892 Fáceis de Cuidar Intermediárias | Guia 2026
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892 Fáceis de Cuidar de nível médio
Mostrando 1-36 de 892
Abeto
Abies
Abies e um genero de cerca de 48-56 coniferas perenes da familia Pinaceae, nativas de regioes montanhosas da Europa, Asia e America do Norte e Central. Os abetos verdadeiros formam uma copa piramidal caracteristica, com aciculas achatadas que exibem duas linhas brancas na face inferior, e produzem cones eretos em formato de barril que se desintegram na propria arvore ao amadurecer, em vez de cair inteiros.
Abeto-de-nordmann
Abies nordmanniana
O abeto-de-nordmann (Abies nordmanniana) é uma conífera grande e majestosa, nativa das florestas montanhosas do Cáucaso, do nordeste da Turquia e da Geórgia. A árvore possui uma copa graciosa e amplamente piramidal, com galhos horizontais que crescem em camadas. Suas agulhas verde-escuras e brilhantes são macias, não espetam e apresentam duas listras brancas distintas na face inferior. Na natureza, o abeto-de-nordmann pode atingir até 50 metros de altura; em jardins e parques, geralmente alcança entre 9 e 15 metros. A árvore é mais conhecida como árvore de Natal, pois suas agulhas dificilmente caem.
Abútilon Híbrido
Abutilon
Abutilon é um grande genero com cerca de 150 a 180 especies de arbustos e pequenas arvores perenifolias ou semi-decíduas da familia das malvaceas (Malvaceae), nativo de regioes tropicais e subtropicais ao redor do mundo, com maior diversidade na America do Sul. O nome costuma se referir aos hibridos de jardim reunidos sob Abutilon x hybridum, valorizados por suas folhas lobadas parecidas com as do bordo e por flores pendentes, em formato de sino ou lanterna, que desabrocham em tons de branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho da primavera ao outono. De crescimento rapido e facil de podar, o Abutilon serve tanto como arbusto de jardim ou vaso quanto como planta de interior em janelas bem iluminadas, e suas flores ricas em nectar atraem beija-flores.
Lanterna-chinesa
Abutilon hybridum
O Abutilon hybridum, popularmente conhecido como lanterna-chinesa, é um arbusto ornamental da família Malvaceae, nativo da América do Sul. Suas flores pendentes em forma de sino, em tons de vermelho, amarelo, laranja e rosa, lembram pequenas lanternas, tornando-o uma planta muito decorativa tanto em ambientes internos quanto externos.
Mimosa
Acacia dealbata
A Acacia dealbata, comumente conhecida como mimosa, é uma árvore perene de crescimento rápido, nativa do sudeste da Austrália e da Tasmânia, introduzida na Europa no século XIX e hoje amplamente naturalizada ao longo das costas mediterrâneas, particularmente na Côte d'Azur e na Ligúria. Destaca-se pela sua copa leve verde-prateada e pelas inflorescências em pequenos globos amarelo-intenso e perfumados, que aparecem entre fevereiro e março, antes da maioria das outras florações primaveris. Na natureza, pode atingir 10-15 metros de altura, enquanto em vaso permanece mais contida, cerca de 2 metros. É a planta símbolo do Dia Internacional da Mulher na Itália. Em várias regiões mediterrâneas, é considerada uma espécie potencialmente invasora devido à sua rápida disseminação por sementes e rebentos radiculares.
Acanto
Acanthus mollis
O Acanthus mollis, popularmente conhecido como acanto, é uma planta perene mediterrânea de grande porte, admirada pelas suas folhas profundamente lobadas e brilhantes e pelos longos espigões florais brancos e roxos que desabrocham do final da primavera ao início do verão. As suas folhas inspiraram o famoso capitel coríntio da arquitectura clássica.
Goiabeira-serrana
Acca sellowiana
A Acca sellowiana, conhecida popularmente como goiabeira-serrana ou feijoa, é um arbusto frutífero nativo do sul do Brasil e Uruguai. Pertencente à família Myrtaceae, produz frutos aromáticos de polpa suculenta com sabor que lembra uma combinação de abacaxi e morango. Suas flores ornamentais, com pétalas brancas e estames vermelhos, são comestíveis e adocicadas.
