674 Plantas Intermediárias | Guia 2026 - Página 3
Descubra 674 plantas intermediárias para seu jardim. Guia completo com dicas de cuidados.
674 Plantas Intermediárias
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Ninho-de-passaro
Asplenium australasicum
O Asplenium australasicum, conhecido como ninho-de-passaro, e uma samambaia epifita nativa das florestas tropicais da Australia. Suas frondes largas e onduladas crescem em roseta, formando um formato de tigela que capta folhas caidas e agua da chuva na natureza.
Asplênio-balear
Asplenium balearicum
O Asplenium balearicum, conhecido como Asplênio-balear, é uma samambaia pequena e elegante endêmica das Ilhas Baleares e do Mediterrâneo Ocidental. Cresce naturalmente em fendas de rochas calcárias e encostas sombreadas, formando touceiras densas de frondes verdes-escuras. Ideal para ambientes internos com boa umidade, é uma planta de fácil adaptação que traz um toque mediterrâneo à decoração.
Asplenium
Asplenium nidus
A Samambaia Ninho de Pássaro (Asplenium nidus) é uma elegante samambaia tropical epífita conhecida por sua roseta de frondes verde-brilhante em formato de lança que se desenrolam de uma coroa central semelhante a um ninho. Nativa do Sudeste Asiático, Austrália e Ilhas do Pacífico, esta beleza de crescimento lento prospera em ambientes úmidos e é excelente para banheiros e espaços sombreados.
Asplênio-verde
Asplenium viride
O Asplênio-verde (Asplenium viride) é uma pequena samambaia rupícola que cresce em fendas de rochas calcárias em regiões temperadas do hemisfério norte. Suas frondes são delicadas, com raque e pecíolo de cor verde — característica que o distingue do similar Asplenium trichomanes. É uma planta de crescimento lento, elegante e resistente ao frio, muito adequada para jardins de pedras e cultivo em vasos.
Astrágalo
Astragalus
O Astrágalo é o maior gênero da família Fabaceae (leguminosas), com cerca de 2900 espécies que habitam o hemisfério norte, Ásia Central, China e América do Norte. A maioria das espécies são plantas herbáceas perenes ou arbustos, com folhas compostas, imparipinadas e flores papilionáceas características. A espécie mais importante medicinalmente é o Astragalus membranaceus (Huang Qi), utilizado na medicina tradicional chinesa há mais de 2000 anos como impulsionador imunológico e adaptógeno. No entanto, algumas espécies do gênero (as chamadas espécies 'locoweed') contêm suainsonina ou compostos nitro orgânicos, que podem ser tóxicos para animais e humanos. A planta produz flores papilionáceas amarelas, roxas ou brancas na primavera e no verão, e requer cuidados moderados.
Velho dos Andes
Austrocylindropuntia vestita
Austrocylindropuntia vestita, conhecida popularmente como Velho dos Andes ou Cacto Coral de Algodão, é um cacto colunar esguio originário dos campos pedregosos de altitude do noroeste da Argentina e da Bolívia. Seus caules são densamente cobertos por longos pelos brancos que lhe conferem uma aparência lã característica, funcionando como isolante contra o frio andino. Produz flores vermelho-intenso a violeta nas pontas dos caules durante a primavera e o verão.
Begônia (gênero)
Begonia
Begônia é um dos maiores gêneros de plantas com flores, com mais de 2.000 espécies, incluindo tipos rex, rizomatosos, cana, tuberosos e semperflorens. São conhecidas por suas folhas ornamentais e flores coloridas.
Begônia-de-inverno
Begonia × hiemalis
A Begônia-de-inverno (Begonia × hiemalis) é um híbrido ornamental de grande beleza, resultante do cruzamento entre Begonia socotrana e begônias tuberosas. Conhecida por florescer abundantemente durante os meses mais frios do ano, produz flores dobradas ou simples em tons de rosa, vermelho, branco, laranja e amarelo. É uma planta compacta, ideal para ambientes internos, muito cultivada como planta de presente e decoração sazonal.
