como Alocásia Veludo Verde ou Frydek, é uma planta tropical de interior nativa das Filipinas. É apreciada pelas suas folhas aveludadas verde-escuras com veias brancas dramáticas e textura profundamente nervurada. Pertencente à família Araceae, prospera como planta de interior em ambientes quentes e húmidos, sendo um elemento decorativo incrível em qualquer lar.
Alocásia Asa-de-Morcego
Alocasia nycteris
A Alocasia nycteris, conhecida como alocásia-asa-de-morcego, é um aráceo raro endêmico das florestas de baixada da Ilha de Panay, nas Filipinas. É muito procurada por colecionadores por suas folhas verde-escuras e brilhantes, em formato de seta, cujos lobos traseiros se abrem quase em ângulo reto, lembrando as asas abertas de um morcego. Foi exibida publicamente pela primeira vez em 2003 pelo colecionador filipino Antonio Advincula e descrita formalmente como nova espécie em 2007. Em seu habitat natural, cresce em encostas rochosas e sombreadas de baixíssima altitude; cultivada em vaso, forma uma touceira larga e horizontal de até 1,5 m.
Orelha-de-elefante-asiática
Alocasia odora
A Alocasia odora, conhecida como Orelha-de-elefante-asiática, é uma planta tropical imponente da família Araceae, originária do Leste e Sudeste Asiático. Suas grandes folhas em forma de seta podem atingir até 60 cm de comprimento, e a planta inteira pode chegar a 2,4 metros de altura. Produz flores perfumadas em forma de espádice durante a primavera e o verão, especialmente fragantes à noite — daí o nome popular inglês "Night-scented Lily". ATENÇÃO: É tóxica para humanos, gatos e cães quando ingerida crua, pois contém cristais de oxalato de cálcio.
Orelha-de-elefante-roxa
Alocasia plumbea
A Alocasia plumbea, também conhecida como orelha-de-elefante-roxa, é uma aroide tropical robusta e rizomatosa nativa do sudeste asiático, cultivada por sua folhagem grande, em forma de coração, com tons metálicos que variam do verde-oliva ao roxo-arroxeado quase preto, com nervuras contrastantes e pecíolos escuros. Pode atingir até 1,5 m de altura em cultivo doméstico. Suas flores, do tipo espata e espádice, são discretas e raramente aparecem em ambientes internos.
Alocasia Black Velvet
Alocasia reginula
Alocasia reginula, popularmente conhecida como Alocasia Black Velvet, é uma planta tropical compacta e impressionante, nativa das florestas tropicais de Bornéu. É valorizada por suas folhas aveludadas de um tom quase preto profundo, adornadas com veias branco-prateadas contrastantes. Ao contrário de espécies maiores de Alocasia, esta 'alocasia joia' permanece pequena e manejável, tornando-a uma planta de interior ideal para destaque. Seus rizomas grossos, semelhantes aos de suculentas, armazenam água, conferindo-lhe certa tolerância à seca, mas também tornando-a altamente suscetível ao apodrecimento das raízes se regada em excesso.
Orelha-de-elefante Sarawak
Alocasia sarawakensis
A Alocasia sarawakensis, vendida popularmente como 'Yucatan Princess', e um grande aroide tropical originario das florestas alagadas de Borneo. Forma uma toucaira exuberante de folhas brilhantes, em formato de seta, verde-escuras e com bordas onduladas, com a face inferior arroxeada, sustentadas por caules robustos e avermelhados. Na natureza pode ultrapassar 2,4 m de altura, embora em vaso costume ficar mais compacta.
Alocasia Jacklyn
Alocasia tandurusa
A Alocasia Jacklyn (Alocasia tandurusa) é uma planta tropical rara e espetacular, nativa das florestas úmidas de Sulawesi, Indonésia. Suas enormes folhas em formato de flecha, com nervuras proeminentes e coloração verde profunda, fazem dela uma das alocásias mais cobiçadas por colecionadores de plantas ao redor do mundo. Quando cultivada em ambientes internos, pode atingir até 1,2 metro de altura, tornando-se um ponto focal impressionante em qualquer ambiente.
Orelha-de-elefante Wentii
Alocasia wentii
A Alocasia wentii, conhecida como escudo-da-nova-guiné ou orelha-de-elefante resistente, é um aroide robusto, valorizado por suas folhas grandes, brilhantes e em forma de seta, com um tom bronze-esverdeado por cima e a face inferior roxo-escura. Nativa das terras altas da Nova Guiné, a maioria das plantas vendidas com esse nome no comércio são consideradas híbridos vigorosos, e não a espécie silvestre original. Forma touceiras densas de folhas eretas sobre pecíolos firmes e tolera uma faixa mais ampla de condições internas do que a maioria das outras Alocasias.
Lúcia-lima
Aloysia citrodora
Arbusto perene aromático originário da América do Sul (Argentina, Chile, Peru e Bolívia), pertencente à família Verbenaceae. As folhas lanceoladas, de 5 a 8 cm de comprimento, exalam um intenso aroma de limão quando esfregadas. Floresce entre o verão e o início do outono com pequenas flores brancas ou arroxeadas reunidas em espigas. Introduzida na Europa no século XVII por navegadores espanhóis e portugueses, hoje é cultivada principalmente para uso culinário, fitoterápico e como planta ornamental aromática em varandas.
Gengibre Vermelho
Alpinia purpurata
O Gengibre Vermelho (Alpinia purpurata) é uma planta tropical exuberante originária do Pacífico Sul, famosa por suas vistosas espigas florais vermelho-carmesim que se erguem sobre folhagem verde-brilhante em forma de lança. Pertence à família Zingiberaceae e é amplamente cultivada como ornamental em jardins tropicais e subtropicais, assim como em vasos em interiores aquecidos. Suas flores longas e duradouras tornam-na muito valorizada em arranjos florais e guirlandas.
Gengibre-concha
Alpinia zerumbet
A Alpinia zerumbet, popularmente conhecida como gengibre-concha ou colônia, é uma planta perene tropical originária da Ásia Oriental (Japão e China). Pertence à família Zingiberaceae e produz grandes folhas verde-escuras e inflorescências pendentes com flores branco-rosadas e detalhes amarelos, semelhantes a conchas. É amplamente cultivada em jardins tropicais e subtropicais como planta ornamental, além de ter vasto uso medicinal na medicina tradicional brasileira.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.