Bordo
Acer
O gênero Acer, conhecido popularmente como bordo ou ácer, engloba mais de 130 espécies de árvores e arbustos decíduos distribuídos pelo hemisfério norte. Famoso pela exuberância das folhas no outono, o bordo é cultivado tanto por seu valor ornamental quanto por sua madeira nobre. A espécie japonesa Acer palmatum é especialmente apreciada em jardins e bonsai, enquanto o Acer saccharum fornece a famosa seiva para o xarope de bordo.
Bordo-de-lua-cheia
Acer japonicum
O bordo-de-lua-cheia (Acer japonicum), também conhecido como bordo-japonês, é uma árvore decídua de pequeno a médio porte, nativa das florestas montanhosas do Japão e da Coreia, valorizada por suas folhas arredondadas em forma de lua, com 7 a 11 lóbulos macios. Na primavera produz pequenas flores arroxeadas antes de as folhas brotarem, e no outono sua copa ganha tons vibrantes de dourado, laranja e vermelho. De crescimento lento e elegante, é uma árvore-destaque clássica em jardins de estilo japonês.
Bordo-de-folhas-grandes
Acer macrophyllum
O Bordo-de-folhas-grandes (Acer macrophyllum) é uma grande árvore decídua nativa da costa oeste da América do Norte, do sul do Alasca à Califórnia, onde cresce frequentemente ao longo de riachos e florestas úmidas até 450 m de altitude. É o bordo com as maiores folhas do mundo, medindo de 15 a 30 cm de largura e divididas em cinco lobos palmados profundos, que no outono adquirem tons dourados e amarelos espetaculares. Na primavera, produz cachos pendentes de pequenas flores verde-amareladas discretas, que surgem antes das folhas. Pode atingir alturas consideráveis na natureza, com exemplares recordes ultrapassando os 40 metros.
Bordo-americano
Acer negundo
O Bordo-americano (Acer negundo) é uma árvore decídua de crescimento rápido, nativa da América do Norte. Pertence à família Sapindaceae e pode atingir até 21 metros de altura. É amplamente reconhecida pela sua resistência ao frio intenso, à seca e a diferentes tipos de solo, tornando-a uma das árvores mais adaptáveis do continente. Suas folhas são compostas pinadas com 3 a 5 folíolos, e na primavera produz flores discretas de coloração verde-amarelada antes do surgimento da folhagem.
Bordo Japonês
Acer palmatum
O Bordo Japonês (Acer palmatum) é uma árvore ornamental originária do Japão, China e Coreia, famosa pela beleza espetacular de sua folhagem, que muda de cor ao longo das estações — do verde intenso na primavera ao vermelho, laranja e amarelo vibrantes no outono. Com porte elegante e folhas palmatiformes recortadas, é uma das árvores ornamentais mais apreciadas em jardins de estilo asiático, jardins de contemplação e como bonsai.
Ácer-da-Noruega
Acer platanoides
O Ácer-da-Noruega (Acer platanoides) é uma grande árvore caducifólia nativa da Europa e da Ásia Ocidental, muito utilizada como árvore ornamental, de sombra e em arruamentos urbanos. Apresenta folhas palmatiformes largas, flores amarelo-esverdeadas na primavera e uma espetacular folhagem amarela a laranja no outono. Extremamente resistente, tolera solos variados, poluição e condições urbanas.
Bordo-vermelho
Acer rubrum
O Acer rubrum, conhecido como bordo-vermelho, é uma das árvores caducifólias mais abundantes e amplamente distribuídas no leste da América do Norte. Famoso pela sua espetacular folhagem outonal nas cores carmesim, laranja e amarelo, é uma árvore de crescimento rápido, muito valorizada em projetos paisagísticos pelo seu valor ornamental, sombra e habitat para fauna selvagem.