Begônia boliviana
Begonia boliviensis
A Begônia boliviana é uma begônia tuberosa originária dos Andes bolivianos, conhecida por suas flores tubulares vermelho-alaranjadas que pendem em cascata sobre folhas verde-escuras com reverso avermelhado. É muito usada em vasos suspensos e jardineiras por seu hábito de crescimento cascateante.
Begônia-rústica
Begonia grandis
A Begonia grandis, conhecida como Begônia-rústica, é uma begônia tubulosa perene originária da China e do Japão. Destaca-se por sua resistência excepcional ao frio, suportando temperaturas negativas quando o tubérculo está protegido sob o solo. Produz delicadas flores rosadas a partir do verão até o início do outono, tornando-se uma das poucas begônias que sobrevivem ao inverno em clima temperado.
Begonia-maculata
Begonia maculata
A Begonia maculata é uma planta tropical originária do Brasil, famosa por suas folhas verde-escuras com pintas prateadas e o verso avermelhado. É uma das begônias mais populares para cultivo em ambientes internos, trazendo um toque elegante e exótico à decoração.
Begonia Cruz-de-Ferro
Begonia masoniana
A Begonia masoniana, popularmente conhecida como Begonia Cruz-de-Ferro, é uma begonia rizomatosa originária do sul da China e norte do Vietnã. Sua característica mais marcante é o desenho em forma de cruz marrom-escuro no centro de cada folha, que lembra o símbolo da Cruz de Ferro. As folhas são grandes, enrugadas e texturizadas com uma cor verde-chartreuse vibrante. Embora cultivada principalmente por sua folhagem dramática, ocasionalmente produz pequenas flores branco-esverdeadas na primavera e verão.
Begônia-rex
Begonia rex-cultorum
A Begônia-rex (Begonia rex-cultorum) é um grupo híbrido de plantas cultivadas amplamente apreciado por suas folhas ornamentais de padrões e cores extraordinários — combinando tons de prata, roxo, vermelho, verde e rosa. Originada do cruzamento entre Begonia rex e outras espécies do gênero, é cultivada exclusivamente como planta de interior por sua exigência em umidade e temperatura estável. ATENÇÃO: contém oxalato de cálcio, sendo tóxica para humanos, cães e gatos se ingerida.
Begônia
Begonia x tuberhybrida
A Begonia x tuberhybrida é uma planta herbácea perene apreciada por suas flores exuberantes e variadas, que podem ser simples ou dobradas, assemelhando-se a rosas ou camélias. Elas crescem a partir de tubérculos carnudos e são famosas por sua capacidade de iluminar áreas sombreadas do jardim ou interiores com cores vibrantes. Por ser uma planta tuberosa, ela passa por um período de dormência obrigatório durante os meses de inverno, quando a parte aérea morre e o tubérculo deve ser armazenado em local seco.
Pau-de-remo / Beilschmiedia
Beilschmiedia
Beilschmiedia é um gênero de aproximadamente 268 espécies de árvores perenes tropicais e subtropicais pertencentes à família Lauraceae. Distribuídas pelas florestas tropicais da África, Ásia, Oceania, América Central e América do Sul, essas árvores se destacam pelo seu porte imponente, folhagem verde-escura e couro e pela importância ecológica como espécies de dossel. No Brasil, a espécie B. pendula é conhecida como Pau-de-remo, ocorrendo em florestas de várzea e matas ciliares.
Orquídea-de-Harrison
Bifrenaria harrisoniae
A Bifrenaria harrisoniae, popularmente conhecida como orquídea-de-Harrison, é uma orquídea epífita endêmica do Brasil, encontrada principalmente na Mata Atlântica e no Cerrado, desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. Produz flores grandes, perfumadas e cerosas, predominantemente brancas com labelo rosa-arroxeado e veias escuras, que podem atingir até 8 cm de comprimento. Seus pseudobulbos robustos armazenam água e nutrientes, permitindo que a planta suporte períodos de seca.