Bordo Prateado
Acer saccharinum
O Bordo Prateado (Acer saccharinum) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido, nativa do leste e centro da América do Norte. O nome refere-se ao verso prateado das suas folhas, que lhe confere um aspeto cintilante ao vento. É amplamente cultivado como árvore ornamental e de sombra.
Ácer-lua-cheia
Acer shirasawanum
Acer shirasawanum, o ácer-lua-cheia, é uma árvore decídua ou arbusto de grande porte, de crescimento lento, nativa do Japão, valorizada por suas folhas arredondadas em forma de estrela que surgem verde-amareladas na primavera e tornam-se vermelho-alaranjadas intensas no outono. Atinge de 5 a 6 metros de altura e largura na maturidade, formando uma copa elegante e arredondada, ideal como árvore de destaque ou plantio de sub-bosque.
Bordo-da-montanha
Acer spicatum
O Bordo-da-montanha (Acer spicatum) é um pequeno arbusto ou arvoreta caducifólia nativa do leste da América do Norte, típica do sub-bosque de florestas temperadas. Cresce em encostas rochosas e margens de riachos, com folhagem que exibe tons vibrantes de amarelo, laranja e vermelho no outono.
Macaúba
Acrocomia aculeata
A macaúba (Acrocomia aculeata) é uma palmeira nativa do Brasil e da América tropical, amplamente distribuída pelo Cerrado, Mata Atlântica e áreas de transição. Seu tronco espinhoso pode atingir até 15 metros de altura, coroado por longas folhas pinadas e arquitetônicas. Produz frutos oleaginosos abundantes, tornando-se uma das palmeiras mais versáteis e economicamente promissoras da flora brasileira. Resistente à seca e ao fogo, adapta-se a diferentes tipos de solo e é cada vez mais valorizada tanto no paisagismo tropical quanto na agroindústria sustentável.
Samambaia-dourada
Acrostichum aureum
A Acrostichum aureum, conhecida popularmente como samambaia-dourada ou samambaia-de-mangue, e uma das maiores samambaias tropicais do mundo. Nativa dos manguezais e zonas costeiras pantropicais, esta especie robusta desenvolve frondes longas e coriaceas que podem atingir 3 metros de comprimento. Adapta-se tanto a ambientes salobros quanto a solos alagados, sendo uma planta extremamente resistente.
Samambaia-do-mangue
Acrostichum danaeifolium
A Samambaia-do-mangue (Acrostichum danaeifolium) é uma das maiores samambaias das Américas tropicais, podendo atingir até 3,6 metros de altura. Nativa de manguezais e pântanos costeiros, é uma planta robusta e imponente, perfeitamente adaptada a solos úmidos, salinos e ambientes com alta luminosidade.
Kiwi-dourado
Actinidia chinensis
A Actinidia chinensis é uma trepadeira decídua e vigorosa, nativa da China, cultivada por seus frutos comestíveis de polpa dourada e sabor doce. É uma espécie dioica, exigindo plantas macho e fêmea para produção de frutos, e necessita de suporte robusto como treliças ou pérgolas para se desenvolver.
Rosa-do-deserto / Adenium (gênero)
Adenium
O Adenium é um gênero de suculentas caudicifornes nativas das regiões áridas da África e da Península Arábica. Conhecidos como rosa-do-deserto, são celebrados por suas flores vistosas em tons de rosa, vermelho e branco e pelo tronco base inchado (cáudice), que armazena água. A espécie mais cultivada é A. obesum.
Lírio do Impala
Adenium multiflorum
O Lírio do Impala (Adenium multiflorum) é uma suculenta arbustiva nativa do sul da África, conhecida por suas flores espetaculares brancas com bordas carmesim que surgem no inverno, quando a planta perde suas folhas. Possui um caule basal engrossado chamado cáudex, que armazena água e confere aparência de bonsai com o tempo.