Samambaia-membranosa
Blechnum membranaceum
A Blechnum membranaceum, conhecida como samambaia-membranosa, é uma samambaia neotropical de pequeno porte pertencente à família Blechnaceae. Originária da América Central e do Sul, desenvolve frondes finas e delicadas de textura membranosa, adaptadas a ambientes úmidos e sombreados de florestas tropicais e subtropicais. Atualmente reclassificada como Austroblechnum membranaceum, mantém o nome científico histórico Blechnum membranaceum no comércio botânico.
Samambaia-australiana
Blechnum minus
A Blechnum minus, conhecida como Samambaia-australiana ou Samambaia-de-água-mole, é uma samambaia terrestre e sombreira nativa da Austrália, Nova Zelândia e Tasmânia. Prospera em ambientes úmidos e ripários, ao longo de margens de riachos e pisos florestais sombreados, formando touceiras densas de frondes brilhantes e verde-escuras que atingem 40–70 cm de comprimento. Pertence à família Blechnaceae (sinônimos: Lomaria minus, Parablechnum minus), sendo valorizada pela sua folhagem elegante e adaptabilidade a posições sombreadas.
Orquídea-rosa-do-pinhal
Bletia purpurea
A Bletia purpurea, conhecida como Orquídea-rosa-do-pinhal, é uma orquídea terrestre nativa do Caribe, Flórida, México e América Central e do Sul. Produz pseudobulbos ovais e folhas lineares elegantes, com inflorescências impressionantes de até 80 flores rosa-púrpura por hastes que podem atingir 180 cm de altura. É decídua durante o inverno, entrando em dormência antes de florescer na primavera e no verão.
Buganvília
Bougainvillea × buttiana
A Buganvília (Bougainvillea × buttiana) é um híbrido vigoroso e trepador, famoso pelas suas brácteas coloridas que envolvem flores pequenas e discretas. Nativa da América do Sul, é amplamente cultivada em jardins tropicais e subtropicais por sua floração exuberante e resistência à seca.
Primavera
Bougainvillea glabra
A Bougainvillea glabra, popularmente conhecida como Primavera ou Três-marias, é uma trepadeira lenhosa e vigorosa nativa do Brasil. Ela é famosa por suas cores vibrantes, que na verdade são brácteas (folhas modificadas) que envolvem suas pequenas e discretas flores brancas. É uma planta extremamente resiliente, que prospera sob sol pleno e é ideal para cobrir muros, cercas e pérgolas, trazendo um aspecto tropical e exuberante ao jardim.
Primavera
Bougainvillea peruviana
A Primavera (Bougainvillea peruviana) é uma trepadeira vigorosa originária do Peru e do norte da América do Sul, pertencente à família Nyctaginaceae. Conhecida pelas suas exuberantes brácteas coloridas em tons de magenta, rosa, branco e roxo, ela é na verdade a parte ornamental mais visível da planta — as flores verdadeiras são pequenas e brancas, escondidas no centro das brácteas. De crescimento rápido, pode escalar muros, grades e pérgolas com facilidade, tornando-se um dos arbustos trepadeiros mais populares em jardins tropicais e subtropicais do Brasil.
Buganvília
Bougainvillea spectabilis
A Bougainvillea spectabilis, conhecida popularmente como buganvília, três-marias ou primavera, é uma trepadeira arbustiva espinhosa nativa da costa leste do Brasil. Famosa pelas suas exuberantes brácteas coloridas — que vão do magenta vibrante ao rosa, laranja, roxo e branco — esta planta é um dos ornamentais mais cultivados nas regiões tropicais e subtropicais do mundo. As flores verdadeiras são pequenas e brancas, rodeadas por três brácteas papiráceas que dão toda a cor e beleza à planta. Cresce vigorosamente quando exposta a pleno sol e se torna extremamente resistente à seca após estabelecida.
Primavera
Bougainvillea x buttiana
A Primavera (Bougainvillea × buttiana) é uma das trepadeiras ornamentais mais icônicas do Brasil. Trata-se de um híbrido natural entre Bougainvillea glabra e Bougainvillea peruviana, produzido originalmente na África do Sul. Suas flores verdadeiras são pequenas e brancas, quase imperceptíveis, mas estão envoltas por brácteas papiráceas de cores vibrantes — rosa, vermelho, laranja, roxo, branco e amarelo — que são as responsáveis pelo espetáculo visual. Trepadeira vigorosa e espinhosa, pode alcançar até 12 metros em condições ideais, sendo amplamente cultivada em jardins, muros, cercas e pérgolas em todo o Brasil e no mundo.
Repolho
Brassica oleracea
A Brassica oleracea é a espécie ancestral selvagem de muitos dos legumes mais importantes do mundo, incluindo o repolho, a couve, os brócolos, a couve-flor, as couves-de-bruxelas, o couve-rábano e a couve-galega. Nativa das falésias costeiras do Mediterrâneo e da Europa Atlântica, esta erva bienal ou perene tem sido cultivada há mais de 2.000 anos e selecionada para originar uma extraordinária variedade de grupos cultivares. Na sua forma selvagem produz folhas onduladas azul-esverdeadas, um caule ereto robusto e cachos de pequenas flores amarelas. Como espécie-mãe de todos estes grupos cultivares — repolho, couve, brócolos, couve-flor, couves-de-bruxelas, couve-rábano e couve-galega — a Brassica oleracea representa uma das maiores conquistas da humanidade na domesticação de plantas.
Nabo
Brassica rapa
O nabo (Brassica rapa) é uma hortaliça bienal da família Brassicaceae, cultivada há milênios por suas raízes comestíveis e folhas nutritivas. Originária da Ásia Central, é amplamente cultivada em climas temperados ao redor do mundo. A planta produz flores amarelas vibrantes na primavera e verão, e sua raiz tuberosa é rica em vitaminas C e K.
Orquídea Miltassia
Bratonia Charles M. Fitch
A Bratonia Charles M. Fitch é um popular híbrido intergenérico de orquídea, resultado do cruzamento entre Brassia verrucosa e Miltonia spectabilis. É admirada por suas flores grandes em formato de estrela que lembram aranhas, apresentando tons marcantes de lavanda e roxo com manchas verde-oliva ou marrons. A planta produz longas hastes arqueadas de flores que podem durar várias semanas, surgindo de pseudobulbos com folhas perenes em forma de fita.
Palmeira Havaiana
Brighamia insignis
A Brighamia insignis, conhecida como Palmeira Havaiana ou Palma Vulcão, é uma das plantas mais criticamente ameaçadas do mundo. Nativa dos penhascos rochosos de Kauaʻi e Niʻihau, no Havaí, esta suculenta extraordinária possui um tronco bolboso que afunila para cima, terminando numa roseta de folhas verdes e brilhantes. No outono, produz cachos de flores tubulares amarelas e perfumadas. Extinta na natureza, sobrevive apenas em cultivo.
Ramón
Brosimum alicastrum
O Ramón (Brosimum alicastrum) é uma árvore tropical perene da família Moraceae, nativa da América Central, México, Caribe e norte da América do Sul. Pode atingir até 45 metros de altura com um tronco largo e copa densa. É uma das árvores mais importantes das florestas tropicais mesoamericanas, fornecendo alimento, madeira e benefícios ecológicos. As sementes são altamente nutritivas e foram um alimento básico para as civilizações maias.