Rosa-do-deserto
Adenium obesum
Adenium obesum, popularmente conhecida como Rosa-do-deserto, é um arbusto suculento nativo do leste da África e da Península Arábica. Famosa por seu caule engrossado (cáudex) e flores vibrantes em tons de rosa, vermelho e branco, é uma das plantas ornamentais mais apreciadas por colecionadores e entusiastas de bonsai. Apesar de sua aparência exótica, adapta-se bem ao cultivo em ambientes internos com boa iluminação.
Avenca-chorona
Adiantum pedatum
Adiantum pedatum, a avenca-chorona, e uma samambaia decidua e touceirosa, nativa de florestas decíduas úmidas da América do Norte e do leste asiático temperado. E apreciada por seus estipes finos e escuros e frondes delicadas, em forma de leque, que se abrem como mãos abertas e secam ate o rizoma a cada inverno, rebrotando na primavera.
Gravatá
Aechmea caudata
O Gravatá (Aechmea caudata) é uma bromélia nativa da Mata Atlântica brasileira, encontrada nos estados do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul. Planta epífita, rupícola ou terrestre, forma uma roseta infundibuliforme com folhas longas e arqueadas de até 128 cm, com margens serradas e ápice pungente. Sua inflorescência é espiciforme, ereta e ultrapassa a roseta foliar, exibindo flores amareladas com sépalas alaranjadas a vermelhas — um espetáculo tropical único. Floresce uma única vez na vida, no verão, e após a floração origina filhotes que perpetuam a planta.
Bromélia Coral
Aechmea fulgens
A Bromélia Coral (Aechmea fulgens) é uma bromélia epífita nativa do nordeste do Brasil, especialmente dos estados da Bahia e Pernambuco. Suas folhas formam uma roseta elegante de cor verde brilhante com espinhos nas margens, e sua floração é um espetáculo à parte: uma panícula vermelha com brácteas vistosas e flores roxas. Após a floração, produz frutos vermelhos globosos que persistem na planta por muitos meses, tornando-a decorativa durante todo o ano. É uma das bromeliáceas mais populares no cultivo doméstico e em jardins tropicais.
Rosa-das-Canárias
Aeonium aureum
Aeonium aureum, popularmente conhecida como rosa-das-canárias, é uma suculenta formadora de roseta nativa das encostas vulcânicas de Tenerife, nas Ilhas Canárias. Suas folhas espatuladas e bem compactadas formam uma roseta perfeitamente simétrica, em tons que vão do verde-azulado ao verde-dourado, o que justifica o epíteto "aureum" (dourado). Diferente da maioria das suculentas, essa espécie segue um ciclo de crescimento invernal e dormência estival: cresce ativamente durante os meses frios e úmidos do outono, inverno e primavera, e depois fecha sua roseta bem apertada para descansar durante o verão quente e seco, conservando umidade. Após vários anos de crescimento, rosetas maduras podem produzir uma haste floral amarelo-dourada alta, um evento raro e espetacular, embora a roseta que floresce morra em seguida, deixando rebentos para dar continuidade à planta.
Batom
Aeschynanthus
Aeschynanthus é um gênero de plantas trepadeiras epífitas da família Gesneriaceae, nativo das florestas tropicais do Sudeste Asiático, incluindo Tailândia, Península Malaia, Sumatra e Bornéu. Cultivada como planta pendente de interior, apresenta folhas brilhantes e coriáceas ao longo de hastes que caem em cascata, com flores tubulares vermelho-vivas que emergem de cálices vinho-escuros, lembrando tubos de batom -- origem do seu nome popular.
Planta-batom
Aeschynanthus radicans
A Planta-batom (Aeschynanthus radicans) é uma deslumbrante epífita tropical nativa das florestas úmidas do Sudeste Asiático. Conhecida por suas hastes pendentes adornadas com folhas cerosas e brilhantes e impressionantes flores tubulares vermelhas que emergem de cálices bordô escuros, lembrando um batom saindo do estojo. É uma das favoritas entre os jardineiros de interiores, ideal para vasos suspensos onde seus ramos podem cair graciosamente.