Trombeta-dos-anjos
Brugmansia
A Brugmansia é um arbusto ou pequena árvore tropical da família Solanaceae, originária das encostas andinas da América do Sul. É famosa por suas impressionantes flores em forma de trombeta pendente, que podem atingir até 50 cm de comprimento e exalam uma fragrância intensa, especialmente ao entardecer. Todas as partes da planta são altamente tóxicas devido aos alcaloides tropânicos (escopolamina, hiosciamina e atropina). Apesar da beleza singular, deve ser cultivada com cautela máxima, especialmente em ambientes com crianças e animais domésticos.
Sálvia-sul-africana
Buddleja salviifolia
A Buddleja salviifolia, conhecida como sálvia-sul-africana, é um arbusto semi-perenifólio de crescimento rápido originário do sul e leste de África. Produz paniculas estreitas de pequenas flores perfumadas em tons de branco, creme e lilás com centro alaranjado na primavera. É muito apreciada por atrair borboletas, abelhas e pássaros, sendo uma excelente planta para jardins de vida selvagem. O seu lenho duro tem uso tradicional em África para fabricar lanças e varas de pesca.
Fruta-manteiga
Bunchosia argentea
A Bunchosia argentea, popularmente conhecida como fruta-manteiga, é uma pequena árvore tropical pertencente à família Malpighiaceae, nativa das florestas tropicais da América do Sul — Venezuela, Colômbia, Peru, Brasil, Guiana e Suriname. Produz frutos ovais de coloração alaranjada a vermelha intensa, com polpa densa e adocicada de sabor surpreendentemente semelhante ao amendoim ou manteiga de amendoim. É muito apreciada como planta ornamental e frutífera em jardins tropicais e subtropicais.
Bursera
Bursera
Bursera é um gênero de cerca de 100 espécies de árvores e arbustos da família Burseraceae, nativas de regiões tropicais e subtropicais das Américas, do México à Argentina. São conhecidas pela casca fina que se descama em tiras papiráceas e por sua resina aromática (copal), usada há séculos em incensos e rituais de purificação. Espécies representativas incluem Bursera simaruba (gumbo-limbo) e Bursera graveolens (palo santo).
Tinhorão
Caladium bicolor
O Caladium bicolor é uma planta tropical originária da América do Sul, famosa por suas folhas grandes e coloridas em tons de vermelho, rosa, branco e verde. É uma planta tuberosa e decídua que entra em dormência no inverno, perdendo suas folhas e rebrotando na primavera. Muito apreciada como planta ornamental de interior e jardim, traz cor e vida a qualquer ambiente sombreado.
Caládio miniatura
Caladium humboldtii
O Caladium humboldtii, conhecido como caládio miniatura, é um aráceo ornamental tropical de pequeno porte, nativo da América do Sul. Suas folhas verdes exibem manchas e veias brancas marcantes, tornando-o uma joia para terrários, mesas e ambientes internos úmidos.
Caládio-de-veias-brancas
Caladium lindenii
O Caladium lindenii, também conhecido como Caládio-de-veias-brancas, é uma planta tropical espetacular nativa da Colômbia e da Venezuela. Pertencente à família Araceae, esta espécie é famosa por suas folhas em formato de coração com veias brancas contrastantes sobre fundo verde intenso, criando um padrão visual dramático e único. É uma planta decídua que entra em dormência durante o inverno, ressurgindo na primavera com sua exuberante folhagem.
O que são Plantas Intermediárias?
Plantas Intermediárias requerem um pouco mais de atenção e conhecimento básico de jardinagem. São plantas que se desenvolvem bem com cuidados regulares e alguma experiência no cultivo. Ideais para quem já domina o básico.
Dicas para Cultivar Plantas Intermediárias
plantas intermediárias precisam de um equilíbrio entre atenção e liberdade. Mantenha uma rotina de cuidados regular, observe as folhas para identificar problemas cedo e ajuste a rega conforme a estação do ano.