Castanheiro-da-Índia
Aesculus hippocastanum
O castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) é uma árvore decídua de grande porte e crescimento rápido, nativa da Península Balcânica, muito apreciada na Europa e na América do Norte como árvore ornamental e de sombra. Possui copa ampla e arredondada, folhas compostas palmadas com cinco a sete folíolos, e produz, na primavera, espetaculares cachos eretos de flores brancas com garganta amarela a avermelhada. No outono, libera suas sementes brilhantes de casca marrom, conhecidas como castanhas-da-índia, envoltas em cápsulas espinhosas verdes.
Agrocybe de campo
Agrocybe pediades
Agrocybe pediades é um fungo saprófito pequeno e cosmopolita que cresce frequentemente em solos ricos, como gramados, jardins e pastagens. Caracteriza-se pelo seu chapéu inicialmente hemisférico que se achata com a idade, apresentando uma cor ocre amarelada ou canela. É um organismo essencial para a decomposição de matéria orgânica e a reciclagem de nutrientes no solo. Embora seja comestível, seu tamanho pequeno e a possibilidade de confusão com espécies tóxicas semelhantes exigem precaução.
Planta Saca-rolhas
Albuca
Albuca e um grande genero de geofitas bulbosas da familia Asparagaceae (subfamilia Scilloideae), com mais de 100 especies nativas principalmente do sul da Africa, estendendo-se ate a Africa tropical e a Arabia. O apelido "planta saca-rolhas" vem das folhas estreitas e enroladas em espiral de especies cultivadas como Albuca spiralis e Albuca namaquensis. A maioria das especies e de crescimento invernal: produzem folhas durante os meses frescos e umidos, florescem do final do inverno a primavera, e depois perdem a folhagem entrando em dormencia total durante o verao quente e seco. As flores, em hastes eretas, sao pendentes, amarelo-esverdeadas e perfumadas, com aroma de baunilha. Sao plantas resistentes e tolerantes uma vez respeitado o ciclo de dormencia, mas muito sensiveis ao excesso de rega durante o repouso do bulbo.
Albuca spiralis
Albuca spiralis
Albuca spiralis, popularmente conhecida como 'Frizzle Sizzle', é uma suculenta bulbosa única nativa da África do Sul. É celebrada por suas folhas distintas em formato de saca-rolhas que se enrolam mais firmemente quando expostas a altos níveis de luminosidade. No final da primavera, produz hastes de flores verde-amareladas em forma de sino que exalam uma doce fragrância de baunilha. A planta passa por um período de dormência no verão, onde sua folhagem pode secar completamente.
Bromélia-imperial
Alcantarea imperialis
A Alcantarea imperialis, popularmente conhecida como bromélia-imperial, é uma das maiores bromélias do mundo e uma das mais majestosas plantas ornamentais do Brasil. Endêmica das encostas rochosas da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, esta espécie forma rosetas gigantescas de folhas coriáceas que podem atingir 1,5 m de diâmetro, com capacidade de armazenar até 30 litros de água no seu tanque central. Quando floresce — evento que ocorre após 10 a 40 anos de vida —, produz uma imponente haste floral de até 3,5 metros com flores branco-amareladas e brácteas avermelhadas que atraem beija-flores e outros polinizadores.
Malva-Rosa
Alcea rosea
A Malva-Rosa (Alcea rosea) é uma planta bienal ou perene de vida curta, pertencente à família Malvaceae, originária da China e da Turquia. Conhecida pelas suas imponentes espigas florais que podem atingir até 2,5 metros de altura, produz flores exuberantes nas cores rosa, vermelho, branco, amarelo, roxo e laranja durante o verão. É uma planta clássica de jardins, muito apreciada em bordaduras e muros.
Fáceis de Cuidar de Cuidado Médio
Nossa seleção de 892 fáceis de cuidar de nível médio combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado moderadas. Ideais para quem já tem experiência básica.
Por que Escolher Fáceis de Cuidar Médio?
Combinar a beleza das fáceis de cuidar com o nível de dificuldade médio permite que você aproveite essa categoria com um compromisso equilibrado de cuidados. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.